O Melhor Amigo do Homem 3

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Karla tem uma amiga que mora na mesma rua que ela, Fátima, uma baixinha gostosa, mais ou menos 1,65m, 34 anos, mãe de um casal de filhos, uma garota de 15 e um garoto de 13 anos. Um corpo cheinho mais bonito, com umas pernas torneadas e grossas, seios volumosos mais duros com bicos grossos e uma bunda durinha e grande.
É casada com um cara que viaja muito, é chefe na área de manutenção de uma indústria da nossa região e dar cobertura nas filiais.
Eu não tinha intimidades com eles mais já tínhamos nos cruzados em festinhas na casa do Fernando e da Karla.
Estou trabalhando num dia bastante cheio quando recebo uma ligação de Karla, e para ela eu paro tudo para atender.
– bom dia Paulo!
– bom dia Karlinha, tudo bom com você?
– tudo, deixa te falar uma coisa, estou com uma amiga com um problema igual o que eu tinha com o barão!
– ensina ela como fazer, ajuda ela!
– já falei com ela, conversamos bastante sobre o assunto e falei até como você me ajudou.
– você é louca! Falou do nosso relacionamento?
– isso não, só falei que você me ajudou com o barão, ela sabe que confio em você, ela sabe que já namoramos antes de eu casar com o Fernando.
– ela pensa que nem eu, não quer colocar o Zeus para cruzar, tem medo que ele pegue alguma doença. Ela ficou até pensando em fazer mais o cachorro é muito grande e pesado.
O cachorro é um rottweiler de três anos e eu não conheço o cachorro, mais já fiquei com o maior tesão, tinha que aproveitar a oportunidade
– porquê você não vai lá com ela e ajuda?
– ele é grandão e pesado, só um homem para segurar, e ela não tem ninguém de confiança para pedir isso.
– e qual sua sugestão para ajudá-la?
– eu queria que você nos ajudasse!
– mais eu não conheço o cachorro!
– não tem problema, ele é uma criança grande, é mansinho! você sabe lidar com eles, ele não vai estranhar você!
Eu já de pau duro e deslumbrante comer mais uma com ajuda de um cachorro, isso estava ficando bom, mais não poderia deixar transparecer, até porque não podia demostrar para a Karla que estava gostando da ideia, e correr o risco de perde-la.
– mais amor, você que mesmo que eu ajude ela nessa tarefa? Você não vai ficar com raiva de mim depois?
– porquê essa pergunta?… você vai só ajuda-la, ou você quer ela também?
Aí a coisa complicou para o meu lado, como fazer.
– claro que não, eu só vou ajudar porque você está pedindo, o meu negócio é com você.
– tá bom! Vem aqui em casa hoje à tarde, vou chama-la aqui para conversarmos, passa aqui umas três horas e toma um café comigo.
– tá bom linda, estarei aí com vocês, mais saiba que é só por você!
Já não consegui trabalhar mais pensando em tudo o que estava por vim.
Cheguei de propósito umas três e meia, não podia demonstrar a minha ansiedade.
Karla estava linda como sempre, me comprimentou com dois beijinhos no rosto, não podíamos demonstrar o que sentimos um pelo outro, entramos na casa, e Fátima demonstrava um misto de ansiedade, nervosismo é constrangimento, não podia ser diferente.
Karla- Paulo, essa é a minha amiga Fátima!
Fátima- oi Paulo! Tudo bem com você?
Eu- já dando dois beijinhos no seu rosto e sentindo o cheiro de um perfume gostoso e o cabelo úmido denunciando um banho recente, tudo bem Fátima e você?
Fátima,- tudo bem, só muito nervosa!
Eu- não fique não, o que eu poder ajudar conte comigo, a Karla já me falou a respeito do que está acontecendo.
Mais o Hambiente estava meio tenso com ela nervosa e agitada, sinceramente, nem eu sabia como abordar o assunto.
Mais Karla sabiamente quebra o gelo.
Vamos tomar um cafezinho, foi eu mesma que preparei.
