Escola é pra se Aprender

Click to this video!
Autor

Meu nome é Gilberto (conhecido como tio Gil), tenho 42 anos e trabalho como orientador pedagógico em uma escola de 10 grau em um bairro de periferia de Castanhal, interior do Pará. O que vou relatar aconteceu de verdade há aproximadamente 2 anos atrás, e foi a minha primeira experiência sexual com garotinhas novinhas. A maioria das pessoas não sabe os problemas que ocorrem dentro de uma escola municipal. A gurizada apronta muito, desde pequenas brigas entre colegas, até encontros sexuais entre alunos, dentro das instalações escolares. O nível de sexualidade dos alunos, particularmente, os dos primeiros anos, é elevado. Já tivemos casos de alunos fazendo sexo atrás do ginásio de esportes, alunos se envolvendo sexualmente com porteiros e serventes, professores transando com alunos no banheiro, e outros casos mais. O que vou contar agora, aconteceu em maio de 2016, envolvendo alunos de 8 pra 10 anos, um menino e uma menina que foram flagrados fazendo sexo no vão entre o muro dos fundos da escola e o ginásio, um pequeno corredor deserto e cheio de mato. Um auxiliar pedagógico passou por perto e ouviu vozes e foi verificar o que estava acontecendo. Encontrou a menina, que se chamava Glória (8 anos), de quatro, e o menino (Cleber) por trás metia a pica nela. O auxiliar deu o alarme e os dois alunos ficaram sem ter pra onde correr, visto que a única saída era o lugar onde estava o servidor. Eles foram levados até a minha sala pra que eu resolvesse a situação. Como minha função é de orientador pedagógico, cabia a mim conversar com os dois alunos. A Glória e o Cleber estavam muito envergonhados e nervosos, chorando muito e pedindo pra não contarmos pros seus pais. Prometeram nunca mais se encontrarem e até ficaram de joelhos pedindo clemência. Dei um sabão neles, dizendo que isso era um absurdo, que não deveriam jamais fazer isso dentro da escola, que eles eram muito crianças pra fazerem sexo, e outras coisas mais. O que me chamou a atenção era a atitude da Glória, que estava soluçando muito e implorando pra que eu não contasse pra sua mãe, dizendo que ela era muito severa e batia nela por qualquer coisa. Dei uma olhada em seu corpinho e constatei que ela era bonitinha e possuía uma bundinha redondinha e arrebitada, que salientava na saia curta do uniforme. Imediatamente, me veio pensamentos obscenos com ela, particularmente quando ela disse que faria qualquer coisa pra se livrar daquela situação. Com bastante malícia, dispensei o Cleber, dizendo que conversaria com ele outro dia. Ele saiu correndo da minha sala, e sumiu no corredor. Fiquei eu e a Glória sozinhos na sala. Meus pensamentos voavam, tentando imaginar um jeito de convencê-la a fazer sexo comigo. Mandei ela sentar numa cadeira em frente e perguntei: “Você estava falando sério quando disse que faria qualquer coisa pra que eu não conte pros seus pais?”. Ela me olhou com os olhos rasos de lágrimas e confirmou que estava disposta a qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, salientou me olhando com cara séria. “Você já transou com um homem adulto?”, perguntei já alisando a rola por cima da calça. Ela falou que não, que seu único namorado foi o Cleber, e fez uma carinha de sonsa, demonstrando estar aberta a propostas. Aquela atitude me deixou excitado e perguntei: “Você transaria comigo, em troca do meu silêncio?”