O começo da minha vida de menina modelo

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Desde que eu era muito pequena, minha mãe me levou para modelar. Começaram com convites para fotos em catálogos de lojas infantis, depois tiveram os desfiles. Mas quem conhece o meio sabe que essa vida não é fácil. São anos de books, cadastros em castings… Isso envolve muito esforço e dinheiro e pode ser muito cansativo.
Meu pai era caminhoneiro e estava frequentemente viajando. Minha mãe era dona de casa. A gente vivia bem, mas não tinha tanto dinheiro. Eu já estava com sete anos e só tinha trabalhos de vez em quando. Propagandas de TV, pequenos desfiles e alguns catálogos. Mas mamãe queria que eu virasse a nova Gisele Bundchen, então ela vivia procurando agências novas e caça-talentos.
Era corrido e desgastante. Ela queria essa fama muito mais que eu. Eu queria brincar e ter bonecas. Tirar fotos era legal, modelar era divertido, mas correr e andar de bicicleta era bem mais legal.
Mas ela via um potencial que não podia desperdiçar. Eu era loirinha, de cabelos lisos dourados e cacheados nas pontas. Com meus olhos verdes e lábios rosados, tinha um rostinho de boneca. Sempre fui magrinha, mas não era magricela, era carnudinha e tinha o corpo coberto de pelinhos loirinhos.
Sempre fui muito meiga e carinhosa e gostava de abraçar e beijar as pessoas, quando elas pediam. Essa simpatia realmente conquistava as pessoas. Eu notava que elas ficavam derretidas com uma menininha tão linda e tão amável.
Minha mãe, por sua vez, era bem bonita, tinha cabelos castanhos escuros e uns lindos olhos verdes. Lembro que ela tinha lábios muito carnudos que eu herdei e que os homens sempre elogiavam ela na rua.
Várias vezes, enquanto ela me levava para as agências para procurar vagas e fazer testes, eu notava ela conversando muito próxima de gerentes e proprietários. Lembro bem que uma vez eu estava sentadinha do lado dela e esse homem estava quase de frente. Ele conversava com ela, eu não entendia direito, e às vezes passava a mão no cabelo dela. Em um determinado momento, ele pousou a mão no joelho dela e ficou fazendo carinho enquanto falava… Eu não vi nada demais, afinal eu era uma menina meiga e gentil com as pessoas. Pra mim, aquilo era legal, ele estava sendo gentil com ela.
E, aos poucos, ele foi subindo a mão na perna dela, ao ponto de ficar por baixo da saia. Quando ela percebeu que eu estava observando, disse: filha, olha essa revistinha… E me deu um gibi na mão. Eu fiquei olhando o gibi, mas intrigada. Disfarçadamente continuava vendo a mão dele entrando pela saia dela. Notei que ela abriu mais as pernas e falava de um jeito estranho, gemido, toda manhosa. Teve uma hora que ele mexeu e fez ela abrir ainda mais e eu notei que ele estava com a mão na perereca dela. Estranhei muito, então fiquei pasmada, olhando o movimento.
Então ela notou que eu não estava lendo e disse: "Filha, presta atenção na revista, não olha pra cá!"
E o moço disse: "deixa, calma, deixa ela observar… eu adoro."
Então eu me senti livre pra ver. Ele começou a mexer o braço mais rápido e ela, às vezes, gemia. Estávamos somente nós três na sala dele, e a porta fechada. Em um momento ele desceu a alça da blusa dela e o sutiã junto e ficou passando a mão no peito dela, apertando o bico. Eu não estava entendendo nada daquilo, mas fiquei muito curiosa e não tirava o olho.
"Tá gostando, princesa? Tô fazendo carinho na sua mãe…"
Eu fiz que sim com a cabeça (achei que era carinho mesmo) e ele começou a mamar no peito dela. Fazia isso com força e eu via o peito branco e com sardas da minha mãe sendo puxado pra frente…
Alguém bateu na porta, e eles se assustaram. Ele gritou: "um minuto!" e minha mãe se arrumou bem rápido. Disse: "fica aí que vou ao banheiro".
Ele foi até a porta e abriu normalmente, era a secretária. Ela disse que alguém havia chegado e ele disse que já ia atender. Eu notei e acho que a secretária também notou um volume imenso na calça dele. Não daria pra ninguém deixar de notar aquilo!
Minha mãe saiu toda arrumada do banheiro e ele falou algo no ouvido dela. Fomos embora. Dentro do carro, a mamãe pediu pra não contar aquilo pra ninguém. Ela disse que estava sendo legal com o moço, pra ele fazer eu ficar famosa.
De fato, nos dias seguintes, teve tanto convite para trabalho que eu lembro que não parava em casa e fiquei cansada.
Ela e esse moço trocaram muitos telefonemas durante esse tempo. Em alguns momentos, eles me deixavam na sessão de fotos e sumiam. Depois voltavam um pouco desarrumados, tentando disfarçar. Eu sabia que tinha acontecido aquela mesma coisa.
Uma das vezes perguntei: "mamãe, onde você tava? Tava sendo legal com o homem de novo?"
E ela disse: "sim, eu fui carinhosa com ele, filha. Assim não falta trabalho pra você. Você vai ficar muito famosa".
