Uma noite com meu filho

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Era quase onze da noite, eu e meu filho Pedro, estávamos voltando de uma viagem a negócios. Precisávamos fazer uma parada para descansar e o único hotel que encontramos, o quarto possuía apenas uma cama de casal. Não foi nem um problema já que eu e ele tínhamos um ótimo relacionamento entre mãe e filho.
Antes de ir deitar tomei um banho e coloquei minha camisola que sempre levo em minha bolça de viagem. Eu tenho 49 anos, 1,68 de atura, cintura um pouco larga, seios médios e uma bunda bem empinada. Meus cabelos são pretos e compridos, meus olhos são castanhos e minha pele clara. Por baixo da minha camisola estava usando sutiã e calcinha.
Enquanto perambulava pelo quarto não pude notar que me filho não tirava os olhos de mim, afinal minha camisola era bem clara e destacava meu corpo. Eu gostava disso, isso mostrava que eu ainda chamava a atenção dos jovens.
Meu filho tem 24 anos, 1,70 de altura, corpo atlético, cabelos curtos e olhos castanhos como os meus, em outras palavras era como o pai dele mais jovem.
Após uns minutos nos deitamos. No escuro do quarto Pedro estava um polco inquieto na cama, foi em um desse movimentos inquietos que senti que ele estava com uma ereção. Fiquei um pouco espantada com aquilo, mas fingi que não senti nada e fiquei calada com se estive dormindo. Depois de alguns instantes a movimentação mudou e percebi ele está tocava a si mesmo devagar. Eu nem acreditava, meu filho estava se masturbando na mesma cama que eu.
– Pedro!
– Oi. – Respondeu meio assustado por eu ainda está acordada.
– Tu tem uma atração sexual por mim? – Perguntei.
– Não. – Respondeu rápido.
– Seja sincero pode falar a verdade.
– Eu estou falando a verdade.
– Esse volume na sua calça diz o contrário. – Respondi dando uma rápida apalpada no volume.
– Me desculpe por isso, eu não sei explicar direito.
– Então acho que você tem. – Falei dando uma pequena risada.
– Com um rabo desse quem não teria. – Falou ele.
Escutar aquilo me deixou excitada, eu sempre gostei de chamar a atenção de outro homem, mas nunca me veio em mente meu próprio filho.
– O que você mais gosta em mim? – Perguntei.
– Você é minha mãe gosto de tudo em você.
– O que quero dizer é fisicamente, o que no meu corpo lhe deixa excitado?
– É sério que você quer saber? – Falou ele.
– Se estou deixando meu filho de pau duro, eu quero saber sim.
– Bem. Eu tenho atração por mulheres mais velhas que tenham um corpão, e agora deitado na cama com uma, não consigo evitar o tesão. – ele soltou um suspiro – Mesmo sendo minha mãe, na verdade acho que isso alimenta mais o tesão.
Escutar que meu filho tinha um tesão por mim, fez acender uma chama entre minhas pernas. Eu sempre tenho relações sexuais constantes com meu marido, mas as vezes penso em algo diferente, porem sempre lembro que já estou velha pra isso. Mas ali estava eu, excitada na cama com meu filho.
– Serio que acha isso, eu tenho quase 50 anos. – Falei rindo.
Pedro levou a mão em minha coxa, estava tremula de nervosismo.
– Quase 50 e corpão de uma dama. – Falou ele acariciando minha coxa.
Deitei minha cabeça em seu peito e levei minha mão por cima do volume dando mais algumas apalpadas, dessa vez ele não disse nada, somente me abraçou forte.
– Acho que você me excitou também. – Falei baixo.
Me virei para o outro lado e empinei minha bunda me entregando, ele se virou e se aconchegou atrás de mim, sentia o volume rosando na minha bunda duro como nunca. Peguei a mão de Pedro e a trouce para frente por baixo de minha camisola. Ele começou a alisar minha barriga e aos poucos devagar foi subindo para meus seios. Em segundos senti sua língua na minha nuca em quanto sua mão invadia meu sutiã e apertava meu seio. Comecei a soltar pequenos gemidos, ele era muito bom com as caricias, melhor até mesmo que seu pai. Logo após ele desceu sua mão e começou a invadir minha calcinha encharcada, meu corpo se arrepio todo quando seus dedos tocaram meu clitóris. Soltei mais gemidos intenso enquanto meu filho me tocava.
– Isso não está certo. – Falou ele.
Não respondi, passei minha mão para traz e coloquei seu pau para fora. Estava escuro, mas só de pegar pude deduzir que tinha uns 18cm e era bem mais grosso que o do meu marido. Enquanto ele me tocava eu batia uma naquele caralho. Depois de um momento ele parou e tirou a mão da minha calcinha e pegou meu braço me impedindo de continuar minha caricia.
– A gente vai mesmo fazer isso? – Perguntou ele parado.
A pergunta entrou na minha cabeça e me fez refletir se eu realmente queria aquela relação incestuoso, apesar do desejo nunca teria coragem de trair meu marido com outro homem, mas ele era meu filho e isso me deixava mais aliviada, excitada e confusa.