Eu- deve estar muito gostoso, é uma honra tomar um café preparado por você, só o Fernando tem esse privilégio!
Percebi que a empregada não estava, já tinha saído, só estava nós três.
Sentamos à mesa, eu numa cabeceira, Karla na outra é Fátima no meio. Ai que tive a oportunidade de observar melhor aquela mulher, uma gordelicia, cabelos pretos abaixo dos ombros, estava com uma saia jeans mostrando um belo par de coxas, uma blusa fina que deixava ver o sutiã moldurando uns seios fartos mais firmes, um sorriso gostoso saindo de uma boca de dentes alvos e bem tratados com uns lábios carnudos e olhos castanho escuro de brilho cativante.
Tomamos um café gostoso que ajudou a descontrair.
Sentamos no sofá, com Karla ao meu lado e Fátima na nossa frente, que ao sentar proporcionou a visão de sua calcinha branca, quem não gostou muito foi Karla que me olhou diretamente em meus olhos, mais eu adorei o que vi, confesso que sou tarado em ver uma calcinha por baixo de uma saia .
As mulheres não sabem o poder de sedução que elas possuem, mostrando discretamente a calcinha por baixo da saia😀😀😀
Fui direto ao assunto, Fátima a Karla me falou que seu cachorro está no cio e você não quer colocar ele para cruzar com uma cadela! É da natureza dele!
– É, mais ele é um crianção, imagina se vai ter contato com qualquer cadela que não sei como é cuidada, e se pegar doença?…como fica?
– e seu marido como ver isso dele está no cio?
– ele não liga não! Quase nem para, eu e os meninos que cuidamos dele, tadinho, minha filha nem pode sentar ao chão que ele quer montar nela, imagina isso!
karla- mais é assim mesmo, eles ficam doidos, o barão chegou até a molhar minha perna! Todos rimos.
Eu- você tem coragem de fazer o que a Karla te falou?
Fátima- sabe, depois que ela me falou o que ela fez para ajudar o barão, a princípio, fiquei achando que era loucura tudo isso, mais ela me mostrou o vídeo que você mostrou para ela, eu passei a noite quase toda vendo na internet, meu marido está viajando, imagina como fiquei, precisei até tomar um banho gelado para acalmar 😀😀😀😀 tem mulher que faz até com cavalo, isso eu não tenho coragem, mais com o Zeus eu resolvi topar, ele eu conheço e não vai me machucar.
Eu- então você está disposta a ajudar o Zeus sem problemas?
Ela- estou, gosto muito dele! Faço qualquer sacrifício!… você me ajuda?
Eu já de pau duro, como não atender aquele pedido e ainda mais com aquela calcinha na minha frente, suas pernas não permitiam esconder.
Eu- posso ver o Zeus?
Ela- vamos lá em casa, os meninos estão para a aula.
Sabia que tinha que ir devagar, não poderia dar bandeira, fui ao banheiro disse que iria fazer xixi, mais claro que a intenção era ajeitar a caceta que estava babando com tudo aquilo.
Chegamos na casa dela, o cachorro era realmente muito grande, ela trouxe pela guia e me deu, para o meu alívio era realmente manso, fez festa com ela e com a Karla que já lhe conhecia. Brinquei com ele passando a mão na cabeça e dorso, fazendo carinho mesmo.
Marcamos para o outro dia, ela iria dispensar a empregada e os meninos estariam para a aula. Me despedi dando os beijinhos no seu rosto.
Chegamos na casa de Karla e ela foi logo dizendo: – não gostei nada dela ter ficado mostrando a calcinha para você.
Eu- se for para ficar assim, vamos parar por aqui, não quero ter atrito com você por isso, foi você que me pediu para ajudar.
Ela já veio me beijando e pedindo desculpas que era bobagem dela. Eu estava de pau durissimo com tudo aquilo, já fui chupando aquela boca gostosa, fui descendo pelo pescoço cheiroso, com pequenos beijos e lambidas deixando ela toda arrepiada.
