Com o meu pai depois da festa (3)

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– Pai, você já viu a minha bunda um monte de vezes. Viu até ainda há pouco, enquanto eu vestia a cueca.
– Mas é diferente! Quero ver de pertinho, olhar cada centímetro, cada detalhe.
– Mas é a minha bunda, não a da minha mãe.
– É como se fosse, faz esse favor pro seu pai, por favor. Ninguém nunca vai saber, eu prometo.
– Tá bom, tá bom, mas é rápido, viu?
– Rápido, não. Deixa eu ver com calma, depois te deixo em paz. Eu nunca mais falo nisso, eu prometo.
– Tá bom, tá bom. Mas não toca na minha bunda, viu? Lembra que é a minha bunda, não da minha mãe.

Eu não entendo até hoje porque aceitei um absurdo desse, mas aceitei. Talvez fosse a bebida ou pena do meu pai ter chorado na minha frente, mas eu aceitei. Levantei do sofá, fiquei na frente de onde ele tava e me virei. Como ele tava sentado no sofá, minha bunda ficou na altura do rosto dele. Eu, com um misto de medo e vergonha, abaixei minha cueca e expus minha bunda toda pros olhos curiosos e sedentos do meu pai.
Não olhei pra trás, mas sabia que ele olhava a minha bunda com gula, com desejo. Eu me sentia muito estranho, me sentia invadido, violentado, tinha medo e vergonha, mas tinha uma outra coisa que eu não conseguia definir na hora. Eu sei que simplesmente coloquei as mãos nos meus olhos, não queria ver nada ao redor, pois parecia que os móveis e todos os outros objetos da sala me viam naquela situação de total vulnerabilidade.
De olhos fechados, eu comecei a viajar, não sei dizer, mas acho que estava em outro lugar, outra dimensão, via imagens coloridas, esquisitas, acho que acabei cochilando. Quando dei por mim, eu estava deitado no sofá de bruços e sentia duas mãos alisando a minha bunda. De repente, elas abriram as minhas nádegas e algo molhado tocou o meu cu: meu pai estava lambendo o meu cu.
Aquilo era incômodo e estranho, mas era, ao mesmo tempo, bom. Eu sabia que tinha que parar com aquilo, mas não conseguia e talvez nem quisesse. Até que eu consegui falar:

– Pai, o que você ta fazendo?

Ele parou de mexer no meu cu e deitou-se sobre mim e passou a falar no meu ouvido.

– Teu cuzinho é uma delicia. Eu to preparando ele, porque eu vou comer ele.
– Não, pai, falei quase sem força, eu não sou viado, eu nunca dei o cu. Não faz isso.
– Deixa, filho, vai ser uma delicia. Eu vou preparar bem, vou alargar o seu cuzinho com calma e vou comer bem devagarinho. Sei que é a sua primeira vez, não vou te machucar.
– Pai, isso é coisa de viado.
– Não, filho, muitos homens que não são viados fazem. Eu já fiz, já dei o meu cu algumas vezes.

Aquelas palavras no meu ouvido me assustaram totalmente. Será que o meu pai era viado?

– Você já deu o cu?
– Já! Quando era garoto! Na minha época de adolescência, as meninas não queriam dar pra gente como é hoje e a gente fazia troca-troca mesmo. Às vezes a gente comia, às vezes a gente dava. E eu acabei ficando bom nisso! Sei comer um cu como ninguém, alargo direitinho e como com calma, até que a pessoa se acostume e eu posso ir com mais força.
– Que história mais louca, pai!
– Olha, eu vou te virar e chupar o teu pau enquanto eu enfio dedo pra alargar o teu cu, ok?
– Vai chupar o meu pau?
– Vou, deixa?

Imaginar o meu pai me chupando era estranho, mas ao mesmo tempo me despertou um tesão instantâneo. E concordei apenas com um gesto de cabeça. Meu pai me virou segurou o meu pai e começou a chupar. Ele chupava tão bem que meu pau ficou muito duro muito rápido. Ele parecia um profissional passando a língua na cabeça e engolindo o pau quase todo.
De repente, eu percebo que um dedo dele tentava abrir caminho no meu cu.
– Pai, para! Vai doer!
– Não vai!

O dedo entrou e ardeu, soltei um gemido de dor. Mas ele logo tirou e senti um alívio. Só que ele colocou de novo e a dor voltou. Achei que ele fosse tirar de novo, mas não fez isso, ficou fazendo vai-vem: quase tirando e enfiando o dedo todo de volta no meu cu. Aquilo era um pouco dolorido e incômodo, mas fui me acostumando. Com o tempo, senti que ele enfiou outro dedo e a dor novamente aumentou, mas aliviou com o mesmo vai-vem. Até que ele enfiou o terceiro e eu gemi alto novamente e ele parou os 3 dedos lá dentro, ficou apenas chupando o meu pau até que eu gozei. Foi uma das gozadas mais intensas da minha vida.
Meu pai viu eu gozando, parou de chupar e tirou os dedos do meu cu. Levantou, e perguntou se eu estava bem. Eu só fiz que sim com a cabeça. Pegou uma cerveja que tava em cima da mesa, tomou um gole grande e falou:

– Vamos pro quarto agora.

Continua….