Ainda menininho tive o meu cuzinho arrombado

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Quando criança com 10, 11, eu tinha peitinhos como se fosse uma menininha e eu nem era um menino gordinho nem nada. Depois de adulto descobri que tenho ginecomastia por causa de disfunção hormonal e não é tão incomum assim na infância. Eu tinha muita vergonha na época, pois, nenhum dos meus colegas de escola tinha até mesmo a maioria das meninas da minha turma ainda nem tinha peitinhos crescendo. Por causa disso, eu não tirava a camisa por nada, mas é claro que eu ouvia comentários e piadinhas, crianças podem ser bem maldosas quando querem e como eu não era uma menina, os outros meninos não viam problema em mexer nos meus peitinhos e essas brincadeiras despertaram sensações em mim.
Eu ia à escola de manhã e meus pais trabalhavam o dia todos me deixando sozinho durante as tardes e sempre que ficava sozinho, ficava peladinho, escondia meu piupiuzinho no meio das pernas brincando que tinha uma bucetinha, acho que todo o menino já brincou disso, então, corria para o quarto dos meus pais e me olhava no espelho, tocava meus peitinhos e me sentia uma menininha. Depois ia até a gaveta de calcinhas da minha mãe e escolhia uma calcinha e um sutiã dela, vestia e corria me olhar no espelho. Eles ficavam enormes em mim, mesmo tendo peitinhos como os de uma menininha e uma bundinha redondinha. Adorava vestir as camisolas da minha mãe também, me vestir com roupas de menina me deixava excitado, então eu ia pro meu quarto, deitava na cama e me masturbava esfregando meu piupiu no travesseiro, ainda não ejaculava então não havia problemas. Desfilava pela casa só de calcinha ou peladinho. Até que comecei a sair na varanda e do lado de fora de casa vestindo calcinha por baixo da roupa, é claro que ninguém via, mas a sensação me deixava muito excitado. Depois tirava tudo e colocava no lugar para minha mãe não perceber.
Perto da minha casa morava um homem chamado Vander, que eu achava que sempre ficava me olhando e eu gostava dele (gostar bem no sentido bem infantil e inocente sem malícia), ele devia de ter mais de 30 anos, morava na com a mãe dele, pois tinha ficado desempregado. Ele ficava em casa quase todos os dias, a não ser quando arrumava algum bico pra fazer.
Eu não sabia me “insinuar” para um homem, então, quando achava que ele estava me olhando, eu só sorria todo tímido pra ele e as vezes dava uma empinadinha na bundinha quando ia fazer uma das tarefas que a minha mãe deixava para fazer durante a tarde, levar o lixo na lixeira comunitária da rua, eu me espichava para colocar os sacos de lixo dentro da lixeira.
Um dia, quando fui levar o lixo, ele estava lá, fiquei nervoso e sorri pra ele sem jeito, uma mistura de vergonha com excitação. Estava vestindo a calcinha e o sutiã da minha mãe por baixo da roupa como sempre fazia, e pensava: e se ele percebesse?
Mas não podia voltar, fui em frente e levei os sacos de lixo até a lixeira. De cabeça baixa eu dei só uma olhadinha pra ele e notei que ele sorria bem safado. Quando me espichei para colocar o primeiro saco na lixeira, ele me encouchou e apalpou meus peitinhos, na hora ele percebeu que eu usava sutiã e riu, continuou me apalpando, descendo a mãozona dele até a minha bundinha. Ele se abaixo e sussurrou no meu ouvido:
-Deixa que eu te ajudo. E esse sutiã tá muito grande pra você, peitinhos assim que parecem mais dois limãozinhos, precisam de sutiã de mocinha, sabia?
Eu suava muito, todo nervoso, mas a excitação também era enorme. Senti que a rola dele havia crescido e cutucava as minhas costas. O Vander era um homem grande, pele morena, deveria ter 1,80m de altura, ele não era gordo, mas estava longe de ser um homem magro ou sarado, tinha uma barriga protuberante e peluda, pernas e braços grandes, não era “bonito”, mas ele seria o meu tipo de homens desde então.
-A menininha tá de calcinha também?
Ele perguntou rindo ao mesmo tempo que enfiava a mão dentro do meu calção, tocando a minha bundinha e a calcinha de rendinhas da minha mãe que eu usava. Ele riu ainda mais.
