Jussara Mamando

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JUSSARA
Eu tinha uma vizinha, a dona Lourdes, que criava sua netinha de … anos de idade, chamada Jussara. Sua mãe, a filha da dona Lourdes, morreu de um acidente de trânsito quando a criança tinha 7 anos. Desde então, dona Lourdes criou a neta que possuía um retardo mental desconhecido. A menina estudava de manhã numa escola especializada nestes casos e ficava a tarde em casa. Para sobreviver, a dona Lourdes vendia doces e guloseimas numa banca em frente de sua casa. A pequena Jussara ficava brincando na varanda da casa. Ela era uma criança linda, embora tivesse a face característica da doença. Tudo começou no dia que olhei e a Jussara estava sentada no chão com as pernas cruzadas, aparecendo o fundilho da calcinha. Fiquei meio excitado, mas deixei de lado e fui cuidar de outros assuntos caseiros. Outro dia, ela estava na mesma posição, mas desta vez estava sem calcinha e sua cocota estava bem visível. Fiquei na janela olhando e me masturbando até gozar na parede. Outro dia, me deu uma loucura e mostrei a pica pra ela. A Jussara olhou e deu um risinho engraçado. Fiz sinal pra ela abrir mais as pernas e acabei gozando com aquela visão da sua bucetinha careca e gordinha. A partir deste dia, passeia a me masturbar pra ela ver, sempre que ela estava sozinha brincando na varanda. Algum tempo depois, me deu outra loucura e chamei a Jussara pra se aproximar mais. Ela levantou e veio, olhando direto pro meu pau. Dei uma olhada em volta e confirmei que estávamos sozinhos. Pequei a mãozinha dela e coloquei no meu pau, e ajeitei seus dedinhos pra segurar bem firme a rola. Enquanto ela apertava meu pau, eu me abaixei e comecei a dedar suas bundona, metendo o dedo na racha e tilintando a entrada da xerequinha macia. Ela ficou parada, de olho grelado no meu pau e levando dedadas direto. Acabei gozando na sua saia, que ficou toda melada com a minha porra. Mandei ela voltar e continuar brincando. Neste dia eu não lavei a mão, só pra poder ficar sentindo o cheiro da cocotinha no meu dedo. Fiquei com medo dela contar pra mãe o que fiz com ela. Mas no dia seguinte, encontrei com a dona Lourdes no mercadinho e ela me tratou como sempre. Fiquei mais aliviado e com a certeza que a Jussara não tinha contado nada. Isso se repetiu várias vezes, e a cada vez, eu ficava mais a vontade de me aproveitar da situação. Eu queria que ela chupasse o meu pau. E foi o que fiz. Um dia, quando ela estava apertando no meu pau, eu a levei pra dentro de casa e fui puxando sua cabecinha até que a pica encostou nos seus lábios. Instintivamente, ela abriu a boca e eu enfiei a rola até onde pude. Ela não sabia como chupar, mas eu fui orientando até que ela fez do jeito que eu gostava. Foi a coisa mais gostosa do mundo, ver aquela criancinha de 7 anos com a minha rola enfiada na boca e salivando pelos cantos. A coisa mais excitante foi ver que ela ficou vesga olhando bem pertinho da rola, enquanto eu socava na sua gargantinha. Quando gozei, quase desmaiei de tanto prazer que senti. A boquinha da Jussara ficou toda melada de porra, ele cuspiu gala e ficou tossindo. Fiquei nervoso e limpei tudo com um pano de prato que estava na cozinha e mandei ela embora rapidamente. Eu fiquei muito feliz de conseguir gozar na boquinha da Jusssara, e prometi repetir sempre que pudesse. Ela se acostumou tanto com o gosto da porra que nem reclamava, e ainda ficava lambendo os beiços como se fosse um docinho de coco. Gozei muito na boquinha da Jussara. Era quase todos os dias. Ela já vinha com a boquinha aberta pedindo pra beber gala. Tentei comer a bucetinha dela, mas era muito pequena e não aguentaria a minha rola. Eu me contentava em me esfregar nela e depois gozar na boquinha gulosa que ela tinha. Algumas vezes, eu gozava rápido e mandava ela embora pra não levantar suspeitas. Esta história aconteceu há muito tempo atrás, e nunca mais me esqueci da Jussara me chupando e bebendo porra. Ainda tenho esperanças de encontrar alguma outra menina que tope me chupar.