O bebezão comeu a mamãe

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Quando cheguei do interior, tive que conseguir uma pensão até melhorar minha situação. Seu Antonio e D. Laura me alugaram um quarto no pátio deles. Ela com 51 anos e ele com 60 anos. As manhãs saia pra procurar emprego e as tardes saia pra conhecer a cidade. Seu Antonio se dividia em vários para atender seus dois comércio que tinham na cidade. D. Laura quando não ajudava o marido, ficava em casa cuidando das coisas do lar. As tardes fomos nos conhecendo melhor e nossa amizade foi melhorando. Após algumas tardes tomando café na casa dela e contando a vida um pro outro. Devido minha carencia sexual e uma bela bunda de D. Laura, meus olhos de lobo mau faminto, fixavam na bunda dela. As vezes conseguia ver um pouco mais das suas coxas quando usava saia. Logo o assunto de minha namorada, que teve que ficar pra ajudar sua mãe a cuidar do pai que era meio doente. Ela percebeu que eu devia estar necessitando muito de fuder. Já faziam mais de dois meses que tomava meu cafezinho com ela. Ela chega da rua e me avisa que esta louca por um cafezinho e que já vai me chamar. Estou arrumando uns documentos para sair pela manhã seguinte, quando ouço o chamado dela. Pensando ter uma tarde de papo agradável tomando um café, entro e vejo ela no quarto de costa pra mim só de calcinha. Aparentando vestir um babydoll em cima da calcinha para se refrescar do calor que sentira na rua, agia com naturalidade desfilando aquela bunda da sala para a cozinha. Meu pau já tinha perdido o controle do respeito. Quando ela mandou eu esperar ela no sofá e me pegou arrumando o pau duro dentro da bermuda. Passou a mão no meu pau e perguntou se ela era a culpada de eu estar daquele jeito. Envergonhado, pedi desculpa, no que fui repreendido para não pedir desculpa. Subiu no meu colo e me beijou, e minhas mãos foram direto para sua bunda. Com muita experiência roçava sua buceta no meu pau. Me pegou pela mão e disse: vem me comer meu bebezão. No quarto, ela que parecia estar de jejum de sexo. Depois que minha língua fez ela implorar pra meter nela, quando virei aquela bundona pra mim, percebi um cuzinho muito apetitoso. Que não ia sossegar se não comesse também. Ela gozou e eu tirei o pau para comer o cuzinho dela, que primeiramente negou. Depois foi aceitando, até que encostei a cabecinha e fui empurrando pra dentro. ouvia uns ais, mas nenhuma ordem para parar. Em seguida foi minha vez de explodir dentro da bunda dela. Fomos para o banho e tivemos muita pegação lá. A noite ela me convidou para uma janta especial junto com seu marido. No jantar fiquei sabendo que horas era pra eu aparecer. Ela vinha na minha porta e dizia: vamos meu bebezão. D. Laura me esgotava, dizia para eu não ter pressa em arrumar emprego. Ela somente não chupava, mas deixou eu gozar nos seus peitos. Ela teve a excelente ideia de seu Antonio me contratar como motorista dele e dela. Onde minha principal obrigação era de satisfazer ela. Depois que ela me confessou que seu cuzinho nesta viciado no meu pau. Minha namorada interrompia nossas tardes quando vinha passar o fim de semana comigo. Mas quando minha namorada vai em bora é que o bicho pega. Acho que D. Laura quer me matar, sei que ela tenta.