Tirei sua blusa desnudando seus seios de bicos pontudos e durinhos exitada, chupei os bicos, dando pequenas mordidas deixando cada vez mais duros. Ela só gemia baixinho segurando minha cabeça totalmente entregue.
Joguei ela no sofá e retirei sua bermuda jeans, ficou com a calcinha de renda vermelha com lacinho de fitilho no cós, fui descendo e beijando sua barriga de pelos eriçados até chegar aquela peça que escondia uma bucetinha carnuda e lizinha, parecia de um bebê, sem nenhum pelo.
Fui retirando com cuidado como se fosse ser desvendado um grande tesouro, tirei pelos tornozelos e levei ao nariz sentido aquele aroma de fêmea no cio, com o Fundinho úmido e melecado com seu sumo do amor.
Abri aquela fruta fofinha e gostosa passando a língua de baixo para cima até encontrar a pérola daquela ostra, chupei até sentir durinho entre meus lábios, meti a língua o mais fundo que pudi colhendo aquele néctar das profundezas do seu corpo, ela soluçava, chorava, gozava .
Colei minha boca a dela e fui introduzindo a pica lentamente, sentido cada pedacinho da sua gruta suculenta e apertada, que sugava o meu pau como uma criança chupando uma chupeta.
Bombei cadenciado, tirava até a cabeça e empurrava com força, brinquei com aquela jóia por um bom tempo, ela gozava sem parar. Lhe virei colocando de quatro na beira do sofá apoiada no encosto e meti novamente em sua gruta para lubrificar em seu próprio liquido, parecia que estava mais apartada, mais minha intenção era outra, encostei a cabeça da pica naquele cuzinho gostoso que tanto conhecia, aquela delícia, não sei porque o marido não tinha interesse de comer, empurrou a cabeça e parei, ela como sempre reclamou da invasão mais não mexeu nenhum músculo para impedir, fui empurrando lentamente até encostar na sua bunda e sentir o saco na abertura da buceta como se quisesse chupar. Fui tirando e colocando cada vez com mais velocidade e violência, jogava ela de encontro ao encosto do sofá.
Já não aguentava mais segurar a vontade de encher seu cuzinho de porra, acelerei e com um urro como um animal ferido empurrei até não entrar mais é gozei, Gozei litros, fiquei até a respiração voltar ao normal, não queria sair daquele buraco quentinho e aconchegante que piscava mordendo o meu caralho, que foi amolecendo e saindo por conta própria.
Sentei ofegante ao seu lado que deitou no meu colo na posição fetal.
Dei um beijinho na sua boca e sai fechado a porta na minha costa deixando ela dormindo.
No outro dia fui até o escritório, passei algumas coordenadas para a secretária e fui até ao shopping para distrair, não conseguia concentração para trabalhar, sorte que sou o meu próprio chefe😀
Na hora marcada cheguei na casa de Karla, nos comprimentos com um beijo gosto e fomos encontrar Fátima que já tinha ligado mais de uma vez para a Karla ansiosa
Ela nos atendeu nervosa, não era para menos, era a primeira vez dela. Estava linda a fofinha, de banho tomado com o mesmo perfume do dia anterior com uma saia larga até os joelhos e botões grande na frente, uma blusa de alça sem sutiã, mostrava uns seios volumosos e duros como se tivesse colocado silicone, coisas linda para uma mãe de dois filhos e sua idade, os bicos demonstravam exitação.
Após os comprimentos, pedi a Karla que lhe ajudasse com o que seria necessário para tornar o ato mais agradável para ela, e claro, afastala de mim para não fazer uma besteira antes do tempo.
Alguns minutos depois elas me aparecem na sala trazendo o Zeus pela coleira, as meias do marido dela e uma manta grossa.
O cachorro já chegou fazendo festa estava animado, parece que adivinhava o presente que iria ganhar .
Karla sentou em uma poltrona ao lado, não se preocupou que a saia subiu deixando as coxas e a calcinha preta a mostra.
