Aluno e professor

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Aqui em São Paulo as coisas não acontecem assim como em outros lugares, e por isso, o conto não tem um desfecho dos mais excitantes.

Dava aulas particulares de inglês e por indicação de um amigo, fui dar aula para um casal de meninos que estavam indo mal na matéria! Mariana contava com seus 9 anos e Júlio já estava com seus 12 anos. A princípio, comecei dando aulas para para ele.
Certo dia cheguei em sua casa como de costume para dar minha aula e a empregada avisou que o menino estava na piscina! Fiquei furioso, afinal, o menino estava quase para reprovar a matéria e esperava que quando chegasse já estaria pronto para ter sua aula! Mandei a empregada chamá-lo e obtive a resposta que deveria voltar outro dia! Fiquei louco de raiva, afinal, não ia perder o dia de trabalho. Liguei para sua mãe (trabalhava o dia todo) que, prontamente, entrou em contato com o filho para que fosse para casa estudar.
Cehegando em casa, ainda estava de sunga (loiro, olhos verdes, devia ter 1.60, mas já estava ficando com corpo de homem de tanto jogar futebol e nadar). Pedi que se vestisse porque aquilo não era traje para assistir aula, mas de pirraça, disse que iria assistir aula daquele jeito pois voltaria para piscina após a aula.
Comecei a dar a aula. Sentei a mesa de jantar (de vidro) e ele também ao meu lado. Abri os livros, caderno e comecei a explicar a matéria (algo sobre adjunto adnominal e frases subordinaras).
Ainda de sunga, toda hora se mexia para se ajeitar na cadeira e eu me distraia, a princípio por incomodo com o desrespeito, mas em seguida um pouco curioso para ver através do vidro os contornos do seu corpo em desenvolvimento! A toda hora, o menino ajeitava o pau na sunga, punha a mão por dentro dela e se ajeitava. Não deu para ver se estava excitado ou não, mas aquele menino de sunga sentado ao meu lado estava me deixando incomodado e ao mesmo tempo curioso.
Foi assim durante toda a aula até que ela terminou. Fechei os livros, caderno, deixei algumas tarefas para ele e me levantei. Ele fez o mesmo e disse que ia voltar para a piscina. Quando fui me despedir, adivinha? O volume dentro da sunga tinha aumentado consideravelmente! Júlio havia ficado de pau duro durante a aula e eu no nervosismo de querer dar a aula da melhor forma possível, não havia reparado!
Me despedi e fui embora com aquilo na cabeça! Nunca mais aconteceu de novo (provavelmente a mãe quando chegou em casa deve ter dado uma bela bronca no menino), mas que ele ficou excitado do meu lado, ficou…