“Bom, o que eu poderia fazer?” Parte 2

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Ela fez uma expressão de enjôo, parecia não ter gostado muito do sabor, bom, n era o sorvete de morango que tanto amava, mas eu tentei né?
Limpei tudo, e quando percebi já estava anoitecendo, não iria sequestrar ela, mas também não queria deixar ela com aquele adulto irresponsável que fora obrigada a chamar de pai,então eu levei-a até minha residência.
Ao chegar em casa, ela ficou encantada, me disse q tinha sido a maior casa que já tinha visto, eu estranhei,aquela era apenas uma casa de tamanho comum, muito menor do que a que eu tinha no meu país natal se comparada por metro quadrado, correu para o meu quarto e seus olhos brilharam,como se tivera visto potes e potes de sorvete de morango, subiu na cama e pulou na própria, quando ela descia dava para ver sua linda calcinha rosada, como naquele dia emblemático em que a vi pela primeira vez, adorei a cena, carreguei ela e a beijei, ela me beijou por um segundo e depois se distanciou, acho que eu estava forçando ela demais, será que eu estava realmente fazendo ela feliz? Ou estava só me fazendo feliz?
Eu já sabia a resposta dessa pergunta, o plano inicialmente envolvia trancar ela no porão-igual fazem nos filmes-e fazer com ela o que eu gostaria de fazer agora, mas acabei me envolvendo demais com ela emocionalmente, podia dizer q até já a amava,não ia fazer nenhum mal a ela, e iria fazer o que estivesse ao meu alcance para protegê-la, perguntei a ela o que tinha acontecido, mesmo já sabendo a resposta, ou só achava que já sabia, mas estava absurdamente enganado.
Ela me contou o que o pai fazia com ela, ele passava a mão nela sem o consentimento da própria,era mesmo um homem repugnante, não se pode fazer algo tão intimo sem o consentimento dela, eu entendia os desejos dele, afinal pessoas como nós, se escondem nas trevas para um dia poder sair delas,mas nós não eramos iguais, ele tinha escolhido o caminho errado, e eu o certo.
Nunca iria fazer nada sem o consentimento dela, se fizesse, jamais me perdoaria por tê lo feito.
E estavamos ali, olhando um pro outro sem saber ao certo o que faríamos, não ia levar ela pra casa de jeito nenhum, então dei uma de pai e mandei-a ir tomar um banho, e ela obedeceu, tirou o vestidinho na minha frente e eu não acreditei no que vi.
Que belíssima obra de arte nós tinhamos ali, e exatamente como uma, eu só podia olhar, não ia tentar fazer nada com ela, ao menos não por enquanto,não sou que nem aquele bastardo, sou diferente, eu a amo!
Ela tinha, lindos peitinhos e uma barriguinha perfeita,eu não aguentava só ficar olhando, e pra piorar a situação ela tinha uma bundinha que me chamava e atentava a fazer coisas ruins, mas não poderia fazê lo, ela entrara no banheiro, eu tinha aguentado a tentação, mas agora uma nova preocupação, o que ela iria vestir?
Eu pensei por um tempo, e pra falar a verdade, adoraria q ela não usasse nada, até porque o sangue circula melhor, quem eu estava tantando enganar, eu só queria q ela dormisse assim pra eu me aproveitar, mas eu não podia, apenas peguei uns shorts meus q não cabiam mais e uma camisa regata branca, ela não demorou muito a sair.
Quando ela saiu eu agarrei a com a toalha e enxuguei a, passando a toalha de leve debaixo dos braços, nas costas e na sua linda barriguinha, botei a roupa nela e quem diria, coube perfeitamente,bom, quase, mas ela ficava fofa com roupas folgadas assim,ela bocejou, estava realmente com sono, pra ser honesto eu também estava, eu deitei, e ela deitou ao meu lado, era uma cama de casal, afinal eu também tinha meus luxos, e por quê não ter? Se for pra fazer ela feliz, tá valendo, era como se eu já tivesse planejado trazer ela pra casa desde o início, será?
