Minha mãe minha amante

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Primeiramente olá a todos
me chamo Carmem e o que vou relatar é algo muito pessoal que não consigo contar pessoalmente, por isso decidi me desabafar por aqui
Com 21 anos eu me casei, e nos primeiros meses do casamento eu fiquei grávida,
com 22 anos eu já estava dando a luz ao meu primeiro filho.
meu casamento durou apenas 2 anos, fui abandonada com um filho nos braços e nunca mais tive notícia de meu marido, até hoje não sei onde ele está.
Sempre cuidei de meu filho com bastante carinho, pois era meu único filho e eu não tinha intenção de engravidar novamente, outra intenção que eu também não tinha era a de me casar novamente, sempre me senti muito mal por ter sido abandonada e por isso limitei a minha família entre eu e meu filho e assim permanecemos até hoje.
Meu filho se chama Guilherme e carinhosamente sempre o chamei de Gui, apesar de eu incentiva-lo ele nunca foi um garoto estudioso, sempre gostou de fazer arte mas mesmo assim sempre foi um bom filho, carinhoso, atencioso e educado, porém muito arteiro.
Gui foi crescendo e assim amadurecendo, aos 11 anos ele ja estava um pouco mais responsável e assim passei a ser chamada na escola menos vezes, mas ainda assim era chamada as vezes, com 12 anos Gui começou a ter seus primeiros sintomas da famosa fase da turbulência em que todo adolescente passa para se transformar em adulto,
com 13 anos ele ja tinha pelos espalhados pelo corpo, particularmente eu só via nas pernas axilas e barriga, acredito que toda mãe percebe essa mudança, aos 14 Gui ja começava a ter barba e assim foi caminhando para a fase adulta.
Sempre trabalhei muito para dar uma vida digna ao meu filho e assim cresci na minha carreira mas, sempre tentei acompanhar de perto a vida dele tentando o aconselhar nos conflitos do dia-a-dia.
Gui sempre foi um garoto reservado, as vezes eu precisava ser invasiva para coletar alguma informação sobre seu dia, ele sempre se apresentou incomodado com nossas conversas eu eu sempre achei estranho ele passar horas e horas na frente do computador,
até que um dia eu resolvi fazer algo pra mudar isso aproveitando para realizar um sonho que eu já tinha à algum tempo, juntei todas as economias que eu tinha e comprei uma casa maior e com pscina na esperança de que Gui encontrasse outro passa-tempo em nosso lar, claro que deu certo, Gui sempre dava um mergulho durante a tarde e aos sabados e domingos ele passava o dia comigo na pscina, as vezes chamava algum colega.
Quando ficavamos só eu e ele, eu ficava mais à vontade e aproveitava para retocar a marca do biquine, e é aí que a história começa.
Tenho 38 anos e de alguns anos pra cá comecei a me cuidar mais, estou sozinha a tantos anos e agora me sinto mais confortável para me relacionar com outros homens, na verdade estava sentindo essa necessidade, Gui está com 16 anos e já é quase um homem formado, ele malha desde os 15 anos e está com o corpo bem másculo, isso sem contar nos pêlos espalhados pelo corpo todo, quando ele fica de sunga dá pra perceber alguns pulando pra fora da sunga, e acredito que reparei tanto isso que ele percebeu.
Nos últimos meses percebi algo diferente no comportamento de Gui, ele antes era reservado, depois passou a ser mais carinhoso, nunca mais desperdiçou minha companhia, também passou a não chamar mais os amigos para a piscina, comecei a notar que sempre ficavamos sozinhos em casa.
Certo dia me peguei reparando o Gui de uma forma diferente, eu notava as formas do corpo dele com outros olhares, ele saía da piscina e os pelos do seu corpo abraçavam sua pele bronzeada de sol, as gotas de água escorriam sobre seus músculos e eu notava tudo isso como alguém que se sentia atraída por ele, esquecendo totalmente que ele é meu filho.
Depois de semanas com esses pensamentos comecei a notar ele mais quieto, sempre fazendo questão da minha companhia porém, esboçando poucas palavras, os olhares eram cada vez mais constantes, e cada vez que eu o via na piscina eu sentia algo acontecer com o meu corpo.
