No milharal

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Quando estou no eu sítio, geralmente a tarde gosto de dar umas caminhadas, ando pelo campo, visito alguns vizinhos, tem o Cindo, o Lauri, o Erlon, todos meus lindeiros, e ótimos vizinhos.
O Cindo tem tres filhas mulheres e um guri de 10 anos, o Lauri só tem um filho de 14anos, vou falar só desses dois que são meus personagens. Numa destas tardes estou dando uma caminhada, e passei pela casa do Lauri, cumprimentei eles, conversei um pouquinho, e segui minha caminhada, a gente sai da casa do Lauri tem um corredorzinho, de um lado é a divisa com meu campo, tem um matinho ao correr da cerca, e do outro lado uma lavoura de milho que se vai embora, estou andando neste corredorzinho, e meio numa curva vejo lá na frente o guri do Lauri de 14 anos, e o guri do Cindo de 10 anos, eles estão brincando de se empurrar, de se agarrar, mas eu notei que o maior de vez em quando agarrava o outro por trás e dizia alguma coisa no ouvido dele e ele ria, eu parei e fiquei olhando, de onde eu estava eu via eles e eles não me viam, até que numa dessas o grande disse alguma coisa no ouvido do pequeno, este abanou a cabeça que sim, e se foram em direção ao milharal, e eu notei que enquanto se dirigiam para o milho o grande passava a mão na bundinha do outro. Esperei eles entrarem na lavoura dei um tempinho e fui atrás entrei bem devagarinho, já comecei a escutar umas risadinhas, uns gemidinhos, até que de repente vejo o guri do Cindo deitadinho com a bermuda baixada até os joelhos, e o guri do Lauri deitado em cima, já com tudo dentro mandando piça, aquilo me deu uma tesão incrível, o pau ficou duro de uma maneira que chegava a doer, saí de onde estava e falei forte, mas o que é isso? O que voces estão fazendo? o guri do Lauri tirou o pau do cu do pequeno, e saiu puxando a roupa em desabalada carreira, e o outro ficou tentando levantar, maniado nas bermudas, quis correr mas eu segurei ele pelo braço e disse tu fica, ele começou a chorar, pedia para mim não falar para o pai dele, aí e fui acalmando ele, disse que não contaria nada, mas que eu agora é quem ia foder ele, ele ficou meio assustado, e eu disse é isso ou eu conto, ele ficou quieto, eu disse deita aí como tu estava deitado, ele deitou, eu tirei o pau para fora, que esta hora estava mais duro que pedra, ele olhou e disse, tio é grande o senhor vai me machucar, eu disse não é grande é normal, tu vai adorar ele quando ele estiver dentro, fiquei de joelhos em cima dele, abri as nádegas e lá estava aquele cuzinho lindo já um pouquinho meio laciado do pau do outro e meio molhadinho, dei mais uma cuspidinha, encostei a cabeça na portinha, me ajeitei em cima dele e empurrei, o cuzinho foi laciando e a cabeça se foi, ele deu uma chorumingadinha e eu empurrei aos poucos tudo, e disse para ele tá tudo dentro, ele levou a mãozinha para trás apalpou meu saco, e levou a mão até o pau e sentiu todo ele atolado, ele ficou feliz e deu uma reboladinha na bunda, dei uma foda daquelas bem gostosa, bem cadenciada, bem carinhosa, tirava e botava tudo de novo e dava aquela acarcadinha, que parece que tu quer empurrar até os bagos, fazia carícias nele, passava a mão ao correr dele, dos ombros até lá embaixo na perna, beijava ele na orelhinha, no rosto, nas costas, dizia coisas gostosas no ouvidinho, fudi com se estivesse fodendo o melhor dos rabos, quando veio a vontade de gozar, comecei a urrar, beijar ele todo com desejo, me apertei bem contra ele, empurrei a piça até o fundo e jorrei leite como um cavalo, ficamos agarradinhos um bom tempo, tirei o pau, sai de cima, e ele ficou lá deitadinho esperando mais, ajudei ele levantar, ele se acocou e botou para fora um tanto de leite, ajudei ele a limpar a bundinha com umas folhas de milho, eu também me limpei, beijei ele e fui embora leve, feliz!
No outro dia, to em casa limpando embaixo do arvoredo, quando ouço uma voz: Boa tarde, me viro era o guri, disse boa tarde, ele falou: eu estava passando por aqui resolvi chegar para ver como o senhor estava, eu disse estou bem, mas confessa tu estavas era com saudade deste aqui, e apalpei o pau, ele sorriu! Eu tenho umas cocheiras que a muito não são usados por animais, então eu coloco lá sacos de milho, sacos de ração, alguns fardos de feno, levei ele na cocheira, sentei num saco de milho, tirei o pau para fora, ele veio pegou meu pau, deu uns beijinhos, acariciou meu saco, eu baixei a bermudinha dele, e coloquei ele sentado no meu colo, cuspi bem no pau, encaixei no cuzinho e fui puxando ele para baixo até entrar todo, comecei uma foda bem gostosa, depois de um tempo dele cavalgando no meu pau, segurei ele firme, levantei sem tirar de dentro coloquei ele de bruços em cima dos sacos, e botei com tudo, levei o guri a loucura fodendo, gozei muito, e ficamos lá um bom tempo conversando, se acariciando até o pau escorregar de dentro, ele ainda me deu uma mão para terminar o serviço que eu estava fazendo e foi embora, depois toda a vez que eu estava no sitio o guri aparecia por lá, um dia eu disse para ele acho bom tu espaçares mais tuas vindas aqui, pois senão vão começar a desconfiar, e ainda porque eu tinha meu garotão de 16 anos e mais os gurizinhos aqueles do conto comi os seis que de vez em quando vão me procurar para matar as saudades.