Amor e sexo em familia – Passeio na casa do pai

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Olá a todos os meus queridos leitores da série Amor e sexo em família, eu sou xxx18 e estou aqui para trazer mais um capitulo dessa historia fantástica de amor entre os irmãos Alexandre e Alice. Para maior entendimento da historia, peço que leiam os capítulos anteriores. Por favor, depois de lerem gostaria que deixassem seu feedback nos comentários. Agora vamos ao conto.
Continuando…
Alguns dias depois daquele incrível dia de chuva e amor, chegou o dia de irmos visitar nosso pai, onde passaríamos alguns dias. Minha mãe não iria, mesmo ela e o meu pai terem tido um separação até certo ponto amigável, e conversarem entre si depois disso, minha mãe iria se sentir estranha na mesma casa em que meu pai dormia com sua nova namorada.
Meu pai se chama João Carlos, para a família e amigos de longa data era João, mas ele na fase adulta se apresentava como apenas Carlos. Tem 46 anos, cerca de 1,80-1,82 de altura, ombros largos e fortes, com uma leve barriga, cabelos já começando a ficar grisalho, assim como o cavanhaque. Ele é arquiteto, mas também é formado em historia, na verdade ele é obcecado por historia, inclusive meu nome foi em homenagem a Alexandre Magno, o grande conquistador. Quando se conhece bem, ele é até bem humorado, mas a primeira vista ele parece sério e focado por seu cavanhaque e óculos.
Fomos até a cidade de meu pai de ônibus, eu e minha irmã. Chegamos na rodoviária um pouco cansados, Alice diz ao sentarmos no banco da rodoviária:
– Nossa, tomara que o papai não demore a chegar, estou exausta.
– Isso por que você não estava carregando 3 malas pesadíssimas.
Ela então diz meio que sorrindo:
– Eu também estou carregando.
Então eu digo com voz de indignação:
– Carregando? Voce esta puxando uma única mala com rodinhas.
– Mas também cansa sabia?
– É mesmo? Quer trocar?
Ela agora diz:
– Melhor não. Prefiro me aproveitar do seu cavalheirismo.
E então ela gargalha, e eu também rio de mim mesmo.
Cerca de dez minutos depois meu pai chega e diz nos abraçando:
– Nossa, que saudade de vocês. Faz um tempo que não nos víamos.
Eu então digo:
– É verdade.
Ele me olha segurando em meus ombros, depois de alguns segundos ele diz sorrindo:
– Esta ficando um homem já. Não para de crescer. Esta cuidando de tudo em casa?
– Sim, estou.
Ele me abraça novamente dizendo:
– Meu garoto.
Então ele olha para Alice, a abraça fazendo um cafuné em seus cabelos e diz:
– E você? Como vai minha princesinha?
Minha vontade era dizer: Sua princesinha geme gostoso na minha pica, fica toda molhadinha com ela dentro.
Minha irmã então diz ao meu pai:
– Não sou mais criancinha pai, estou crescida ta bom?
Alice diz isso olhando para mim e sorrindo de canto. Meu pai então diz:
– Voce vai ser sempre minha princesinha. É linda como uma.
Depois disso nosso pai nos levou para seu apartamento de carro. Era de frente pro mar e em um dos melhores bairros da cidade. Chegamos lá ele nos mostrou o apartamento e disse:
– Alice você vai dormir nesse quarto, terá seu banheiro. Não tive tempo de arrumar o outro quarto. Tem muita tralha la, e um monte de caixas cheias de projetos do meu trabalho. Voce vai ter que dormir na sala Alexandre.
Antes que eu pudesse falar algo, Alice diz:
– O ale pode dormir comigo. Ele coloca um colchão no chão.
– Mas filha, vocês já estão crescidos para dividirem quarto.
Alice diz com normalidade:
– Oque que tem? Agente é irmão, não tem problema nenhum. Em casa as vezes dormimos no mesmo quarto quando assistimos filme a noite.
– Então esta bem.
Depois de nos estabelecer e almoçarmos, nosso pai disse que iria ter que voltar ao trabalho para resolver alguns assuntos e que só voltaria no final da tarde, e que teríamos que ficar atentos a campainha. Assim que nosso pai saiu fui assistir tv, na verdade apenas queria descansar, nem estava prestando atenção na tv. Me sentei e encostei minha cabeça para trás no sofá, e logo Alice vem se sentar ao meu lado me abraçando e perguntando:
– Esta muito cansado amor?
Eu suspiro e digo:
– Sim Ali, estou.
