Doutorado em incesto

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Olá todos, me chamo Alberto e tenho 34 anos. Sou branco, cabelos pretos e estou com o físico em dia. Alguns dizem que minha aparência lembra o ator americano Colin Farrell, pois bem, vamos ao caso que ocorreu comigo no meu ambiente de trabalho.

Sou médico, formado na área da proctologia. Uns meses atrás, um pai me procurou em meu consultório para que eu examinasse sei filho de 8 anos que estava tendo problemas na hora de defecar. E sentia dores e as vezes sangrava.

O nome do menino era Felipe, lindo. Branquinho, levemente bronzeado pelo sol. Olhos verdes, cabelo clarinho e muito inteligente. O pai se chamava Rogério, alto e forte, pele bronzeada e com um porte musculoso. Um belo exemplar de macho.

Durante a conversa inicial, descobri que ele era porteiro de um edifício residencial. E pelo seu jeito de falar, pude perceber que tinha pouco instrução. Após o menino relatar a dificuldade na hora de fazer coco, que doia muito e as vezes até sangrava. Que passava até 4 dias sem ir ao banheiro com medo de sentir dor. Pedi que o menino tirasse a roupa e sentasse na cadeia de exames, enquanto arrumava os equipamentos.

O cú daquele menino era marronzinho e bem no furinho rosado. O pai se posicionou atrás de mim para acompanhar o exame. Com luva, comecei a mexer naquele furinho. De cara eu já sabia o problema, mais não perderia a chance de manusear aquele cú. Abri, alisei, coloquei o dedo indicador dentro… Com esses estímulos o garoto tem uma ereção, e antes que o pai falasse algo eu disse:

-Isso é normal, o ânus é uma área erógena e ter ereções ao sentir estímulo nessa região é perfeitamente normal.

O garoto, envergonhado pela ereção ficou mais tranquilo e o pai pareceu ter aceito minha explicação. Resolvi ousar e pedi para que o pai colocasse uma luva pra mostrar o problema. E assim o fez. Lubrifiquei os dedos dele com gel lubrificante e conduzi o dedo paterno até o cú do filho.

No início o pai estava meio acanhado e pedi que ele enfiasse o dedo no furinho do muleque:

-Tá vendo, Sr. Rogério? O ânus dele não tem elasticidade. Isso se chama estenose anal! É quando o esfíncter não tem elasticidade necessário para delatar o ânus, facilitando a passagem de fezes e outras coisas…

-outras coisas doutor?

-Sim, essa condição não é exclusiva de homens. Muitas mulheres também tem, e tem dificuldade de guardar o carro do marido na garagem de trás, se é que o sr. Me entende.

-desse assunto aí eu entendo muito! Minha ex esposa que o diga hahaha

Nesse momento da conversa ele revela que você só con o garoto. A esposa se separou e voltou para cidade natal no Piauí. Ele ainda continuava com o dedo atolado no garoto que continuava de pinto duro.

-ele ainda é pequeno, com o desenvolvimento do corpo esse problema deve sumir. Eu aconselho uma massagem.

-massagem no cú?

-Sim, como se fosse uma fisioterapia. Todo dia depois do banho dele, o senhor o coloca de 4 que é uma posição mais cômoda e introduz 1 dedo no ânus do menino. Tira, coloca novamente, até o senhor sentir que o ânus relaxou e abriu mais espaço. Aí pode colocar outro dedo.

-isso vai ajudar doutor?

Não ia ajudar, mas eu queria fazer com que o pai que devia estar à perigo, sem mulher, sentisse tesão no cú do garoto. Então enganei ele:

-claro que sim sr. Rogério! O esfíncter é um músculo, com estímulo iria se desenvolver! Vou mostrar como o senhor deve fazer!

Segurei a mão do pai e iniciei um vai e vem lento que começou a ganhar velocidade na terceira metida, o garoto começou a suspirar quase gemendo. E pude perceber um volume na calça do pai.

Trabalho concluído! Consegui plantar a semente do incesto na mente de pai e filho. Pedi que voltasse com 1 semana para outra avaliação.

Uma semana se passa e eles não aparecem. Fiquei pensativo:

-será que eles procuraram outra opinião médica, e o outro médico desmentiu sobre a minha massagem milagrosa?

Mais 2 semanas se passaram e eles aparecem em meu consultório:

-doutor, me desculpe não ter vindo antes, andava muito ocupado!