Eu não resisti e perguntei: "ele pegou na sua perereca?"
Ela demorou um pouco, pensou e disse: "sim, ele pegou. Como você sabe?"
"Eu notei daquela vez que ele tava com a mão na sua perereca. Pode, mãe? A gente pode deixar pegar?"
"Pode, filha. Se não doer e for carinhoso, pode sim."
Notei que ela queria falar algo, mas estava indecisa… Fiquei esperando ela dizer. Até que ela disse: "você…. você ia gostar de ver, filha?"
Fiz que sim com a cabeça. Era estranho, curioso… E eu tomava banho com ela, conhecia a perereca dela. Sei lá o que me motivou. Sei que naquele dia eu senti umas fisgadas na calcinha, uma sensação nova… E realmente fiquei querendo ver.
No dia seguinte ela me arrumou com um vestidinho e fomos até a agência. Quando chegamos, a secretária olhou pra gente de cima abaixo… Acho que ela sabia que ia rolar algo. Ela avisou que havíamos chegados e entramos na sala. O homem disse que não queria ser interrompido por ninguém e trancou a porta. Entramos e ele pegou minha mãe pela cintura e beijou a boca dela, alisando o bumbum dela. Achei estranho, porque ele nem era meu pai! Mas fiquei quieta, prestando atenção.
Ele estava muito à vontade, falando com ela e passando a mão pelos peitos dela, ou sobre a perereca dela por cima da roupa… E até pegou a mão dela e fez ela alisar ele na calça, bem no volume enorme.
Ele me chamou pelo nome, fez carinho no meu cabelo e disse que ele e a mamãe iam brincar, que era pra eu prestar muita atenção. Eu concordei.
Então ele me sentou em um sofá e começou a alisar minha mãe. Beijar ela, e ela parecia gostar. Descer a blusa dela e meter a mão embaixo da saia dela. "Vai fazer aquelas coisas de novo", eu pensei. Mas ele ia fazer muito mais. Quando começou a meter a mão por baixo da saia dela, ele foi abrindo bastante as pernas dela, até ela ficar arreganhada igual eu ficava pra passar pomada na assadura.
Vi que ela tava sem calcinha e vi a perereca dela pelada, sem nenhum pelinho. Eu nunca tinha visto assim, sempre tinha uns pelinhos. Mas agora estava úmida, parecia melecada, e a parte de dentro aparecia com umas pelezinhas pra fora. Vi ele alisar toda, mexer e cutucar muito. Então ele disse pra eu sentar na mesa de centro, que era pouco mais baixa que o sofá, e ficar olhando de frente. Obedeci e prestei muita atenção. Senti minha perereca piscar. Ele enfiou o dedo e ficou metendo e tirando, enquanto mamava nos peitos da minha mãe, e passava a língua neles. Ele me olhava, ficava prestando atenção em mim, que estava de olho duro na cena, sem perder um detalhe.
"Tira minha rola da calça" ele falou pra ela. Ela foi sacando o pau dele. Eu nunca tinha visto um. Sabia que servia pra xixar, mas só. E ficou alisando ele pra cima e pra baixo. Depois ele puxou a cabeça dela, e fez ela ficar de quatro no sofá, e colocar aquilo na boca. Ela enfiava inteiro, parecia que sumia na boca dela e depois aparecia todo babado e muito vermelho. Era um pintão. Prestei atenção em todos os detalhes dele, achei bonito.
Depois, ele pediu pra ela virar de quatro e disse pra mim: "vou enfiar a rola na buceta da sua mãezinha, você quer ver?" e eu fiz que sim com a cabeça. Não sabia que buceta era a perereca dela, mas me aproximei do bumbum dela, porque ele me pegou pelo braço… quando vi ela de quatro, vi o cu da minha mãe (que eu chamava de furinho) e a buceta dela abertos e vi quando ele enfiou aquele pau grosso dentro dela. Ele ficou metendo e tirando várias vezes e olhando pra mim enquanto fazia isso. Alisou meus cabelos e pediu pra eu ver bem de pertinho. Fiquei tão perto que senti o cheiro diferente daquilo. Ele começou a enfiar o dedo no cu dela, também. Que coisa estranha! Nunca pensei que isso existia.
Ela gemia e rebolava, se abria bastante e aquilo entrava inteiro dentro dela.
Então ele tirou aquilo de dentro dela e puxou ela pelos cabelos de frente pra ele, enfiando na boca dela. Ele enfiou com muita força, até tirar e dizer: "vou gozar!"
Ela abriu a boca e colocou a língua pra fora… e o pau dele esguichou um leite branco na cara dela toda.
Ele se jogou no sofá, e aquele negócio balançava sozinho. Eu estava em pezinha do lado e mamãe ajoelhada cansada de frente pra ele. Me aproximei dela e passei o dedo naquele negócio branco… Cheirei e achei melequento.
Depois eles se arrumaram. Mamãe foi ao banheiro se lavar e eles se despediram, e saímos nós duas juntas.
No carro, ela perguntou se eu tinha gostado e depois disse: "quer fazer outras vezes?" E eu disse que sim.
Esse foi o começo da minha vida de modelo. (continua)