Santa e Puta

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Chamo-me Adriana, tenho 40 anos dois filhos e casada há 20 longos anos, sempre fui vista como uma mulher exemplar, desde quando era solteira era apontada como mulher para se casar, pela minha educação e comportamento exemplar, era muito estudiosa, frequentava a igreja e não era menina de badalação.
Todos imaginam que eu casei virgem, inclusive o meu marido, como tem certeza que sou fiel e só conheci o meu marido até hoje, e é justamente assim que eu desejo que continue a pensar, porém vou usar esse canal na internet para relatar o meu outro lado, aquele que apenas eu conheço, mas é sempre bom desabafar, como nunca tive coragem de falar desse meu outro lado para ninguém, vou narrar para vocês, assim descarrego um pouco esse segredo que vem se agigantando por toda a minha vida e também como vocês não são conhecedores de minha identidade, continuará secreto e bem guardado ás minhas aventuras de mulher puta.
Eu comecei a me masturbar aos 13 anos e diga-se de passagem nunca mais parei, porém como era vista como uma verdadeira “Santa”, não podia fazer nada em minha cidade ou com pessoas conhecidas, tudo começou quando aos 15 anos os meus pais me ofereceram uma festa ou uma viagem, eu já mal intencionada optei pela viagem.
Decidimos o lugar onde eu passaria oito dias, e como eu viajaria sozinha, essa seria a minha primeira vez sozinha, decidi que o meu presente de 15 anos iria muito além da viajem, comecei entrar na sala de bate papo dessa cidade e fui fazendo amizades e escolhendo ás minhas “Vitimas”, que foram dois, ambos casados, pois não bastava transar, não bastava perder a minha virgindade, eu queria chifras a esposa que estavam cuidando da casa enquanto eu estava em um motel trepando com o marido dela, marquei primeiro com o Pedro de 30 anos, e com ele perdi a minha virgindade, dois dias depois, recebi o Rafael, esse um coroa de 45 anos, 30 anos a mais do que eu, muito experiente, ele bateu na minha cara, gozou na minha boca, me chamava de “Puta” nova, ficava me fudendo e falando que eu nasci pra ser piranha, que eu não passava de uma cachorra, que eu seria na vida uma verdadeira rapariga, foi então que gozei pela primeira vez.
Quando retornei a minha cidade voltei a ser a puritana que sempre fui, voltei a me masturbar cada vez mais e quando estava com 18 anos, lembro que chegou um circo em minha cidade e nesse circo trabalhava um negro forte rustico, creio que ele trabalhava no pesado, armando e desarmando o circo, eu fiquei morta de tesão por aquele negro, então decidi que queria dá pra ele, mas para não ter a identidade revelada tratei de ser discreta e resolvi bem discretamente entregar um bilhetinho para ele, que falava assim: “Estou nessa cidade apenas de passagem, não quero ir embora sem te ver, fiquei sabendo que o circo vai embora na próxima quarta feira, porém na quarta eu já não mais estarei aqui, na segunda feira, exatamente ás 23:00hs, me encontra aqui por trás do circo”.
Na segunda feira sai de casa escondida ás 22:40, quando todas achavam que eu já estava dormindo, quando cheguei por traz do circo o negro já me esperava, me puxou e me levou para o escuro dentro do mato, e começou a me beijar, me apertando de uma forma que chegava a me machucar, colocou um pau pra fora, enorme extremamente grosso e falou, chupa gatinha, engole um cassete de verdade, o pau do negro quase não cabia em minha boca, então ele me puxou e perguntou se eu aguentaria aquele tronco na buceta, em fiquei de quatro e falei, vai metendo devagar, ele foi metendo e eu gemendo de dor, então ele falou: Não vou colocar mais, você não aguentaria, me puxou e me mandou chupar até ele gozar na minha boca, eu chupava e masturbava aquele pauzão até que ele gozou na minha boca, foi um jato que eu me lambuzei todinha, vesti minha roupa e para “Tapear” perguntei para onde o circo iria, pois eu estaria voltando para minha cidade já no outro dia pela manhã, então voltei pra casa arrombada por um negro e fiquei sem sair de casa até ter a certeza que o circo havia ido embora da minha cidade.
Quando completei 20 anos me casei vestida de noiva como toda “Donzela” tem que casar, o primeiro chifre do meu maridinho já foi durante a lua de mel, foi com um dos hospede do hotel em que ficamos maior loucura foi no dia em que deixamos o hotel, o meu esposo lá em baixo fechando a conta do hotel e eu no quarto chupando o meu vizinho de quarto.
Lembro de todas ás transas que tive durante esses 20 anos de casada, e até hoje continuo sendo a esposa exemplar, mas durante todos esses anos nunca parei de me masturbar e nem de dá para outros, no ano que dei pouco, dei para dois.
Por mim eu treparia com um macho diferente por semana, mas vocês entendeu que eu sou uma mulher casada e não posso tá me expondo, quando estou vendo filme ou novelas em que aparecem sena de traição, eu me revolto logo e no mínimo falo que jamais concordo com traição, se a mulher não quer mais ela tenha o mínimo de dignidade e peça a separação e só depois se envolva com outro. Rissss Beijinhos pra vocês…