. Ela abaixou o rosto e respondeu que sim. Prometi que tudo seria resolvido e que a situação seria esquecida se entrássemos num acordo de silêncio. Ela ficou meio nervosa, esfregando as mãozinhas e olhando pelo canto dos olhos pro volume do meu pau na calça. Levantei tranquei a porta da sala e voltei e fiquei em pé na frente dela. Abri o zíper da calça e coloquei o pau pra fora e mandei ela olhar. Seu olhar de curiosidade e susto, diante do tamanho da minha rola, me deixou excitado. Mal eu pedi pra pegar, e ela já foi esticando o bracinho e pegando no meio da rola, com aqueles dedinhos pequenos e branquinhos. A sensação era maravilhosa. Meu pau pulsava a medida que ela apertava e ajeitava os dedinhos em volta da rola durona. Coloquei a minha mão em sua nuca e fui puxando-a pra mais perto. Quando a rola ficou a poucos milímetros, ela virou o rosto e a cabeça da rola encostou em sua bochechinha direita. Falei bem calmo: Coloca na boca e chupa, se não, não tem acordo. Ela olhou pra cima e me encarou com uma carinha de nojo. Fiz sinal pra continuar, e ela foi abrindo a boquinha e acocanhando a rola. O calor de seus lábios na glande do meu pau era maravilhoso. Empurrei sua cabeça e ela foi mamando, primeiro na ponta da cabeça, e depois a glande inteira. “Isso, minha querida, chupa bem gostoso a pica do tio Gil. Que boquinha de veludo você tem, chupa mais, vai coloca mais um pouquinho na boca, vai, vai, isso, lindinha, minha boqueteira preferida. Tá gostando de mamar na rola do tio Gil?”. Ela só balançou a cabeça sem tirar a rola da boca. “Continua, meu amor, que o tio tá adorando sua boquinha macia. Chupa mais, isso, delícia, chupa com vontade, é assim que eu gosto”. Nem avisei que iria gozar. Já fui esporrando tudo dentro da boquinha dela, forçando a rola pra ela não conseguir tirar da boca. Ela engasgou um pouco, mas resistiu bravamente. Era a coisa mais linda, vê-la com a boca aberta, toda melada e cuspindo gala pro lado. Mandei ela lavar a boca e o rosto na pia e depois mandei ela sentar. Falei pra ela: “Olha, Glorinha, a gente vai se encontrar todos os dias e você vai chupar o meu pau aqui na sala do tio Gil, tá bom?”. Ela balançou a cabeça concordando. Mandei ela voltar pra casa e não dizer nada a ninguém, caso contrário ela seria punida com a expulsão da escola, além de seus pais ficarem sabendo do seu caso com o menino.
Foi a semana mais maravilhosa que tive. Todos os dias, a Glorinha vinha na minha sala e chupava o meu pau e bebia porra. Ela sempre demostrava gostar muito de chupar o meu pau e do gosto salgado do meu esperma. Tudo tinha de ser rápido pra ninguém desconfiar. Ela entrava, sentava na cadeira, abria a boca e chupava a caceta e bebia porra, além de levar dedadas na bunda e na bucetinha, que por sinal eram macias. Meu desejo era meter a pica na bucetinha e no cuzinho dela, mas sabia que alí não dava, pelo perigo de sermos pegos em flagrante. Eu estava decidido a comer a Glorinha, custasse o que custasse. Não deixaria a chance passar.
Soube que ela vinha e voltava pra casa a pé, e então, tive a ideia de dar carona pra leva-la a algum lugar mais discreto e poder meter a pica nela. E foi o que aconteceu. Soube também que ela estava dando pro auxiliar pedagógico que a flagrou. Ele ficou chantageando a Glorinha e se aproveitando da situação. Ela mesma me contou que ele a pegava no mesmo lugar onde houve o flagrante e mandava ela chupar o pau dele. Perguntei pra ela qual porra era a mais gostosa. Ela confirmou que preferia a minha, por ser mais grossa e com cheiro menos forte. Na próxima oportunidade contarei como a levei pra um drive-in e passei a pica na Glorinha. Ela gostou muito de perder o cabacinho, mas sentiu dor e tentou se livrar da espetada, mas não conseguiu. Um abraço a todos, e até a próxima.