Bugrinhas de Dourados

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Olá leitores !!
Hoje vou contar como iniciei minha vida sexual.
Eu morava com meus pais em Dourados-MS. Meu avô tinha uma fazenda e era produtor de soja e milho.
Morava no centro da cidade, e ia de bike para a escola. Lá para meus 14 anos eu vivia batendo punheta e tinha muita vontade de comer uma buceta.
Até que um dia um colega da minha escola me perguntou se eu já tinha comido uma menininha. Respondi que não. Então ele me chamou para ir depois da aula até a Praça Antonio João, que fica bem no centro. Eu já conhecia esta praça, mas não tinha percebido que lá ficavam algumas crianças indígenas.
Fomos em um grupo de 5 colegas e ao chegar na praça, meus amigos já foram logo chamando as meninas. Neste dia tinha 3, com idades de 8 a 11 anos.
Colocamos as meninas sentadas nos quadros das bikes e fomos para um local mais afastado.
Pedalamos até próximo da rodoviária, e lá fomos até o estádio de futebol da cidade.
Passamos as bikes por cima do alambrado e todos passamos por um buraco.
Logo um dos meninos mais velhos chamou uma bugrinha e mandou ela chupar. A pequena se agachou e começou um chupeta. Meu pau já estava muito duro.
Coloquei para fora e chamei a menina. Mal pude acreditar quando a menorzinha começou a me chupar… que tesão senti. Aquilo era bom demais. Logo gozei na boca dela.
As 3 deram conta de dos 5 meninos. Elas nos chuparam e comemos as bucetinhas lisinhas. Nem peitos as crianças tinham, mas já não eram virgens.
Gozei dentro da pequena de 8 anos.
Até que vimos pessoas chegando e saímos correndo dali.
Deixamos as meninas na praça e demos dinheiro para elas.
Fiquei viciado em bugrinhas.
Todos os dias eu saia da escola e ia para lá.
Eu já nem gostava mais de final de semana, porque eu tinha que ir para a fazenda e ficava longe das bugrinhas.
Até que com 16 anos eu aprendi a dirigir, primeiro na fazenda, depois pegava até a estrada.
Sempre tinham crianças nesta praça.
Um dia eu fui sozinho e encontrei uma das que eu sempre comia. Ela tinha 9 anos e estava com duas primas (uma de 7 a outra de 9).
Coloquei as 3 no carro e fui até a fazenda do meu avô.
Parei na entrada e mandei elas me chuparem. A de 7 anos nunca tinha feito nada e ficou um pouco assustada. As duas de 9 anos foram ensinando e logo ela começou a chupar bem gostoso. Gozei na boquinha dela e a menina engasgou com tanta porra.
Meti nas duas de 9 anos, mas queria a pequena também.
Uma das meninas, a mais experiente cuspiu na bocetinha da pequena e com força meteu do dedo. Só ouvi o grito… aiiii aiii aiii. Ela socou o dedo inteiro e falou:
– Vem agora dá para você meter nela…
– Coloquei a menina deitada na grama e meti com tudo. Meu pau até doeu. Entrou só a cabeça mas foi a melhor foda da minha vida. Que tesão. Tinha medo de ser visto por alguém, e tinha o tesão de ver a menina resmungando e chorando de dor.
Fiquei metendo por uns 10 minutos e gozei muito.
Ao tirar eu vi que tinha muito sangue. Peguei uma garrafinha de água que tinha no carro e lavei. As outras duas ajudaram ela a se vestir.
Dei dinheiro para as três e fui deixá-las perto da aldeia que moram.
Depois deste dia todos os dias eu dava um jeito de pegar esta menina. Com 7 anos ela me dava muito tesão. Moreninha, cabelo tigelinha e sempre mal vestida.
Sempre que podia íamos para minha casa, quando meus pais estavam na fazenda. Lá elas tomavam banho e se alimentavam.
Dos meus 14 até os 29 anos, eu perdi a conta de quantas bugrinhas eu transei.
Algumas eu tirei o cabaço, mas outras já vinham sem.
Lembro de uma que tinha incríveis sete aninhos, e quando fui comer a menina já tinha um bucetão enorme.
Nas aldeias da região é assim, meninas transam desde cedo.
Comi alguns curumins também, e não dispenso uma bundinha infantil.