Desde que me lembre, com mamãe

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Desde que me lebre, sempre vi minha mãe pelada. Sempre fomos sós nos dois em casa e ela sempre adorou ficar nua. Acho que com o costume dela gostar, me deixava nuzinho também e cresci acostumado. Chegávamos da rua e a primeira providencia era ficarmos sem as roupas. Sendo assim, mesmo aos meus treze anos, quando comecei a ter um explosivo t’são por tudo quanto era do artigo “mulher”, dela não tinha. Ela, minha mãe, era para mim, como qualquer móvel da casa. Não a olhava com t’são… Entrei numa fase em que punhetar era meu mundo. Nossa! Era punheta de manha, a tarde e á noite. Qualquer visão de mulher me “acendia”. Meu “pauzinho”, de somente uns onze centímetros, ainda mais para fino do que para grosso – um pauzinho de pré-adolescente – vivia endurecendo, às vezes até fora de hora para minha vergonha Estando em casa, tudo bem. Era só correr para o banheiro e me satisfazer. Minha mãe e eu tínhamos uma liberdade um com o outro de cem por cento. Mas uma coisa que não tinha passado na minha cabeça era que mamãe já havia notado as minhas “satisfações” frequentes. Uma noite enquanto ela via um capítulo de novela, eu me excitei vendo uma cena de sexo entre os atores. Lógico que não apareceu toda a cena, mas a minha imaginação era muito fértil e eu achava a atriz do momento muito gostosa… Corri para o banheiro e dei uma “surra” no pinto até gozar e ejacular muito. Voltei para a sala satisfeito, e pronto para outra. E aí tive um diálogo estranho com mamãe.
–Filho. Quando quiser se satisfazer, bater uma punheta pode ser em minha frente. Não precisa correr toda vez para o banheiro.
Minhas orelhas e bochechas queimaram de vergonha. E a única resposta que consegui foi:
–Complicado. Molha muito…
–Traga uma toalhinha sempre por perto…
Sem tirar os olhos da tela da TV…
–Hã… Hã… Respondi.
Mas mesmo assim, liberado para fazer punheta em qualquer hora e local da casa, nunca consegui; tinha muita vergonha. Mas foi, com a consequência de uma entrada intempestiva de minha mãe ao banheiro, enquanto eu lá, que dei inicio a uma perda de vergonha. Eu não contava com isto, pois minha mãe estava em seu banheiro a tomar banho também… Mas ela precisara de sabonete, que o seu tinha acabado, e que só sobrara os do meu armarinho de meu banheiro, em que lá ela foi buscar. E lá estava eu. Debaixo do chuveiro, com o pauzinho durinho e sendo devidamente massageado pela minha mão… Foi uma confusão. Inicialmente parei a punheta mas ficando segurando o pinto que mas continuei alguns segundos depois sentindo aquela sensação de não saber como agir. Mamãe viu a cena. Deu um sorriso de aprovação. Pegou o sabonete e correu para continuar seu banho. Tentei mesmo continuar, mas meu t’são havia sido cortado pelo susto de mamãe me ver batendo uma e pela vergonha. Acabei o banho. Enxuguei-me e fui para a sala. Mamãe chegou logo depois ainda enxugando o cabelo com uma toalha. Ligou a TV para sua novela. Assistimos tudo. quando terminou…
–Filho! Desculpe ter interrompido a sua punhetinha. Foi mesmo sem querer. Disse carinhosamente.
E continuou.
–Vem cá com a mamãe.
Levantei-me e fui até ela. Não me deixou sentar ao lado dela e sim me posicionou a sua frente.
–Deixa mamãe compensar a perda de sua punhetinha. Acho que você vai gostar.
Disse isto já levando a mão e “pegando” meu pinto. Acariciou provocando ele endurecer. Como era obediente, logo se fez durinho. Era a primeira vez que mamãe “pegava” em meu pinto com segundas intenções. Com eu pinto duro, afastou a pele expondo a cabeça vermelha e acariciou numa punheta leve e gostosa. Quando a primeira gotinha apareceu ela levou a boca e chupou-a. depois continuou a beijar delicadamente a cabeça de meu pinto. Depois de um tempo o colocou dentro da boca. Segurava meu saquinho com as bolinhas… Massageava em punheta o meu pinto – com metade dentro da boca – e o mamava. Eu não sabia nem onde colocar as mãos. Estava duro, em pé, como meu pinto. A sensação do quentinho da boca de mamãe e a sua umidade, era uma coisa indescritível. Um êxtase terrível, como eu nunca sentira antes, com minhas punhetas, tomou conta de mim. Eu estava anestesiado e tonto. E foi anestesiado e tonto que gozei. Quando vi estava ejaculando e gozando dentro da boca de mamãe. Mamãe mamava todo meu gozo com pequenos gemidos de prazer. Quando terminei e meu pinto resolveu descansar, mamãe me pegou pela mão e me levou para seu quarto, e sua cama. Deitei com uma sensação de total relaxamento. Sei que dormi, mas não sei quanto. Acordei com mamãe acariciando meu pinto em todas as suas partes. Quando notou que eu estava desperto, pegou minha mão e levou até sua boceta depiladinha e lisinha. Achando que tinha entendido fiquei com a mão lá fazendo o mesmo que ela estava fazendo em mim; acariciando… Depois de um tempo longo, ela se deitou de costas e me pediu para deitar em cima dela. Pegou meu pinto e o direcionou para sua boceta. Abraçou-me com as pernas… Naquela posição e com toda aquela molhança, meu diminuto pinto correu para dentro de sua boceta como se estivesse se escondendo. Mamãe deu inicio a movimentos rebolativos. Parecia o andar de uma cobra. Sua respiração mudou. Gemidos leves e baixinhos eram exalados dela. De repente uma consciência passou pela cabeça:
–Puxa vida! Eu estava metendo de verdade!
Nem por um momento passou pela minha cabeça de que era mamãe… Então gozei. Gozando e ejaculando dentro de uma boceta! De verdade! Mamãe acelerou os movimentos e logo soltou um gemido longo e claro de prazer. Havia gozado. Ela então me soltou de seu abraço com as pernas. Nos dois, arfando, segundos depois, nos acomodamos deitados um ao lado do outro. Dormimos o resto da noite toda. Desse dia em diante perdi a vergonha de me punhetar diante dela. Às vezes até me ajudava e quando eu gozava tomava todo meu gozo. Até ela, de vez em quando, se masturbava para eu assistir… Nos dias que estava afim me convidava para a cama e metíamos até nos cansar. Com o tempo fui ficando mais velho, meu pinto aumentou mais de tamanho e de grossura enquanto ia aprendendo a fazer mais coisas gostosas daquelas que o sexo nos proporciona.