Menina levada leva palmada parte 2

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Acordei dolorida, melada, suada. Muito quente. Mais quente ainda com esse corpo quente contra o meu. Me assustei com o meu próprio pensamento. Tinha outro corpo junto ao meu. "Minha mãe vai me matar" eu disse enquanto me sentava de cócoras pra olhar seu rosto enquanto dormia. Olhei no relógio de cabeceira. 00:47. Me levantei sem fazer barulho. Peguei uma toalha. Outra troca de roupa. Abri a porta. A luz vinha dá varanda indicando que meus pais ainda estavam acordados. Minha televisão ligada abafava os sons até metade do corredor. Corri pró banheiro. Me lavei na pia do banheiro pra evitar o barulho do chuveiro. O sangue escorria pela perna, viscoso com o sêmen daquele que rompeu meu hímem. Eu me sentia sensível, em lugares que eu não sabia que podia sentir desse jeito.
Me vesti. Corri de volta pro quarto. "E tu contínua dormindo" pensei em voz alta olhando prós músculos dos ombros bem delineados. Aos 15 anos ele não era um guri enorme. Mas entroncado, encorpado. Me sentei do lado dele na cama olhando as "tiras" de sangue que saia em pequenas gotas das costas e ombros dele. Eu passei os dedos, ele estremeceu, mas não acordou. "Eu fiz isso" eu afirmei pasma falando comigo mesma. Ele tinha me tirado sangue, mas eu também não tinha ficado por baixo. Ele tinha marcas de unha em forma de meia lua desde o pescoço até a bunda. Sem falar nas linhas vermelhas em conjunto de 4. Eu tinha "lanhado" ele todo como uma gata arranha o parceiro pra saber se ele é mesmo digno de penetrá-la. Ver as minhas marcas no corpo dele me excitava, de um jeito possessivo e orgulhoso. Eu queria ver mais, mas ele dormia pesado.
Decidi comer a minha pizza, já fria.
Fazer "aquilo" me deixou faminta. Comi o primeiro pedaço em meia mastigada. Magrinha, mas sempre com aquela fome incontrolável. Comi enquanto observava ele dormir. Um sono tranquilo, solto, como o de uma criança, uma criança que tenta ser adulta, mais cedo do que deveria.
Ele se virou de barriga pra cima, eu parei no meio de uma mastigada pra admirar o tamanho do pau dele. Ele parecia duro. De novo. Nessa posição a cabeça passava um dedo do umbigo. Desse jeito ele parecia…Eu não sei expressar em palavras. Monstruoso, talvez. Aterrorizante? um pouco. Mas eu tinha sentido ele dentro de mim. "Encaixa" eu pensei em voz alta hipnotizada pelas veias grossas bombeado sangue praquele músculo enorme. O formato era como eu sempre imaginei um "pênis perfeito". Era o fetiche adolescente concretizado. A cabeça em forma de cogumelo, vermelha, parecia que ia explodir a qualquer momento. O "corpo" do pau era mais escuro que o resto do corpo bronzeado de sol. As coxas e panturrilhas eram grossas por causa dos treinos de futebol. Os músculos "rasgavam". Ele parecia aquele exemplo de sistema muscular do livro de ciências. A barriga com aqueles os gomos que todo mundo que conhecia ele, já tinha visto. Algumas mais de perto do que outras. O peitoral coberto de suor, exibia mais marcas minhas. "Meu" eu pensei em voz alta mordendo o lábio inferior, meio boba. Deixei a pizza de lado. Eu tinha fome de outra coisa.
Eu fui ao banheiro com a desculpa de escovar os dentes, pra ter certeza que meus pais já tinham ido dormir. Não se via nenhuma luz vindo dá varanda. Apenas a luz dá rua iluminava as venezianas da janela dá frente. O único barulho vinha do meu quarto. Da TV. Escovei os dentes. Voei pró quarto. Ele dormia como um bebê. Aumentei a potência do ventilador.
