Reforço Escolar do sexo II

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Eu sou Rafael tenho hj 32 anos, sou branco, cabelos e olhos castanhos claros, com 12-13 fui morar na cidade grande, nisso entrei num reforço escolar, a minha professora sempre saia para levar a mãe idosa num médico, ficamos sendo instruídos pela sobrinha dela a Telma (17 anos), na escola tinha apenas 5 alunos, Gabi (10anos) e Ana (10 anos), o Vitor (15 anos) a Roberta (13 anos) e eu (12-13 anos).
Sempre que a professora saía, a Telma ficava e assim que a Ana e a Gabi terminavam as atividades escolares, íam embora, ficamos eu, a Telma, o Vitor e a Roberta, falamos muita safadeza, só que um dia a coisa ficou mais quente, a Roberta caiu fora e Telma, Eu e Vitor, fizemos a festa (está no conto anterior)
Vamos ao conto de hoje, conto real-verídico. Depois da transa que tivemos, ficamos mais assanhados os três, o Vitor e a Telma ficavam sempre pelos cantos se pegando, e se beijando. A Roberta queria saber o que tinha rolado naquela tarde que ela tinha fugido, mas ao mesmo tempo tinha vergonha de perguntar. A Roberta uma menina branquinha, olhos verdes, cabelos castanhos, magrinha bem definida, peitos tipo laranjas, bundinha pequena, perninhas grossas, cabelos longos, bem gostosinha. Talves pela nossa idade ela tinha maior aproximação comigo do que com o Vitor, então, ela sempre me procurava:
Roberta: Rafa, fala para mim o que aconteceu naquela tarde?
Rafael: Que tarde?
Roberta: Você sabe eu fui embora e vcs ficaram na safadeza, vcs queriam ficar nus.
Rafael: Ah não posso falar, temos um pacto do silêncio.
Ela sempre insistia, mas eu resistia, ela via que tinha havido algo, até porque o Vitor e a Telma, estavam mais salientes, e em alguns momentos agente percebia eles se pegando nas genitálias.
Como morávamos todos no mesmo bairro, em ruas próximas sempre nos encontrávamos, eu e a Roberta fomos fazer parte do coral da Igreja, então a nossa proximidade aumentou bastante, até que um dia, depois um ensaio na Igreja, a Roberta me chama pra ir na casa dela, chegando lá os pais dela e o irmão tinha ído na casa da tia. Num primeiro momento fiquei assustado com a situação, mas depois relaxei, queria ver o que a Roberta queria comigo. Entramos, ficamos conversando na sala sobre o coral, quando derrepente, me vem ela:
Roberta: Rafa, fala para mim o que aconteceu naquela tarde?
Rafael: Que tarde?
Roberta: Você sabe eu fui embora e vcs ficaram na safadeza, vcs queriam ficar nus.
Rafael: Ah não posso falar, temos um pacto do silêncio.
Roberta: ah fala vai…
Rafael: Eita você num esquece neh. Sempre vem com essa pergunta.
Roberta: ah fala vai… o que tem, não vou contar pra ninguém que vc me contou, vc não confia em mim.
Rafael: Confio, mas segredo é segredo.
Roberta: Até prá…
Nesse momento, com um jeitinho carinhoso, uma carinha dengosa, não resistir, não contei o segredo, mas tasquei-lhe um beijo na boca. Pensei que iria tomar um tapa na cara, mas fui correspondido, ficamos por um momento nos olhando, nos beijando, até que resolvi ser mais atrevido, estávamos a sós mesmos, comecei a alisar aquele corpo lindo, e ela permitindo, principalmente pelas costas, fui enviando a mão dentro da blusa, ela deixando, beijando e mordendo o pescoço, desabotoei o sutiã, pensei o muro vem agora, mas nada de reação, fiquei alisando as costas, passei a mão boba para a frente os peitinhos durinhos estavam furando a blusa, peguei com carinho, alisei-os, resolvi tirar a blusa dela, ela deixou, quando olhei aqueles dois morros, brancos, lindos, pontiagudos, com a base num tom vermelho bem claro, quase que sumiam no branco da pele, não resistir, cai de boca, primeiro so passando a língua, com delicadeza, depois mamando como um bezerro desmamado. Ela foi a loucura, respirava fundo, me agarrava pelos cabelos, e me empurrava contra os seios dela, quando consegui me soltar do seu abraço mata leão, fiquei em pé na sua frente, baixei a calça, ela olhou, me viu de cueca, meu pau pequeno, grosso, mas duríssimo, lembrem que tinha quase 13anos, ela olhou fixamente.