Ela então diz meiga:
– Deixa eu te fazer um carinho então.
Ela fica abraçada ao meu lado fazendo carinho em minha cabeça e peito, me dando alguns selinhos no pescoço e alguns leves beijos no canto da boca. Ali quando queria, sabia ser bem carinhosa e fofa, seu toque era leve e parecia eliminar o estresse aos poucos. Ficamos assim, namorando e trocando carinhos por uns 15 minutos até que Alice diz:
– Deixa eu te fazer uma massagem?
Eu rio de leve e digo:
– Claro.
Eu me deito no sofá e Ali sobe em minhas pernas para me fazer uma massagem nas costas. Sua mão era leve e gentil, fazia uma massagem muito boa e relaxante. Depois de alguns minutos ela diz em meu ouvido enquanto beijava minha nuca:
– Quer fazer amor comigo?
Eu estava muito cansado então disse:
– Ali estou muito cansado.
Ela então diz insistente ainda beijando minha nuca:
– Deixa comigo, vai te relaxar, você vai ver.
Não dou uma resposta definitiva, mas ela vai me forçando a me virar de frente. Não vou ter vergonha de falar que eu não tinha nenhuma ereção, pois estava exausto da viagem e de ter que carregar malas na rodoviária, mas Alice estava determinada a resolver esse problema. Montada sobre mim ela tira sua blusa e sutiã, deixando seus belos seios expostos a mim e me beija com carinho, seus lábios molhados chupavam os meus e sua língua dava breves passeios pela minha boca, ao mesmo tempo que ela rebolava em meu pau a fim de deixa-lo duro, e não demora muito até ela ter êxito. Quando meu pau começa a endurecer, ela enfia a mão por dentro de minha calça e começa a punheta-lo devagar, mas com vigor. Não demora muito até ele esteja pulsando quente em sua mão, então Ali desabotoa um pouco mais minha calça e tira meu pau para fora, e vem sobre os joelhos colocando seu corpo mais próximo dele. Ela estava com uma mini saia xadrez verde, veio mais por cima do meu pau se acomodando, e puxando a calcinha de lado, encaixa meu pau em sua boceta já molhadinha e senta devagar dizendo:
– Deixa comigo amor, só aproveita.
Ela começa a rebolar devagar, para trás e para frente, roçando seu clitóris em mim e sempre me olha do fixamente com seus olhos azuis, e aqueles olhos grandes se destacavam em seu rosto com bochechas avermelhadas. Seus movimentos eram devagar mais muito sensuais, era quase uma dança, ela movia o quadril com maestria, sua cinturinha parecia uma mola, se contorcendo com leveza. Ela então tira minha camisa dizendo:
– Quero sentir seu corpo.
Ela então se deita sobre mim colando seus seios ao meu peito, e eu adorava esse contato, ainda mais que seus peitos eram macios e perfeitos. Ela agora me beija a todo momento, e rebola em meu pau sem a mínima pressa de provocar nossos orgasmos, bem lentamente. Enquanto ela rebolava, minhas mãos passeavam seu corpo, segurando sua cintura, e eu admirava seu rosto até que uma hora eu digo:
– Eu te amo, você é a garota mais linda desse mundo.
Ela sorri contente com o elogio sincero, e volta a me beijar, e a partir desse momento, nossas bocas praticamente não se desgrudam. Não sabia qual era mais lento, nosso beijo, que era suave e que alguns movimentos de nossas línguas demoravam vários segundos, aproveitando cada espaço de nossas bocas, ou os movimentos de Alice em meu pau, que ela não tinha pressa alguma de executar. Ficamos assim por muito tempo, o rebolar de Ali era tão lento que o nosso gozo parecia nunca chegar, mas depois de quase meia hora ele estava se aproximando. Alice começou a gemer discretamente enquanto nos beijávamos, minha boca ajudava a abafar o som, não por que estávamos preocupados de algum vizinho escutar, mas por que eu tinha fome por seus lábios, por seu beijo. Depois de algum tempo ela goza com os mesmos movimentos calmos de toda a transa, apenas um suspiro mais forte com um aperto de suas coxas em meu corpo, seguidos por um arrepio e um leve amolecimento de seu corpo. No momento de seu orgasmo ela morde um pouco meu lábio, minha boca já estava toda melada, pelos longos beijos, assim como meu pau pela boceta de Alice. Não demora muito e eu também gozo, sem aviso nenhum, Alice percebe com um suspiro de prazer, o mesmo que fazia toda vez que sentia meu gozo dentro de si. Ela agora me olha e sorri, apenas sorri, mas seu sorriso assim como seus olhos dizem tudo: Eu te amo, nós nos amamos.
