Nova Família Japa e afins

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Meu nome é Emilio Jr. atualmente tenho 24 anos, o que vou contar aconteceu à alguns anos atrás. Sou filho de pais separados e morei com minha avó materna, meus irmãos e minha mãe até os 14 anos. Eu sou o mais velho de 4 irmãos, no entanto, sou o único que sou filho do meu pai, os outros 3 são filhos de 2 pais diferentes. Minha mãe é “muito dificil” é assim que minha avó definia minha mãe. Infelizmente ela era marginal, se drogava, teve meus irmãos e nem sabe que é o pai de uns deles, enfim… Uma história meia triste, mas nos superamos graças a minha avó e meu pai.

Quando eu estava quase pra fazer 15 anos, minha mãe foi presa, sendo assim, ficou eu e meus irmão com a minha avó. No entanto, minha avó já era de idade e não dava conta de cuidar de 3 crianças, e eu, um adolescente, num bairro de periferia, com um histórico familiar questionável… Sendo assim, fui morar com meu pai. Ele sempre pagou pensão pra mim, e ainda dava um dinheiro a mais para minha avó cuidar dos meus outros irmão. O dinheiro era depositado na conta da minha avó, caso contrario, minha mae gastava tudo com droga, bebida, ou seja la o que fosse. Meu pai não é rico, mas sempre trabalhou muito para sair da vida difícil que ele teve quando era menor, estudou e, ate hoje é funcionário publico.

Em 2007 eu já rompi o ano para 2008 morando com meu pai, minha madrasta e minha irma Anna Clara que na época tinha 6 anos. No começo eu demorei a me adaptar, minha madrasta brigava um pouco comigo, meu pai tambem pra me ensinar “boas maneiras” digamos assim, mas depois eu me adaptei, me dei muito bem com minha madrasta e a vida seguiu.

Eu nunca fui do tipo bonitão, pra resumir a historia, hoje eu melhorei muito, mas ainda continuo feio (kkkkkkkkk), no entanto, quando eu era mais jovem… Pqp, COMO EU ERA ESTRAGADO. Era feio, magrelo, dentuço, cheio de espinha na cara, mal vestido, com mal gosto terrível, burro, tímido, favelado, enfim… Uma tragédia. Sendo assim, não pegava ninguém. Conforme fui crescendo, morando com meu pai, eu fui melhorando… Coloquei aparelho, andava limpinho, estudava, desenvolvi minha capacidade social, intelectual e, claro, a estética. Hoje em dia, bem arrumado e com um bom papo, eu costumo me dar bem com a mulherada, mas antes, era uma vergonha!

Meu pai é moreno, mulato; Minha madrasta é branca, oriental, tem descendência japonesa, com aquele cabelão preto,é ate uma mulher atraente. No entanto, a família dela, era a inspiração de todas as minhas punhetas, só tinha meninas lindas, bem arrumadas, cheirosas, limpinhas, japonesinhas, patricinhas, sexys, delicadas, ninfetinhas, com pézinhos lindos, cada centímetro do corpinho delas me dava um tesão desgraçado. Eram 4 meninas, uma de 14, outra 12 e mais duas irmãs, uma de 10 e outra de 8. Isso fora os 2 menininhos, um de 6, que tinha a mesma idade da minha irma, e outro de 7 que também me davam tesão. Enfim…

Todo final de semana íamos almoçar na casa da minha “vó japa” (assim que eu a chamava) ela é mãe da minha madrasta. E eu me acabava, brincava na piscina, passava a rola neles, a mão, me esfregava com gosto e, as 4 meninas adoravam, interagiam, vez ou outra ate chegaram a retribuir as caricias passando a mão no meu pau, faziam questão de se esfregar em mim, mas na maioria das vezes, fingiam que não viam, e agiam como se tivesse sido “sem querer”. Depois eu me masturbava feito louco lembrando dos toques que eu dava na família de japinhas.

