Passando Vergonha no Assalto com o Pastor

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Olá gente. Este é o meu segundo conto. Aliás, todos os meus contos são histórias que realmente aconteceram comigo.

Tinha 20 anos e estagiava numa pequena clínica de fisioterapia que ocupava apenas 2 salas em um edifício comercial simples. Numa quarta feira eu estava atendendo o pastor da igreja que a minha família frequentava. Todas as quartas ele ia lá tratar o joelho comigo no último horário de funcionamento e ao final da sessão, fechávamos a clínica e íamos direto ao culto.

Quando acabou a sessão nesse dia, todas as fisios esperaram os pacientes sairem para fecharmos a clínica, exceto o pastor que iria junto comigo. Porém um paciente novo permaneceu no local fazendo muitas perguntas, passando o tempo, e quando os outros pacientes se retiraram, ele puxou uma arma e anunciou o assalto. Éramos na clínica 4 fisioterapeutas e o pastor presentes. O bandido então fez uma ligação e depois de 2 minutos mais 3 homens entraram na clínica. Começaram a revirar tudo, inclusive nossas bolsas e nossos bolsos, pegando tudo de valor. A gerente começou a falar muito com eles, pedindo para que fossem embora, que não tinha nda de valor e tal. Foi então que um deles se irritou, virou para ela e disse “CALA A BOCA, PORRA! QUER SABER, TIRA A ROUPA!!” Nossa, nessa hora eu gelei e ficou um silêncio na sala. Ninguém se mexeu e a gerente permaneceu calada. O bandido então partiu para cima e rasgou sua blusa num puxão. Tomei um baita susto com aquela cena e o pastor então, sem pensar, me deu um puxão pelo braço e fomos parar dentro de uma das cabines. Dois bandidos achando que iríamos tentar fugir vieram atrás e nos cercaram. Um deles apontou a arma para o pastor e mandou ele encostar na parede, colocando as mãos na cabeça. O outro bandido pegou minhas mãos e as segurou por trás de mim, e o outro se posicionou na minha frente. Olhou nos meus olhos e eu desesperada não sabia o que fazer. Ele então disse “não se meta a besta que não vai se machucar”, colocou as mãos no decote da minha camiseta e começou a puxar. Eu só implorei um “por favor…” e ouvi o decote ceder. Olhei para baixo e ele puxou mais um pouco, até a minha barriga. Ele se divertia, sorrindo, enquanto eu olhava para o pastor, como se pedisse ajuda, e ele então me olhava com cara de pena. Até que ele deu um terceiro puxão e rasgou o que restava da minha blusa. Em seguida, cada um puxou a minha calça por um lado até que ela foi rasgando também de cima a baixo, até que fiquei só de sutiã e calcinha. Eu só ouvia as outras fisioterapeutas tendo as roupas rasgadas do outro lado. Olhei com muita vergonha para o pastor, e ele apenas dizia “calma, minha filha, calma”. Logo após, um dos bandidos vira para mim e diz “Ô patricinha, tira você a roupa do seu amigo aí, pq em homem eu não toco! Rápido!” Eu então quase chorando fui em direção ao pastor, pedi desculpas e comecei a desabotoar a sua blusa, até tirar. Depois me abaixei e abri a sua calça. Quando abaixei a calça, putz…reparei pela cueca que ele estava excitado. Olhei para cima boquiaberta e ele olhou nos meus olhos como se estivesse pedindo desculpas. Os bandidos então começaram a rir muito. Eu me levantei muto sem graça, e o bandido diz “OOOO patricinha, a cueca dele tb” e começa a gargalhar. Eu então volto e tiro sua cueca. Aí a risada foi total. Eu morrendo de medo, achando que eles iriam mandar cu chupá-lo, mas ficou apenas na humilhação. Depois disso, recolheram o que acharam de valor e trancaram nós 5 dentro no minúsculo banheiro, amarrados uns aos outros. Me colocaram amarrada bem de frente ao pastor, só de punição por eu ter “tentado me esconder na cabine” aff. Comecei a me mexer tentando me soltar e ele tb. Aì senti que ele se excitou de novo. Olhei para cima e disse “se controla!” Estava temendo que ele não aguentasse e acabasse gozando em mim. Depois de uns quase 20 minutos presos, conseguimos nos soltar e finalmente abrir a porta do banheiro para pedir ajuda.

Já se passaram uns anos. O pastor trocou de igreja e já superei o trauma. A vida continua. Quem quiser se comunicar, pode escrever. [email protected]