– Eu não sei. – Respondi
– Acho melhor pararmos por aqui, isso está ficando estranho.
Enquanto ele falava sentia sua pau duro ralando na minha bunda, como se estivesse perdido procurando o caminho de casa.
– Pedro! Coloca só a cabecinha. – Sussurrei, me ajeitando de lado para facilitar para ele.
Eu estava muito excitada e totalmente entregue ao tesão daquele momento.
Ouve um silencio como se ele estivesse pensando e logo após sua mão arredou minha calcinha para baixo e senti aquela cabeça grossa abrindo caminho na minha buceta bem devagar, eu e ele gememos. Pedro começou o movimento bem devagar com apenas a cabeça para dentro, eu continuava gemendo.
Eu nem acreditava que meu marido estava em casa dormindo tranquilo esperando nosso retorno, enquanto eu estava sendo penetrada por outro. Penetrada pelo nosso filho.
– Não para, continue assim. – Falei gemendo.
– Ahh, – gemeu ele – que delícia de buceta.
Com uma mão ele começou a acaricia minha bunda, mas parava como se estivesse se contendo.
– Pedro!
– Oi.
– Me bate. Faça de mim sua vadia essa noite. – Falei. Essa era a frase que sempre falo para meu marido na cama.
Não demorou muito e recebi um tapa na bunda, ele começou a acelerar o ritmo, metade daquele caralho já estava entrando e saindo de mim. Ele desceu a mão, levantou minha perna e enfiou tudo de uma só vez. Gemi alto, seu pau tinha chegado a regiões onde nunca avia chegado o do meu marido.
– Isso me arrombe vai.
Eu estava tão excitada que as palavras obscenas saião da minha boca automaticamente. Pedro acelerou mais o ritmo, eu já estava quase gozando, coloquei meu seio para fora do sutiã e comecei a tocar meu clitóris, ele passou a mão para frente e apertou o bico do meu peito. Minha perna que estava erguida pela mão dele, chegou a dar uma tremida de prazer.
Após 3 minutos de foda ele parou e começou a tirar sua bermuda. Eu acendi o abajur do quarto e tirei minha calcinha rapidamente. Pedro estava sem folego e seu corpo brilhava em suor.
Me posicionei de 4 em cima da cama, arreganhei um pouco as pernas e empinei bem minha bunda.
– Meu deus. – Disse ele apertando minhas nádegas. – Que delicia de rabo.
Pedro deu mais um tapa e arreganhou minha bunda, mergulhou seu rotos dando uma deliciosa chupada na minha buceta, em seguida se posicionou e retomou a penetração segurando na minha cinturar. Eu gemia feito uma cadela com aquele caralho entrando e saindo.
– Já estou quase lá filho. – Sussurrei em meio a gemidos.
Assim que terminei de falar ele pegou meu cabelo e me puxou para traz até ficarmos ajoelhados na cama com ele socando tudo que tinha. Enquanto sua outra mão tocava meu clitóris, eu aproveitava e tocava meus seios. A sensação de estar submissa era tanta que nem parecia ser meu filho que estava ali, me dando aquele prazer.
Um forte formigamento surgiu no meu corpo, uma chama quente queimava em meu interior, era uma enorme explosão de prazer que me deixa vermelhar e a ponto de quase virar os olhos com o intenso gemido que soltei. Meu filho me soltou e eu me joguei na cama enterrando meu rosto no lençol e degustando aquele orgasmo o máximo que pude.
Pedro tirou seu caralho para fora e me observando morder os lençóis de prazer, gemeu batendo uma bem rápido até gozar e encher minha bunda com sua porra quente.
– Esse foi o orgasmo mais intenso que tive em anos. – Falei sem folego me aconchegando deitada de bruços na cama.
– Ótimo. Acho que eu não ia aguentar mais. – Falou ele também sem folego.
O observando reparei que ele avia feito um bom esforço, comparado comigo ele estava três vezes mais suado e vermelho do que eu. Ainda deitada comecei a rir daquela situação, estava com a buceta ainda formigando e a bunda toda gozada tinha acabado de ser fodida pelo meu filho mais velho.
– Como você se sente? – Perguntei levantando para pegar uma toalha ali do lado.
– Eu acabei de comer minha mãe, como você acha que eu me sinto.
– Arrependido?
– Um pouco, mas satisfeito por ter lhe dado prazer. E você se sente arrependida?
– Sinceramente não, senti mais tesão e prazer do que quando transo com seu pai.
– Quer dizer que sou melhor que pai?
– seu pai já está velho e você é novo e tem um pau grande.
– Está certo. O que aconteceu aqui, morre aqui, certo?
– Isso vamos tomar um banho e voltar a dormir.

NOTAS DO AUTOR
. Esta foi uma história fictícia, mas sinta-se livre para imaginar o contrário.
. Não sou um autor profissional então obviamente a erros de português.
. Se gostou comente, diga o que você mais gosta ou gostaria de ver nos contos eróticos.