Eu a olhava dormir, parece loucura, talvez fosse, mas ela estava tão linda naquela noite, tão linda como sempre estivera, e pensar que existia um ser humano tão bárbaro que era capaz de não sentir falta dela, eu não era capaz de ficar sem ela nem por um segundo, mesmo tendo tão pouca idade,ela peculiarmente parecia tanto comigo até dormindo, seria estranho se ela não fosse tão bonitinha, queria conhecer o pai dela, queria dar o troco por tudo que ele a fez passar, queria dizer o quão repugnante ele era por não se preocupar c ela, estava na cara que não se preocupava, eu só queria matá….
E eu apaguei,só acordei no dia seguinte, estava muito cansado mesmo.E quando acordei, ela estava olhando pra mim, parecia feliz por me ver acordar,estava agarrada em mim, eu amava aquilo, pareciamos recém casados, quando na verdade nem nos conheciamos direito, mas nos entendíamos como se a conhecesse a anos.
Eu a beijei, um longo beijo, ficamos horas ali, eu sentindo a maciez de seus lábios rosa claro, e ela sentindo meus lábios e barba, ficamos horas ali, se passaram tão rápido que nem percebi, e durante muito tempo essa é a única coisa de que me lembro.
A última coisa de que me lembro? Não pode ser possível, será? Não sei, não lembro, lamento, ou até lembro…… mas isso é história pra ova.
Depois de um tempo, mais precisamente uma semana, ela já estava se adaptando bem a sua nova casa, e ao seu novo "pai", bom, talvez um pai com umas coisas à mais,eu sempre a levava pro parque quando podia, e lá ela se divertia a valer, ela adorava também ficar comigo no caminhão, trabalhar nunca fora tão divertido, eu a amava, e cada dia que passava achava q tinhamos sido feitos um pro outro, parece cliché,mas fazer o que né?
Mas o que me tirava o sono, era o pai dela, ainda estava vivo?como pode um verme viver tanto tempo? E será que se preocupava? Ou pelo menos tinha alguma noção de que estava sem sua filha? Talvez eu estivesse me irritando demais, vo só curtir a minha pequena por enquanto e ver o que o autor, digo, futuro nos reserva.
Um mês se passou desde que eu a encontrei, e nada de polícia, ou investigação, jornal local ou cartazes de sumisso, aquele velho miserável realmente não se importara com ela, e quanto mais eu pensava nisso mais eu desejava que ele estivesse sendo queimado no inferno, eu estava vivendo uma vida de sonho com a minha baixinha, me sentira criança novamente, adorava passar um longo tempo com ela, mas não parava de pensar naquele verme maldito, eu tinha contas a acertar com ele, e numa manhã aleatória eu ouvi um som.
Que tipo de som seria aquele e de onde estaria vindo? Eram 10 da manhã e ela ainda dormia, do nada ela acordou assustada, parecia que tinha tido um pesadelo, ela olhou pra mim e botou a mão no bolso do vestido e puxou uma coisa muito peculiar para aquela situação……um celular.
Um celular….. um mísero celular, eu lavei aquele vestido ao menos umas 3 vezes só naquela semana e não o percebi, mas como ainda funcionava?
Eu entendo que era um celular velho e robusto,era um nokia 1100, ou quase isso, tinha pelo menos uma década que não via um desses, nem acreditava que ainda existia algum em funcionamento, mas acreditei menos ainda no que eu vi, eu me aproximei dela e li o contato que estava a ligar,"papai".
Que? O que esse mentecapto queria com a minha gatinha? Depois de mais de um mês ele vem procurar ela? Eu não ia deixar nada barato, ia falar o que tinha que falar para ele agora. Ela atendeu, e uma voz grossa surgiu, parecia até o batman na linha, n sei se realmente tinha essa voz ou se a fazia pra assustar a filha, só sei que gritou com ela, chamou a de lixo e a mandou ir pra casa naquele instante, com medo ela apenas confirmou sua ida.
Se vc tá achando que ia deixar minha gatinha voltar sozinha pra ser abusada e maltratada está enganado, eu iria com ela aonde fosse, e eu realmente queria ver a cara daquele patife que ela era obrigada a obedecer.