Enteada Carente

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Mulher que é mãe e tem filho (a), tem muita dificuldade para achar o homem certo, pois passa a pensar em um homem q seja bom não apenas para a mulher, mas para os filhos tbm. Eu tinha 17 quando conheci Karen, q era bem mais velha q eu com 28. No começo ela me esnobava dizendo q não queria cuidar de um garotinho, pois já tinha uma filha pra cuidar, talvez pensasse q eu era mais um daqueles q só querem comer uma MILF e sair fora. Mas eu era tão insistente q ela acabou cedendo. O tempo foi passando e tivemos relação sexual, e ela passou a ter mais confiança em mim. Assim depois q fiz 18, assumimos namoro, quem não gostou foi sua filha, q tinha 11 anos, (eu era muito jovem para ser padrasto de uma garota de 11). Eu já trabalhava como autônomo, e estava tentando montar uma loja. Os anos foram passando, certa vez eu chamei Lucia de filha, ela me xingou muito, eu tinha uma boa relação com ela, mas ela não me aceitava como pai, o q acho normal pra qualquer criança q perdeu o pai e não quer substituto.
Os anos foram passando e me casei com Karen, tivemos 1 semana pra nossa lua de mel. Logo ela estava com 34, eu com 23 e Lucia agora com 16, tão linda quanto sua mãe dela. Nossa relação melhorou muito com o passar do tempo, agíamos como pai e filha, mas nunca mais ousei chama-la de filha. Karen às vezes se sentia insegura, dizendo q iria ficar velha muito mais rápido q eu, e tinha medo q eu largasse ela, eu respondia q ela tinha sorte de ter um rapaz mais jovem q a amava muito e tinha muito fogo por ela. Mas nem toda felicidade dura tanto, 1 ano de casado e minha esposa adoece e morre. Lucia ficou arrasada, (obvio q eu tbm, mas procurava me controlar, sem muito sucesso). A todo o momento ela me abraçava chorando, pois agora não tinha pai nem mãe, apenas eu, um cara apenas 7 anos mais velho q ela. Eu estava disposto a fazer td ao meu alcance por ela, mas confesso q eu tbm estava me sentindo perdido. Fomos para casa, e depois de muitos choros e abraços, dormimos no sofá da sala mesmo (sofá era muito grande, e virava cama, mas eu estava sentado mesmo e ela com a cabeça em meu colo). Não abri a loja no dia seguinte, resolvi colocar os sentimentos em ordem (muito difícil), e a cabeça, pra saber o q fazer. À noite fui dormir, e Lucia aparece em meu quarto.
– Lê, posso dormir aqui essa noite – disse ela com o rosto triste, (Chamo-me Leandro, e ela sempre me chamou de “tio, ou Le”). Como eu sempre durmo de cueca e um lençol por cima, pedi-lhe um tempo para vestir um shorts e ela poderia entrar.
E mais uma noite se passou com muito choro e abraço de conforto, isto virou rotina, e Lucia passou a dormir em meu quarto todas as noites, sempre abraçados, de frente um para o outro, às vezes de conchinha, outras vezes cmg de barriga pra cima e ela com a mão e a perna sobre mim. Com isso, fomos criando mais intimidade, e notei q ela não me chamava mais de tio. Certa vez, cheguei em casa e a peguei chorando, pensei q era por causa de sua mãe, mas não era somente isto, ela estava com medo q eu a abandonasse, pois não éramos parentes, e ela nunca me considerou como pai. Abracei-a e disse varias vezes q jamais faria algo assim, q ela era importante demais pra abandona-la, e mesmo não sendo minha filha, pra mim ainda era da minha família. Nas noites seguintes foi difícil dormir devido ao calor q fazia, ate q chegamos a decisão de ficar mais a vontade, e dormimos de roupas intimas, eu apenas de cueca box, e ela de regata e calcinha. Tentei não olhar, mas acabei olhando, e pela primeira vez eu a vi com desejo. Foi extremamente difícil me controlar, e felizmente ela não percebeu, pois me abraçou e eu estava de barriga pra cima.
