Sem querer final

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Depois ter acabado de fuder com minha filha Carol. Tirei calmamente meu pau de dentro dela. Perguntei se estava tudo bem e se ela estava com dor na perereca. Minha filha respondeu dizendo que sua bucetinha estava um pouco dolorida. Peguei seu baby-doll do chão para limpar sua bucetinha. Carol olhou para baixo e viu o sangue com porra misturado no lençol da cama. Passei o baby-doll para limpar o excesso que ainda escorri de dentro de sua bucetinha. Pude perceber o estrago que havia feito. Sua bucetinha estava arrombada, o buraquinho estava aberto demais e muito avermelhada, não só pelo sangue, mas pela forçada que dei para poder penetrá-la. Carol reclamou um pouco de dor. Tentei acalmá-la dizendo que isso era normal e que tudo iria ficar bem. Falei que era melhor irmos tomar banho para limpar tudo. Minha filha ficou em pé encanto tirava o lençol e colocava outro. Coloquei meu short e abri a porta devagar. Dei uma pelo corredor e fiz sinal para Carol sair comigo devagar. Carol estava nua andando de mãos dadas comigo. Entramos no banheiro e deixei se lavando para poder pegar uma roupa limpa para ela. Passei novamente pelo meu quarto e, minha mulher continuava dormindo. Assim que voltei para o banheiro perguntei se estava tudo bem com ela. Carol respondeu que sim e a dor estava passando. Eu fiquei mais aliviado e dei a roupa para ela vestir. Voltamos para o seu quarto. Coloque-a deitada e me deitei ao seu lado fazendo um cafuné em seus cabelos. Carol começou a querer falar. Eu pedi pra ela ficar quietinha e tentar dormir. Mas ela soltou:
– Papai nós fizemos amor?
Deixe que sim, mas que era proibido um pai fazer isso com sua filha, por isso, ela nunca deveria contar para ninguém o que fizemos:
– Mas papai a gente não vai fazer mais, é isso?
Ela com suas perguntas me deixavam maluco. Expliquei que quando ela parar de sentir dor na perereca poderíamos fazer mais. Carol sorriu e calou a boquinha não demorando a cair no sono. Assim que percebi seu sono pesado sair calmamente, fazendo de tudo para ela não acordar. Fui para o banheiro tomar banho. Meu pensamento era na merda que havia feito e esperando que Carol realmente não contasse. Fui para meu quarto deitando sem fazer barulho. O sono chegou rápido.

Eu acordei com a minha mulher me chamando. Logo veio na minha cabeça, putz, minha filha contou tudo estou fudido! Mas minha mulher estava tentando me acordar para dizer que não estava se sentindo bem, e se eu poderia vê as coisas da casa, pois ela havia tomado um remédio. Eu fiquei calmo e perguntei se ela havia ido ao quarto da nossa filha. Minha esposa disse que sim e que ela dormindo. Pediu para não deixá-la dormir até tarde, perguntando se poderia fazer alguma coisa para comer. Minha mulher pediu para fazer um suco de laranja e um pão com queijo quente. Fiz o que ela havia pedido e levei na cama para ela. Fiquei ao seu lado comendo junto dela. Quando terminamos, ela disse que iria dormir mais, e se fosse possível não fazer muito barulho. Ela me deu um beijo suave na boca e agradeceu minha paciente com ela. Disse que ela poderia contar comigo sempre e que logo, logo ela iria superar essa fase difícil. Levei as coisas para a cozinha e depois fui ao quarto da minha filha. Entrei devagar sentei ao seu lado. Carol despertou do sono e assim que me viu abriu um sorriso, me deu um abraço. Eu fiz carinho em seus cabelos e disse que já estava bom de dormir, que sua mãe estava com dor de cabeça e evitar fazer barulho. Ela concordou saindo da cama devagar. Eu havia preparado seu café deixando na mesa da cozinha. Carol como toda manhã foi ao nosso quarto para dar um beijo em sua mãe. Minha filha agiu como nada estivesse aconteido. O dia estava tranqüilo minha filha no seu quarto e eu na sala. O dia estava chuvoso e a hora não passava. Era quase na hora do almoço, eu não estava a fim de fazer comida. Foi ao meu quarto e perguntei se minha mulher gostaria de sair para comer algo, por que não queria fazer comida. Ela disse que não, mas eu poderia ir com a Carol e que eu comprasse algo para ela comer.