Diminuí o volume do som dá TV de um jeito que não chamasse a atenção dá minha mãe. Ela tomava comprimidos pra dormir todas as noites, mas se alguma coisa, ou alguém acordasse ela no meio da noite…"ela me mata, e me ressuscita só pra me matar de novo depois" eu falei num cochicho respondendo o meu próprio pensamento. O medo e a excitação, nublavam meu cérebro. Engatinhei até a cintura dele. O saco se apertava e as veias dilatavam no pau inteiro. Eu olhei pra cima pra ter certeza que ele ainda dormia. Queria aproveitar aquele momento. Me apoiei nos cotovelos. Toquei as bolas com as pontas dos dedos. Desci a mão até as bolas dele estarem na palma dá minha mão. Eu apertava de leve, observando as reações dele. A respiração que acelerava. Os movimentos involuntários bruscos. Passei a mão pela base, e pelo corpo do pau, sentindo cada veia pulsando num ritmo só dele. A cabeça parecia um pirulito de framboesa. Bem vermelha e brilhante. Um tanto infantil eu pensei ‘será que é doce?’. Dei uma lambida receosa. Tinha um gosto salgado, mas uma sensação gostosa. Eu enviei ele na boca puxando levemente a pele do prepúcio pra base, como se boeasse ele. Eu olhei pra cima, ele parecia que ia acordar a qualquer momento, gemendo baixinho. A respiração trêmula. O pai dele todo parecia uma bomba relógio, contando os segundos a cada pulsada, antes de explodir. Eu chupei a cabeça como um pirulito, lambia e chupava, sem saber no que aquilo ia dar, mas aquelas gotas salgadas, aqueciam a minha língua e faziam cada chupão valer a pena. Ele acordou agarrando os meus cabelos e forçando o pau pela boca a dentro. Uma. Duas. Três vezes. Ele tirou quase tudo deixando apenas a cabeça pulsando porra dentro dá minha boca. Escorria pelos cantos dá minha boca, descendo pelo pescoço, peitos, umbigo. Era muito. Eu engoli a maior parte. Ele soltou o meu cabelo e deixou a cabeça cair no travesseiro. Eu me sentei sobre as minhas panturrilhas olhando o pai dele tremendo ainda "Quantas vezes tu fez já isso?" Ele perguntou cochichando com olhar de dúvida. "Essa é a primeira. Eu não deveria fazer isso?" Eu perguntei ainda limpando com os dedos aquele liquido denso, que formigava na minha língua. "Meu, tu é foda… A foda mais louca que eu já tive" eu não sabia se aquilo era um elogio ou uma censura. Não soube como responder. Não precisei. Ele me agarrou pela nuca e colou a boca na minha. A língua dançando tango com a minha. Agora eu já conhecia os passos. Dançava no mesmo ritmo da Boca dele. Ele chupava meus lábios e eu os dele. Novamente ele arrancou minha roupa. De olhos fechados ele já encontrava os meus mamilos sem muito esforço. Eu me esforcei pra não gemer. Ele revezava chupando um depois o outro. Até que quando eu pensei que fosse gozar de novo, ele soltou meu peito esquerdo e me fez ficar de cócoras sobre a cabeça dele. Eu só conseguia pensar em respirar e segurar os gemidos animalescos que eu estava prendendo. A minha boca sangrava pelos pequenos ferimentos causados pelas minhas próprias mordidas. Ele segurava a minha bunda com as duas mãos impedindo a minha movimentação. Beijando o que hoje eu chamo de grelo sem a vergonha que eu sentia na época por esse ato libidinoso demais pra alguém tão inocente.
Gozei derramando suco pingando no rosto dele, arranhando a parede. Se não fossem as mãos dele me mantendo no lugar eu teria caído sentada sobre o peito dele. Mas ele me guiou para cair sentada sobre o pau dele. Entrando inteiro de uma única vez. Alargando e arregaçando. Se encaixando. Até eu sentir a borda da cabeça em forma de cogumelo, passando naquele local, ali, aquele local exato que me fazia revirar os olhos dentro das órbitas, aquele local que me fazia perder todo o ar dos meus pulmões. Uma. Duas. Cinco. Dez vezes, até eu não controlar mais meus membros, o meu corpo cavalgava sozinho sobre ele. Ele bombeava cada vez mais forte. Até que as minhas unhas se enterraram na carne dele e o pai dele se enterrava na minha carne, pulsando em sincronia os líquidos se misturando e queimando como fogo sobre óleo. Os músculos das minhas coxas se apertavam, o meu abdômen se contraía em espasmos frenéticos. A minha buceta pequena e recém desvirginar, apertava "sugando" aquele pau que parecia não caber, mas cabia perfeitamente. Porra jorrava em jatos lá dentro. O pai dele continou pulsando quando não tinha mais porra pra derramar. Continuou pulsando quando eu tinha parado de pulsar.
Com os olhos fechados deitada sobre o peito dele eu ouvia o coração acelerado batendo contra as costelas. Ele respirava fundo, como quem se recupera de uma corrida. Pegou o controle dá TV e desligou.
Meu corpo mole parecia uma boneca sem vida. O pai dele diminuindo aos poucos dentro de mim até tbm descansar sem vida. Ele já dormia pesado.
Eu não sei se eu não sonhei ou se eu simplesmente não dormi. Eu abri meus olhos. Eram 4:47 dá manhã no meu relógio. "Merda" pensei alto, me levantando e tentando acordar o Fernando o mais silenciosamente possível. Meu pai se acordava cedo, e depois dele acordar ia ser difícil ele não perceber eu tentando mandar um garoto mais velho de fama ruim pela minha janela a fora. Nós não falamos muito. Ele estava atordoado por ser acordado às pressas, tão cedo. Eu envergonhada do que ele estaria pensando de mim, do que todo mundo iria pensar de mim.
Ele pulou a janela e depois o muro, indo em direção à Casa dele. A minha roupa de cama estava uma bagunça, pingos rosa por todo o lado. Juntei toda a roupa de cama e botei de molho num balde com sabão e tira manchas.

À noite eu passei a "dormir" com a janela aberta e a TV ligada. Essa foi a nossa rotina durante aqueles meses quentes de verão. Eu deixava a janela aberta e ele me ensinava a sentir prazer. Durante o dia eu assistia ele jogar futsal na quadra do parquinho, ou futebol no campinho de grama que levantava lama pra todo o lado. Sempre sem camisa. Eu fingia não me importar, mas aquilo só fazia me arrepiar com a lembrança das nossas noites.
Até que chegou fevereiro e as aulas começaram e junto com as aulas normais eu aprendi outras coisas com a oitava série…