Minha infância gostosa com Carlinhos – Continuação

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… – Agora é minha vez!
– Tá bom
Fui saindo de cima de Carlinhos enquanto ele se ajeitava ao meu lado, fiquei no lugar que ainda a pouco era dele, totalmente de bundinha pra cima, Carlinhos agora já sabia que tinha que "beijar" o meu buraquinho pra poder entrar, então já foi pedindo pra eu abrir a minha bunda, tudo isso bem baixinho pra não correr o risco de minha mãe ouvir e foi isso o que eu fiz, abri bem minha bundinha e aos poucos fui sentindo o seu hálito quente se aproximando de mim, quando sinto sua boca no meu buraquinho, na hora meu corpo todo tremeu, senti meu buraquinho se contraindo involuntariamente e instantes depois ele relaxando aos poucos, foi uma sensação indescritível sentir os lábios dele me tocando daquela maneira, sentia a cada movimento da boca dele que ele deixava meu buraquinho cada vez mais molhado me preparando para o que viria momentos depois, até que em um movimento bem lento ele passou a língua de baixo pra cima bem devagar, me fazendo suspirar e soltar um pequeno gemido contido para não fazer barulho, ele deve ter percebido que gostei e ficou fazendo esse movimento, já não aguentando mais a sensação prazerosa que estava sentindo eu tirei uma das minhas mãos que estava abrindo minha bunda e coloquei na cabeça dele e comecei a rebolar bem devagar (agora tinha entendido porque ele rebolou quando "beijei" o buraquinho dele), não queria que ele parasse de fazer aquilo, eu queria mais e mais, porém ele parou… Fui subindo seu corpo e colocou uma perna de cada lado do meu, pegou a minha mão que ainda pouco estava na sua cabeça e colocou na minha bunda novamente e eu entendi que ele queria que era pra eu abrir de novo, eu sabia o que ele iria fazer e obedeci aos seus comandos sem que nenhum de nós falassemos nada, deixei bem abertinha e senti que estava todo babado com sua saliva. Carlinhos encostou a pontinha da cabeça do seu pequeno pinto no meu buraquinho e novamente senti ele se contraindo, mas quando ele começou a forçar um pouquinho fui relaxando, mesmo com a saliva estava meio difícil pra entrar porque apesar de nossos pintos serem praticamente do mesmo tamanho o dele era um pouco mais grossinho, percebendo isso quando ele forçou de novo eu forcei minha bunda um pouco pra trás e na segunda vez que fizemos esse movimento no mesmo rítmo eu senti que começou a entrar, comecei a sentir uma leve ardência, mas nada que me machucasse o que me fizesse querer parar, quando creio que entrou a cabecinha ele disse:
– Aiii
– Que foi?
– Meu pinto doeu um pouco pra entrar, o seu doeu também?
– Não. Tá doendo muito?
– Só um pouquinho, vou ficar assim pra ver se para, em você tá doendo?
– Só um pouquinho também, mas é gostoso
– É mesmo rsrs
Todo esse diálogo aconteceu em sussurros
Carlinhos ficou ali com a cabecinha do seu pinto dentro de mim por mais ou menos um minuto, um minuto que foi muito gostoso pra mim, a leve ardência que eu sentira instantes atrás já não sentia mais e por Carlinhos começar a empurrar novamente em mim pude cocncluir que ele também já não estava sentido dor, pude sentir cada um dos seus 10 ou 11 cm de pinto entrando dentro de mim, uma sensação como nunca havia sentido, meu buraquinho se abrindo para um pinto gordinho e bem quentinho dentro de mim. Carlinhos foi bem devagar até que eu senti que sua virilha enconstou nas minhas mãos que estava abrindo a minha bundinha, nesse momento eu tirei as mãos e senti sua virilha completamente encostada em mim, não consigo descrever o prazer que senti apenas jogava minha bunda contra ele a cada estocada leve que sentia… Carlinhos foi deitando seu corpo sobre o meu e eu pensei que ele tinha sentido a mesma coisa que eu senti momentos atrás não sei dizer se era orgasmo por termos ambos 10 anos, mas fui uma sensação muito prazerosa, mas não, Carlinhos deitou o seu corpo sobre o meu e continuou com os movimentos, o que eu adorei, não queria que terminasse. Por ter deitado seu corpo sobre o meu, Carlinhos ficou com a sua boca bem no meu ouvido e ali ouvindo baixinho sua respiração ofegante eu comecei a ficar ainda mais arrepiado e o prazer só aumentou e fui virando meu rosto na direção do rosto dele até que ele encostou seus lábios nos meus, não foi um beijo só ficamos assim, ofegando com os lábios encostados, seu hálito quente entrava pela minha boca e o meu pela sua enquanto nossos lábios se tocavam, tanto eu quanto ele aumentamos o rítmo, então ele vai ainda mais rápido, tira as suas mãos que estavam uma de cada lado do meu corpo e coloca na minha cintura e segura forte, coloca bem fundo e pressiona ainda mais seus lábios contra os meus, sinto seu corpo todo tremer enquanto ele vai relaxando em cima de mim, o seu pinto que ainda a pouco estava parecendo um preguinho de tão duro agora estava ficando molinho de novo e aos poucos saindo do meu buraquinho, Carlinhos aos pouco vai se deitando do meu lado, não falávamos nada, apenas nos olhávamos e davamos um risinho de satisfação um para o outro, novamente ele aproxima seu rosto do meu e dessa vez me dá um beijo, foi só um selinho porque não sabíamos beijar, mas foi muito bom, deu até um estralinho que eu gostei muito.