-Sem problema. O felipinho está melhor?

-Muito melhor! Aquela consulta mudou a vida do garoto hehe! Só tenho que agradecer o senhor!

-Ok hehe, mais preciso ver como esta o ânus dele.

Nessa hora o pai ficou um pouco nervoso e tentou impedir.

-Não precisa doutor, ele já está bem melhor. Só voltamos pra dar notícia e agradecer.

-que isso seu Rogério é o meu trabalho. Já que vocês estão aqui não custa outra examinada.

Meio contra gosto o pai autorizou. O menino tirou a roupa e sentou na cadeia de exames. Quando eu olhei pro cú do garoto, não pode acreditar no que meus olhos estavam vendo!

O cú do garoto tinha virado um "cuceta" (estava totalmente arrombado), olhei para o pai do garoto que desviava de meu olhar.

-O senhor fez a massagem do jeito que eu mostrei?

-eh… no começo sim…

-no começo? O que o senhor fez depois?

-eu fiz a massagem com 2 dedos, passou 3 dias não tava funcionando. Aí eu comecei a colocar mais dedos.

-quantos o senhor colocou?

-4…

-4!?!?

-Sim, só aí que começou a melhorar.

Nisso o menino interrompe a conversa e diz:

-pai, não vai falar pro doutor que o senhor fez a massagem com seu pinto?

Meu coração parou por 5 segundos. Olhei pro pai do menino e parecia que a alma dele já tinha saído do corpo.

-seu pai colocou o pinto dentro da sua bunda?

-Sim, foi melhor que os dedos. 4 dedo machucava e o pinto fazia massagem lá no fundo.

O pai tentou inventar uma desculpa esfarrapada:

-doutor, é mentira! Sabe como é criança. Deve tá imaginando coisa. Em casa a gente conversa, Felipe!

-Seu Rogério, não precisa ficar assim. Será nosso segredo. Eu até ia indicar isso na primeira consulta. O pênis é perfeito pra essa massagem, mais fiquei com medo do senhor não gostar.

-O senhor não vai me denunciar?

-claro que não! Mais eu quero ver o senhor fazendo massagem no seu filho com o pênis.

Nisso surgiu um sorriso safado no rosto do pai que prontamente colocou o pau pra fora. E puta que pariu, que pau! Devia ter uns 22cm, o menino já ficou com água na boca e pediu pra mamar.

-hahaha senhor Rogério, não lembro de ter indicado sexo oral hahaha

-sim doutor, mas é que não tinha gel lubrificante. E ele lubrifica com a saliva.

Meu pau estava estourando vendo o moleque engolir metade da gigantesca rola paterna. O pai já tava se posicionando pra enrabar o moleque, me aproximei mais pra ver aquela cena única.

Vi o pau sumir centímetro por centímetro naquele cú profundo! E o menino gemendo de prazer. Quando o pau entrou até o talo, o pau começou a fuder aquele cú como se fosse uma britadeira!

Não resisti e coloquei minha rola pra fora e iniciei uma punheta. Quando o pai viu, me ofereceu o cú do filho que aceitei prontamente! Apesar de arrombado, o cú ainda estava uma delícia, bombei gostoso aquele cú infantil. Até que senti algo estranho pra mim até então. Era a rola do pai procurando passagem no meu cú. Antes que eu pudesse falar que não, aquela rola entra de uma do vez como se fosse uma lança. Me proporcionando um choque de prazer e dor alucinante. Jorrei leite dentro do cú do Felipe enquanto o sr. Rogério me fudia igual uma puta barata.foram quase 12 minutos de rolada no meu cú, finalizado com uma gozada cavalar.

O senhor Rogério retira seu gigante membro de meu cú pingando porra e sangue. Aquele macho me destruiu, e eu havia adorado a sensação de ser enrabado. Ele vem no meu ouvido e diz:

-desculpe doutor, não resisto a um cuzinho.

-Só desculpo se me comer outra vez.

Ele riu e tornou a meter o pau ainda ereto no meu cú. Havia sêmen escorrendo por minhas pernas até a minha meia. Quando senti o pau invadir meu cú, minha rola desperta, e eu a coloco no rabo do Felipe que da um sorriso lindo.

Sempre visito eles, para uma consulta caseira e meu não fica sem rola. Estou tentando converter outros pais a magia de transar com seus garotos. Quem sabe eu não volto aqui e conto mais do meu doutorado em incesto.

Até mais!