A Crente e a Tentação na P… do Filho

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Dulcilene, aquela devota frequentadora da Igreja da Graça Poligonal, arrumava o quarto de seu único filho, Davi. Um adolescente de 15 anos que se encontrava dormindo naquele exato momento. Ela passa o espanador ‘aqui e ali’, tira uma coisa e outra do lugar, se abaixa para limpar outras em lugares mais difíceis; até que ao olhar para o garoto que tranquilamente dormia descoberto, trajando um leve pijama de seda, nota que o mesmo está com uma ‘súbita’ ereção. Ela se espanta chegando para atrás e colocando a mão na boca. -Misericórdia! Ela exclama baixinho. Ela ao ver a ‘jeba’ de seu filho, se admira com o tamanho e por não se dar conta de que o tempo havia passado e que aquele menino já estava se tornando um homem. Mas algo estranho também começava a acontecer. Ela não consegue tirar os olhos daquele ‘volume’ que se fazia naquele fino shorts de seda. E de repente, aquela crente começa a emitir pequenos gemidos, lamber e mordiscar os lábios e tomada por uma louca excitação, começa a alisar o próprio corpo sob aquele avental e saia jeans que trajava. Dulcilene, aquela morena maravilhosa, perto dos seus 40 anos, de alguns traços indígenas, cabelos negros, longos e ondulados, seios, coxas e bunda, tudo ‘FARTO’ e delicicioso; se encontrava separada de seu marido, Peixoto, e Davi morava com ela, sendo assim o único ‘homem’ da casa e na vida de Dulcilene desde então. E ela em sua louca excitação, quando já iria iniciar uma masturbação com o cabo do espanador, olhando para o prórprio filho, de repente cai em si. -Ô Jeová, o que que eu tô fazendo…?! Ela desconcertada e aflita diz olhando para cima. Ela rapidamente se apressa em cobrir o filho com o edredon e rapidamente sai dali. Ela não sabe o que havia dado nela. Talvez sejam suas orações que não estão com tanta firmeza quanto deveriam ou mesmo o fato de ela estar separada há um bom tempo e o seu único contato com homens é durante os frequentes e atrevidos ‘sarros’ que o seu quase um metro e meio de bunda tomam nos coletivos que ela pega para ir a igreja. Em seu quarto ajoelhada à beira de sua hoje mais espaçosa do que nunca, ‘King Size’, chorosa e com muita vergonha, ela se põe a orar para o seu Deus, pedindo que se afastem tais pensamentos pecaminosos. Os dias se passam e Dulcilene até que consegue conter essa sua nova e tão promíscua tara pelo seu próprio filho. Ela se aconselha com o pastor de sua nova igreja, que parecia bem respeitoso em relação aos outros. Dulcilene vivia trocando de igreja devido aos vários e mais descarados assédios que sofria por parte de seus dirigentesdirigentes. Muitos não resistiam e se aproveitavam para pegar ou passar a mão ‘aqui ou ali’ quando Dulcilene se aproximava dos mesmos seja para pedir algum aconselhamento ou fazer qualquer trabalho que fosse na igreja. Até que Davi arruma mais uma namoradinha. A garota se mostra meiga, simpática de boa família; até crentes eles também eram e isso era o ideal dentro das concepções da beata Dulcilene. Mas estranhamente, Dulcilene começa a implicar com o namoro do filho. Essa já era a sua terceira namorada. A primeira era uma frequentadora da igreja de Nossa Senhora do Parangolé, de uma outra determinação e isso não daria nada certo conforme Dulcilene argumentava ou pregava, a penúltima era a filha de uma mãe de santo conhecida como mãe Melissa do Capiroto, o que também seria totalmente inaceitável para o fervoroso fanatismo religioso daquela varoa. Essa última parecia a melhor de todas pelo fato de também vir de uma familia crente, mas Dulcilene estranhamente