Vanessa, pequena e uma delícia – parte 1

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Autor

Sou leitor novo de contos neste site.
Hoje tomei coragem para escrever um pouco da minha história.
Sou maranhense com muito orgulho. Amo meu estado, meu povo, e minhas tradições.
Sou de uma cidade distante quase 400 kmts da capital.
Uma cidade pacata, com um clima quente e um povo simples.
Sou diretor de uma escola pública. Aqui nossos alunos em sua maioria são crianças de famílias humildes, alguns chegam a percorrer 3 a 4 kmts a pé de suas casas até a escola.
Nosso município apesar de estar em uma região pobre se destaca pela quantidade de pequenos riachos, córregos, lagoas, e nascentes. Estas águas são a melhor opção de lazer da população.
Aqui na escola, sou eu quem resolve a maioria dos problemas que surgem.
Sempre têm alguns meninos e meninas que fazem suas traquinagens, comuns para a idade.
Eu tenho dó destas crianças. Alguns chegam a vir descalços, ou de chinelos de dedo. Outros só tomam banhos nos rios.
Nossa escola também é bem simples e de estrutura precária. Temos apenas um banheiro para todos os alunos. É comum as crianças usarem o mato que tem atrás do banheiro para suas necessidades. Certa vez, as aulas já tinham acabado e os professores já estavam indo embora. Eu sempre fecho as salas e a escola. Aproveito para olhar como estão as coisas e ver se todas as crianças já saíram. Eis que vi 2 meninos e 2 meninas indo para trás do banheiro, rumo ao mato. Pensei que eles iam urinar e logo retornariam. Coisa comum por aqui.
Esperei uns 10 minutos e nada de voltarem. Fui ver o que estava acontecendo.
Fui sem fazer barulho e o que vi me deixou confuso: As meninas estavam chupando os pênis dos meninos. Esperei alguns segundos e confesso que não sabia o que fazer naquela situação.
Não sei quantos minutos elas chuparam os meninos. Até que um deles falou para uma delas:
– Deita que vou meter em você
Eu conheço bem estas crianças. São de famílias muito pobres. Eles têm praticamente a mesma idade: 8 anos.
As meninas deitaram no chão mesmo e vi abrirem as pernas.
Os meninos não perderam tempo e logo estavam penetrando as pequenas vaginas.
Aquilo me deu um mix de prazer, e insegurança em não saber se intervia, continuava olhando ou pedia para participar. Optei por ficar ali escondido e ver até onde iam.
Os meninos têm os pintinhos pequenos ainda. São crianças de 8 anos. Mas notei que eles enfiavam com tudo nas meninas.
Uma das meninas estava calada, mas a outra gemia de prazer e fala coisas tipo: mete mais, enfia, ahhh, tesão… Palavras incomuns para uma criança.
Meu pau estava muito duro. Minha vontade era de tirar minha roupa e me juntar na brincadeira, mas me controlei. Peguei meu celular e filmei boa parte da festinha infantil.
Até que resolvi sair dali.
Fui até o banheiro e bati a porta com força para fazer barulho e eles saírem. Deu certo. Não demorou 1 minuto eles já estavam passando por mim. Perguntei:
– O que vocês estavam fazendo?
Eles começaram a gaguejar e cada um falava uma coisa.
Uma das meninas (a que gemia) é a criança que mora mais longe da escola. Ela mora em um sítio, e tem que andar por uma estrada de terra, e depois segue um trecho que nem carro passa como dizem aqui: uma picada.
Falei para ela:
– Vanessa, eu já fechei a escola e estou indo embora, você quer uma carona até o final da estrada?
– Ahh tio eu quero sim.
– Ok, eu te levo
– Vocês aí… Vão para casa… Nada de ficarem aqui na escola, senão vou contar para suas mães.
Os dois meninos e a outra menina saíram correndo.
Abri a porta do meu carro e a menina entrou.
Liguei e sai para deixá-la. Eu já tinha dado carona para ela antes, pelo menos umas 5 a 6 vezes, mas nunca tinha tentado nada, mas neste dia foi diferente. Logo que saí eu falei:
– Vanessa, eu vi o que vocês estavam fazendo lá no mato
Ela ficou calada. Eu continuei:
– Sabe que se eu contar para sua mãe ela vai te matar né ?
Ela continuava calada.
Andei uns 3 kmts e parei no final da estradinha de terra, onde ela iria descer.
Ao parar eu falei: Espera vou te mostrar um vídeo.
Mostrei para ela meu celular e a filmagem que fiz.
– Tio, não conta para mainha não
– Eu não conto, mas quero fazer com você
Ela abaixou a cabeça e pensou alguns segundos. Eu passei minha mão na sua perninha. E fiz elogios.
– Vanessa, você é linda. Vem, senta aqui no colo do tio.