Ela já havia me visto duro algumas vezes de manha, e eu sempre me desculpava, e ela não ligava, pois já sabia q homem acorda duro assim sem motivo algum muitas vezes. E dessa vez não foi diferente, acordei duro, mas era de desejo. Ela percebeu minha ereção e me desculpei como sempre faço porem com mais vergonha, pois dessa vez estava apenas de roupa intima, e notei q ela olhava mais q o normal. Depois disso, criamos ainda mais intimidade, e dormíamos sempre a vontade, e andávamos como queríamos pela casa, o problema e q agora eu acordava duro todas as manhas sem falta. E ela já estava tirando sarro de mim, já fazia alguns meses q eu estava viúvo, alguns meses na seca, e não queria investir em Lucia, pois achava totalmente errado, sendo q ainda amava a mãe dela. Às vezes perguntava dos namoradinhos dela, ela sempre me disse q o único q ela gostava, não tinha interesse nela, falei q o cara devia ser viado, pois ela era linda, ela riu e disse q tem certeza q o cara não era, mas apenas não a via como uma mulher pra ele. E assim continuamos por mais alguns meses, ate q ela começou a trabalhar junto cmg na loja, Lucia estava com quase 18 e me ajudava muito na loja. Um dia uma cliente começou a me dar bola e como era muito atraente e simpática tbm flertei com ela, quem não gostou da situação foi a Lucia, q pela primeira vez tivemos uma briga, eu tinha minhas necessidades, mas sabia q ela não queria q eu achasse uma substituta pra mãe dela, além de saber q ela tinha medo q eu a abandonasse.
A noite aconteceu algo diferente, ela q sempre dormia de calcinha e regata, dessa vez estava de calcinha e sutiã (achei estranho, pois ela sempre me disse q apertava e se sentia sufocada). Mas deitamos e fomos dormir, no meio da noite acordo com um abraço dela, eu de barriga pra cima, ela com o braço esquerdo sobre meu peito, e perna esquerda sobre minha cintura sua panturrilha tocava meu pau, mas o q me chamou a atenção foi q senti seu peito tocar o meu, e ela não parecia usar sutiã, então abri meus olhos e mesmo na escuridão com pouca luz q entrava pela janela, eu vi seus seios. Eram lindos, redondos e os mamilos quase da mesma cor da pele (entre morena e branca), pareciam bem empinadinhos e ter o mesmo tamanho da minha mão. Fui imaginando coisas e antes de perceber já estava duro dnv. Ela já estava acostumada as minhas ereções, mas quando sentiu ele duro em sua perna q estava sobre mim, tentou me abraçar mais. Eu permanecia imóvel, e quando me dei conta ela estava com quase todo seu corpo em cima do meu, e aos poucos subindo mais, ate q se deitou sobre mim.
Eu queria a repreender, mas permanecia calado, então fiz cafune e ela começou a se esfregar em cima de mim, esfregava sua calcinha sobre meu pau. Então resolvi repreender, e disse q não devíamos, pois ela era minha enteada. E recebi o olhar mais frio q já vi, um olhar com raiva.
– Não sou sua enteada, vc eh meu pai! – indagou ela, me olhando brava.
– Achei q vc não gostava q te chamasse de filha – respondi, e ela sempre se esfregando e eu sem reação, apesar de estar feliz com o q ela me disse, tbm estava nervoso com o q estava acontecendo.
– Faz tempo q quero te ouvir me chamar de filha! – disse ela agora um pouco mais calma.
– Td bem filha, mas não devemos fazer isso.
– So mais um pouquinho pai! – disse ela, enquanto beijava meu pescoço.
Eu queria parar aquilo, mas não fazia nada e permanecia imóvel. Ate q ela pegou minha mão e me fez a abraçar, ela ainda se esfregando, diz em meu ouvido: “estou gozando papai”. Essa frase me arrepiou inteiro, ela gemeu bem perto de meu ouvido e após gozar pegou no sono. Eu quase não dormi de tesão, mas me mantive sem fazer nada. No dia seguinte, me masturbei algumas vezes, e o ocorrido não saia de minha mente, eu sempre olhava a Lucia (q estava cantarolando o dia todo de felicidade). A noite ela veio dormir com uma lingerie bem sexy, e ao perguntar o pq da lingerie, ela me disse q o rapaz q ela gosta demonstrou interesse nela (então entendi q anteriormente ela tinha falado de mim. Fomos dormir, e mal tínhamos deitado e fiquei duro, então ela ao perceber já veio novamente pra cima de mim. Eu mantive a voz firme e falei pra ela q não devíamos, ela apenas respondeu: “não estamos fazendo nada papai”. Eu não sabia o q responder, ela estava me deixando sem reação dnv, começava a me questionar se eu queria aquilo. Então ela sai de cima e tira a calcinha: “o q vc esta fazendo” eu perguntei. “so estou com muito calor” ela reponde, e senta em meu colo e se deita novamente sobre meu peito, completamente nua. Minha cueca box tem dois panos na parte da frente, que se puxar cada um pra um lado da pra tirar o pau pra fora, e assim ela pegou e tirou meu pau da cueca. A todo momento eu a repreendia verbalmente, mas não fazia nada pra impedir q ela prosseguisse.
– Papai, me deixa rebolar na cabecinha? Prometo colocar so a cabecinha! – ela me pede, e eu deixo dizendo q era pra ser so a cabeça (e pensava, q merda eu to tentando fazer?).
