Fotos com a irmã caçula

Click to this video!
Autor

Aviso!!! ( Este conto relata sexo com menores. Se não concorda não leia )

Tudo teve início quando Tati ( minha irmã de 8 anos ) veio morar comigo. Minha mãe e seu novo marido eram bastante ausentes. Viajavam e chegaram a deixa-la 15 dias aos cuidados da empregada. Uma surra foi a gota dágua. Achando que ela se encontrava em risco, trouxe para morar comigo. Meu pai sumiu quando Tati nasceu. Minha mãe fingiu oposição, mas notei um certo alívio. Eu tenho 24 anos. Solteiro, moro e trabalho desde os 14 anos fora de casa. No início morei com um tio com quem trabalhava. Depois, ele me cedeu uma casinha para tocar a vida. Tati adorou a idéia pois estava detestando aquela vida de perseguição e sofrimento. Por ser uma cidade bem pequena, ela conseguia fazer tudo sozinha. Após a escola, ia para casa dos meus tios onde ficava até eu apanha-la após o trabalho. Era caminho.
Foi justamente quando teve a festa de São João na escola dela que tudo teve início.
Chegamos em casa, tirei umas fotos dela vestida de caipirinha para guardar de lembrança. Levei-a para o banheiro para retirar a maquiagem. Peguei uma toalha, molhei a ponta e comecei a remover o rouge das bochechas e as pintinhas. Não sei por que deixei o batom muito vermelho e a maquiagem dos olhos para o final. Sem as bochechas vermelhas e as pintinhas, estava muito bonita. Toda vez que aproximava a toalha molhada para retirar o resto da maquiagem não conseguia. Peguei o celular e comecei a fotografar. No início, ela brincou fazendo caretas mas, depois ficou série e obedecia o que pedia para fazer: entreabir os lábios, morder o lábio, olhar fixamente para a câmera, abrir a boca, mostrar a língua…Foram só fotos do rosto. Mas, aquilo havia me deixado com um tesão nunca sentido. Meu pau duro forçava meu shorts. Não desmanchei as tranças, somente fiz ela tirar os sapatos e o vestido. Ela vestia um shorts por baixo. Pedi que fosse ao seu quarto e trocasse o shorts por uma calcinha. Enquanto isso, tranquei toda casa. Já não controlava mais meus instintos. Quando cheguei no quarto ainda não havia vestido a calcinha. Olhava seu rosto no espelho. Talvez tentando descobrir o que tanto chamou minha atenção.
– Falei que ela estava muito bonita e parecia uma modelo. Ela sorriu…
Vamos brincar de desfilar? perguntei
-Como é?
Você é uma modelo famosa e eu o fotógrafo…
-Vamos
Ela do seu jeito meio brincando, meio imitando o que via na tv começou a andar pelo quarto.
Eu comecei a fotografar com o celular e elogiar: "Nossa, parece a Gisele Bunchen….
Ela se divertindo.
Até que cansou e pulou na cama bem próximo a mim.
Enxuguei a sua testa molhada de suor e falei:
– Que lábios bonitos você tem e encostei meu dedo indicador. Ali, naquele momento, olho no olho, acho que despertou algo nela pois ela ficou séria e mudou de expressão. Continuei a passar o dedo pelos seus lábios. Abri sua boca, massageei sua gensiva, dentes, até que pedi. Posso te dar um beijinho?
Ela não respondeu nada. Seus olhos continuavam fixos nos meus e seus lábios entreabertos.
Dei um leve selo. Como não reagiu dei outro e outro e vários….
Não sei após quantos que, resolvi dar um beijo de verdade. E, colei meus lábios aos dela. Ela desajeitadamente começou a corresponder pressionando seus lábios aos meus e me abraçou. Fiz o mesmo e fiz com que ficasse encima de mim. Agora era ela que pressionava seus lábios contra os meus. Abri a boca e mostrei a lingua. Ela inteligente entendeu rapido e fez o mesmo. Começamos a brincar com as linguas e de boca aberta. Abaixei seu shorts até as coxas e comecei a massagear suas nádegas. O shorts era apertado e não deixava minha mão tocar muita coisa. Parei de beijar um pouco para tirar o shorts e puxei-a novamente para cima. Retomamos os beijos. Quando meus dedos encostaram, notei que sua bucetinha estava toda melada. Queria que aquela primeira experiência fosse o melhor possível para ela. Para mim não importava.
A cada deslizada de dedo na bucetinha lubrificada ela emitia um suspiro. Queria que ela aproveitasse mais. Deitei-a de costas, voltei a beijar. Nossos lábios não desgrudavam. Podia sentir sua respiração ora pelo nariz, ora pela boca. E, voltei a massagear e pressionar muito de leve seu clitóris e sua vagina. Ela começou a ofegar. Sentia sua respiração pesada na minha boca, sua saliva misturada à minha que escorria pelo canto de sua boca.
O tesão que sentia era tanto que a menina levantava os quadris, ora, fechava e prendia minha mão entre suas coxas. Ficamos assim por mais alguns minutos até que senti que sua bucetinha ficava sem lubrificação e ela parou de reagir aos estímulos.

Continua……