Um ano se passou mais ou menos, e em um determinado dia foi uma festa na casa da “vó japa”, foi a família inteira, aquela animação de sempre, e com o calor o gelo acabou, e foi eu e um amigo da família que sabia dirigir comprar mais. Na volta o pneu do carro furou, era um carro meio velho, um Peugeot 206 de duas portas vinho e aquela merda de carro tem o estepe em baixo do carro, e pra piorar, não tinha macaco pra trocar, e o dono não quiz andar com o pneu furado o resto do caminho que faltava, sendo assim, tive que ir correndo ate a festa para pegar um macaco emprestado. Cheguei lá, relatei o que tinha acontecido e me mandaram pegar um macaco que estava na casa de bomba da piscina, é onde tem um maquinário pra purificar a agua e tal…

Então, la fui eu buscar o tal macaco; quando chego perto, a porta esta entre aberta e eu vejo pela fresta minha irma, o outro primo da mesma idade dela, e o mais velho de 7 anos “brincando de medico”. Anna Clara estava encostadinha na bomba de agua, na pontinha dos pés com a parte de baixo do biquine abaixada e o molequinho com a piroquinha dura esfregando nela todo desengonçado gargalhando, enquanto o primo mais velho olhava e sorria. Anna Clara toda entusiasmada com a brincadeira tentava abraçar o garotinho mas ele saia, depois de uns 40 segundos o primo mais velho foi em direção a eles e disse “minha vez”. Abaixou a bermuda, o pintinho ja tava duro, e mesmo que pequeno, era maior que o anterior. Ele chegou perto da minha irmã e fez ela dar uma chupada, e a menina fez ate direitinho. Ela fazia o movimento de vem e vai com a cabecinha bem sem jeito ou sem saber direito o que era aquilo… Anna Clara fez e depois o moleque foi se esfregar nela, ele se abaixava pra deixar o pau na mesma altura da xotinha da minha irma e se esfregava nela com consistência. Anna Clara ficava na ponta dos pés e o moleque era preciso, catucava o lugar certo, porque a menina começou a sentir alguma coisa, ate mudou a fisionomia… Com o pintinho duro ele sarrava nela com força, segurava a bundinha dela pra fazer pressão, e manteve o ritmo até eu atrapalhar. Abri a porta e disse “mas que coisa é essa que vcs estão fazendo!?”. Todo mundo se assustou, ficaram trêmulos, minha irmã procurava a mãe ou meu pai com olhos astutos pra ver se eles tinham visto alguma coisa. O moleque subiu a bermuda com uma velocidade tão grande que se pega no pau ia decepar. Fizeram cara de choro, pediram pra eu não contar, mas eu só olhei pra minha irmã, dei um sorriso irônico, peguei o macaco, e fui em bora.

Com pneu trocado voltei pra festa com meu amigo e o gelo, a molecada pervertida ja começou a me cercar, minha irma e o primo menor estavam bem sonsos na piscina só me olhando de longe, já o maior, com a consciência pesada, sabia que se eu contasse ia sobrar pra ele. Em um dado momento, ja era no cair da tarde, e ele me viu sozinho limpando um espeto de carne e veio me perguntar se eu estava com raiva dele, se eu ia contar pro meu pai. Eu com os hormônios a milhão, recalcado porque ate um moleque de 6 anos conseguia foder e eu não, louco pra dar um gozada num corpinho de verdade, disse que tava pensando se ia contar ou não. Ele começou a murmurar dizendo pra eu não contar, queria chorar, e eu fui direto, disse que se ele me chupasse, fizesse em mim o mesmo que minha irma fez nele, eu não contaria. Ele ficou meio sem jeito, passou as mãos nos olhos como se enxugasse as lagrimas, olhou pra um lado, pra outro e acabou concordando. Combinamos um lugar, esperamos escurecer mais um pouco, eu fiz um sinal pra ele, e na hora certa eu ia ganhar o primeiro boquete da minha vida.

