Amiguinha curiosa da sobrinha Parte-2

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Para acompanhar, veja a parte 1…
Depois que ela saiu fiquei tenso e preocupado com as consequência daquilo, pois sabia que era menina e que são muito falantes, o que poderia ser um risco.
Passado algum tempo ela volta, com a carinha de safada e eu mando trancar a porta.
Pergunto pela meninas, e ela me diz que estão no vídeo game, na casa de alguém. Fui em sua direção, olhando pra ela…Tinha pernas grossas, cintura fina, cabelos pretos e cacheados, abaixo dos ombros, boca pequena e olhos pretos e arregalados. O que mais me chamava a atenção eram os seios, bem grandes para seus 12 anos no máximo, usava sutian, camiseta de alças e saia de lisa, a altura das coxas, bem grossinhas também. Era uma menininha com formas de moça.
– É uma menininha muito bonita!
– Não sou menina, sou quase mulher – Disse com raiva
– Estou vendo que sim, mas o que que faz de mulher, posso ver.
– Sim.
Abracei-a encostei na parede e a beijei…pedi sua língua…
– Põe pra fora essa linguinha põe! Ela fez, e comecei a chupa-la, enquanto minhas mãos alisavam seu corpo. Subi sua camiseta, levantei seu sutian, e coloquei aquele par de seios, grandes e firmes, que apontavam para cima, para fora. soltei sua boca, e os olhei. Nossa eram lindos, tão durinhos, eu os apertava, e acariciava, os biquinhos.
Cai de boca, e mamei cada um de forma lenta, com longas lambidinhas nos biquinhos, alternando esquerdo e direito. Enquanto mamava um apertava e apalpava o outro. Ela se remexia, e acariciava meu cabelo, gemia bem baixinho. Olhava pra ela e de onde estava via seu rosto mudando, lábios sendo mordidos, olhos fechando e abrindo, e as vezes fazia caretas de dor, para em seguida sorrir. Isso acontecia quando eu dava mordidinhas de leve nos bico dos seus seios, que estavam tão durinhos.
Minha mão desceu, pela sainha, subindo-a, encontrei o tecido de sua calcinha que ao toque parecia algodão, e fui alisando ate encontrar sua bucetinha, que estava molhando o tecido. Ainda por cima da calcinha, massagiei sua buceta, e quanto mais eu alisava e apertava mais as pernas ela abria..
– Vem cá.
A coloquei em cima do balcão, puxei sua calcinha, branca e úmida, abri suas pernas e enfiei a cara, chupei, lambi cheirei…Nossa como adoro esse cheirinho de bucetinha. Chego a ficar de pau duro só de lembrar. A acidez e a textura dos sucos, que dela saem, deixam minha boca e barba molhados. E como por impulso ela se contrai toda, aperta minha cabeça e solta um gemido forte, um suspiro alto e seu corpo tremi. Me afasto e olho pra ela, sua respiração esta forte, e seu rosto rosado como quem acabou de fazer uma corrida.
Tirei-a do balcão, no colo a levei pro sofá.
Ela ainda estava meio tonta, e eu olhava aquele corpinho semi nu, com roupas fora do lugar, sem calcinha e punhetava, enquanto passava a mão em cada centímetro daquele corpinho de menina, com sensações de mulher. Olhei a a vi de olhar fixo no meu pau, perguntei:
– Quer?
Ela veio e pôs a mão, em seguida começou a chupar.
– Você sabe chupar, não é sua primeira rola.
Ela nem respondi e suga a cabeça, o suficiente para eu dar uma esporrada, quando ela afasta a boca e continua apenas punhetando…deixando meu gozo, escorrer. Acalmo minha respiração, sorrio pra ela e pergunto, de novo:
– Já tinha chupado antes?
– Sim, mas só de menino, de homem, grande e grosso, esse é o primeiro.
Nos levantamos, fomos ao banheiro nos limpamos…Ela se vestiu, e disse que ia embora, mas que voltaria, queria mais.
Abri a porta, ela saiu, olhando de lado, mais não tinha ninguém…Fui pra varanda, ela apareceu, e saiu correndo e dando saltinhos, de menininha sapeca.
Enquanto eu pensava que aquela menininha ainda seria toda minha…