Não poderia acontecer, mas não me arrependo

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Olá a todos, estou aqui para contar uma história real, que aconteceu agora nestas férias e está me tirando o sono e vocês já irão entender. Me chamo José Henrique, tenho 45 anos, sou moreno com mais ou menos 1,84 de altura, 90Kg, mas tenho corpo normal, nem gordo nem magro, faço exercícios regularmente devido a meu cargo, pois preciso manter minha resistência física. Tenho olhos castanhos e cabelos pretos. Sou oficial das forças armadas, justificando o necessidade de me manter um pouco em forma, mas um pouco de barriga não faz mau a ninguém… (RS). Pois bem, vamos lá. Sou casado com a Jandira, minha segunda esposa. Ela é uma mulher bonita com seus 44 anos, estamos juntos a mais ou menos 8 anos. Jandira também já foi casada e possui duas filhas (Daniela 10 anos e Raquel 22). Sempre cuidei muito bem das duas e as trato como minhas filhas, cuido muito bem da casa e adoro fazer isso, devido minha educação militar sou muito organizado e gosto que as coisas funcionem assim. Pois bem a história que irei contar e que está me tirando o sono aconteceu semana passada e diz respeito a Raquel. Eu e Raquel sempre tivemos afinidade pra conversar, mesmo não sendo o pai dela, e sentia algo diferente quando conversávamos a sós, ficava algo no ar, um libido que não queria sentir, mas fugia ao meu controle. Raquel é uma moça normal, com seus 1,57 altura, olhos azuis e com um belo par de seios (e que seios). Já era tarde da noite e resolvi ir tomar um banho, minha esposa já havia se deitado e Raquel ainda estava na cozinha. Ao sair do banho notei que minha esposa havia dormido devido ao cansaço do dia. Notei que as luzes ainda estavam acessas e tinham de ser apagadas, enrolei uma toalha na cintura e fui apagar, quando cheguei na cozinha me deparo com Raquel que olhava algo no celular, então disse:

-Ainda está ai menina?

-Sim, te esperei pra tomar uma cerveja comigo, quer?

-Opa, quero sim!
Não sou de recusar o que é bom, ainda mais com esse calorzinho (kkk). Então ela acrescentou:

-Eu coloquei no congelador, vou tomar um banho e já volto para bebermos!
Saiu rapidamente para o banho e fiquei esperando. A essa altura havia me esquecido de tirar a toalha. Com o passar dos anos fomos criando uma certa intimidade e andar apenas de toalha cobrindo as partes era uma prática normal. Se passou 15 minutos e Raquel voltou também enrolada na toalha, com cabelos molhados e segurando um frasco de creme para o corpo, soltou o mesmo na mesa e disse:

-Vamos beber. (ela disse)

-Boraa…

Apanhei as latinhas na geladeira, abrimos, brindamos e tomamos. Conversamos sobre diversos assuntos, e veio a segunda latinha, a terceira a quarta e os dois minimamente alterados…riamos, falávamos besteira e em dado momento ela se lembrou de que havia trago o creme e nem passou e nisto começamos a conversar sobre o assunto e brinquei com ela que nas costas ela não passaria nunca devido aos braços pequenos que ela tem (rimos) e ela “tinhosinha” que é, tentou mostrar que conseguiria, mas pouco alcançava. Então que tomei uma atitude que foi chave para o desenrolar da história. Peguei o frasco de sua mão e disse que eu mesmo iria passar, ela deu risada, ficou de costas e levantou os cabelos para que pudesse passar melhor. Já havia passado em toda parte que a toalha não cobria e disse:

-Consegue soltar a toalha e segurar pra não cair? Rindo ela disse:

-Acho que sim.

Então soltei, ela segurou a toalha e continuei passando, porém, toda aquele clima, a cerveja o contato físico me deixou consideravelmente exitado e meu pau enrijecido começava a roçar nas costas dela, de cima podia ver o volume que seus peitos faziam na toalha e aquilo estava me deixando fora mim. Então continuei passando mesmo já tendo preenchido toda a extensão das cotas com o creme, massageava, passando na cintura, sentia a respiração dela mais acelerada, subi minhas mãos para os ombros, massageando pescoço delicadamente, mas com certa força, desci as mãos a frente um pouco a baixo do pescoço e voltei aos ombros, massageando mais um pouco em um momento perdendo toda a razão não me segurei e desci as mãos por baixo da toalha até seus peitos envolvendo o que eu podia com minhas mãos e massageando creme em abundancia, Raquel respirava ofegante não dizia uma palavra, mas devido ao tezão do momento se entregou, se inclinando para traz e se acomodando no meu peito, soltou a toalha e simplesmente olhava minhas mãos massageando o bico dos seus peitos. Jamais poderíamos estar nesta situação, se alguém acordasse e visse agente, estávamos perdidos….

Continua…