Bem que mamãe avisou

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Em setembro do ano passado, eu e mais dois amigos gostávamos de brincar no mato ao lado do campinho de futebol. Mamãe que nasceu ali, sempre nos avisava que não era pra entrar lá, porque tinha cobras. Mesmo assim nós disfarçávamos e entrávamos no mato, era o único lugar que a gente conhecia. Foi lá também que começaram as primeiras brincadeiras de passar a mão na bunda do outro. As brincadeiras estavam cada vez mais animadas, que tivemos a ideia de baixar os shortes. Enquanto eu e outro menino só passávamos a mão de leve na bunda do outro, o outro menino era mais abusado, seu dedo procurava nossos cuzinhos. Depois do susto da primeira vez, fomos permitindo mais um pouco. Enquanto o outro as vezes se negava a tocar no seu cuzinho, eu ficava estático recebendo a dedada dum e de outro. Aos poucos foram ficando só com meu cuzinho. Eu pra disfarçar que estava gostando, passava a mão na bunda deles também. Quando eu já arrebitava a bunda para ser tocado, senti um pau dar uma cabeçada na minha bunda. Em seguida veio o pedido pra eu deixar eles me comerem, ora um ora outro argumentava pra eu ceder ao tesão deles e meu. Mas aquele dia não rolou nada, mas no dia seguinte, já decidido a atender o desejo deles. Apareceram na minha casa me convidando pra brincar e lá fomos rumo ao nosso destino. Repetiu-se como no outro dia, parecendo uma preliminar, seus dedos foram se encaixando no meu cuzinho. Eu fui facilitando, fingindo que não estava vendo um menino se posicionar atrás de mim. Depois que a cabecinha encostou no meu cuzinho, pra não perder tempo, ele só teve o trabalho de empurrar todo pra dentro. Sentindo um pouco de dor, fiquei imóvel pra não doer mais. Enquanto ele suava, mas era óbvio que estava gostando, senti um alívio quando ele tirou de mim depois de gozar. Agora era o outro que queria também, depois ter aguentado o pau maior, não era justo não deixar o outro me comer. Posicionei-me como antes e senti ele entrando centímetro por centímetro. Em seguida senti o prazer dele jorrar dentro do meu cu. Saímos do mato com a certeza de repetirmos no dia seguinte, só que agora na segurança da casa de um dos meninos. Enquanto um ficava vigiando a entrada da casa, eu e o outro extravasávamos nossos instintos. Eu era a fêmea dos dois, cada dia de prazer eu sentia nossos corpos mais ligados um no outro, só indo pra rua após estarmos exaustos, mesmo assim, na rua minha bunda era sempre bolinada por eles. Precisava uma noite de sono descansando para no outro dia satisfazer os dois. Descobri que cobras são mansas e existem em todos os ambientes.