Amiguinha curiosa a sobrinha – Parte 3

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Leiam as partes 1 e 2, para que a excitação tomem conta de vocês.
Continuando…
Paula, era uma garotinha amiga de minha sobrinha, devia ter uns 12 aninhos naquela época. Era conhecida no condomínio pelos flagras, de suas brincadeiras mais pesadas com as crianças da vizinhança. Um menininha muito sapeca, já bem desenvolvida, peitinhos formados, coxas roliças, e uma bundinha bem gostosinha, de chamar atenção.
Vivia correndo pelo condomínio, brincando com uma turminha, de pega e esconde. Sempre com roupinhas pequenas e apertadas.
NO dia seguinte ao acontecido, que de fato não me saia da cabeça, queria vê-la, mas não tinha como, pois minha namorada estava em casa, e mesmo indo trabalhar sábado pela manhã, era impossível qualquer coisa, pela movimentação do condomínio.
A tardinha, como sempre fazia aos domingos, desci e fui lavar o carro, havia passado todo o fim de semana, e só a vi, quando ela ia em casa com minha sobrinha, entravam e saiam rápido, mas ela sempre dava um jeito de me encarar, dar risinhos, ou passar pertinho.
Quando joguei a primeira água, vi a molecada do prédio correndo, pra la e pra cá. Era um condomínio grande, com vários blocos e muitas árvores. Minha garagem era uma das mais distantes, já que cada apartamento tinha direito a apenas uma vaga e minha namorada tinha carro, ou seja eu colocava num cantinho, sem chamar muita atenção, para não dar problemas. De lá eu via toda a extensão. Até que a avistei e ela me viu também.
Deu um tempinho e claro correu na minha direção, estava de saia e blusa soltinha. Quando chegou perto deu pra perceber que não usava sutiã o que me deixou doido para pegar nela.
Correu deu a volta no carro, e se escondeu, enquanto eu em pé, fingia que limpava mas na verdade meu olho era nela.
– Oi, tio
– Oi, esconde – esconde?
– Sim.
– Vão já te descobrir…
– Fica olhando e me avisa, tá?
– Tá…mas não faço de graça…
– Ave, o que o senhor quer?
– Nem imagina?
Ela riu, olhou na direção do meu pau, que a essa altura já estava duro com todo o clima em volta.
Imaginem…
Eu em pé, a tardinha, num local afastado de todos, e com uma menininha gostosa abaixada ao meu lado, com a cabeça quase a altura dele…a imaginação corre solta.
Ela não se fez de desentendida e passou a mão por cima da bermuda, alisando meu pau, que ficou ainda mais duro. Porém, a brincadeira rolava e vieram atrás dela…e ela teve que correr.
Ainda limpando…entrei no carro, tirei a bermuda e a cueca, me livrando dela, vestindo novamente só a bermuda, pensei em facilitar as coisas.
Algum tempo depois ela volta, assim que se esconde, nem penso duas vezes, me baixo um pouco e aliso seu peitinho sob a blusinha fina, de imediato a se arrepia toda e os biquinhos dão sinal de vida.
Tiro meu pau pra fora e ela sem nem pensar passa a mão nele, e bate uma punhetinha de leve, em seguida vem com sua boca e começa a lamber, e beijar. Até que enfia na boca e chupa com vontade. Aquela menininha, era uma putinha, na arte de chupar, tão novinha e tão safada, enquanto chupava ela alisava.
Novamente fomos interrompidos, pela galera que se aproximava…Ela levanta e sai correndo. Desta vez ela volta, sem correr, e dando a volta pelo condomínio.
– Não vou mais brincar, cansei.
– Entra no carro, vai.
Abri a porta de trás e ela saltou pra dentro…Fiquei de fora, em pé e dei o pau pra ela brincar. Ela se pôs sentada e começou a chupar. Além do fecho, ela ainda abriu o botão, fazendo a bermuda deslizar até o chão, me deixando soltinho…EU olhava de lado, mas não tinha ninguém que pudesse ver aquela distancia, e na pouca iluminação, já que era quase noite.
Mandei ela fazer o mesmo. Mas ela apenas levantou a blusa e a saia, mostrando aqueles peitos duros e grandes, totalmente acessos, e uma calcinha amarelinha, com bichinhos, que agora não me recordo o que de fato eram. mas que estava meio enfiada de um lado…Enquanto ela se exibia, eu punhetava e ela encarava. Puxei-a mais pra perto e a alisei.
Ela se erguia facilitando meu toque e me chupava ao mesmo tempo.
Não demorei muito e gozei, ainda segurei sua cabeça, dando a primeira gozada em sua boca, mas ela se afastou, e gozei o resto no chão, enquanto apertava uma de suas tetas, com tanta força que a fez gemer, mas de dor.
Limpei meu pau, pedi a cueca a ela, que antes de me entregar a safada ainda beijou, e me vesti. como não havia ninguém mesmo aquela altura, entrei um pouco no carro…e nos beijamos.
Mandei-a embora, apertando sua bucetinha, por cima da rua, ela riu, fez cara de safada, levantou a saia, afastou a calcinha, me mostrando. Baixou e correu. Nossa, era uma buceta linda com pêlos ralinhos, que eu tenho que fuder, mas isso é uma outra história.
Continua