Ela se levantou e sentou no meu colo. Dei um beijo e fui levantando a camiseta dela. Logo ela estava só de bermuda. Chupei seus inexistentes peitinhos.
Coloquei a mão por dentro do short e notei que estava sem calcinha. Toquei de leve sua vagina e fui procurando o buraquinho. Ela nada dizia.
– Vanessa, você é uma delicia…
– Obrigado tio…
– Está gostando?
– Tô
Lentamente a deixei peladinha e coloquei meu dedo inteiro dentro da bocetinha dela. A safadinha não era mais virgem. Abaixei minha calça e coloquei-a de frente de mim, sentada no meu colo. Coloquei a cabeça do meu pau na xaninha dela e senti que estava entrou fácil. Ela soltou um gemido gostoso de ouvir.
Sem eu falar nada ela começou a calvagar no meu pau, feito uma putinha.
Que tesão eu senti. A menina magrinha, baixinha, criancinha e fodendo igual adulta.
Eu beijava sua boca, pescoço, peitinhos e chupa sua pequena língua.
Não demorou e gozei muito dentro dela.
Abracei-a e ficamos calados por uns 5 minutos. Eu sentia sua bocetinha se contraindo no meu pau. Sentia seu coração bater acelerado.
– Obrigado Vanessa, hoje foi o dia mais feliz da minha vida.
– Eu também gostei tio.
– Nossa… eu nunca senti este tesão todo.
Até que ela falou:
– Tio, vamos no córgo vou me lavar está escorrendo sua gala (córgo para quem não conhece este termo, é um pequeno riacho. E gala é o esperma).
– Onde fica este córgo ?
– É ali na picada (caminho no meio da vegetação).
– Será que não tem ninguém lá ?
– Tem não tio, eu sempre todo banho sozinha lá antes de ir para casa.
– Vamos sim.
Andamos uns 5 minutos e saímos da picada. Entramos pelo meio de vários arbustos e árvores, até chegar em um lindo riacho. A profundidade é pequena, algo como meio metro, e a largura apenas uns 2 metros. Água límpida, cristalina, pura e fria.
Sem nenhum pudor ou cerimônia, a Vanessa tirou a roupa e ficou ali peladinha.
– Vem tio, a água ta uma gostosura só
Olhei ao redor e não tinha nenhum sinal de ter ninguém por perto. Tirei a roupa e entrei com ela.
Ela me jogou água e eu joguei nela. A Vanessa ria e estava bem alegre.
Até que ela subiu em um tronco de árvore que estava caído ali. Ela subia e pulava na água.
Eu sentei dentro d’água e só olhava aquela delicia de menina ali peladinha.
Meu pau ficou duro novamente.
Cheguei perto dela e falei: Fica aqui em cima do tronco. Dei beijos na sua bocetinha. Meti a língua e chupei aquela delicia infantil.
Fiquei uns 5 minutos chupando e sentindo o sabor daquela menina. Ela gemia baixinho, e fazia carinhos nos meus cabelos.
– Você gosta de ser chupada amor ?
– Eu gosto
– Eu também. Você já chupou algum pinto ?
– Já
– Chupa o meu ?
– Chupo.
Fiquei de pé e ela se abaixou, ficou de joelhos na água. Senti sua boquinha engolir a cabeça do meu pau. Aquela água fria, com a boquinha dela quente, meu tesão foi a mil.
Gozei sem avisar. Foram vários jatos de porra dentro da boquinha dela.
Acho que ela engoliu uma parte, e depois lavou a boquinha na água do riacho.
Terminamos o banho, e ficamos pelados sentados em uma parte que tem grama.
Coloquei-a entre minhas pernas e a sequei com minha camiseta.
Abracei ela ainda peladinha e pedi:
– Vanessa, não conta nada para ninguém tá
– Eu num conto, mas o senhor não vai falar para mainha ?
– Eu não. E você não fala nada para as crianças lá na escola. Se alguém súber eu vou preso e perco meu emprego.
– Eu num conto nada tio.
– Amanhã na saída da escola eu vou te dar um presente
– Presente… o que o senhor vai me dar ?
– É surpresa meu amor. Não conta nada para ninguém que você vai ganhar muitas coisas.
O que fizemos virou rotina entre eu e a Vanessa. Começamos a sair todos os dias.
Combinamos que ela ia a pé com as outras crianças, até ficar sozinha, e depois ela sentava na beira da estrada até eu chegar.
Começamos a namorar escondido, como dois adultos no cio.
Metia fundo nela. Gozava dentro sem preocupação alguma, afinal com 8 anos ela nem tem menstruação. A menina gosta de transar.
Conversamos sobre isto, e ela foi aos poucos falando sobre sua vida. Perdeu o “cabaço” (como ela diz), com 7 anos com um namorado da mãe. A mãe ficou sabendo e ainda bateu na filha.
Depois disto como ela diz: “pegou gosto”.