Pescando e acampando

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Eu, João, minha esposa Gilda e um amigo Cesar, marcamos uma pescaria em um fim de semana, com um feriado de sexta-feira acampados. Saímos cedo, em meu carro animados pois somos fissurados por pescaria. Em lá chegando, nos pusemos a aprontar o local, limpando, arrumando e montando nossas barracas, em separados. Feito isso, fomos pescar. Que maravilha, bom sol, lindo mar e peixes na linha. Gilda então pede, João busca cerveja para nós, isso já era além das 17:00 horas, já anoitecendo, fui e depois de uns 20, 25 minutos voltei e Gilda conversava sentada próxima ao Cesar e as varas um pouco afastadas deles. Sorvemos as primeiras latas, bem geladas visto que levei umas oito e começamos a conversar alegremente. Senti algo no ar com Gilda entre mim e Cesar, ninguém mais chegava perto das varas só conversando e as mãos sem nenhuma maldade aparente tocando as pernas de forma displicente. Acabando a cerveja, diz Gilda, João, pega mais cerveja e eu simplesmente fui. Demorei igual tempo e voltei, evidente bem mais escuro notei algo mais estranho entre os dois, deixei quieto e continuamos as conversas animadas e bebendo. De vez em quando eu verificava as varas se tinham alguns peixes e nada. Com a chegada da noite precisávamos dos lampiões para continuar a pescaria e Gilda de novo fala João, busca lá nas barracas os apetrechos e mais cervejas e eu então não e não, agora é o Cesar e ele tá certo, eu vou, levantou-se e eu notei, o safado tá de pau duro. Saiu, sentei ao lado de Gilda e perguntei, sem rodeios: o quê está acontecendo? E ela, um pouco bêbada disse: nosso amigo está me deixando louca, desde que chegamos ele me encocha, me canta e me fala um monte de sacanagem. E eu como assim e ela, na primeira vez que fostes buscar cerveja, ideia dele, ele sentou-se ao meu lado, beijou minha orelha, acariciou meus peitos e me chupou até ouvir quando você voltou, fiquei excitada e nervosa pois ele nunca tinha feito isso em todos esses anos (mais de 15 anos de convivência), na segunda vez que lá fostes, ele pegou minha mão, levou até seu pau e eu comecei a punheta-lo, até que não aguentei e caí de boca e combinamos que ao ir dormir, eu vá visitá-lo em sua barraca e eu disse que ia pensar mas iria falar contigo como estou fazendo. Então, estupefato, falei: que loucura é essa? E ela, poxa deixa, nunca tive com ninguém, só contigo, estamos sós, longe, bêbados tudo ajuda, só não quero que seja traição, deixa. Eu disse, e como você pretende fazer isso e ela vamos beber mais, ir para a barraca, jogar pôquer, você me ajuda a ganhar, encho vocês de conhaque e caipirinha, faço vocês ficarem bêbados, aposto as roupas, vocês ficam nus depois a gente vê como fica. Tudo saiu exatamente como ela planejou e quando nada mais tínhamos para perder, Gilda deu vazão a toda sua excitação com extrema maestria e malandragem. Na mão que eu perdi para ela, veio a pena: saia da barraca e fique 10 minutos lá fora, fui aproveitei e fiz mais caipirinha, de onde estava escutava os gemidos. Dez minutos cronometrados ele me chama, voltamos a jogar e Cesar perdeu e ela, dez minutos lá fora e não pode ficar próximo para escutar, tem que imaginar, ele foi. Ela chegou perto do meu ouvido e disse: tu não vai acreditar, teu amigo nunca foi chupado, hoje foi a primeira vez e também nunca comeu um cu. Falei, claro que é mentira e ela não é não ele está desesperado, ele está tremulo e seus olhos estão marejados e me segredou agora mesmo enquanto eu o mamava, você não ouviu seus gemidos? E eu, ouvi. Ela,viu agora vamos chamá-lo, jogar, você perde eu mando você ficar 30 ou 40 minutos e eu vou ensinar esse babaca a comer a mulher dele pois o mesmo disse que ela não deixa de jeito nenhum, se você quiser vou deixar um espaço e tu olhas e após esse tempo eu apago o lampião, você entra e aí então brincamos. Assim dito,assim feito, perdi, saí ela deixou um espaço e eu vi minha mulher, mamar, subir nele, enfiar o pau nos buracos e o tempo todo falar de modo que eu pudesse ouvir: não queria me comer? agora vou te ensinar a comer uma mulher seu babaca, seu puto, Cristiane (esposa de Cesar) não dá pra você porém tá cansada de dar pra teu compadre e alguns dos empregados dele e só você não sabe, seu corno. Agora, vamos aproveitar, pois não sei se acontecerá de novo. E quando voltar pra sua casa trate de FUDER tua mulher direito, que é o que toda MULHER gosta, CHIFRUDO. E apagou o lampião.