Roberta: O que é isso?
Rafael: Estou te dando todo meu carinho. Se vc não quer eu vou embora.
Roberta: Não. Fica. Mas tenho medo.
Rafael: confia em mim.
Roberta: Confio.
Peguei sua mão e pus sobre a cueca, apertando a sua mão sobre o meu pau, eu ia a loucura, mandei-a tirar a minha cueca, ela de pronto atendeu, meu pau saltou para fora. Ela ficou olhando, admirando, peguei em sua cabeça direcionei-a para meu pau, e pedir para ela chupar, ela num momento quis resistir, mas aceitou, nunca tinha feito, mas fui dizendo o que ela fazer, ela foi fazendo, no começo a chupada estava horrível, depois foi melhorando, nada comparado a Telma-profissional, mas estava gostando, estava indo a loucura, no vai e vem, naquela boca rosinha e quente, num certo momento não resistir, acabei gozando em sua boca, ela cuspiu tudo, mas tudo bem.
Depois levantei-a comecei a beijar sua boca, meu corpo colando em seu corpo, como se fosse um só, eu ainda nu, com o pau duro igual pedra, comecei a beijar seu pescoço, fui descendo aos poucos, beijando os seus seios e fazendo-o um certo carinho pelo corpo, fui mordendo a barriguinha, enquanto isso ela suspirava de prazer, dando uns gemidos contidos e baixos, nisso desabotoei o seu jeans, fui puxando-o para baixo, vendo a sua calcinha rosinha, com bolinhas brancas, comecei a morder levemente a xota, ainda dentro da calcinha, ela começou a empurrar minha cabeça contra a xota, neste momento tirei a calcinha dela, que imagem lindas, um xota toda branquinha, carnuda, peludinha, pelos negros, parecia uma floresta cheia de arvores, não pensei duas vezes, vou devastar essa floresta, nem pensei no ibama, mas cai de boca literalmente, passava a língua de cima pra baixo, de baixo para cima. Sentei-a na ponta do sofá, abri suas pernas, encontrei o meu Mar Vermelho, uma buceta linda, virgem, vermelhinha rosada, um grelinho lindo vermelhinho, comecei a chupar, chupar, ela gemia, ai… aii….. aii…. se controsia, e gemia, bem baixinho, seus braços ora se apertava, ora apertava minha cabeça contra a xota, teve um momento que quase envio o meu nariz no seu túnel, a xota estava toda meladinha, a cada lambida, vinha aquele suco, percebi que ela tinha gozado, no meu rosto, puxei ela pro chão, coloquei na posição papai-mamãe, e fiquei roçando meu pau no seu grelo, ela gritava, gemia, puxava seu próprio cabelo de tesão, eu não tava segurando mais, e o meu peão, encaixou, ela deu um grito, não sei se de tesão ou de dor, mas gritou, perguntei quer que tire, ela respondeu, num entrou, agora deixa dentro, fui enviando e tirando, num vai e vem, me soltei um momento dos seus braços e percebi um pouco de sangue no pau, mas fiquei queto, ela era virgem, continuei enviando, e tirando, ela me abraçava forte, me arranhava as costas com as unhas, parecia uma gata selvagem, nesse momento, coloquei ela de quatro no sofá, passei a língua no cuzinho, todo fechadinho, lindo, nesse dia não comi ele, deixei para depois, só lambi ele, tentei forçar ele com a língua, mas depois aproveitei que ela tava de quatro e enviei na xota, entrava e saía, até que num certo momento, além de enviar na bucetinha linda e quente, passei a enviar um dedo no cuzinho, ela gritava, gemia, aiii….aiii…uii…uiii… chegando ambos a gozar ao mesmo tempo, eu e ela, deitamos no chão, ficamos nos acariciando, sabe de uma coisa, tive muitas mulheres, nas nunca esqueci aquela xota, eu e a Roberta ficamos namorando por quase um ano, sempre que dava transavamos, ela sempre foi fiel, mas eu, kkkk nun consegui, no próximo conto vou contar uma aventura de traição que fiz contra a Roberta, pensei a Gabi e a Ana. Gente foi bom contar uma das minhas estórias, alguém que amei de verdade, que perdi por safadeza minha, espero que tenham gostado, deixei suas criticas e sugestões. Beijos a todos