começa a se intrometer entre os dois, não os deixando namorar em paz e até vários defeitos ela começa a ver na garota. Ela estava com ciúme do filho. Mas um ciúme fora do que seria o normal de uma mãe para com o seu filho. Aquele ciúme que Dulcilene sentia era de ‘mulher’! E Dulcilene tanto peleja, tanto ‘pega no pé’, até que finalmente consegue, separar os dois, para a tristeza de Davi. Este fica por vários dias chateado e emburrado com a mãe, lhe fazendo algumas malcriações e não querendo assunto com a mesma. Num desses dias, enquanto jogava video game em seu quarto deitado em sua cama(o fio do joystick era longo), Davi é surpreendido por sua meiga mamãe crente que não ligando para seu comportamento arredio, levara uma bandeja de lanches para o mesmo. Ele a príncipio a ignora, mas se mantendo carinhosa, Dulcilene se aproxima mais do mesmo e começa a fazer-lhe estranhos carinhos que a príncipio pareciam ser comuns de mãe para filho, mas aquela tara escondida que Dulce nutria por seu proprio ‘filhote’, se arpoveitava daquele instante para vir à tona. E nesses ‘carinhos’ que começavam por Dulcilene alisando o peitinho do muleque sob sua camisa, a mesma sem notar, impulsivamente mordiscando os proprios lábios já começava a ir além. O emburrado Davi concentrado em seu jogo nem notava, mas quando, Dulce em sua loucura já estava se aproximando com sua mão da virilha do filho, o mesmo se assusta ao notar, chama a atenção da mãe que desconcertada logo cai em si e tentando disfarçar, gaguejando ela diz que estava limpando a barriga do garoto onde havia ‘caído’ farelo de pão. E em seguida ela rapidamente sai dali deixando o emburrado e agora cismado Davi com o seu jogo. Horas depois, ao se preparar para dormir, Dulcilene está mais uma vez ajoelhada a beira de sua King Size, pedindo perdão em oração por mais esse delize que cometera ao alisar o corpo de seu próprio filho. Chorosa, ela ora bastante envergonhada e ao término antes de se recolher, sente vontade e ir até o banheiro. Ao se aproximar da porta do cômodo pela fresta da mesma, que se encontrava encostada, ela se assusta ao se deparar com a chocante cena de seu filho se masturbando loucamente com uma de suas ‘calçolas’ pendurada e enrolada em seu pau. O muleque parecia alucinado. Talvez deva ter sido o fato de Dulcilene tê-lo alisado mais cedo ou os próprios hormônios do garoto se mostrando ativos e sendo capazes de não ‘perdoar’ nem mesmo as peças íntimas de sua própria mãe. Duclilene não sabe o que fazer, e álem de se chocar, também acaba se excitando com a cena e ali mesmo naquela porta inicia também a sua masturbação vendo o seu filho de costas para ela distraído se deliciando com a peça íntima de sua progenitora. Dulcilene faz cara de tarada e dá profundas ‘cutucadas’ com o seu dedo rodiando e socando o interior de sua ‘prexeca’. Não demora a sua recatada longa camisola branca começa a se ‘molhar’. Aquilo era mais forte do que aquela mulher religiosa. Seu prazer era inevitável. E quando Davi goza e já se prepara para sair dali colocando a calçola bege com a qual ele se masturbava de volta no cesto, Dulcilene rápidamente se recompõe e também sai dali sem que o filho perceba. Então o mesmo sai do banheiro e retorna para o quarto sem notar que sua mãe, da porta do quarto da mesma o espiava. E assim que ele entra no cômodo, ela corre para o banheiro à procura da calcinha e ao achá-la, excitada suspira revirando os olhos enquanto a flexiona contra a sua face, cheirando e lambendo os fundilhos onde seu filho gozou. Era mais forte do que ela! No dia seguinte ela está no sofá fazendo os seus trabalhinhos em tricô que ela