Ao notar mudanças na minha convivência com o Gui, resolvi mudar meu comportamento e passei a ser mais séria em nossa casa, regulando também minha forma de ficar a vontade, tentado estar o mais comportada possível para lembra-lo de que eu era sua mãe,
mas isso na minha cabeça era um pouco mais confuso pois eu tomava todas essa medidas justamente porque eu sentia uma forte atração por ele, mas ainda assim a minha posição era me comportar como mãe. Mas parece que esse não era o plano dele, Gui passou a ser mais provocante a cada dia, e começou a criar hábitos que antes não tinha;
*Pedir toalha no banheiro
*andar de cueca pela casa
*e as vezes parecia que ele fazia questão de exibir o pênis marcado a sunga
mas nada disso se comparava ao dia que vi ele dormindo nú, ele não fez a menor questão nem de encostar a porta, eu fingi que não vi e fui trabalhar, vi ele apenas de costas mas aquilo me deixou pensativa o dia todo, e isso aconteceu por vários dias seguidos.
Um belo dia, após ver todas as insinuações de Gui como sempre, eu chego do trabalho em horario normal e sofro um baque, Gui estava se masturbando no banheiro e cheirando uma calcinha minha que ele achou no cesto de roupa suja, fiquei perplexa na hora mas dei meia volta e fui pra cozinha como se nada tivesse visto, mas isso não foi o suficiente pra ele, Gui veio atrás de mim pedindo desculpas, mas ele continuava pelado e com o pênis ereto, eu dizia que estava tudo bem mas ele forçava uma aproximação, tanto tentou que conseguiu um abraço e foi aí que eu senti aquele pênis grande e quente encostando em minha barriga, comecei a suar e ele não me soltava, eu também não pedi que ele me soltasse, estava me mexendo lentamente e sentindo aquele órgao pulsando,
Gui foi descendo uma de suas mãos até a minha bunda enquanto me apertava com a outra em seu corpo, eu sentia seu cheiro de suor e o calor de seu corpo contra o meu, na verdade já fazia anos que eu não estava tão próxima de um homem,
quando ele percebeu que eu não tentei me soltar em momento algum ele colocou as mãos em meu ombros e foi me abaixando lentamente enquanto eu não me negava, desci o rosto por seu pescoço, por seu peito onde apontava alguns pêlos, suas axilas já eram bem peludas, meu rosto foi passando por sua barriga onde eu via bastante pêlo também e por fim fiquei frente a frente com seu pênis,
o pau do Gui é enorme, provavelmente tem 21cm, grosso, cheio de veias, cabeçudo e parece ser envernizado de tão duro, os pêlos de seu pau me deixava hipnotizada e parecia que ele nunca havia aparado antes, comecei cheirando aquele perfume de macho e logo fui metendo a boca, lambendo com vontade, limpando com a boca e deixando melado cada milímetro daquele fazedor de buceta feliz
ele me segurava pelo cabelo e enfiava o pau cada vez mais fundo pela minha garganta,
quando comecei a me acostumar ele me levantou já me virando de costas, abaixando minha calça e calcinha e meteu mão na minha xota,
eu já estava muito molhada quando ele tirou minha calça por completo e começou a chupar meu grelinho, eu já nem me lembrava quem éramos, eu estava em delírio com aquela lingua no meu grelo e aquela barba cerrada roçando minha virilia,
Gui se levantou e em pé mesmo encostou a cabeça de seu cacetão na portinha da minha vagina, ele esfregava de baixo para cima enquanto eu implorava dentro de mim para que ele enfiasse logo,
estava louca de tesão por meu macho
e ele enfiou, começou de vagar e aos poucos foi aumentando a velocidade
depois de um minuto ele parecia uma bate-estaca na minha xotinha, enfiando cada vez mais fundo, eu não sentia nada além de prazer, culpa era uma coisa que aparecia por alguns instantes mas o tesão era maior,
ver aquele macho que eu mesma produzi me penetrando daquele jeito me fez sentir algo que eu ainda não tinha sentido,
depois de muito meter ele enfiou o pau na minha garganta novamente e me fez sentir o gosto de seu esperma, aquele esperma possuía o meu DNA, isso fez eu me sentir tão apavorada e ao mesmo tempo com tanto prazer que eu gozei na mesma hora,
respirei por alguns instantes, me levantei e fui direto para o banheiro,
sem ter a menor ideia do que ia acontecer daí em diante.
Mas isso é algo que vou contar depois.