Minha pulsação estava a mil, o pau querendo rasgar a cueca e a bermuda juntas
Coloquei a manta no chão, as meias nas patas do Zeus e mandei ela ficar de quatro em cima da manta. Sua bundona empinou. Tremulo fui levantando a saia até ficar toda nas costas, uma calcinha linda de rendas apareceu, rosa, pequena mais discreta que cobria parte de sua bunda onde podia se ver a marca de sol de um biquíni pequeno mais não fio dental.
Fui tirando aquela peça e desnudando um tesouro escondido, um cuzinho roxinho que denunciava que alguma coisa já tinha invadido ali, uma boceta gorda, grande e o mais incrível, os lábios fechados como se nada tivesse entrado ali, seus lábios grossos estavam unidos deixava apenas um carocinho na parte de cima aparecendo, uma tira de pelos bem aparados cobrindo os lábios, um conjunto de deixar qualquer um doido, eu já não aguentava mais aquele suplício sem nada fazer. Fui passando o dedo sentindo ir molhando devagar, o cachorro sentido o cheiro do pecado já queria vim para cima, mais eu tinha que aproveitar mais, colei a boca naquele gordinha como se quisesse dar um beijo de língua, ela reagiu contraindo e olhando para trás, a Karla estava escancarada com uma mão dentro da calcinha e a outra alisava os seios, e eu aproveitei chupando e bebendo seu liquido viscoso e com um gostoso encantador até sentir que ela gozou denunciando com um suspiro longo e um aiiiiiiiiiiiiii.
Tinha que dar a vez para o meu amigo Zeus, afinal tudo aquilo estava acontecendo por causa dele. Puxei pela coleira e fiz montar, desajeitado não consegui achar o caminho, deu umas lambidas na buceta e cu juntos e montou novamente, desta vez eu ajudei, peguei seu pau grosso e grande, deveria ter uns vinte centímetros cheio de veias finas, não salientes. Bombou e quando achou o caminho eu soltei e ele acelerou as metidas e ela reagiu com ais seguidos.
Ele grudou as patas nos vazios de Fátima e segurou dentro, ela começou a falar que estava sendo arrombada por alguma coisa muito grossa, era o nó entrando.
Pedi calma que ela iria suportar, era assim mesmo, ela falou que estava crescendo muito não iria aguentar, mais ele já estava engatado, comecei a fazer carinho em seu rosto que escorria lágrimas, e ela foi acalmando, e ele só babando em suas costas com a língua pendendo para o lado, estava no paraíso canino😀
Continuei acariciando seu rosto falei para ficar calma que iria ajeitar o Zeus para sair das suas costas o peso, fui virando o animal devagar, ela reclamou de dor mais logo que ele ficou com a bunda colada na dela parou de reclamar.
Karla se aproximou para ver de perto a acoplada do cachorro, ficando aparecendo só aquele tronco grosso por baixo do rabo.
Voltei para a minha posição de fazer carinho no rosto de Fátima, que aos poucos começou a alisar o meu pau por cima da bermuda, abri o zíper liberando o guerreiro na sua cara que não se fez de rogada e abocanhou sugando gostoso, colocando todo na boca, fiquei alisando os bicos dos seios e torcendo com carinho, Karla veio e para minha surpresa me deu um beijo, denunciando nosso envolvimento enquanto Fátima mamava e Zeus curtia o seu momento magico. Gozei, enchendo a boca da Fátima de porra que bebeu tudo.
Não sei quanto tempo durou tudo aquilo, quando o Zeus grunhindo começou a puxar fazendo a Fátima reclamou que iria ser rasgada, mais uma vez pedi calma e lhe segurei e o cachorro depois de fazer força, desengatou o cacete que parecia mais grosso ainda, saiu pingando, e da boceta de Fátima saia porra do animal com filet de sangue sujando a manta, o cachorro deu umas lambidas nela como agradecendo e foi deitar se lambendo.
Puxei Fátima para deitar em meu colo e Karla me abraçou sentando ao meu lado e me dando um novo beijo.

Ficou um pouco grande, mais não gosto de dividir o conto, acho que perde a graça
Se gostaram eu continuo a contar novas aventuras com as duas e seus ou melhor nossos amiguinhos.