Leonardo barreto… Uma vida com e para a Letícia!! (parte 1)

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Bom Dia (ou boa tarde, ou boa noite, não sei o horário que vc está lendo esta minha confissão), meu nome é Leonardo Barreto, terço esse conto / relato, no dia 18/10/2016 às 06h e 20 minutos, é uma manhã morna e abafada de terça-feira aqui em São Paulo. São Paulo está entre as maiores cidades do mundo, ela é fria, escura e caótica, cheia de problemas socioambientais… Costumo dizer que São Paulo é à única cidade do Brasil em que vc vê o ar que respira! É uma cidade onde o marido sai para trabalhar de manhã, pergunta a sua mulher: “Querida, como está o dia hoje?” e ela olha pela janela do apartamento minúsculo onde moram e responde: “cinza grafite!” e então ele com ar de graça, responderia: “É, um dia típico em São Paulo!”… Isso é São Paulo, uma cidade suja, uma cidade que nem de longe te dá às oportunidades que vc merece, e se vc não for “safo” o suficiente, essa cidade te engole como se vc fosse um peixe na boca de um tubarão… É uma metrópole, onde o rico sempre vai ficar mais rico, e o pobre vai ser massacrado… Foi nesse cenário que eu nasci no dia 5 de agosto do ano de 1979… Foi nessa cidade que eu descobri o frio que há nos olhos dos homens… Mas vamos deixar disso, não estou aqui para falar dos problemas macros da sociedade! Vim aqui relatar a minha vida, e como ela mudou drasticamente por causa de uma menina…
Eu vivia em uma família pobre, tínhamos muitos problemas financeiros, mas éramos no contexto geral uma família feliz. Vivíamos em uma casa pequena, abafada, sufocante, tínhamos apenas uma sala de estar, uma cozinha, um banheiro e dois quartos (um ocupado pelos meus pais, e o outro por mim. Lembro que meu pai todos os dias saia para trabalhar na mesma hora (5h e 40 minutos da manhã, o que queria dizer que minha mãe precisava acordar no mínimo 1 hora antes disso para preparar seu café da manhã e Tb o seu almoço), e após a sua saída minha mãe vinha e me acordava para tomarmos café da manhã juntos, depois eu ficava brincando aos pés dela enquanto ela fazia as tarefas caseiras… Não era uma vida fácil, nunca vou dizer que era uma vida fácil… Mas no balanço de tudo, era uma vida tranqüila… Pra todo bem e pra todo mal… ESTAVAMOS FELIZES… Um dia, como que por uma peça pregada pelo destino, tudo mudou radicalmente…
O ano era de 1989, fui recebido quando cheguei da escola por mamãe com uma cara abatida e preocupada, e estranhamente o meu pai (eu pouco tinha contato com meu pai, ele saia muito cedo, e quando voltava do trabalho geralmente eu já estava dormindo, então praticamente não o via durante a semana corrida, salvos os feriados e os finais de semana):
– LEO MEU FILHO, SENTA AQUI DO LADO DE MAMÃE.
Eu ainda meio assustado com a situação me sentei ao seu lado, mil coisas me passavam pela cabeça: “nossa eles certeza descobriram que eu cortei a corda de roupas da dona mariana”… “meu deus eles descobriram que eu beijei a Lucinha a minha prima”… “Jesus eles vão me bater e me mandar pra um orfanato nunca mais vou ver meus pais”… Minha mãe via a preocupação constante em meus olhos.
– CALMA FILHO, A GENTE SÓ QUER CONVERSAR COM VC TA BEM?
– OK MAMÃE… EU FIZ ALGUMA COISA ERRADA MAMÃE? VCS VÃO ME BATER?
– VC ACHA QUE FEZ ALGO DE ERRADO LEONARDO? VC TÁ MUITO PREOCUPADO SEM A GENTE TER NEM FALADO NADA AINDA… O QUE ANDOU APRONTANDO EM MOLEQUE?
Responde o meu pai. Mas estranhamente, e diferente de minha mãe que estava com um olhar cansado e preocupado, meu pai parecia sereno, se divertindo com aquela situação.