Voltamos pra casa da bomba, levei o macaco comigo pra disfarçar, porem, naquela altura do campeonato, tava todo mundo bêbado, minha irma e o priminho sacana ja estavam dormindo, a meninada ja tava largada, os pais estavam se fodendo para as crianças. Afinal de contas, ali é um “ambiente controlado, de confiança”. Encontrei o moleque, ficamos la fora, nem cheguei a entrar na casa de bombas, me encostei na parede perto de umas latas de tinta, coloquei meu pra pra fora duraço, e o pirralinho veio devagar, colocou uma mão bem tímida, eu fiz ele me punhetar um pouco, depois disse pra ele andar logo, ele se curvou e deu a primeira lambida… Nossa, eu quase morri de tanto tesão. Uma língua quentinha babando a cabeça do meu pau… Eu disse pra ele cair de boca de verdade, repetia: “vai, chupa, chupa logo. Num é só lamber, não. Vc não ta fazendo direito, vou contar tudo que vc fez com minha irma.” Fui pressionando ele, e o pirralho foi se motivando, mamando direitinho meu cacete ate que em uns 3 min eu gozei um litro… Caiu so um pouco no braço dele depois ele tirou o braço assustado. Foi a gozada mais do caralho da minha vida, ate hoje me lembro o quanto eu tive que me segurar pra não dar um grito de euforia.

Nessa mesma noite fiz ele me chupar mais 3 vezes, foram 4 no total, o moleque pegou gosto pela coisa, nem reclamava. Na ultima, ja tinha gozado tanto que ele chupava, chupava, chupava, me babava inteiro, me punhetava, e eu nada de gozar, então mandei ele ficar de quatro e baixar a bermuda, ele nem titubeou, te juro… Me olhou, sorriu desconfiado, olhou em volta, abaixou a bermuda e ficou de quatro na minha frente com um brotinho de cu rosado e suadinho… Eu punhetei e comecei a esfregar, dei uma cuspida na cabeça do meu pau, igual eu via em site porno e comecei a esfregar no cuzinho dele. Quando o pirralho sentiu o primeiro toque da cabeça do meu pau no reguinho dele, ele se encolheu, saiu do rumo e olhou pra trás sorrindo. Eu continuei punhetando e esfregando na bundinha dele, sentia o saquinho quente dele no meu cacete e comecei a catucar, tentando penetra-lo… Tentava meter, mas não entrava nem fodendo, cuspi ate minha boca secar, mas meu pau não conseguia romper as preguinhas dele. Depois de uns 3 min na mesma posição ele começou a reclamar que o joelho tava doendo, e pra falar a verdade, o meu tbm tava. Ele sentou em uma das latas de tinta e ficou mexendo no pintinho dele, não era necessariamente uma punheta, mas ele estava se excitando…. Eu tomei o controle, peguei o pintinho dele e comecei a punheta-lo, fiz o melhor que eu podia, fiz bem rápido e carinhoso, o moleque sorria eufórico e no seu rosto tinha expressões claras de excitação. Mandei ele continuar fazendo com a própria mão e coloquei meu pau na boca dele fazendo ele me chupar de novo, ele não tinha coordenação motora pra me chupar e se punhetar ao mesmo tempo. Depois de deixar meu pau bem babado, sentei na lata de tinta, coloquei ele no meu colo e comecei a punheta-lo de novo com meu pau bem duro encostando no cuzinho dele… Batia uma pra ele e o pirralho rebolava no meu colo ofegante, totalmente entregue ao tesão. Seus pesinhos se esfregavam na minha perna, seus dedinhos se contraiam, e eu punhetando no ritmo bem sacana, e ia perguntando no ouvido dele se ele estava gostando; O pirralho só dizia todo excitado: “uhuum, uhumm” e assistindo ele se contorcendo de prazer, gozando uma babinha discreta transparente eu não segurei e gozei melando o cuzinho e a barriguinha dele. Depois disso minha irma, mesmo pequena ficou meia desconfiadinha perto de mim com medo que eu contasse alguma coisa, eu sempre fazia piadinhas, dava umas indiretas quando estávamos só nos dois para provoca-la. O tempo passou e eu continuava me divertindo com o pirralinho sempre que eu tinha oportunidade, porem nunca cheguei a penetra-lo.

