chantagiei, corrompi e estuprei minha irmãzinha PARTE II

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Pois é… Depois do ocorrido que narrei eu fiquei como dono dela e guardião de seu grande segredo. Os dias se passam e eu dei uma trégua, pois, fui longe demais. Mas logo, vendo sempre aquela menina em forma de mulherão dentro de casa fui tomando tesão novamente. Ela não estava falando comigo direito com raiva de tudo que acontecera, mas não esternava nada com medo que eu contasse seu segredo que na verdade nem sei o que é. Só sei o que estava me rendendo era tudo na vida! Certo dia Em um domingo fomos eu, minha irmãzinha papai e mamãe a uma praia distante. Chegamos lá eram umas 11h00 e prar não perdermos tempo nem sol fui com papai armar o guarda sol e tirar as coisas do carro enquanto mamãe e Aninha iam logo tirando os shorts, camiseta, estendendo as esteiras e deitando pra tomar sol. Papai ficava em uma cadeira de praia tomando cerveja e eu pra variar ficava olhando Aninha tomando sol de barriga pra cima. Eu contemplava suas cuvas, como podia uma menina de quinze anos com aquele corpão. Suas coxas eram maravilhosas fitando ao sol com o brilho do protetor solar que tinham passado. Minha mão também não ficava atrás. Seu corpo não negava que tinha gerado a Aninha. Derrepente as duas viram de bruços pra queimar as costas. Mamãe falou pra meu pai. – querido, passa protetor nas minhas costas pra mim… Papai empolgado com as suas latinha de cerveja respondeu em tom de brincadeira. – Não. Minha função aqui e só servir bebidas. Peça para o Leo passar. Enquanto papai esticava a mão para dar mais um cerveja pra mamãe, ela esricava o braço pra mim entregar o frasco de protetor. Não tive duvida. Comecei despejando um pouco em suas costas e fui espalhando e massageando em devagar. Nesse instante Aninha olhou pra mim como se estivesse procurando ver minhas intenções. Nem liguei pra ela, pois sabia que sua vez ia chegar. Espalhado bem o protetor nas costas de mamãe, passei para as batatas das pernas. Mamãe falou. – Meu filho! Que mãos você tem para massagem !! Eu ia massageando suas batatas mas subindo para suas coxas que precisava de uma carga maior de creme pelo diâmetro das coxas. E fui passando bem delicadamente por toda aquela gostosura que antes nunca tinha atinado. Eu espalhava com as duas mãos cada coxa, carinhando e subindo para a bunda que parecia com o da Aninha. Apalpei bem sua bunda e com o creme minhas mãos escorregavam por toda superfície. Será que o papai come essa bunda? Se não serei eu que comerei um dia. Terminada a cessão eu disse para Aninha. – Acho melhor passar em você também pois o sol esta muito forte. Ela prontamente respondeu que nela não precisava, mas mamãe a obrigou a aceitar.- Mas como minha filha ? você já passou na frente e não que passar nas costas? Tem que passar sim!!! Leo. Passe nela!!. Comecei também pelas costas e fui acariciandoa com muito carinho. Meu pau já estava duro desde a mamãe. Por sorte eu estava de cueca e uma bermuda bem froxa que disfarçava bem. Não via a hora de chegar em suas coxas e sua bunda escumunal. Passei na costas e fui lá pra batata da perna onde comecei a passar e subir. Chegando as coxonas, tive que despejar uma boa quantidade de creme pra dar conta de tanta coxa. Eu abraçava cada perna com as mãos, apertava me deliciando. Aninha com os olhos arregalados olhava pra nossos pais que viravam goles convcersavam e riam. Alisando suas coxas eu passava entre elas subindo e rossava os dedos discretamente em sua buceta . Ela me olhava rapidamente com um certo desespero implorando que eu parasse com aquela intenção, mas eu estava pensando naquele dia em que ela desmaiada inconsciente eu bombando em sua bunda. Aquelas