vendia na igreja enquanto Davi se encontrava na escola. Ela fazia tais trabalhos além de ajudar somado a pensão que recebia do marido, para também suprimir ou desviar algum pensamento como aqueles que ela estava nutrindo pelo filho. Ela mantém a TV ligada, mas nem presta atenção. Davi e a cena da noite anterior não lhe saem da cabeça. É quando na TV passa um comercial de roupas onde aparessem jovens modelos de sunga posando com a mesma. Dulcilene não pode se conter e lambendo os beiços, louca ela sobe correndo as escadas indo em direção ao seu quarto onde chegando, ela corrre para o criado mudo onde junto com a Bíblia ela guardava o seu grande(no sentido da palavra) e delicioso segredo. Um imenso ‘consolo’ negro de duas cabeças, uma em cada ponta. Ela o pega, o beija levanta toda sua e saia e anágua em tule que vestia e de pé, próxima de sua cama King Size começa a ‘se fuder’ com aquele seu ‘brinquedo’. E ela segue enlouquecida tentando atochar cada centímetro daquele consolo que também possuia alguns ‘dentinhos’, o que deixava a masturbação mais gostosa para aquela solitária varoa. E já enfiando o consolo tanto na xota quanto na bunda ao mesmo tempo, a mesma já não se aguentando de prazer, se atira na cama onde dá prosseguimento a ‘foda particular’ que iniciara. Ela geme e até grita chamando por Davi ou mesmo pelo seu Deus; é quando ela começa a sentir que vai gozar e quando a pressão da prexeca já se prepara para deixar emanar todo o prazer em forma líquida de Dulcilene, Davi que havia sido liberado mais cedo da escola entra de repente naquele quarto, onde é simplesmente ‘banhado’ por um incrível jato torrencial de gozo que é expelido pelo xoxotão de Dulcilene que tomada pelo êxtase, nada pode fazer enquanto sua buceta ‘piscando’ parecia querer falar de tanto prazer. Davi que não tem tempo de se esquivar daquele ‘suco de xoxota’ que sua mãe expele sobre o seu uniforme, se indigna com aquela crente safada que ao tentar se recompor, corre atrás do filho para se desculpar, mas o mesmo não quer assunto, se fechando em seu quarto e deixando naquela porta aos prantos a arrependida Dulcilene batendo e chamando em vão pelo filho. E o mesmo um tanto enonjado seguia se livrando de seu uniforme todo gozado ele se mantém iracundo, mas com uma estranha curiosiadade que lhe bate repentinamente acaba cheirando o ‘gozo’ que sua mãe despejara em sua roupa. Era verdade que ele tinha lá alguma tara por sua mãe e que no dia anterior havia até gozado naquela calçola, mas na ‘psiqué pervertida’ daquele fedelho, a tara não era bem por Dulcilene, mas sim pelo fato da mesma ser a única e ‘deliciosa’ presença feminina em sua vida, e aquela cena com a qual ele se deparou era bizarra demais em seu entendimento, ainda mais por Dulce se tratar de uma religiosa e que o tanto doutrinou ao longo da vida. Depois daquele dia Davi resolve ir morar com o seu incrédulo pai e sua madrasta, e com isso Dulcilene tenta tocar sua vida. Ela até que com muita oração e aconselhamento de seu pastor, consegue superar, tanto a tristeza com a partida do filho quanto a pecaminosa tara que ela nutria pelo mesmo. Quando num belo dia ao voltar mais cedo do culto, ela estranha um barulho que vinha do até então vazio quarto do filho. Ela com cautela sobe, dando pequenos passos na escada e pelo corredor. E quando levemente abre a porta se surpreende com o filho jogando o seu vídeo game na cama. Ela se espanta, mas alegremente corre para os braços do mesmo que dentre outras coisas diz que teve problemas com a madrasta, mulher de Peixoto(seu pai) e que sua convivência com a mesma naquela casa não estava sendo possível. Dulcilene