-Essa calcinha também é muito grande pra você e menininha da tua idade não devem usar calcinhas de renda. Mas me diz, a tua mãe não tá em casa né? Faz tempo que te observo já te espiei desfilando sem roupinha pela casa, tu é bem safadinho, não é? Eu vejo que tu ficas passando pela janela sem roupa quando eu estou em frente a minha casa. Olha, eu adoraria que tu desfilasse sem roupinha pra mim, tu topa?
Balancei a cabeça dizendo que não. Estava muito envergonhado, não sabia o que dizer, mas ele insistiu:
-Ah, por favor, só uma vez, vai? Se você desfilar pra mim eu prometo que não conto pra tua mãe que tu tá usando as calcinhas dela.
Dito isso ele pegou minha mão e foi me levando até a minha casa. Eu não disse mais nada, nem sim nem não, segui com ele. Quando chegamos na porta, ele olhou para os lados, vendo se não havia ninguém por perto e pediu que eu abrisse a porta, abri e entrei, fiquei parado olhando pra ele e disse algo que jamais pensei que diria: -Vem, entra logo antes que vejam a gente!
Ele entrou e sentou no sofá da sala.
-Agora tira a roupinha e desfila pra mim com a calcinha e o sutiã que você tá usando.
Obedeci e desfilei todo sem jeito e muito tímido. Ele se recostou no sofá, abaixou um pouco a bermuda mostrando um pouco da cueca que era preta, e depois puxou pra fora uma rola enorme, um pênis de adulto, com a cabeça um pouco mais grossa que o restante do pau que deveria ter uns 18 cm, era bem peludo entre o umbigo e o pau. Meus olhinhos arregalaram e eu não parava de olhar pra rola dele, nunca tinha visto um pênis adulto antes, ele percebeu que eu fiquei impressionado e curioso e pediu que agora eu desfilasse sem nada, mas uma vez obedeci. Tirei o sutiã e a calcinha e escondi meu piupiu no meio das minhas pernas como sempre fazia e comecei a desfilar na frente dele, dei duas voltinhas e ele me chamou.
-Vem aqui, vem, senta aqui no colinho do titio.
Fui até ele e ele me pegou pela cintura me sentando na perna dele, meus pezinhos nem tocavam o chão, minha coxa encostava naquela rola enorme que começava a crescer ficando dura e ereta. Ele pegou meu bracinho e colocou envolta do pescoço dele e então apalpou meus peitinhos e beijou meu pescoço, o rosto de um homem adulto com a barba roçando e o calor do corpo grande dele, me deixaram molinho no colo dele, depois ele foi descendo com a boca até chegar nos meus peitinhos, era a primeira vez que alguém chupava meus peitinhos e a sensação foi incrível. Eu ria e balançava as perninhas sentindo cocegas. Eu estava adorando. Então ele voltou a beijar meu pescoço e levou a boca até meu ouvido e perguntou.
-Fala uma coisa pro titio, você já deu a bundinha?
Balancei a cabeça em sinal de não. Eu já estava com o rosto todo corado, pela vergonha e pelo calor que sentia com aquilo, fiquei ainda mais vermelho depois da pergunta.
-Verdade? Nem pros coleguinhas da escola?
-Não. (respondi).
-Nunca brincou assim com um adulto, não? Não mente pro titio.
-Nunca. (Respondi olhando pra ele e com o semblante bem sério).
-Humm, que bom! E que tal ser a menininha do titio, heim? Nós poderíamos brincar sempre que a tua mãe não estiver em casa.
-Brincar como? Disso que a gente tá fazendo? De ficar pelado? (perguntei todo curioso)
-Tipo isso, mas a rola do titio quer brincar com você também e você vai brincar com ela, com a tua boca e o teu cuzinho, quer? Coloca a mãozinha nela, sente só com ela tá super dura e tudo por tua causa. Pega nela.
Eu nem respondi e ele pegou na minha mão colocando ela sobre o pau dele, duro, quente e latejando. Ele começou a fazer a minha mão subir e descer no pau dele tocando uma punheta, depois de umas 5 vezes que ele fez isso, eu já estava fazendo sozinho, batendo uma bela punhetinha pra ele.