Ela fica deitada em meu peito por um longo tempo, confesso que até cochilei um pouco, talvez ela também tenha cochilado um pouco, não sei ao certo quanto tempo se passou, talvez meia hora ou um pouco mais e então Alice meio que me acorda com seu movimento brusco saindo de cima de mim e dizendo:
– Meu deus acorda Alexandre, alguém esta abrindo a porta.
Alice deixa o sutiã de lado e veste sua blusa numa velocidade incrível, enquanto eu abotoo minha calça e escondo o sutiã dela que encontrei no sofá em meu bolso, depois rapidamente coloco minha camisa. Foi o tempo da pessoa começar a abrir a porta com a chave e depois fecha-la também com a chave e se virar por uma pequena esquina de parede, talvez uns 15-20 segundos, e já estávamos sentados um ao lado do outro, prontos. Quando a pessoa apareceu, vimos que era uma mulher jovem e bonita, presumi que fosse a namorada de nosso pai, que foi dizendo:
– Olá, vocês devem ser Alexandre e Alice. Estou certa?
Antes de um de nós responder ela já se apresenta:
– Meu nome é Helen, sou a namorada do pai de vocês.
Essa ultima frase ela diz sorrindo, queria mostrar ser simpática, e veio nos abraçando.
Vou descreve-la, aparentava ter entre 27-30 anos (mais tarde descobri que tinha 29) era loira clara e um pouco mais alta que Ali, tinha um belo corpo, escultural, que era justificado pela roupa de academia que ela estava usando, bunda grande e redonda, bem empinada com coxas na medida, e seios médios um pouco maiores que os de Ali, mas antes deviam ser menores que os dela, pois claramente agora ela tinha silicone, pois seu decote mostrava que eles eram bem redondos e firmes, eram bonitos, mas prefiro o formato e naturalidade dos de Ali. Seus olhos eram verdes escuros e sua pele era um tanto dourada, mostrando que passava horas ao sol.
Depois de nos apresentarmos, ela ficou tagarelando um monte de coisas sobre ela e nosso pai, e oque ele tinha falado da gente. Depois ela foi para o quarto dizendo que iria tomar banho. Quando eu e Alice ficamos a sós eu disse:
– Quase fomos pegos hoje.
– Sorte que eu estava acordando e escutei passos no corredor.
Depois de alguns segundos eu pergunto a Ali:
– Oque achou dela?
Ali faz uma careta e diz sem hesitar:
– Achei um pouco metida. E tem cara de ser piranha.
Eu dou uma risada e digo:
– Não achei ela tão ruim, é até simpática.
Alice diz:
– Viu como ela é piranha? Já te enfeitiçou com aqueles peitos siliconados, aquela sucubus maldita.
Eu gargalho e digo:
– Prefiro mil vezes você.
E dou um beijo nela.
Já havia escurecido quando nosso pai chegou, trazendo pizza para nos. Depois de comer, ele e Helen firam assistindo tv, enquanto nos fomos para o quarto com a desculpa que estávamos exaustos, e realmente estávamos. Quando chegamos no quarto Alice diz com a voz dengosa:
– Vamos tomar um banho juntinhos pra relaxar?
Com aquela carinha pedindo era impossível negar. Fomos para o chuveiro e banhamos um ao outro, não rolou sexo propriamente dito, apenas mão aqui e la, e muitos beijos, foi apenas um banho romântico de dois namorados, com muito carinho, e Alice dizia enquanto eu beijava seu pescoço a fazendo suspirar:
– Te amo Ale.
Depois do banho, quando saímos do banheiro Alice diz jogando a toalha de lado e subindo na cama:
– Vou dormir pelada mesmo, esta muito calor. Vou trancar a porta.
Quando se deitou ela diz a mim que já estava deitando no chão:
– Vem dormir comigo Ale.
– Esta carente?
Digo isso rindo, e ela responde com o mesmo humor:
– Carinho nunca é demais.
Então me deito ao seu lado bem apertadinho na cama de solteiro, e Alice logo ordena:
– Tira sua cueca. Também quero te sentir.
Eu então obedeço. Então eu digo lhe dando um selinho:
– Boa noite amor, te amo.
Ela responde:
– Também te amo, durma bem.
Então dormimos assim, de conchinha, nus e apaixonados.
Continua…