Bia, Mamadora

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A Bia era uma garotinha de 8 anos, filha de um amigo meu, o Cesar. Ele estava separado da esposa e sempre trazia a Bia pra ficar no meu sítio, quando era o final de semana que ficava com a filha. Eu também era divorciado e sem filhos, e gostava de relaxar no sítio todos os finais de semana. Um belo sábado, o Cesar trouxe a Bia, que neste dia estava muito lindinha, usando um biquinizinho bem pequeno, que ficava enterrado da bunda e mostrando a rachinha da cocota. Aquilo me deixava maluco de tesão, mas conseguia disfarçar. Por coincidência, os outros amigos que costumavam frequentar o meu sítio não vieram. Assim sendo, eu, o Cesar e a Bia, ficamos sozinhos no sítio, desfrutando da piscina. O Cesar era fraco pra bebidas e, depois de alguns copos de cerveja, misturados com vodca, ficou bêbado e foi se deitar numa rede que ficava no alpendre e acabou dormindo profundamente. Ficamos eu e a Bia sozinhos na piscina. Ela queria ir nadar na parte funda, e me pediu pra leva-la no colo. Já prevendo fazer algumas sacanagens com ela, peguei-a no colo já fui me esfregando em seu corpinho macio. Ela estava com medo e ficou coladinha a mim. O contato da minha rola em seu corpo me deixou louco de vontade de me aproveitar dela. Virei-a de costas pra mim e me posicionei pra ficar me esfregando na sua bundinha redondinha. Algum tempo depois, notei que ela estava gostando da sacanagem, tanto que empinava a bunda e batia os bracinhos, fingindo que estava nadando. Com este tipo de permissão, eu avancei mais um pouco. Coloquei a mão por baixo e fiquei dedando a cocotinha bem em cima da rachinha. Como ela não reagiu eu avancei mais e introduzi o dedo por dentro do biquíni e dedilhei a fendinha da buceta, explorando sua vulvinha macia e delicada. Numa hora em que ela estava cansadinha, eu a abracei e continuei dedando a cocota. O biquíni já estava totalmente de lado, deixando-me a vontade pra bolinar. Falei no seu ouvido: “E aí, minha princesinha, tá gostando do carinho do tio?”. Ela só balançou a cabeça confirmando e continuou molinha, abraçada a mim, de olhinhos fechados. Então, eu disse: “O tio vai tirar seu biquíni pra fazer outro carinho mais gostoso. Você quer?”. Ela me olhou bem nos olhos e se afastou, me ajudando a tirar a parte de baixo do biquíni. A Bia ficou nuazinha nos meus braço. Abaixei o calção de banho e coloquei a rola no meio das perninhas dela e fiquei fazendo um vai e vem bem gostoso. A transparência da água permitia que eu visse a minha rola aparecendo e desaparecendo na frente, a medida que eu bombava. Segurei-a com o braço na barriguinha e fiquei pincelando a cabeça da rola na racha da bundinha e na entradinha da vagina. Que sensação maravilhosa, indescritível. Ela ria quando eu comentava sussurrando no seu ouvido: “Aai, aai, aai, que bundinha gostosa você tem, Biazinha. O tio tá adorando sarrar o pinto em você, que gostoso, huuuummm”. Ela estava totalmente dominada pelo prazer que sentia quando eu forçava a cabeça da rola nos seus buraquinhos. Olhei pra casa e vi que o Cesar estava roncando na rede, sem ter consciência do que eu estava fazendo com sua filha. Eu e a Bia estávamos em perfeita cumplicidade, a ponto de estarmos nos beijando na boca, como se fôssemos dois namorados apaixonados. Livre pra agir, eu a coloquei sentadinha na beira da piscina e comecei a beijar e chupar sua cocota, com a cabeça enfiada entre as perninhas. Enquanto eu chupava e lambia sua bucetinha, me deliciando com o gosto infantil, ela pedalava com as perninhas abertas, revelando que estava gostando do novo carinho que estava experimentando pela primeira vez. Quando me afastei um pouco, ela olhou pro meu pau e comentou: “Tio, seu pinto é grandaaão”. “Você quer provar o meu pinto, como eu fiz com sua pererequinha?”. Como ela não deu resposta, eu a levei até a escada e sentei, expondo a rola pra ela poder ver e explorar. Que coisinha mais linda, vê-la pegando na caceta dura e tocando com a ponta do dedinho no furo do mijo. “Prova um pouquinho princesa, coloca na boca e chupa como se fosse um picolé”. Como ela só ficou olhando, eu fui levando sua cabecinha de encontro a rola, até que ela encostou os lábios. Pedi pra ela abrir a boquinha e orientei pra ela não encostar os dentinhos. Ela obedeceu e pagou um boquetinho maravilhoso, sem experiência nenhuma, mas muito gostoso. Se tirassem uma foto na hora, veriam meu rosto retorcido de prazer, como um lobo mau comendo a chapeuzinho vermelho. Parece que a Bia gostou tanto, que ficou me chupando por um bom tempo sem tirar a boca. Ensinei ela a circular a linguinha em volta da cabeça da rola, lamber as bolas e engolir a rola o máximo possível. Suas bochechinhas ficaram tufadinhas, revelando a pressão que eu fazia com a rola dentro de sua boquinha. Meu desejo era esporrar tudo na sua gargantinha, mas tive de me controlar pra não assusta-la. Se ela não tomasse gosto, nunca mais ela chuparia o meu pau. Ensinei-a a bater punheta e ela fez exatamente como eu disse. Acabei gozando litros de porra, deixando-a assustada com os jatos. As manchas de porra ficaram boiando na superfície d`água, chamando sua atenção. Enquanto eu me recuperava todo feliz, ela ficou brincando com as manchas de esperma, mexendo com os dedinhos. ]
Voltamos pra dentro de casa e fomos tomar banho juntos no banheiro. Eu ainda dei umas boas chupadas na cocota e ela ainda mamou o meu pau mais um pouco. Na hora de vesti-la, eu montei em cima dela e pincelei a caceta na entradinha da buceta, dando umas forçadinhas bem de leve, vendo a cabeça esmagando as preguinhas. Ela ficou paradinha, de perninhas abertas e vendo a minha caceta veiúda apontando pro buraquinho fofinho. Nessa hora, ouvimos o Cesar bocejando e levantando da rede. Eu mandei ela continuar se vestindo e corri pro meu quarto, antes dele chegar. Durante o almoço, nossos olhares se cruzavam em total cumplicidade. O Besta do Cesar bem imaginava o que tinha acontecido. No resto do dia, não houve qualquer chance de repetir as sacanagens com a Bia. Lá pelas 7 horas da noite, o Cesar foi embora com a Bia, prometendo voltar no final de semana seguinte. Passei a semana toda me lembrando da Bia. Bati várias punhetas sentindo o gostinho da sua buceta na boca e sentindo a sucção de sua boca no meu pau. Não vejo a hora de me encontrar com a Bia. Desta vez, eu vou avançar mais. Pretendo fazer ela provar o meu esperma, e passar a gostar de mamar uma jeba bem gostosa. Vou transforma-la na maior chupadora de pica da cidade. No próximo conto, relatarei os detalhes deste novo encontro.