Então ele me segurou pela cintura de novo, me tirou do colo me deixando parado de frente pra ele.
-Agora dá beijinho na rola do tio, dá!
Eu dei uma risadinha e um pulinho e ele sorriu de volta insistindo:
-Dá um beijinho na rola do titio, vai. Se você beijar e chupar bastante, como se fosse uma pirulito, vai ter uma surpresa, a rola do tio sabe fazer leitinho. Quer ver?
Já estava com as duas mãozinhas nas coxas dele, curvadinho em direção a sua cintura, na ponta de um dos pés balançando sobre ele e o outro pezinho erguido e eu sorri e acenei com a cabeça que queria ver sim. Dei um beijinho na ponta do pau dele e olhei pra ele rindo.
-Isso, dá beijinho neném. Mas agora tenta por na boquinha e chupa pro leitinho sair, tá bem?
Abri bem a minha boquinha, pois a rola dele era bem grossa e consegui colocar a cabeça toda na minha boca e tentei chupar, acho que até bati com os dentes na rola dele sem querer mas, ele não reclamou, ao contrario, ficou ainda mais excitado e com o pau mais duro e pulsando. Depois de alguns segundo ele me puxou pelo cabelo me forçando a engolir mais e mais, quase engasguei dando uma tossedinha e arregalando os olhos, mas ele continuou forçando e fazendo com que eu babasse toda a rola dele. O Vander colocou a outra mão na minha bundinha acariciando ela, eu já estava bem confortável e gostando de chupar aquela rola enorme que mal cabia toda na minha boca. Até que ele mandou que eu ajoelhasse e segurasse a rola dele com as duas mãozinhas enquanto continuasse a chupar e dar beijinhos.
-Vai bebê, chupa o caralho do titio. Quero encher essa boquinha de porra. Anda, viadinho, chupa. Mais rápido, mais rápido que logo sai o leitinho.
Eu enguia meu olhar pra olhar pra ele e via ele me olhando chupando ainda meio desajeitado, chupando e me babando todo, roçando meus dentinhos no pau dele. Quando ouvi que ele gemia mais alto. Ele seguro minha cabeça com força e gozou na minha boca.
-Ai vai bebê, toma teu leitinho.
Não gostei do gosto, mas com ele me apertando e segurando eu não conseguia tirar o pau dele na minha boca e engoli quase tudo. Ele me soltou e eu olhei pra ele com a boca toda melecada e melada, ele riu e perguntou se eu tinha gostado, respondi que tinha gostado muito de brincar assim, mas o gosto do leitinho era ruim.
-Você se acostuma com o gosto, bebê, é que foi sua primeira vez tomando leite de homem. E eu também gostei muito de você, vou te tratar como uma princesinha. Vamos brincar assim todos os dias. Você quer?
-Oba, oba! Eu quero titio, eu quero! (respondi todo faceirinho e me fazendo de manhoso chegando mais pertinho da cintura e da rola dele).
-Nossa! Você é mesmo um safadinho! HÁ! HÁ! HÁ! Já que gostou de brincar assim, agora o titio quer brincar com o teu cuzinho.
Fiquei sem saber o que dizer e com medo. Ele levantou, terminou de tirar a bermuda e me pegou pela mão.
-Onde fica teu quarto?
Apontei com o dedinho onde ficava e ele foi me levando pela mão até meu quarto. Lá, ele arrumou no meio da minha cama um travesseiro, me pegou no colo e me deitou de bruços na cama com a minha bundinha apontando pra cima.
Ele subiu na cama ficando de joelhos entre as minhas pernas começando a sarrar com o pau dele no meu cuzinho. Fazia uma coceirinha muito gostosa e eu ria e me contorcia adorando, até que ele colocou algo molhado na minha bunda e no meu cuzinho, com certeza era cuspe, e enfiou o dedo indicador dele no meu cuzinho, eu logo dei um gemidinho e um grito, fechando meu cuzinho. Ele riu e continuou metendo o dedo, depois molhou mais o meu cuzinho. Tirou o dedo e se abaixou, eu podia sentir a respiração quente dele na minha bundinha, ele lambia ela e lambia o meu cuzinho também, estava muito gostoso e o meu piupiuzinho já tava bem durinho, acho que até gozei. Mas logo depois os carinhos e jeito carinhoso dele acabaram. Eu senti a rola dele na entrada do meu cuzinho e ele tentando forçar pra me penetrar.