– QUE ISSO PAI, O SENHOR SABE QUE EU NÃO SOU DE TRAQUINAGENS…
– É… SEI SIM… DONA MARIANA CONCORDARIA MUITO COM VC…
“Puts… ele sabe… Agora é que ferrou, vou entrar na chinela mesmo”… Pensei eu…
– FILHO, A GENTE TEM QUE TE DIZER UMA COISA.
– DIGA MAMÃE!
– VC VAI GANHAR UM IRMÃOZINHO, OU UMA IRMANZINHA, O QUE VC ACHA?
– HUMMM… EU VOU TER QUE DAR MEUS BRINQUEDOS PRA ELE?
Meus pais caem na gargalhada perante essa pergunta infantil, essa preocupação esdrúxula vinda de uma criança.
– CLARO QUE NÃO FILHO, SEUS BRINQUEDOS SÃO SEUS!
– ENTÃO TA BOM PRA MIM!!! TEM O EU PRA COMER MÃE?
– RSRSRSRSRSR BIFE E MACARRÃO FILHO… VAI, GUARDA SEU MATERIAL E VOLTA, VOU COLOCAR A MESA PRA AGENTE COMER!
Eu me levanto, com a cabeça bem mais leve devo admitir, e vou para o meu quarto para guardar minha mochila da escola, nesse momento eu paro, olho pra porta do quarto dos meus pais, e pra porta do meu próprio quarto…
– EIIIIIII… ONDE ELE VAI DORMIR?
Escuto meus pais rindo…
Tua ia bem, sim, minha mãe estava bem preocupada dada a nossa condição financeira, mas ainda assim estava radiante. Nunca tinha visto dona Raquel Barreto tão bonita. Ela ria sem motivos, cantarolava pela casa, conversava com o neném em sua barriga a todo o momento, meu pai Tb não ficava muito atrás, chegava em casa e a primeira coisa que fazia era beijar a barriga da mamãe… Tenho que admitir… Aquilo me deixou bem enciumado, afinal até aquele momento, eu era o garotinha da casa, o dono das atenções, e do nada tive que me ver dividindo o espaço e as atenções com uma criança que nem tinha nascido ainda, mas nada muito preocupante Tb (acredito até que toda criança que tem uma diferença tão grande de idade entre ele e seu irmão, sente esse tipo de ciúmes…).
Em Janeiro de 1990, nasceu minha irmã. Eu deveria dizer aqui que ela era uma menina linda, perfeitinha a seu modo, que nasceu cabeluda, com todo aquele cabelo preto na cabeça, e que era muito branquinha quase rosada… Eu deveria aqui dizer que foi um momento mágico, eu deveria dizer que foi um momento lindo… Mas a verdade é que não foi, por que o dia do nascimento dela foi o marco de toda a mudança na minha vida dali por diante, foi onde eu vi a minha vida tão perfeitinha derrocar ladeira abaixo… Desde aquele dia, 19/01/1990, que a minha vida se modificou todos os dias e de tantas formas diferentes, que fica até difícil de explicar…
Minha mãe começou a sentir as dores do parto na manhã do dia anterior, mas acabou não indo para o hospital, quando foi, já era bem tarde… Já tinha passado muito da hora da criança nascer. Ela teve séria hemorragia e acabou por falecer no parto. Nunca chegou nem a ver a filhinha dela que ela tanto amava, que ela tanto idealizou… Meu pai ficou louco. Chorava, berrava, tentou bater nos enfermeiros, teve que ser contido pela segurança do hospital… A morte da minha mãe acabou com meu pai. Ele que antes era sim um homem reto da sociedade e que vivia para sua família, a partir daquele dia se tornou um verdadeiro monstro!
