A afilhada gostosa

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Ola, me chamo Antônio, tenho 55 anos, sou casado e moro em uma cidade no interior do Para, tenho dois filhos adultos que estudam na capital e minha esposa e enfermeira e trabalha na prefeitura local, temos uma vida ótima, eu tenho dois caminhões e faco frete na cidade. Bem tudo começou quando minha esposa em uma de suas viagens trouxe do interior uma jovem de uns 15 anos para morar em nossa casa, a mesma se chama Marly e passou a nos chamar de padrinho e madrinha, e uma garota baixinha possui uns peito que querem saltar da blusa e uma bonita bunda, mais ate ai tudo normal nada que despertasse meus extintos. Em uma das viagens de minha mulher ficou em casa somente eu Marly e uma senhora que trabalha com nosco, em dia quando cheguei em casa para almocar ao sair do banheiro somente de cueca samba cancao passei por Marly no corredor e demos de encontro e sem querer rocei meu pau na sua coxa., ela me olhou com uma cara sacana e deu um sorriso e uma piscada, pronto ! foi o fogo na gasolina já cheguei no quarto de pau duro e tive que bater uma, fui trabalhar com a porra da menina na cabeça, na volta pra casa a noite dei um jeito de me encontrar com ela na cozinha e dei uma encostada legal ela não reclamou e disse Olha se a D, Maria nos ve. Sai de perto pedi meu jantar depois tomei um bom banho e fui assistir TV, não demorou Marly chegou na sala so de shortinho sentou em uma cadeira perto de mim ficamos assistindo a novela das oito, em um dado momento passei a mao em sua coxa, fiquei alisando e ela não disse nada, passou mais um tempo eu disse a ela mais tarde vou no teu quarto deixa a porta aberta, quando deu quase meia noite sai do meu quarto na ponta dos pes para não despertar a empregada, empurrei a porta do quarto de Marly e entrei e fechei a porta com a chave, a mesma estava so de calcinha e sutian, deitei do seu lado e fui cheirando seu pescoço, dei um beijo suave e fui metendo a língua em sua boca ela não sabia beijar mais foi aceitando, peguei naqueles peitos duro que nem rocha, ela ficou toda arrepiada, fui descendo e comecei a passar a língua bem molhada, Maarly começou a se retorcer na cama fui descendo ate chagar naquela bocetinha pequena e com muitos pentelhos e lentamente comecei passar a língua, primeiro pelos grandes lábios e depois penetrando lentamente, ela agarrou meus cabelos começou a gemer eu coloquei a mao em sua boca e caprichava e sugava todo aquele néctar depois fui metendo o dedo lentamente e ela deu um pequeno pulo, disse-me que nunca tinha dado que era virgem. fiquei maluco disse a ala que so iriamos brincar, peguei sua mao e a fez pegar no meu pau, ela segurou e não sabia fazer nada, fui ajudando ela a punhetar, tenho um pau de 14 cmt. mais bem grosso, fiquei em pe ao lado da cama e pedi para ela colocar na boca a principio recusou mais depois deixou, eu alisava seus peitinhos e socava mais em sua boca, depois deite-me de costa e coloquei ela em cima de mim ficamos nos beijando e ele esfregando a buceta no meu pau já todo babado e eu me aguentando para não gozar, em um certo momento segurei meu pau e fiquei esfregando a cabeça em seu clitóris ela gemia e eu esfregava mais de repente ela começou a tremer eu fazendo mais rápido ai ela teve seu primeiro orgasmo, meti o lençol em sua boca para que ela não gritasse, passando esse momento continuamos nessa putaria ela se esfregando cada vez mais em um certo momento senti a cabeça do cacete na entrada da xoxota e segurei pela bunda dela e fui fazendo pressão, ela gostando senti quando o pau entrou um pouquinho mais e dei uma empurrada, não teve jeito ela quis sair eu não deixei e fui socando ela dizendo ta doendo, eu dizendo vai passar calma, e meti o resto, parei um pouquinho e comecei a bombar e ela a corresponder, de repente ela deu uma nova gozada que melecou todo meu pau eu também já quase goando tirei o pau e dei a melhor gozada de todos os tempos nos pentelhos e barriga dela, ficamos um tempo parado depois passei a mao em sua barriga e vi uma mistura de sangue porra tudo misturado, ficamos mais um tempinho deitados eu passando a mao em todo o corpo dela e tentei meter o dedo em seu cuzinho, pensa num cu travado, não entrou naaada. fui para o meu quarto pensando naquele cu.