E assim ela fez, colocou a cabeça de meu pau (duro) em sua bucetinha (super molhada). E começou a rebolar, ela ia rebolando descontroladamente, mesmo sem penetrar e meter, eu delirava. Quando me dei conta, ela estava rebolando com metade de meu pau dentro, e voltou somente a cabeça, quando eu disse q não podia. Ela gemia e beijava meu pescoço, eu me arrepiava e pensava o q essa garota esta fazendo cmg, me deixando louco, sem pensar direito.
– Vc sabe q eu queria essa cabecinha aqui dentro não sabe? – disse ela ao descer e me fazer penetrar sua bucetinha inteira, eu soltei um gemido ao sentir minhas bolas em sua bundinha. – pena q a gente não pode – continuou e voltou apenas na entrada da bucetinha.
– Isso mesmo a gente não pode filha! – falei tentando me mante firme, mas sabendo q já estava td perdido. Nos dois fazíamos jogo duro com as palavras e fingíamos q não estava acontecendo nada de mais. (acho q pra não pesar na consciência)
– Mas seria tão bom eu colocar ele inteiro la dentro! – novamente ela engole meu pau com a buceta – eu poderia dar umas reboladinhas mais gostosas – ela continua falando e fazendo o q gostaria de fazer.
– Pois eh, pena q não pode ne filha? – ela sobe ate a entrada dnv.
E sempre rebolando, ate q ela finalmente para de rebolar, ela e eu respirando ofegante, mas era obvio q não tínhamos coragem de prosseguir sem esse “joguinho” em q estávamos. Ela me olha e diz beijando meu rosto e pescoço: “Papai, posso beijar seu peito e dormir aqui por cima?”. Eu concordei, e meu coração disparado, batia forte, ela beijando meu pescoço foi descendo pra beijar meu peito, e conforme descia seu corpo, mais meu pau entrava em sua bucetinha e quando estava na metade falei: “não”.
– Pq? Se apenas estou lhe dando um beijo de boa noite! – continuou ela, e eu fiquei quieto – eh apenas uma filha mostrando o quanto ama seu pai – nesse momento, meu pau estava inteiro dentro dela.
Ela permaneceu imóvel, parou de me beijar e apoiou o rosto sobre meu peito, não demorou a dizer q estava com o coração disparado. Ficamos assim alguns poucos minutos, em silencio e ela não se movia, mesmo com meu pau dentro dela, eu já estava a abraçando. Fingi me ajeitar um pouco, so pra fazer um rápido movimento de vai e vem, e dois minutos depois, fui tirando meu pau dela q apenas disse pra não tirar. Eu pretendia colocar de volta, eu tentei resistir mentalmente, mas sabia q não iria conseguir e eu tbm queria prosseguir, então tao lento quanto conseguia fui penetrando, e me movendo. Comecei a comer ela bem devagar, ela apenas gemeu, e disse: “q gostoso papai, quero dormir assim todo dia”. Isto me deixou louco, eu já estava abraçando ela, e comecei a apalpar sua bunda e peitos.
Então apenas pensei “foda-se”, e a agarrei colocando-a por baixo (papai e mamãe), e comecei a chupar aqueles seios lindos q havia desejado na noite anterior, cabiam perfeitamente em minha mão, parecia ser feito por medida. Fui descendo e chupei sua bucetinha, penetrando com o dedo, doce e amarga, extremamente molhada e muito gostosa. Posicionei-me, e voltei a penetra-la, ela era muito apertadinha, não era virgem afinal já teve alguns namoradinhos tempos atrás. Deitei sobre ela e a beijei, nosso primeiro beijo (sexo primeiro, beijo depois rs). Ela gemia muito gostoso, um gemido tímido e doce, daquele q a gente não enjoa e sempre quer ouvir mais, ate q ela gozou e gemeu ainda mais gostoso. Então a coloquei de ladinho e continuamos a fazer sexo, logico q eu já não aguentava mais depois de tanta provocação e gozei logo depois em sua bunda.
Após nos limpar fomos dormir, e eu acordei duro dnv, dessa vez a peguei de 4 ate ela gozar, depois ela voltou a me cavalgar (segundo ela sua posição favorita, pois gozou muito rápido), nisso acabei gozando ao sentir sua bucetinha apertar enquanto ela gozava, tomamos banho juntos, e a peguei de pé no chuveiro. Nesse dia abrimos a loja uma hora atrasados, e hoje vivemos como um casal, ela prefere q eu a chame de filha ou Amor. Agora o velho na relação sou eu, mas vivo feliz com ela, mesmo com a sdd de sua mãe q ambos sentimos.
Diferente da maioria dos contos, não comi o cuzinho dela (apenas da mãe), mas estou na esperança q ela me de em comemoração ao meu aniversario q esta chegando e estamos planejando algo pra passar um dia juntos.