-Assim não, titio, assim doe. Tá doendo, tá doendo. Assim eu não quero mais brincar. (protestei)
-Vai doer sim, mas só no começo, logo você estar gemendo pedindo rola no cu, viadinho. Cala boca que o titio vai te comer com gosto, vou encher esse cuzinho rosa de porra e você vai gostar e ficar bem quietinho, sem gritar nem contar pra mamãe nem pra ninguém, ouviu?
-Não, não, eu não quero mais titio, vai doer muito, vai doer. Para, por favor! (implorei meu remexendo todo na cama, tentando levantar)
Ele afastou minhas perninhas e colocou os joelhos sobre elas jogando mais peso e o corpo dele em cima de mim, com uma das mãos tapou a minha boca e com a outra segurou o pau dele e forçou de novo no meu cuzinho só que dessa vez com mais força e decisão, a cabeça entrou me arrombando. Meus olhinhos começaram a lacrimejar e eu meu contorcia todo de dor, eu chorava e me debatia e isso perecia que dava ainda mais tesão no Vander, ele meteu o resto do cacete dele no meu cuzinho e aquele pau enorme latejava lá dentro, parecia que queimava o meu cuzinho e eu só chorava.
-Que bundinha gulosa, meu bebê, ainda tão pequena e engoliu toda a minha rola. Que viadinho pervertido você é, heim? Nessa idade e levando rola desse jeito. A minha princesa vai aguentar tudo, não vai? O titio vai começar a meter com mais força e rápido agora nessa bundinha gulosa e não adianta chorar nem pedir pra parar e se gritar apanha e eu ainda conto pra todo mundo que tu dá a bundinha.
Ele cumpriu a promessa e começou a meter com mais força, fazendo um vai e vem no meu cuzinho que apertava a rola dele me assando e arrombando todo, meu cuzinho sangrou e ficou muito machucado mas, depois de alguns minutos naquilo, eu parei de chorar e passou a ficar bom, estava ficando gostoso levar na bundinha e ele percebeu soltando a mão da minha boca. Ele deitou com aquele corpo enorme, muito maior que eu, sobre mim e segurou nos meu peitinhos e eu rebolava a bundinha atochada no pau dele, até que ele deu umas 3 estocadas mais fundas e fortes me fazendo dar um gritinho de ai mais alto e gozou dentro do meu cuzinho. Foi uma sensação estranha e maravilhosa, meu cuzinho sendo preenchido de porra quentinha.
Ele ficou mais um tempinho em cima de mim, respirando ofegante e com a rola ainda toda enfiada na minha bunda, depois foi levantando e tirando a rola do meu cuzinho, doeu um pouco na hora que saiu. Ele desceu da cama e eu vi o pau dele ainda duro e sujo de porra e sangue.
-Gostou, bebê? Gostou né? Aguentou todo o meu cacete na tua bundinha e até rebolou. Minha princesinha adora levar no cuzinho. E olha só esse cuzinho, que visão mais linda, bebê, todo arrombando e melado de leitinho de homem. Levanta que o titio vai te limpar e cuidar, vem?
Ele me deu a mão e me levantou da cama, me pegou no colo, levou até o banheiro, me sentou no vaso e quando eu sentei, escorreu muita porra de dentro de mim, ele limpou meu cuzinho e disse que estava muito assado e que eu tinha que passar pomada pra assadura de bebê depois, então vestiu a cueca e a bermuda me deu um beijinho na boca passando a mão na minha bundinha e foi embora.
No outro dia, na escola, eu estava todo dolorido, ainda doía, mas eu disfarcei. Quando ia chegando em casa, depois da aula, eu vi o Vander parado me esperando na rua, ele disfarçou e colocou dentro da minha mochila um pacotinho e disse baixinho: -Quando chegar em casa, olha o que o titio te trouxe.
Quando entrei em casa fui direto pro meu quarto, abri o pacotinho e vi o que tinha ganhado, duas calcinhas infantis e um bilhetinho dizendo: “essas são as calcinhas que menininhas devem usar. Escolha uma e coloque pra brincarmos hoje a tarde.”