Amiguinha curiosa a sobrinha – Parte Final

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Se quiserem saber como tudo começou vejam as partes anteriores.
Paulinha uma menininha muito gostosinha de 12 anos, conhecida no condomínio por suas danações, com outros meninos, resolveu certo dia me espiar enquanto achava que estava dormindo…
Durante a semana, fiquei pensando muito nela, e resolvi ir um dia a noite pela casa da namorada, que como fazia faculdade, só chegaria lá pelas 11 da noite.
Fui estacionei o carro, e dei uma volta no condomínio falando com as pessoas, e fui até o local onde as crianças e jovens ficam, um parque com algumas árvores, meio que na penumbra. Na invenção de falar com minha sobrinha. Chegando, minha sobrinha correu na minha direção, falou comigo, e ela veio junto. Minha sobrinha, correu de novo para brincar e eu disse, discretamente.
– Vai lá no carro.
– Tá bom.
Voltei para o carro, e como disse, fica estacionado num local afastado, pois não tem vaga de sobra, e coloco por lá, embaixo de uma planta, e a noite fica bem escuro.
Entrei no carro, baixei uma janela que fica pro muro…e esperei…Passados alguns minutos ela veio dando uma volta no condomínio, pra despistar o povo.
– Demorei?
– Nadinha, entra.
ela olhou em volta e pulou pra dentro do carro, no banco de trás.
Ela vestia uma bermudinha de leg preta e camiseta de alcinha. A leg marcava bem o corpinho dela. Que era muito gostosinha para sua idade.
Entrou e já foi vindo na minha direção, de 4 no banco, para me beijar. Beijo macio, boca gostosa, com gosto de chiclete.
Puxei sua blusinha, e tirei seu sutiã, seus peitinhos, ficaram balançando…Cai de boca, chupando cada um deles, o que a fazia arrepiar, de dar gemidinhos quando eu apertava e dava mordidinhas levinhas.Puxei-a pra cima de mim, fazendo ela montar.
Enquanto beijava e mamava sua boca e seus peitos, minha mãos deslizavam cada pedacinho do seus corpo, passando por sua bundinha ainda por cima da bermudinha, indo até a sua bucetinha, fazendo ela jogar o corpo pra trás, buscando ainda mais minha mão.
Pedi pra ela levantar um pouco e fui baixando seu short, fazendo aparecer uma calcinha clarinha, normal de garotinha, não resisti e baixei também sua calcinha…Ela levantou uma das pernas o que facilitou a retirada de toda a sua roupa. Nossa que gostosura…Me afastei, e acendi a luz interna do carro, por um minutinho, queria ver aquele corpinho, pedi r para ela virar, que ela prontamente fez e ainda perguntou se eu gostava.
Apaguei a luz e fui pra cima, deixando ela ainda mais de quatro, me baixei com certa dificuldade e cai de boca.
Fui até sua bucetinha, com sabores deliciosos, num misto de suor, seiva e xixi, que misturava o doce e o ácido. Nossa, que xoxotinha deliciosa. Me fez perder a noção enfiei a língua até onde dava, afastava sua bunda e subi até seu cuzinho, fazendo ela ter descargas elétricas. Pequenos choques, que faziam seu cú, dar piscadas e o corpo tremer.
A esta altura ela estava ensopada e meu pau doido pra sair pra brincar.
Baixei minha calça e a cueca.
Aproveitei ainda aquela posição e subi por trás dela, encostando meu pau em sua bucetinha. Ficou na portinha, com a mão eu subia e descia ele, esfregando na portinha de entrada.
Ela quanto mais eu esfregava mais ela empinava. Baixei uma perna dela para fora do banco do carro, com a outra em cima, ela ficou então toda arreganhada, e subi mais nela, fui enfiando devagar. A cabeça ia deslizando, até com certa facilidade, até que ela gemeu com mais força, estava no limite do seu cabacinho. mas não disse nada, então forcei um pouco mais e senti que ia penetrando, quando passei, ela gemeu mais alto, e disse:
– Entrou
– Doendo?
– Sim, mas eu quero, enfia…eu quero!
– Calma, toma
E entrei com tudo até o fim, fazendo ela dar um grito espremido de dor e prazer..Me fazendo parar bem lá no fundo. Sua respiração acalmou…e comecei a ritimar as metidas, tirando e metendo, ora devagar e ora com força. Quando socava, ela soltava sons de dor prazerosa.
Continuei no ritmo até que ouvi, sua respiração aumentar, seu corpo se contrair e ela se espremer toda, gemendo de forma longa, espremida. Estava gozando.
Todo esse barulho me fez gozar também, e naquele momento nem pensei em nada, só me deixei levar pelo gozo e pelo prazer de estar enchendo aquele menininha de muita porra, quente e viscoça.
Ainda nos encontramos e trepamos várias vezes, até que nossa vontade passou, e ela foi brincar com outros garotos.
FIM