Mas em meio a esse cenário todo, para mim, a única coisa boa, era que eles tinham conseguido salvar a neném. E eu em meio a toda dor e tristeza que eu sentia naquele momento, Tb me sentia feliz, por que a neném que minha mãe tanto amava estava viva e bem, e prometi naquele instante, por ela, pela minha querida mãezinha, que eu sempre iria proteger e cuidar da minha irmãzinha, como ela teria feito… Infelizmente meu pai tinha outros planos…
Meu pai, seja lá por qual motivo torpe que passava em sua cabeça, rejeitou a filha, muitas e muitas vezes durante os anos que se seguiu, ele a acusava de ter matado a mãe, sempre fazia algo para machuca ela, fosse física ou mentalmente.
Tudo bem, eu por um momento entendo meu pai, ele perdeu a esposa que ele tanto amava, e isso não deve ser fácil para ninguém. Por outro… Cara, ele tinha dois filhos, uma bebê recém nascida… Ele não se recompôs. Ele nunca se recompôs…
A partir daquele momento, eu fui pai e mãe para a minha irmã, fui eu que escolhi o nome dela, Letícia, nome de uma menina da escola que eu achava muito bonita. Eu tinha só 12 anos, e fui eu que cuidei dela… Era eu quem dava banho, era eu que dava de mamar, era eu quem me acordava a noite sob os berros do meu pai mandando eu fazer aquela maldita criança calar a boca. Meu pai começou a beber todos os dias, faltava muito ao trabalho, e acabou por ser demitido, e nossa situação financeira que já não era boa, foi ficando ainda pior. A minha tristeza era enorme, eu era uma criança, abandonada no mundo, tendo a responsabilidade de cuidar de outra criança… Mas toda a minha tristeza passava, no momento que eu olhava para a Cinha e ela ria para mim com aquela boquinha banguelinha (só quem convive dia a dia com um bebê vai entender o quanto a gente pira nesse sorriso banguela…).
O tempo passou, eu estava prestes há completar 13 anos, e via as coisas faltando em casa, minha irmã com fome chorando em meus braços e eu sem saber o que fazer, enquanto isso meu pai todos os dias e momentos bêbados, as poucas vezes que chegava junto da menina, ela sempre acabava chorando, e logo eu descobria uma ronxa em sua pele branquinha mostrando uma agressão dele, um beliscão, um tapa… Caramba ela era só um bebê ainda!
Eu tinha… Eu tinha que tomar uma atitude, não podia deixa a filha de a minha mãe morrer de fome. Aos poucos larguei a escola, fui deixando de ir, deixando de ir, e simplesmente parei de ir um dia, para poder estar com ela o tempo inteiro, pois as horas que eu estava na escola eram torturantes pra mim, sem saber o que eu encontraria quando chegasse em casa, o mais normal era encontrar a menina cheia de coco e xixi, chorando, enquanto meu pai estava jogado no sofá bêbado como um gambá. Esses eram os dias bons acredite, muitas vezes cheguei e encontrei a menina roxa, chorando por que ele a tinha batido, cheguei a encontrar sangue em suas fraudinhas (mas até aquele momento não sabia o porquê, claro que eu já sabia o que era sexo, mas naquele tempo, nunca me passaria pela cabeça do meu pai está mexendo com minha irmã).
Um belo dia acabou o leite, eu não tinha o que dar pra a Letícia comer, olhei na dispensa e só vi um pacote de arroz e sal. Fiz o arroz, coletei a água e dei para ela beber aquilo, sei que é nojento, sei que não é alimento para um bebê, mas foi o que eu podia fazer… E ela bebeu aquilo, como se fosse à comida mais gostosa do mundo. Vi meu pai entrar pela porta, o olhei com fúria nos olhos, foi o estopim de tudo.
– O QUE FOI MOLEQUE? QUER ME DIZER ALGUMA COISA?
– VC NÃO TEM VERGONHA? EU TO COM FOME, A SUA FILHA TA COM FOME, E TUDO QUE VC FAZ É BEBER E BEBER E BEBER… NÓS VAMOS MORRER AQUI SABIA?