Foi ao quarto de Carol e disse que iramos para comer na rua só eu e ela. Ela ficou feliz com a noticia perguntado se minha mulher iria também. Expliquei que não! Saímos junto do seu quarto. Peguei a chave do carro e minha carteira e saímos de casa. Logo que chegamos da garagem do prédio e entramos no carro, Carol falou:
– Papai sabia que minha perereca parou de doer?!
– Que bom minha filha!
– O senhor que colocar seu pinto dentro dela de novo?
Meu pau começou a ficar duro
– O papai quer, mas a gente não pode ficar fazendo isso toda hora em casa, por causa da mamãe!
Minha filha entendeu o que tinha explicado, mas argumentou:
– Mas papai a gente pode fazer a noite quando ela dormir!
Olha eu de novo sem saber como agir! Eu queria mesmo comer sua bucetinha dela, mas confesso que não sabia que minha filha ficaria com tanta liberdade assim comigo. Logo depois da nossa primeira vez.
– Tá bom! Hoje à noite fazemos mais! Mas não quero a senhora falando mais sobre esse assunto hoje, ouviu?
Minha filha usava um vestido. Antes de ligar o carro passei a mão na bucetinha dela por cima da sua calcinha.
– Carolzinha, tem certeza que não está doendo mais?
– Tenho papai. Ela parou de doer!
Tive vontade de comer minha filha ali mesmo, como cansava de fazer com minha mulher no começo do nosso casamento. Fomos ao shopping, comemos e comprei algo para minha mulher. Voltamos conversando, minha filha estava mais solta. Assim que chegamos em casa levei as coisas para minha mulher comer no quarto. Carol mais falante do que o normal, ficou com ela conversando. Fiquei um pouco apreensivo, porém ela não contou nada e ainda trousse às coisas para deixar na cozinha. Eu estava na sala vendo TV, minha filha sentou do meu lado.
– Papai a mamãe comeu tudo e disse que vai dormir mais!
– Que bom minha filha!
Ficamos em silêncio. Eu olhei para ela e fui em direção a sua boquinha dando um selinho. Carol gostou e retribuiu:
– Papai vamos ver mais filmes?
– Vai ao quarto do papai, bem devagar, e vê se a mamãe está dormindo!
Carol levantou rápido indo ao nosso quarto, entrou devagar e quando voltou disse:
– Papai ela ta dormindo!
– Tem certeza?
– Tenho! Tá até roncando! – levando a mão em sua boquinha tampando, fazendo cara de moleca.
Peguei a notebook na mesa da sala. Sentamos no sofá e abri um site de vídeos pornôs só com mulheres novinhas. Meu pau já estava duro.
– Carol abre as pernas!
Minha filha vendo o filme abriu as pernas. Fiquei alisando sua bucetinha por cima da calcinha. Carol colocou as mãos em cima do meu pau.
– Papai eu gostei de chupar seu pinto deixa chupar mais?
Falávamos baixinho e os vídeos estavam sem som. Coloquei meu pau para fora e Carol logo colocou na boquinha. Peguei em sua mãozinha e levei para o seu saco.
– Filha mexe devagar o saco do papai.
Carol chupava meu pau e massageava meu saco. Claro que sem jeito, mas era boa a sensação. Minha filha chupou por um bom tempo. Eu ficava alisando sua bucetinha que a essa altura já estava com a calcinha para o lado e trocava de vídeos. Quando disse:
– Carol é melhor a gente ir para o seu quarto. Fomos e eu levei o not. Assim que entramos Carol começou a tirar a roupa deitou na cama abrindo as pernas. Eu também tirei a minha e fiquei nu.
– Filha fica de quatro, igual a cachorrinho!
Carol ficou. Eu comecei a chupar sua bucetinha e lambia seu cuzinho. Minha filha mexia com a bundinha dela para trás. Chupei minha filhinha por um bom tempo até que anunciei que iria colocar meu pinto dentro de sua perereca. Coloquei meu pau na entrada e fui metendo devagar. Meu pau entrou com uma certa facilidade. Iniciei o vai e vem, puxando minha filha pela cintura. Estava comendo novamente minha filha. A cada pirocada em sua bucetinha, Carol soltava gemidos com a voz tremula e ofegante. Comecei a sentir um liquido quente que começou a sair de sua bucetinha. Minha filha estava gozando, mas pela sua idade e pelo quente que escorri de sua bucetinha, deveria estar soltando xixi, por que acho eu que uma criança de 8 anos não deve gozar igual a uma mulher formada. Comecei a perder a noção das coisas que dizia: Ô filhinha como é bom comer essa bucetinha…Cadelinha do papai…Ta gostando de ganhar piroca nesse perereca?…. Fala que ta gostando putinha do papai?…
Carol não respondia nada apenas respirava alto. Eu queria ouvir dela, que estava gostando de ganhar piroca na bucetinha. Então falei um pouco mais alto:
– Carolzinha ta gostando do pinto do papai dentro da sua bucetinha?
Pare minha alegria Carol soltou um sonoro sim:
– SIM! Estou papai!
Era o que precisava ouvir para gozar dentro da sua bucetinha. Eu parei de socar e Carol deitou na cama totalmente suada e ofegante. Minha goza começo a escorrer para cama. Eu deitei do seu lado. Carol olhou para mim, passei a mão em seu cabelo. Ainda estava de pau duro e perguntei a ela se estava tudo bem e se a gente podia fazer mais. Carol disse sim. Ela virou com o corpo para cima e abriu as pernas. Fiquei em cima dela e coloquei meu pau dentro de sua bucetinha cheia de goza. Parecia que estávamos fazendo amor, eu comia sua bucetinha agora beijando sua boquinha, de forma tranqüila sem afobação. Logo comecei a sentir o quentinho no meu pau vindo de sua bucetinha novamente. E Carol agora mexia seu quadril mais rapidamente e abraçava meu pescoço. Dei outra gozada dentro dela.

Como é bom isso! Minha filhinha me dá sua bucetinha e ainda mantém sua inocência de criança. Faz as mesmas coisas que sempre fez. Sei que quando ela realmente começar a entender melhor as coisas, talvez nunca mais falará comigo. Mas eu espero que sinceramente isso não aconteça, pois eu nunca forcei essa situação! Aconteceu sem querer de uma forma natural e inesperada. Em casa as coisas melhoram, por que, como faço sexo com minha filha, estou deixando minha mulher se recuperar sem essa perturbação em sua cabeça.

Fim!