Em outra oportunidade estava na casa da “Vó Japa” de novo, o pirralho estava lá, eu estava louco pra fazer umas sacanagens com ele, mas não deu, tinha muita gente, mas crianças do que o normal, podia dar merda, fiquei só na vontade. Na hora de ir em bora, era umas 20:00h e minha irma ja estava dormindo, nessa época ela ja tinha 7 anos; Meu pai a pegou no colo, a colocou na cadeirinha no banco de trás do carro e fomos pra casa. No caminho, meu pai queria ligar o som e minha madrasta brigou com ele, não deixando, pra não acordar Anna Clara se não ela ia “dar plantão”, é como minha madrasta chamava quando ela não dormia a noite por ter tido o sono interrompido, enfim…

Quase chegando em casa, meu pai encontrou um vizinho, e os dois pararam o carro e ficaram conversando uns 2 ou 3 minutos, quando eles foram em bora, o vizinho deu uma buzinada fazendo graça, e meu pai retribuiu, e ai, adivinha o que aconteceu? Anna Clara acordou! Minha madrasta ficou puta com meu pai, disse que a menina ia perturbar, não ia dormir, e pra acordar cedo no outro dia ia ser um sacrifício e bla bla bla… Chegamos em casa e minha madrasta foi logo tomar um banho e deixou meu pai se virar pra colocar Anna Clara pra dormir.

Meu pai colocou ela na cama, deu uns 10min ela apareceu na sala, meu pai voltou a coloca-la na cama, e ela voltou a retornar… Na terceira vez meu pai desistiu e deixou ela assistindo televisão com a gente. Estávamos assistindo CSI MIAME e Anna Clara jogando no celular… O programa acabou e meu pai foi tomar banho, Anna Clara deitou no sofá de bruços e levantou os pezinhos, eu olhando aquilo ja comecei a ficar de pau duro… Ela com uma camisolinha infantil do Garfield, com um babadinho alaranjado na barra, com aqueles pés branquinhos, pequenos e delicados se mexendo… Conforme ela balançava as perninhas a camisolinha ia subindo deixando sua bundinha quase a mostra, aquela pele branquinha, aquele corpinho inocente iniciado precocemente no sexo pela tara mais cliche de todas: as brincadeirinhas indecentes entre primos. Aquele rostinho mestiço, oriental de ninfeta infantil brincando no celular, rebolando a bundinha discretamente… Eu tomado pelo tesão comecei a perguntar se ela continuava brincando com o primo, Anna Clara ficou sem graça, desconversou, mas eu insisti, perguntei qual foi a ultima vez que eles fizeram, o que ela sentia, se ela gostava, disse que se ela me contasse contaria um segredo meu pra ela também; Anna Clara começou a ceder, dava sorrisinhos constrangidos e começou a cochichar dizendo que fazia mais ou menos, que a ultima vez tinha sido naquele dia com o neto da dona Lica (era irma da vó dela e tia da minha madrasta), concluiu dizendo que era engraçado, que fazia cosquinha e que gostava de brincar, que era so uma “brincadeira”. Eu de pau duro, louco de tesão, pedi pra ela me mostrar onde ela sentia cosquinha, ela mudou de posição, ficou sentadinha com as costas escoradas no braço do sofá, abriu as pernas bem desconfiada, afastou a calcinha e me deixou ver a raxinha dela bem rápido com um sorriso bem sapeca no rosto. Eu disse que não consegui ver, que tinha que demorar mais, que tinha sido muito rápido… Anna Clara sorriu meia nervosa e não falou nada, só apontou na direção do corredor insinuando que meu pai ou minha madrasta poderiam aparecer. Eu disse que ia la ver se a mãe dela estava dormindo… Fui ate meu quarto e disfarçadamente vi se ela dormia, e ela estava no banheiro com meu pai, provavelmente, fodendo.