– FODA-SE… FODA-SE VC E ESSA VAGABUNDAZINHA AI…
E avançou pra mim num misto de fúria e ódio. Minha sorte, é que eu já estava safo, e ele estava muito bêbado, consegui me levantar e me esquivar, isso com a Letícia nos meus braços, chorando por toda aquela gritaria. Meu pai cai e bate a cabeça na quina da mesa de centro…
– SAIA DAQUI… SAIA DAQUI AGORA… VC E ESSA PROSTITUTAZINHA AI… NÃO VOLTEM
Eu sai… Morrendo de medo… Mas sai, corri com ela nos meus braços por quase toda Av. Paulista. Abriguei-me com ela em uma marquise de loja. Cara o que eu estava pensando? Se eu não tava conseguindo alimentar ela nem em casa, como eu ia fazer na rua? Sabia que uma hora eu teria que voltar pra casa, mas tinha medo do que aconteceria quando ali chegasse, desse modo fiquei ali sentando com ela nos meus braços várias horas… E nisso para um carro na minha frente, preto, com as janelas escurecidas, a janela se abre e um homem de meia idade me olha e diz:
– TA FAZENDO O QUE AQUI SOZINHO MENINO?
– NADA!
– E POR QUE NÃO VAI PARA CASA?
– TO SEM PASSAGEM TIO! EI TIO, ME DÁ UM DINHEIRO PRA EU COMPRAR LEITE PRA MINHA IRMÃ? ELA TA COM FOME…
– EU DOU… MAS SE VC FIZER UMA COISINHA PRA MIM…
Noto o sorrisinho dele de canto de boca, vejo seu olhar subindo minhas canelas e coxas.
– FAZER O QUE TIO?
– AHHH VC COM ESSE CORPINHO LINDO, E ESSA CARA DE PUTINHA, DEVE SABER O QUE EU QUERO NÉ? VEM, ENTRA AQUI…
Minha primeira reação foi fugir, na verdade cheguei a me levantar e a começar a correr, mas nesse momento a Letícia começou a chorar. E eu vi que eu não tinha muita escolha, voltei até o carro…
– TA BEM TIO. EU VOU COM O SENHOR, MAS O SENHOR TEM QUE ME PROMETER QUE NÃO VAI MACHUCAR MINHA IRMÃ!
– NÃO SE PREOCUPE, NÃO ME INTERESSO POR MENINAS, E MUITO MENOS NENÉNS… JÁ VC… AHHH VC VAI SER MINHA PUTINHA!!!
– TA BEM ENTÃO. A GENTE PODIA SÓ COMPRAR O LEITE PRA ELA ANTES? EU JURO QUE EU VOU COM VC. SÓ QUE ELA TA CHORANDO MUITO COM FOME OLHA!
E assim foi feito, compramos o leite, e ele até comprou uma mamadeira vagabunda e eu dei o leite pra ela, e logo ela adormeceu.
– AGORA ELA DORMIU EM…
– POIS É TIO… ELA TAVA COM FOME!
– VC AMA MUITO ELA NÃO É?
– SIM TIO… ELA É MINHA BONEQUINHA…
– HUMM… E VC? É A BOENQUINHA DE ALGUÉM?
Nesse momento, toda a minha vida pregressa voltou a minha mente, lembrei o quanto eu tinha sido feliz, e isso me deu um vazio enorme… Comecei a chorar…
– NÃO TIO… EU SOU NADA NÃO, SÓ SOU UM TRAPO MESMO, NINGUÉM ME AMA…
– VEM AQUI VEM, O DEIXA O TIO TE FAZER UM CARINHO?
Ele me pega no colo, estávamos em um terreno baldio, o carro parado, meio escondido entre as arvores, a Letícia dormia a sono solto no banco de trás, satisfeita depois de ter comido!
– ISSO MEU GAROTINHO, VEM AQUI COM O TITIO… ASSIM…
E começou comigo em seus braços (eu tinha 12 anos, prestes a fazer 13, mas eu era um menino muito pequeno, muito franzino pra minha idade, quem me olhasse me daria 10 anos com facilidade) a me beijar o pescoço, eu fechava os olhos, eu sabia que estava acontecendo, tentava me desligar desse mundo, em minha cabeça cantava uma canção que minha mãe sempre cantarolava enquanto limpava a casa:
“Você sabe de onde eu venho É de uma casinha que tenho Fica junto de um pomar… É uma casa pequenina Lá no alto da colina E se vê ao longe, o mar…”
Eu sentia as mãos dele vasculhando o meu corpo, sentia meu pintinho ficando involuntariamente durinho, senti sua boca beijando a minha…
– NOSSA GAROTO, QUE BOQUINHA DELICIOSA QUE VC TEM, E ESSE SEU CHEIRINHO DE SUOR, TA ME DEIXANDO DOIDO SABIA?