fica muito feliz, o abraçando e enchendo de beijos. E logo, ela se prontifica a preparar o lanche favorito do garoto. E na manhã seguinte, Dulcilene ainda feliz da vida com a volta de seu ‘filho pródigo’, cantarola os seus louvores favoritos enquanto lava a sua louça. Quando de repente, sorrateiramente, Davi vai se aproximando enquanto segue contemplando aquele traseirão de um metro e meio empinado e distraído; e sem querer saber, créu! Agarra aquela varoa por trás dando-lhe uma certeira encoxada de supetão. Ela se assusta e desconcertada, sem graça, ainda tenta argumentar com o filho que a pressiona em seus braços enquanto agarrado naquele rabo, cheira-lhe e chupa cangote -Q-que isso…filho…ah…ô jeová…é a mamãe…ai! Ela diz sem graça e gaguejano enquanto aquele muleque safado segue agarrado a ela pela cozinha afora enquanto ela inutilmente por já se entregar a sanha do filho pervertido, tentava se desvencilhar dos braços do mesmo. -Que foi, mamãe(smack)…não tá gostando…(smack)?! -Eu nunca me esqueci daquele dia(smack) -Eu sei que cê tá querendo…he he he!(smack) Davi dizia de forma bem safada, se referindo ao dia em que sua mãe sem querer lhe dera aquele ‘banho de gozo’, enquanto chupava e beijava o cangote da mesma. É quando já próximos da mesa, Davi deruba o que estava em cima da mesma, no chão, para em seguida debruçar sua imobilizada mãe, coisa que ao fazer, ele logo levanta a levíssima saia(reta) de seda, cor de abóbora com estampas de arabescos e barrada com babados que a mesma usava sob o avental, arranca-lhe a calçola ‘python’ e começa a chupar(lamber) aquele cuzão. -Ô meu filho…ugh…que cê tá fazendo…?! -Esse é o ânus da mamãe…ai! Ela suplicava ainda que quase entregue, enquanto a linguinha daquele muleque se perdia dentro daquela ‘abundância’. Dulcilene relutava por achar que já havia vencido a tara que nutria pelo filho, mas aquelas linguadas que ela tomava na ‘olhota’, já começavam a invevitavelmente excitá-la, e ali de cara contra a mesa revirando os olhos e mascando os lábios, ela já começa a afastar as bandas de seu bundão com as mãos para o muleque lambê-lo melhor. Um pouco de culpa ameaçava vir à tona, mas tal sentimento acabava suprimido pelo tesão e um certo e estranho ‘orgulho’ que Dulcilene sentia ao ver que havia colocado no mundo um ‘pequeno garanhão’ E nisso já vendo a entrega da mãe, empolgado, Davi já abaixa a bermuda coloca para fora a sua já duríssima e roliça ‘banana nanica’ e se preparando para enrabá-la, ele antes se debruça sobre a mesma, puxa o seu cabelo e em seu ouvido de uma forma bem cafajeste diz: -Era mentira…eu não voltei por que briguei com aquela vagabunda, não…eu voltei foi pra te enrabar mesmo, sua puta! Davi não resistira ao ‘borogodó em Cristo’ de sua própria mãe crente, que dominada ficava calada ao ouvir isso enquanto o garoto tem a pervertida ideia de pegar o óleo de cozinha que ainda estava naquela mesma mesa, besuntar todo o ‘panzarô’ de sua mãe e ao deixá-lo bem lambuzado e ‘lisinho’, antes de atochar aquele cuzão ele ainda fica ‘brincando’, esfregando ou deslizando o seu pau duro entre aquelas ‘frondosas’ nádegas empinadas daquela varoa. E em seguida se utilizando da mesma garrafinha de óleo, ele besunta sua caceta e força as primeiras entradas naquele cuzão, que ela mantinha com as bandas afastadas para facilitar a enrabada. -Isso…ughhh…come o cu dessa Jezebel…ai! -Me enraba, filho amado…ugh! Completamente ensandecida de prazer, Dulcilene grita enquanto o filho já pegava certo ritmo com a enrabada. Mas Davi era virgem, tudo o que ele sabia de mulher era o que via nas revistas playboy(que Dulcilene cansou