Com meu pai depois da festa (2)

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Eu fiquei muito tempo debaixo do chuveiro sentindo a água cair no meu corpo, eu tava morrendo de calor e queria que passasse um pouco da bebedeira também. Quando saí do box, vi que o meu pai tinha deixado uma toalha pra mim. Me sequei e fui pegar uma roupa pra vestir.
Ao passar pela sala, vi que o meu pai estava sentado no sofá só de cueca e achei estranho.

– Vai ficar só de cueca, pai?
– Por que não? Tô na minha casa, com meu filho, não vejo mal nenhum.
– Tá bom.
– Oh, tu também vai ter que ficar só de cueca.
– Eu? Por quê?
– Porque eu não achei nenhuma roupa tua, a empregada deve ter percebido que não eram minhas e guardou em outro lugar. Até procurei, mas só achei essa cueca aí.
– Que merda… Vou lá procurar.

Quando cheguei no quarto do meu pai, tinha roupa espelhada por todo canto. Ele fez a maior bagunça procurando uma roupa pra mim. Eu fiquei com preguiça de procurar naquela bagunça toda e resolvi ficar de cueca mesmo.
Voltei pra sala e continuei a beber com o meu pai. Estávamos muito alegres relembrando várias histórias da minha infância e adolescência. Até que uma coisa mudou tudo. Eu terminei de beber uma long neck e fui colocar na mesinha de centro, mas ela caiu no chão e rolou pra debaixo da mesinha, fui me abaixar pra pegar e não consegui. Então me levantei do sofá e me abaixei para alcançar a garrafa e, naturalmente, fiquei com a bunda pro alto. Peguei a garrafa e senti o meu pai dando outro tapinha na minha bunda e ainda falou:

– Que bundão gostoso!
– Pai, que isso?
– Nada! Só to elogiando tua bunda!

Voltei a me sentar um pouco assustado com a atitude do meu pai, esperando que o assunto tivesse acabado, mas ele continuou.

– Tua bunda é igual a da tua mãe, sabia?
– A minha?
– Sim! Nem tuas irmãs, que são mulheres, tem a bunda tão gostosa igual a da tua mãe. Só tu mesmo.
– Pai, que coisa esquisita de se dizer…
– Mas é verdade ou não é?

Eu não respondi nada, porque ele tava certo. Eu não tinha a bunda igualzinha a da minha mãe, ele tava exagerando, mas era bem grande mesmo. Muita gente sempre fez comentários bobos sobre ela e muita mulher adorava, até a minha esposa não se cansava de fazer elogios. Mas era muito estranho que o seu próprio pai falasse uma coisa dessas.

-Sabe, o que mais tenho saudade na tua mãe é a bunda dela.
– Pai, não fala essas coisas pra mim.
– Tu é já adulto, sabe o que to falando.
– Não quero saber de suas intimidades com ela.
– Ela foi me deixar por aquele idiota…nunca mais comi uma bunda como a dela.
– Não acredito que eu to ouvindo isso…
– E olha que quando casamos ela não queria deixar eu comer aquela bunda. imagina que desperdício… ter uma bunda daquela na minha cama e não poder comer?

Eu já tinha desistido, era melhor deixar ele falar. Levantei, fui mijar e pegar mais cerveja. Quando voltei eu senti que tinha alguma coisa diferente com ele. Ele chegou bem perto de mim e falou baixinho.

– Filho, deixa eu ver tua bunda!
– Pai, você tá louco?
– Tô! Tô louco, desesperado pra ver tua bunda. Me entende, ela é igualzinha a da tua mãe, só quero relembrar.
– Sem chance! Isso é muita loucura.

O pior é que ele ficou insistindo e começou a chorar dizendo que ainda sentia muitas saudades da minha mãe e nunca tinha conseguido esquecê-la! Era rapidinho, eu ficaria na frente dele, abaixaria a minha cueca e ele veria a minha bunda por uns segundos, só pra matar a saudade da bunda da minha mãe. Eu não sei como aceitei, mas aceitei. Acho que foi a bebida que me fez aceitar. Mas o pior é que, mesmo naquele momento louco, eu nunca ia imaginar onde tudo isso ia chegar.

Continua….