ferias de verão com mamãe parte 3

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De repente, a imagem da televisão mudou e as cores que apareceram eram mais brilhantes, e o quarto se iluminou mais e então pude ver que minha mãe estava metendo uns dedos na bundinha, estava tendo prazer anal, se movendo com delicadeza e descrevendo círculos com o seu traseiro sobre a cama, levantava o seu gostoso cu para acomodar a mão e metia os dedos, enquanto lançava suspiros que davam um tesão tremendo em mim…

De repente, deu uma volta sobre si mesma e se colocou de barriga para baixo, com seu esplêndido rabão empinado, com a mão entre as pernas e dois dedos metendo no cuzinho… Começou a meter e a tirar depressa, enquanto gemia cada vez mais forte, se ouvia o barulho dos dedos com os seus líquidos vaginais, depois fechou as pernas levantando mais o traseiro e disse algo que me deixou gelado, minha mãe gritou:

– Meu cuzinho, neném, meu cuzinho… Eduardo… meu cuzinho!!!!!!!!

Minha mãe estava pronunciando o meu nome enquanto metia os dedos na bunda… logo depois tirou a mão e se ajeitou, colocou a calcinha e desligou o televisor, as luzes e foi dormir. Fiquei com o coração na boca, batia a mil por hora, meu peito mal segurava o meu coração e durante momentos parecia que a minha mãe ia escutar as batidas; saí pela porta que havia entrado e calcei os sapatos, saí correndo até o carro e sentei para apanhar ar, ao cabo de uns minutos, com as idéias mais claras na minha cabeça resolvi ir a cidade, meus nervos já tinham passado e agora sim precisava beber alguma coisa. Por muito que quisesse esquecer aqueles momentos, não podia tirar da minha cabeça… Minha mãe se masturbando, inclusive se excitando com os dedos enfiados no cu, e gritou o meu nome enquanto fazia isso! Eu estava precisando de uma bebida… ou talvez três!

Na manhã seguinte acordei tarde, foi mamãe quem me despertou, entrou em meu quarto e levantou as persianas, entre mimos e pequenos e carinhosos beijos me dizia: vamos, querido, já vamos comer, já são quase 2 da tarde! Eu me levantei da cama, mas só consegui me sentar nela tapando a cintura com o cobertor, estava de pau duro e minha pica saía da cueca, não queria que minha mãe me visse dessa forma, mas pensando melhor… eu podia ter deixado ela ver para ver qual seria a sua reação, mas estava muito ensonado para isso… mas ela não era burra, e deu conta do tal detalhe e me disse:

– Venha Eduardo, que a mesa já está posta, e não tenha medo que eu não vou te arrancar nenhum pedaço do que você esta escondendo!

Mamãe saiu do meu quarto rindo e me dirigiu um olhar antes de fechar a porta… A última coisa que vi dela nessa hora foi a sua linda bunda e isso só me fez a piroca ficar mais dura ainda… O dia passou sem mais nada de relevante, tudo foi tranquilo e da minha cabeça só saíam imagens da minha mãe masturbando-se, só ouvia a sua voz enquanto dizia o meu nome enquanto metia a mão na sua rosca gostosa… mas claro, era a minha mãe e eu não podia fazer nada a respeito, me sentia mal, não era certo desejar a própria mãe e menos ainda em pensar em formas de seduzi-la ou de tirar proveito da situação de que ela se masturbava diariamente e do meu desejo por ela… Então, para aliviar, eu fazia visitas regulares ao banheiro para gozar…

Chegou a noite e depois de jantar, nos sentamos para ver televisão, minha mãe vestia uma camisa com mangas bem curtas, seus maravilhosos seios ficavam aprisionados e estavam bem pontudos na camisa…Um pequeno short que apertava suas coxas e seu cuzinho… este impunha respeito só de olhar para ele, tinha uma bunda soberba, maravilhosa, redonda e firme, e muito bem proporcionado ao resto do corpo… Eu tinha vestido umas calças esportivas, cortadas na altura do joelho, e por baixo uns boxers.

Estávamos vendo TV e eu não fazia mais nada a não ser olhar para a minha mãe com o rabo do olho, pensava também se essa noite ia haver sessão masturbatória por parte dela ou não… Já estava pensando em ir logo para a cama, para depois ir espiá-la, mas me sentia mal ao pensar nisso… E se o tal Eduardo não fosse eu, e sim um amigo dela, ou algum amante que minha mãe tinha? Era possível, e assim tentava esquecer esse assunto, mas era impossível!

Só de ver aquelas enormes tetas com os bicos durinhos marcados sobre o tecido da camisa, minha pica respondia com uma enérgica ereção e como eu levava calças justas, minha pica ficava marcada descaradamente, assim eu não podia fazer mais nada além de mudar de posição para não levantar suspeitas por parte dela…

– Tá tudo bem, meu filho? Disse minha mãe, vendo que eu não parava de me mexer…

– Não se preocupe, mãe, estou muito bem, deve ter sido o jantar que era meio pesadão!
Disse eu sem saber bem que desculpa inventar diante da pergunta dela…

– É que você está meio corado, Eduardo, será que está com calor? Eu fiquei um pouco sem saber o que dizer… Calor? Se dissesse que sim, não iria ficar muito bem, porque a noite não estava muito quente.

– Não, mamãe, fique tranquila que estou bem, não tenho calor, não sei o que será!

Mamãe começou a rir,e disse:

– Esses jovens… bendita juventude!

– Que quer dizer, mamãe, que tem a ver a juventude com o calor que eu estou sentindo?

– Eu não quis dizer nada, filho, somente que os jovens tem ondas de calor inesperadas e
isso é o mais normal que pode acontecer!

– Ondas de calor? Disse eu. – Que quer dizer com isso?

– Me refiro as subidas de calor dos jovens, mais ao certo dos homens! Ao dizer isso olhou para o meu membro duro como pedra. Eu fiquei mudo, não sabia o que dizer sobre a situação, fiquei vermelho e respondi-lhe meio nervoso e excitado:

-Não, mãe, não estou tendo nada não!

– É, mas você está bem acalorado… e vejo algo muito grande aí embaixo!