de encontrar em suas faxinas), DVDs pornôs ou sites da internet. O religiosismo ou fanatismo de sua mãe, somado ao ciúme, nunca deram a ele a chance de ter qualquer experiência sexual que fosse, e com isso sua ‘fimose’ já começava a se ferir. E sentindo algumas dores, o muleque rapidamente tira o seu pau daquele bundão todo de sua mãe. E está já que enlouquecida por acabar de ter despertado seus antigos desejos de quando era uma garota de programa antes de aceitar Jesus, insaciável, se levanta e um tanto contrariada e demonstrando certo descontentamento, diz enquanto pega o muleque pela gola da camisa: -Ué, já acabou…?! E enquanto dá-lhe um safanão completa em tom de fúria: -Você vai contrairiar sua mãe…?! -Eu quero mais dessa vara abençoada, anda! O muleque desconcertado e já sem saber se daria conta, dá um pouco para atrás, tentando se desvencilhar, quando Dulcilene rapidamente se abaixa e segue chupando o pau do mesmo, cozinha afora. Chup-chup-chup-chup…as chupadas são fortes profundas, ‘babentas’ e com altos ‘estalidos’. Davi já começa a se desesperar com a gula da mãe que parecia querer devorar sua ‘banana nanica’. E sem ter como fugir, ele acaba se entregando mais a sanha daquela louca ‘evangélica tarada’. É quando esta, se lembrando de uma garrafa de mel que se encontrava no móvel, rapidamente corre para pegar a mesma, deixando o muleque encostado na parede com sua cacetinha impulsivamente pulsando. E ao voltar ela besunta-lhe o pau com o mel e com o mesmo mais saboroso retoma as chupadas eles já estão no chão, onde Davi com as forças que lhe restava socava com aquele xoxotão de onde há 15 anos atrás ele saiu. -Tá gostando, né…?! -Por isso você implicava tanto com minhas minas…pra me ter só pra você! Ele dizia de uma forma bem cafajeste enquanto as mais porfundas ‘estocadas’ seguiam. Soc-soc-soc-soc-soc… Aqueles dois com o mesmo cheiro, mesmos traços e uma leve culpa que tentava pairar, mas a força daquela proibida volúpia era bem maior. Soc-soc-soc-soc…Dulcilene urrava de prazer deitada naquele ladrilho enquanto com as ‘unhas’, agarrava as costas do próprio filho que pressionava aquele mesmo útero onde ele se formou. O suor de ‘mesmo cheiro’ e DNA, das faces e das coxas dos dois já se misturavam, tornando-se um. Ela também era fodida de ‘conchinha’, de quatro e loucamente também sentava de frente e de costas no mangalho de seu filhote. Ela que já embalou e levantou muito aquele muleque em seu colo, agora era ‘levantada’ pelo mesmo, mas de uma forma indecente, pecaminosa e ‘deliciosamente’ diferente. Mas ela com a voz trêmula, o alerta para que ele não goze em seu interior. Coisa que quase acontece, mas assim que o extasiado muleque sente que iria fazê-lo, ele tira a sua prioca fora daquele xoxotão e despeja talvez o que seria a maior e mais ‘leitosa’ gozada que ele já deu e que além de ser bastante densa(consistente) para a sua idade, até algumas ‘bolhinhas’, ela possui. E Dulcilene completamente acabada de prazer e ainda bem louca e safada, leva a sua mão até a tal ‘poça de porra’, gira o seu dedo na mesma e leva até sua boca, saboreando o ‘néctar’ de seu próprio filho. Quando de repente, no meio de todo aquele êxtase do gozo de amobos que se soma àquela leve fadiga comum de tal sensação, Dulcilene nota que o muleque começa a passar mal. E nisso, ela logo se desfaz de seu safado sorriso e se apressa para ajudar o garoto que sobre aquela mesma poça de gozo despejada naquele frio ladrilho ao lado, cai morto enquanto Dulcilene desesperada, tenta reanimá-lo em vão, onde elevando a cabeça ‘para o teto’, aos gritos e arrependida, implora pelo perdão de seu Deus.