– SABIA NÃO TIO, É QUE FAZ DOIS DIAS QUE EU NÃO TOMO BANHO… ME DESCULPE…
– QUE NADA, EU ADORO O CHEIRINHO DE SUOR DE MENININHOS COMO VC! VEM, CHUPA O MEU PAU CHUPA..
– EU NÃO SEI FAZER ISSO TIO… NUNCA FIZ…
– VC É VIRGEM?
– SIM!
– NOSSA QUE DELICIA EM… VEM CÁ QUE TITIO TE ENSINA!
Tira o pau pra fora, era grande, roxo e cabeçudo, parecia um cogumelo do sol
– VEM MINHA PUTINHA, AJOELHA E COLOCA O PAUZÃO DO TIO NA BOCA!
Eu me senti enojado com aquilo, eu não era gay, eu gostava de meninas… Mas eu tinha que alimentar a minha irmã… Peguei seu pau…
– ASSIM TIO?
– ISSO MEU FRANGUINHO… COLOCA NA BOCA AGORA COLOCA…
Eu coloquei e na minha inexperiência acabei “machucando” ele com os dentes, senti o primeiro tapa no rosto!
– ASSIM NÃO SEU VIADO DE MERDA! VEM CÁ… TIRA ESSA CALÇA QUE EU VOU MOSTRAR COMO QUE FAZ…
Eu estava chorando, de dor e humilhação, o tapa dele tinha sido muito forte e cortou meu lábio, mas levantei e comecei a tirar a minha bermudinha do Mickey.
– VC É BEM PUTINHA NÉ? KKK VEM CÁ!
E me pega com ferocidade, e me senta no teto do carro…
– ABRE ESSAS PERNAS!
Eu abro, e ele puxa o fundo da minha cuequinha suja para o lado… Meu pintinho pulou pra fora, durinho como estava, infelizmente era uma coisa involuntária, não tinha como controlar aquilo…
– NOSSA, VC É BEM DOTADINHO EM… E OLHA QUE DURINHO EM PUTINHA, TA GOSTANDO NÉ SUA SAFADA?
Silencio…
– RESPONDE PORRA!
E me dá mais um tapa no rosto!
– SIM (FUNG FUNG FUNG) TIO… TO GOSTANDO…
As lágrimas rolavam soltas pelo meu rosto SM eu poder controlar, só queria que aquilo acabasse, só queria que ele fizesse o que queria e me deixasse ir embora com minha irmã!
– ISSO FRANGUINHO CHORA, EU GOSTO ASSIM QUANDO O MENININHO CHORA… ME DÁ MAIS TESÃO!
Involuntariamente, ou por um gênio provocativo, não sei dizer eu automaticamente parei de chorar, como que pra provocar ele, ou pra me manter no controle, provar pra mim que eu era quem controlava as minhas ações… Como fui tolo, eu tinha 12 anos, era pequeno e fraco, que poder tinha eu contra aquele homem que era bem maior e mais forte que eu!
– EU FALEI PRA CHORAR PORRA…
E mais uma vez me bate, meu nariz começa a sangrar, sinto um desejo enorme de chorar, de gritar, mas meu orgulho era maior, segurei o choro… Mais um tapa… Mais um.. E mais um… Ele finalmente me vence, e eu começo a chorar alto!!
– PARA TIO PARA, POR FAVOR, TA ME MACHUCANDO…
– ISSO… ASSIM QUE EU GOSTO… SEM AQUELE OLHAR!!! GOSTO ASSIM… AGORA SEU VIADINHO, VOU TE ENSINAR COMO SE CHUPA UMPAU!
