Dia chuvoso que se podia fazer

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Lembro-me como se fosse hoje. Morávamos em Vassouras, interior do Rio de Janeiro e até por volta de uns doze anos tínhamos o costume de brincar de pique – esconde, queimado, etc. Geralmente quem brincava era a Paulinha, a Suélen, a Aline e eu (Bárbara). Nós quatro éramos muito amigas, mas eu tinha maior afinidade com a Aline. Ela era(é) linda, com os cabelos lisos e pretinhos até a altura dos ombros, um bumbum bem grandinho(a gente a chamava de tanajura), a cinturinha fininha, e os peitinhos bem durinhos e redondos que chamavam muito a atenção dos meninos nas aulas de Educação Física e é claro que amiga também. rsrsrs. Nós éramos feito unha e carne. Estudávamos na mesma sala, íamos e voltávamos juntas do colégio. Mas, a minha maior lembrança foi de quando brincávamos juntas. Como disse anteriormente, morávamos no interior, e principalmente quando chovia era que não tinha nada mesmo para fazer. Não dava para brincar na rua, então, íamos para a casa de uma das meninas brincar de joguinhos (jogo da verdade, adedonha…) ou de boneca. Teve um dia, e foi aí que tudo começou, que estava chovendo e a Aline me chamou para brincar em sua casa. Como era bem pertinho, eu fui mesmo com toda a chuva. A mãe dela tinha ido entregar umas encomendas e o seu pai estava trabalhando. Chegando lá, fomos para o quarto dela. A mãe da Paulinha e da Suelen(são irmãs) não havia deixado q elas fossem, pois moravam um pouquinho mais distante. Quando eu cheguei lá, fomos direto para o quarto dela,como já era de costume, arrumamos as coisas no chão e começou o dia mais maravilhoso da minha vida. Ela sempre queria ser a mamãe na brincadeira e eu aceitava ser a filha. Neste dia houve algo de especial, pois arrumamos as coisas da casinha para brincarmos, mas não pegamos as bonecas, ela disse que queria fazer algo diferente. Ela começou a pentear meu cabelo, enquanto fingia q eu era sua filhinha e depois quis me colocar para dormir, Eu deitei a cabeça em seu colo e ela me levantou um pouquinho dizendo q era pra eu mamar nela, levantou aquela blusinha cheia de coraçãozinho e fiquei de cara com aqueles peitinhos lindos e redondos com os mamilos rosadinhos. Fiquei totalmente sem graça, mas comecei a chupar aquela delícia. De repente foi me dando uma sensação muito estranha e boa ao mesmo tempo, então pedi para invertermos os papéis. Agora eu era a mamãe e ela a filhinha. Eu estava de jardineira e comum top por baixo. Desabotoei a jardineira e levantei o top. Ela começou a me chupar de um jeito tão gostoso que eu sentia aminha bucetinha pulsando de tesão . Resolvemos ousar mais um pouco quando ela sugeriu que fizéssemos papel de mamãe e papai. Então,começamos a nos beijar, um beijo quente, passava minha língua em volta dos lábios dela, então ela começou a me chupar de novo e passar a mão pelo meu corpo, e como ela estava de saia, comecei a acariciar a parte interna de suas coxas e a minha mão subia aos poucos até q chegou de encontro a calcinha de algodão q ela estava usando, eu fazia carinho por cima da calcinha, e teve uma hora q puxei a lateral da calcinha e ela tomou um baita susto e pediu para q eu parasse. Eu disse q não ia parar. E ela me disse: -E se a minha mães chegar? Mas, era só medo, pq a mãe dela tinha acabado de sair e não ia para muito perto e a chuva faria com que ela demorasse ainda mais. Continuei e ouvi aquele gemido apertado e foi canção para os meus ouvidos, quanto mais ela gemia mais eu ficava excitada. Perguntei a ela se eu poderia ver, e ela levantou a saia e abaixou a calcinha, nunca vou esquecer aquela cena linda, eu quase chegando ao apse do prazer, tirei minha roupa e comecei a me esfregar nela. Passava minha bucetinha na dela e sentíamos o melzinho uma da outra. Esfregava o biquinho do meu peito no dela,ela não se agüentava mais e começou a apertar a minha bunda bem forte e eu a lambia freneticamente e descia a língua até chegar na xaninha. Enfiei com força a minha língua dentro dela e senti aquele quentinho, fiquei ali por alguns segundos até que ela puxou os meus cabelos com força e soltou um grito apertado. Seu melzinho delicioso e quente descia pela minha boca. Estávamos ofegantes e ela se ajoelhou na minha frente e mandou ver na minha buceta, eu segurei a cabeça dela e fiquei fazendo movimentos pra frente e pra trás, até que gozei. Que sensação!!! Nunca havia sentido na da igual. Nos beijamos, vestimos a roupa e ficamos muito sem jeito,mas mesmo assim carinhosa uma com a outra.Até que perguntei como seria no outro dia e ela respondeu: -tomara q chova de novo!!!!