Voltei rapidamente pra sala e sentei próximo a Anna Clara, e disse que eles estavam no banheiro “namorando”, ela sorriu e eu pedi para ver a raxinha de novo. Dei um espaço, me afastei quase voltando para o lugar que eu estava, coloquei o edredom no me colo, ja coloquei o pau pra fora e comecei a me punhetar por de baixo da coberta e ela me mostrou a bocetinha bem lenamente, arreganhou a perninha com gosto, afastou a calcinha e me deixou ver a raxinha rosinha, perfeita… Anna Clara passava o dedinho no grelinho, no cabaço, e bem molhadinha cheirava o dedo. Eu punhetando admirando minha irmãzinha se masturbar, quando Anna Clara me perguntou o que eu tava fazendo por causa do movimento da minha punheta em baixo da coberta. Eu disse que era meu pau e perguntei se ela queria ver, e a garota acenou com a cabeça dizendo que sim. Tirei a coberta de cima e mostrei meu pau duro pra ela, Anna clara ficou meia assustada, ficou exitante, mas eu chamei ela pra perto, disse que era pra ela ver melhor, que ela podia pegar e Anna Clara veio meio desconfiada, porem, cheia de curiosidade. Aos poucos fui fazendo ele pegar intimidade, fiz ela colocar a mão, ela fez um carinho, depois ensinei os movimentos da punheta e ela olhando meia admirada e gostando da brincadeira. Depois coloquei os pézinhos dela no meu pau pra brincar de medir, esfreguei as solinhas dela no meu cacete bem gostoso, na sequencia pedi pra ela dar uns beijinhos, passar a língua; Anna Clara foi pegando confiança, eu fui siriricando sua xotinha; Na sua calcinha ja tinha uma sutil umidade aparente, então fiz ela chupar, falei: “faz igual você fez com o fulaninho”. Ela começou dando beijinhos, lambendo e na medida que eu ficando louco de tesão comecei a forçar a cabecinha dela, ai Anna Clara abriu a boquinha e me chupou de verdade do jeitinho amador dela, mas foi uma delicia. Eu acariciava seu corpinho, fazia carinho na sua cabeça, massageava suas costas, bolinava sua bundinha e ela me chupando…

Depois de uns 15min meu pai saiu do “banho” veio ate a sala, nós escutamos e, agimos como se nada tivesse acontecido. Quando ele voltou para o quarto e dormiu, ficamos na sala sozinhos e voltamos com a nossa sacanagem, e eu chupei a primeira bocetinha da minha vida, lambi Anna Clara inteira, chupei com gosto, ela suspirava, sorria, lacrimejava; Comecei pelos pezinhos e fui descendo explorando cada centímetro do corpinho dela com bastante carinho. Na sequencia, esfreguei meu pau no cabacinho, percorri toda raxinha e o cuzinho dela até eu gozar… Esfreguei tanto que chega assou a xotinha dela, mas ela gostou. Desse dia em diante, troquei o primo pela minha irma, era diária nossas interações sexuais incestuosas, até hoje fodemos… Atualmente Anna clara tem 17 anos, e é uma ninfetinha linda de mais. Meu pai morre de ciumes dela, implica com os namoradinhos que ela arruma e o caralho, mal sabe ele que desde os 14 anos ela não tem mais cabaço e que a ninfeta é uma putinha na cama. Hoje em dia fazemos com menos frequência porque moro em outra cidade, trabalho, tenho um filho de dois anos, tenho minhas obrigações e prioridades, porem, digo com gosto que tirei o cabaço da minha meia irma e foi uma delicia, e pra melhorar ainda peguei uma das primas japas dela também, que foi outra vagabundinha de primeira. Se for conveniente relato outros acontecimentos na medida do possível.