Carlinhos foi se levantando para se vestir de novo e eu fiz mesmo, me levantei, coloquei minha cueca e o meu shorts enquanto olhava Carlinhos subir sua cueca, descer bem sua camisa e colocar o seu shorts de forma que a camisa ficasse pra dentro como sempre fazia e então subir seus suspensórios, fui até a porta e destranquei de novo com cuidado, pois a porta era de madeira e a fechadura era daquelas antigas e podia fazer barulho, peguei a revista que estava na mesinha perto do abajur e escondi novamente e antes de voltar pra cama dele Carilnhos ainda vem até mim e diz bem baixinho:
– Sabe aquela hora que eu falei que o meu pinto doeu?
– Sim
– Acho que é porque agora a cabecinha sai inteira pra fora e não só a pontinha como era antes
– Que jeito?
– A cabecinha do meu pinto só saía a pontinha pra fora, agora sai inteira, quer ver?
– Quero
Carlinhos então novamente desabotoa o shorts e tira o pinto pra fora, puxa a pelizinha e descobre a cabecinha do pinto. Hoje sei que naquele momento ele tinha perdido o resto da fimose que ainda tinha e agora podia exibir aquela cabecinha por inteira. Ao ver aquilo meu pinto começou a ficar durinho de novo e vi que o dele também, mas não podíamos fazer mais nada pois já estava tarde. Assim que terminou de guardar o seu pinto dentro do shorts novamente Carlinho se aproximou rapidamente e me deu mais um selinho e demos umas risada bem baixinho, eu então seguindo aquela brincadeirinha gostosa que estávamos fazendo segurei se rosto com as duas mãos e dei outro selinho nele, mas fiquei mais tempo com os lábios colados, depois cada um foi para sua cama dormir…
No outro dia sua vó ainda não tinha chegado do hospital e fomos para a escola direto da minha casa, minha mãe saía um pouco mais tarde então íamos sozinhos, apesar de não ser tão perto a escola, mas como disse no outro conto, ainda era seguro dois meninos de 10 anos irem á escola sozinhos, durante todo o caminho não falamos sobre o que tinha acontecido na noite anterior, mas eu lembrava toda hora e como na época nossos shorts eram do tipo mais apertadinhos meu pintinho duro marcava bem, ainda que era pequeno, mas mostrava que tava durinho, nossas bolsas de ir á escola eram daquelas de se colocar de lado, tipo bornal, então eu coloquei na frente do shorts pra ninguém perceber, e pelo fato dele ter feito o mesmo poucos instantes depois, pude notar que ele também estava com o pinto duro e fiquei imaginando se ele tava pensando em fazer de novo e como seria ou como surgiria o assunto.
Na sala de aula aquilo não saía da minha cabeça, sentávamos jutnos no mesmo banco, sim, naquela época eram bancos para duas pessoas e na frente a mesa para fazermos as lições, eu queria perguntar pra ele se ele iria querer fazer de novo, mas não dava pra conversar senão o castigo da professora era dar com a régua de madeira na palma da mão ou ajoelhar no milho por dez minutos, então não falei nada, mas senti meu pinto duro durante toda a aula e notei que o dele também tava, em determinado momento por baixo da mesa ele colocou a mão no meu pinto e deu uma apertadinha, olhei pra ele disfarçadamente e vi um risinho no canto de sua boca e então tive ali a certeza de que ele queria fazer de novo e não via hora disso acontecer…
Bom pessoal, eu e Carlinho mantivemos esse relacionamento durante muitos anos e transamos durante todos esses anos, infelizmente acabaou, mas se quiserem eu posso fazer um novo conto pra contar como foi a nossa primeiria vez em que ejaculamos de verdade e assim conto como terminou nosso história. Muitos vão ler os contos que escrevi e sentir prazer, estou contando apenas pra contar algo que vivi e não pude contar a ninguém pois se vocês acham que os homossexuais são discriminados hoje, vocês não podem imaginar como era nas décadas de 60, 70, 80, 90 e começo dos anos 2000, então guardei isso pra mim durante todo esse tempo, sei que aqui pessoas que me conhecem não vão ler e se lerem eu também já to cheio disso, já tenho 63 anos, não tenho muito mais tempo pela frente pra ficar sofrendo com isso.
Esse final foi um desabafo, então, qualquer coisa, até o próximo conto!