E começa a me chupar, minha rolinha que já estava durinha, por incrível que pareça foi ficando ainda mais, sentia ela crescer entre os lábios daquele homem, e por mais ferido, e humilhado que eu me sentisse, eu não conseguia refrear a sensação que eu sentia nos meus países baixos, não consegui me segurar… E tive o primeiro orgasmo da minha vida, gozei na boca dele… Mesmo assim eu continuava chorando da dor e humilhação!
– PORRA FRESCO! QUEM MANDOU VC FAZER ISSO?
– DESCULPA TIO, EU NÃO CONSEGUI ME SEGURAR E…
Mais um tapa forte no rosto, tão forte que faz eu bater com a cabeça no capo do carro…
– NUNCA MAIS FAÇA ISSO… TA ACHANDO QUE EU SOU VIADO QUE NEM VC PRA GOSTAR DE BEBER PORRA DE MACHO?
– NÃO TIO (FUNG FUNG FUNG) ME DESCULPA.
– NOSSA… ESSA TUA CARA DE PUTINHA TA ME DEIXANDO COM MUITO TESÃO… VEM, ME CHUPA AGORA SEU VIADINHO!
E me puxa, me deixando novamente ajoelhado. Eu pego seu pau e coloco na boca novamente, mas com cuidado com meus dentes dessa vez!
– FAZ COMO O TITIO AQUI TE ENSINOU…
E comecei a chupar ele, sentia aquele pau ficando cada vez mais duro na minha boca, ouvia seus murmúrios, ouvia a respiração dele ofegante…
– LÁ VAI PUTINHA… JÁ DEI O LEITE DA SUA IRMÃ AGORA VOU DAR O TEU… RECEBE NA BOQUINHA E BEBE O LEITO DO TIO BEBE…
E gozou… Gozou muito… Jatos e mais jatos com pressão forte indo direto pra minha garganta, me fazendo quase afogar, involuntariamente engoli muita coisa, muita tb não consegui engolir tudo, e muita coisa acabou caindo no chão…
– PORRA… DESPERDIÇANDO O LEITE O TIO VIADINHO DE MERDA?
E lá se vai mais um tapa forte no meu rosto…
– TIO… TIO… POR FAVOR TIO… PARA DE ME BATER… TO TE IMPLORANDO TIO… TA DOENDO MUITO…
Tento falar enquanto copiosamente choro… O pau dele fica duro novamente, os sons do meu choro de criança abafados o excitam muito…
– NOSSA!!!… VEM CÁ SUA PUTINHA…
E me leva até o banco traseiro do carro, o mesmo banco que a minha irmã dormia… Ele tira a minha cuequinha, e me manda ficar deitado no banco, com as perninhas abertas em cima do banco de bruços… Eu estava parecendo um sapinho aberto…
“Entre as palmeiras bizarras Cantam todas as cigarras Ao pôr de oiro do sol. Do beiral vê-se o horizonte. No jardim canta uma fonte E na fonte um rouxinol…”
Senti a primeira estocada no meu cusinho rosa e virgem, as lágrimas vertiam dos meus olhos sem eu poder controlá-las… Sentia muita dor…
“Marinheiro, Marinheiro Marinheiro de amargura Por tua causa, Marinheiro Vou baixar à sepultura…”
Segurei o pezinho da Letícia, quando senti a rola dele entrando em mim e me rasgando…
“… As ondas batiam E na areia rolavam Lá se foi o Marinheiro Que eu tanto amava…”
Senti-o bombando dentro de mim com fúria, ele estava me rasgando inteiro, sentia o pau dele dentro do meu intestino, sentia muita dor… Segurava o pezinho da Letícia, como que pra me certificar que ela estava bem, que não estava vendo nada daquilo, e pra provar a mim mesmo que ela merecia todo o sofrimento que eu estava passando… Era por ela que eu fazia aquilo, pelo amor que eu tinha por ela…
“… O amor de Marinheiro É amor de meia hora O navio levanta o ferro Marinheiro vai embora… As ondas batiam…”
Ele começa a arfar alto, e sinto a minha bundinha ser invadida por algo quente e pegajoso, ele havia gozado dentro de mim… Ele retira o pau de dentro de mim, e começa a admirar o estrago feito, uma mistura de sangue, coco e gozo vazando de dentro de um buraco que antes tinha sido um cusinho virgem… Eu choro baixinho, ainda agarrado ao pezinho da Cinha…
– QUE COISA MAIS LINDA BABY, VOU QUERER MUITO COMER ESSE SEU RABINHO AINDA… TOMA… SE VESTE, LIMPA O CÚ COM ISSO, VAMOS EMBORA!