cenas em minha cabeça penetrando o cu de Aninha estava me deixando com o meu pau que latejando e queria penetra-la outra vez. Passando pelas suas coxas subi uma enorme protuberância e cheguei ao bundão. E tome creme. Enquanto alisava sua bunda me lembrava quando eu comi aquela delicia… Eu derramei creme em sua bunda e direcionei uma porçaõ bem em seu rego. Quando passava a mão em toda sua bunda, uma vez que os biquines estavam atolados dentro do cu, quando eu me certificava que meus pais não estavão olhando eu, discretamente, deslisando as mãos para o meio da bunda eu deslisava um dedo indicador pra dentro, afastando rapidamente o biquíni para o lado e introduzia o dedo em seu cu. Cada passagem eu enfiava mais. Ate que tive que parar, pois cada enfiada de dedo ela dava um pulinho de dor. A tarde caio e nossos pais tomaram um bocado de cerveja. Quando começou a anoitecer já estávamos saindo da praia. Minha irmã não olhava para mim com raiva e indignação. No caminho já escuro, eu estava no banco de trás com Aninha atrás de papai que dirigia e ela atrás de mamãe. Lembrando da cena da praia comecei a me exitar outra vez. Eu olhava pra frente e mamãe dormia com as pernas cruzadas no banco e minha irmã ao lado com as pernas meio abertas. Ela usava uma camisa de malha bem comprida que ia ate a metade da coxa, mas como ela estava sentada as coxas estavam toda de fora. Não tive duvida. Liberei meu pau pra fora e comecei a me masturbar sem fazer barulho. O som do carro ligado me favorecia. Quando Aninha olhou de lado e viu o que eu fazia, ela pegou uma toalha e cobriu suas coxas. Melhor, pois agora eu com a outra mão fui por debaixo da toalha e fui ao encontro delas. Quando minha mão tocou em suas coxas ela olhou subitamente pra mim sem acreditar em minha ousadia ilimitada. Passei a alisar suas coxas com uma mão e me masturbava com a outra. Minha mão passeava por toda aquelas coxonas, mas quando eu alisava entre elas e subia em direção a sua xota ela precionava as coxas e colovava a mão para empedir. Prontamente peguei essa mão dela e puxei pra mim para que ela mesma batesse punheta em mim. Relutou um pouco mas assim fez. Enquanto ela batia uma punhetinha em mim eu alisava suas coxas. Não satisfeito, como sempre, abracei a e fui puxando sua cabeça para que deitasse em meu colo. Quando ela veio fui virando seu corpo para que deitasse com a cabeça de frente para minha barriga. Agora ela me masturbava com meu pau bem pertinho de seu rosto. Já que ela não tinha escolha ela não tirava os olhos de meu pau. Ela batia olhando o que fazia.Eu acariciava seu rosto, seus cabelos e comecei a acaricia seus lábios, dando a entender o que eu queria. Ela balançou a cabeça negativamente,mas não parava com a mão nem tirava o olhar. Como nem uma negativa dela tinha funcionado, não seria essa que eu iria acatar. Segurei-a pelos cabelos como de costume, e comecei a focar a ela a abocanhar meu pau que mais uma vez sem alternativa abriu a boca e começou a chupar a cabecinha. Que cena incrível ! Vendo minha irmãzinha subjugada, naquela posição chupando meu pau, eu alisando sua bunda e vendo as belas pernas da mais nova personagem de meu desejo que era minha mãe. Aninha me masturbava com a mão e com a boca. Não deu outra, quando o gozo começou a vir tirei o pau da mão dela e da boca e comecei a ejacular em seu rosto os primeiros jatos. Os seguintes forcei ela abocanhar outra vez para que engolisse o resto sem engasgar. Peguei a mesma toalha que ela tentou se proteger e enxuguei toda a melequeira. Acariciando seus cabelos ela adormeceu ate o fim da viajem. No dia seguinte acordei cedo já arquitetando outro ataque. Sai do quarto exatamente quando mamãe passava pra ir trabalhar com papai. Ela usava uma saia justa que ia ate acima do joelho, destacando não só sua bunda astronômica como também suas pernas bronzeadas. Eu pensei – Isso ainda vai dar historia ! Quando os dois saíram, fiquei monitorando os sons no quarto de Ana. Vi quando ela acordou, entrou no chuveiro, esperei ela fechar a água e ir para o quarto. Ai entrei em ação. Com um frasco de hidratante abrir a porta dela e entrei. Quanto ela me viu tomou um maior susto. – O que você quer ? Mostrando o hidratante respondi me aproximando dela – Pensei que você fosse precisar passar um hidratante, já que tomaste muito sol. Aninha usava apenas uma toalha enrolada que ia só ate ao começo da coxa. Estava deslumbrante com os cabelos molhados. – Se afaste de mim !!! Você ficou louco de vez !! Perdeu a noção dos limites. Sai do meu quarto já !!! Depois que ela deu seu recado fiquei cego de tesão mais uma vez e segurei-a pelo nó da toalha como se fosse pegando um cara pelo colarinho. – Escute aqui. Não me enche o saco ! Vim para ver seu corpo delicioso bronzeado. Vai tirar a toalha ou quer que arranque a força. – Tente !! Não vou tirar nada ! Eu só pensava com a cabeça do pau. Ainda segurando-a pela toalha com uma mão e com a outra dei-lhe um bofete na cara que ela caiu deitada na cama. – é ai mesmo que eu quero você. Ela caiu com uma cara surpresa e apavorada. Puxei sua toalha com violência para ela continuar com medo. – E tire essa toalha que quero ver minha irmãzinha gostosona nua. Pude contemplar aquele corpo bronzeadinho e com aquelas marquinhas que são um tesão. A carinha de criança indefesa que ela fazia só aumentava minha fissura. Arranquei meu pijama e ela deu aquela famosa olhada pro meu pau duro. – Gostou de meu pau ? Ta com saudades dele ? Vou deixar você dar outra chupada nele. Me ajoelhei na cama e segurando sua nuca forcei ate sua boca fechada em sinal de protesto encostar na cabeça de meu pau. – Chupa meu amor ! Se você me fizer gozar chupando não vou te fazer mais nada. Ela pensou um pouco e começou a mamar já com uma certa pratica. Ela por ela mesma segurou minha pica e começou a penhetalo chupando na esperança que eu gozasse logo. – Capriche bem para eu gozar. Ela fez feito gente grande, enquanto eu tarava aquele corpão. Depois de uns dez minutos, eu me segurando, saquei o pau de sua boca e num jesto rápido me deitei em cima dela. – Você prometeu seu cretino ! Saia de cima de mim ! – Deixa eu chupa seus peitinho primeiro. Mamei aqueles peito com gula. E fui baixando beijando sua barriguinha bronzeada, passei por seu umbigo sob vários apelos e suplicas e churumingos dela. – Leo por favor me solte, me deixe em paz ! Vou contar tudo pra mamãe ! Eu nem ligava. Beijava suas coxas e agora segurando-a com as duas mãos na bunda e com o corpo fazendo peso em suas pernas, forcei a abrir as pernas. – Vou retribuir a chupada que você me deu. – Eu não quero ! E mandei lingua naquela bucetinha virgem. Ela me segurava pelos cabelos tentando tirar minha cabeça, mas cada vez ela diminuía a força, e eu não parava de apertar sua bunda e as costas de suas coxonas. Depois ela já estava era me puxando e rossando minha cara em sua xota, ate que conseguir arrancar dela o primeiro gozo de sua vida. Quando ela terminou de gozar, começou a chorar, acho que constrangida com que acabara de fazer. Voltando a beijar sua barriga fui deslizando meu corpo por entre suas pernas, ate chugar os seios. Subi mais meu corpo ate chegar em seu rosto encostando a cabeça do pau lá pela área de sua bucetinha, onde procurei beija-la a boca, que como sempre o beijo me foi negado. – Já chega ! Já conseguio o que queria ! – Quem disse que já acabou ? Só estamos começando… Dizendo isso levei minha mão por entre nos e pegando em meu pau direcionei-o a entrada de sua xota. Ai ela entrou em desespero. – Não !!! Por favor isso não ! Você não tem esse direito. Eu pincelava e rossava a cabeça na entradinha enquanto ela tentava de tudo para eu desistir do que pretendia. Deixei de arrodeios e coloquei o bico da cabeça já entradinha e comecei a um vai e vem só na portinha. Foi quando ela vendo que ia ser deflorada fez seu ultimo apelo com uma proposta que me fez parar. – Leo … Não faça isso! Se você quer colocar faça como fez da outra vez… Faça por trás… na minha bunda… por favor!!