E me joga um trapo velho que pegou no porta luvas do carro, assim como também me joga as minhas roupas. Eu vou me limpando com cuidado, meus dedinhos passando pelo oco deixado em minha bunda. Tento me limpar o melhor que dá, estava ainda saindo muita porra de dentro de mim, e meu cusinho ainda sangrava muito…
-LOGO COM ISSO VIADO! NÃO QUERO SER ASALTADO. E MINHA ESPOSA E MEUS NETOS ESTÃO ME ESPERANDO EM CASA!
Ele tinha família… Esposa… Filhos… Netos talvez da minha idade ou mais novos… Não entendia como ele podia ter feito aquilo comigo, mais uma vez tento prender o choro inutilmente, mas vejo ela… Vejo a Letícia, e mais uma vez me lembro que aquilo era por ela… Visto minha roupa, me sento no banco meio de lado, estava sentindo muita dor no cu ainda, vou segurando a Cinha com cuidado para que o balanço do carro não a derrube, ele me pergunta onde eu moro, eu repondo, ele me deixa na esquina da rua..
– TOMA… ISSO VAI DAR PRA VC COMPRAR COMIDA PRA VC E SUA IRMÃ POR UMA SEMANA, QUERO VC DE NOVO SEMANA QUE VEM OUVIU… ESTEJA NO MESMO LUGAR DE HOJE… E VÊ SE DEIXA ESSA MENINA COM ALGUÉM…
Eu pego o dinheiro com as mãos tremulas… Nunca tinha segurado tanto dinheiro na mão, mas ele estava certo, aquilo ia dar pra comprar comida no mínimo uma semana, se eu racionasse daria até mais…
– OBRIGADO TIO!
– VEM CÁ… ME DÁ UM BEIJO NA BOCA ANTES DE EU IR EMBORA MINHA PUTINHA!
Eu já não tinha mais pregas, meu orgulho já tinha sido obliterado, meu amor próprio tinha se tornado inexistente… Inclino-me e beijo a boca dele, ele enfia a língua na minha boca, depois que acaba me dá três tapinhas delicados no rosto e vai embora.
Eu sigo com dificuldade para casa, sentia muita dor a cada passo que dava, e tinha plena consciência de minhas calças com o fundo empapadas de sangue e sêmen, mas com dificuldade eu consigo chegar até em casa. Estava com medo de entrar, não sabia o que ia encontrar lá dentro, não sabia o que explicar para meu pai sobre o meu estado, pensava em como falar… E entrei. Meu pai estava estendido no sofá… Bêbado como sempre… Provavelmente desde a hora em que me expulsou da casa… Coloco a Letícia no berço, sigo com dificuldade para o banheiro, me dispo e entro no chuveiro, a água quente lavando a sujeira, lavando o sangue, lavando o sêmen, lavando a alma…

Continua…

PS: O conto acima é apenas um conto, totalmente fictício. Sei que muita gente vai gostar do que aqui está descrito, e não vou condenar ninguém por isso. Mas aviso, a intenção é mostrar o outro lado da moeda, Lemnos sempre sobre as crianças que gostam de sexo, mas esquecemos das que não gostam, das que são violentadas, machucadas, estupradas. Não podemos deixar esse tipo de coisa acontecer. DIGA SEMPRE NÃO A VIOLENCIA E AO ESTUPRO DE CRIANÇAS. Se ela gosta e é com o consentimento dela, assim como foi comigo, não vejo problemas, mas machucar JAMAIS… De todo meu coração. Giulia<3 Karol minha pequena submissa
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