… – Você prefere que eu coma sua bunda ? – Se tremendo, apavorada ela consentiu balançando a cabeça e olhando nos meus olhos. – Aceito sua oferta. Me lavantei de cima dela e peguei o hidratante e fiquei na frente dela com o pau apontado para ela – É melhor você passar isso no meu pau para não doer em você. Estiquei a mão e ela pegou o frasco derramando por todo meu membro e espalhando com a outra mão e sempre chorando um pouco. Que tesão! – Isso … espalhe bem que vou comer essa bundona gostosa que você tem. Deite com ela pra cima que vou começar… Ela deitou de bruços, mas apelando para que eu não fizesse isso com ela. Passei o joelho por cima dela e sentei em suas coxas, lá perto do joelho. Despejei bastante hidratante por suas coxas e sua bunda, e passei um bom tempo alisando aquele conjunto bastante carnudo. – Vou abrir caminho pra você não sentir mais dor. Coloquei a cabeça de meu dedo indicador no seu cuzinho e comecei a enfiar indo e vindo. Ela se queixava do dor, mas eu já metia o dedo todo e tirava e numa dessas eu ao invés de um meti dois. Ela se contorcia de dor e eu agora enfiava três. Ela pedia para acabar logo com aquele martírio. – pois não. Você é quem manda. Tirei meus dedos e posicionei a cabeça do pau bem na entrada de seu cu. Encostei meu peito em suas costas e enfiei meu pau ate a metade num golpe só. O Urro que ela deu foi muito exitante. Fiquei num vai e vem frenético arrancando dor e êxtase dela. – Calma irmãzinha você vai se acostumar e vai gozar outra vez… E cada estocada eu alojava mais dentro dela e ela parando de se queixar da dor mais não aceitava aquela situação. Eu mordicava seu ombro sua nuca e procurava sua boca sem sucesso. Ate que ela virou o rosto para implorar para eu sair dela e eu colei minha boca na dela arrancando-lhe um beijo que foi correspondido. Acelerei os movimentos tirando o cassete quase que totalmente e estocando ate o final. Saquei o pau de uma vez virei-a de frente segurando-a pela finíssima cintura colocando suas pernas sobre meus ombros. – Pelo amor de Deus! O que vai fazer ? – Não se preocupe irmãzinha… não vou deflora-la… Voltei a meter no seu cu abraçando aquelas pernas que sempre me deixaram louco. – Quero que você mexa agora… Ela começou a mexer o quadris pra cima e pra baixo sentindo meu cassete lhe rasgar. – Isso maninha… mais rápido… sinta cassete do seu irmão te comer… vai sua putinha… deixa eu meter na sua bocetinha deixa… – Não ! Isso nunca ! Por favor… termine logo eu não agüento mais… – Mas eu vou te deflorar sim e ainda vou comer a mamãe… Emquanto metia alisava suas deliciosas pernas, sua barriguinha, seus peitos, que coisa de louco! Dei um acelerada nos movimentos junto com ela e dei aquela gozada enfiando com tanta força que ela voltou a chorar. Quando terminei, saquei meu pau devagar, passei uma de suas pernas por cima de mim de volta e ela deitou de lado chorando. Deitei ao lado dela e abracei-a consolando-a como se não fosse eu que tinha feito aquela brutalidade. Nesse momento achei que precisava de ajuda psiquiátrica. Mas, o que importava na quele momento, olhando para minha irmãzinha, tive a sensação de ter dado a segunda melhor foda de minha vida.