Bendito Mosquito da Dengue

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Meu nome é Jorge Luiz, sou fisioterapeuta, tenho 39 anos, sou casado e tenho dois filhos: Alicia de 10 anos e João Miguel de 17. Minha mulher, Marluce é fiscal no aeroporto, tem 37 anos, é uma excelente esposa, e ótima mãe. Somos uma família comum, feliz, coesa, temos nossos problemas, mas não é nada que abale nossa estrutura familiar.

Atualmente tem acontecido coisas que fogem dos padrões tradicionais de uma família cristã e conservadora.Tudo começou à um ano atras mais ou menos. Foi no auge da polemica do mosquito da dengue, da chikungunya, zika vírus, microcefalia, enfim… Toda essa confusão.

Minha mulher sempre trabalhou em horário comercial, na verdade, ela trabalha 6 horas por dia, e durante toda a vida, ela cumpria seu expediente na parte da tarde, ficando no trabalho no máximo até às 19 horas. Meu horário de trabalho é o mais comum: Saio cedo, volto pra almoçar, e depois, retorno para a clinica. Porem, de uma ano pra cá, minha mulher mudou de turno, foi trabalhar a noite. Ela entra às 19:00h e sai 00:00/00:30. Sendo assim, antes, minha mulher dividia seu tempo entre o trabalho, e o cuidado com as crianças, e eu como pai, tinha minhas obrigações mais superficiais. Sempre fui muito ativo na educação dos meus filhos, porem, reconheço que Marluce tem mais domínio nas atividades diárias, como hora de algum remédio, horário de inglês, escola circense, idas ao médico, enfim… Com essa mudança as coisas ficaram meias bagunçadas, porem, nos adaptamos rápido à essa nova realidade. No entanto essa mudança na rotina domestica coincidiu com o surto das doenças que citei anteriormente, e no nosso bairro, muitas pessoas adoeceram com a dengue, muitas mesmo. Foi um verdadeiro surto que assustou toda a vizinhança e imediações. Para combater fizemos mutirões de limpeza no bairro, tomamos todas as precauções possíveis para nos prevenir; Compramos repelente de todos os tipos, e graças a Deus, na nossa casa, ninguém adoeceu.

Porem o processo foi demorado, e ate lá, o alerta era máximo. Minha mulher, estérica e preocupada como sempre, me ligava todo dia a noite para saber se eu tinha fechado as janelas, se tinha ligado o repelente elétrico, se as crianças tinham passado repelente antes de dormir, pedia para eu ir ate os quartos pra ver se escutava barulho de mosquito, se João Miguel estava em casa, se tinham jantado, enfim… Todo santo dia, ás 22:00h eu tinha certeza: Minha mulher vai ligar pra saber como estamos.

Em uma sexta feira, João Miguel estava preparando-se para sair. O moleque puxou ao pai: Adora uma farra, dançar, namorar, é bem responsável, ajuizado, então, nem nos preocupamos muito. Minha mulher ligou, falou com ele primeiro, fez o discurso de sempre pra ele tomar cuidado e tal… Depois, falou comigo “rezando a bíblia” das precauções pela milésima vez, e pediu que eu fosse ate o quarto de Alicia para ver se estava tudo bem, e lá fui eu com a minha patrulha diária em busca do aedes aegypti. Entrei no quarto, e Alicia ja estava dormindo, porem, dessa vez, deparei-me com uma cena que me deixou atordoado. Eu ainda falava com Marluce no telefone quando acendi a luz do quarto e vi minha filha meia descoberta, com seu pijaminha de algodão embolado na altura da cintura, com a bundinha empinada toda aparecendo, sua calcinha sumia enterrada no preguinho dela, as coxas grossas bem torneadas, panturrilhas firmes, seus pézinhos pequenos, delicados, limpinhos, com solinhas rosadas e macias. Me aproximei, cheguei mais perto devagar, e reparei que ela estava babando sutilmente no travesseiro com os lábios vermelhinhos e úmidos. Ela se mexeu, dando uma empinadinha bem indecente e ficou em uma posição ainda mais ousada: Ainda de bruços, abriu a perninha direita e apoiou o pézinho atras do joelho esquerdo, ficou fazendo um “4” com as pernas. Sua bundinha empinada arreganhou seu rego e revelou o caminho que sua calcinha percorria em detalhes. Eu foquei meus olhos naquela cena, falando com minha mulher gaguejei meio sem jeito, e sai dali completamente confuso, nem me lembro se fiquei de pau duro. So me lembro que fiquei impressionado com a lordose da minha filha, à via todo santo dia, e nunca tinha percebido que o corpo da minha menina estava com formas tão bem definidas. Falando assim, parece loucura, e é de fato. Porem é inacreditável, só vendo para crer, a garotinha esta com um corpo que é uma delicia: pernas bem torneadas, uma bundinha empinadinha, grande, durinha, uma lordose saliente, uma cinturinha fina indecente, seus peitinhos já estão dando sinais de vida marcando presença anatômica no seu pijama, uniforme escolar ou em roupas casuais revelando as pontinhas dos mamilos, seus pézinhos são lindos, delicados, macios iguais aos da mãe. Alicia faz escola circense desde os cinco anos, então ela tem uma elasticidade incrível, levanta as perninhas acima da cabeça, entre outras acrobacias, essa atividade fortaleceu a musculatura da menina fazendo com que ela se desenvolvesse precocemente, e eu, não tinha reparado ate esse fatídico dia.

Desde então comecei a perceber Alicia de outra forma. Ela ficava em casa, a vontade, sem pudor ou modos. Senta de qualquer jeito, arreganha as pernas, vive exibindo sua flexibilidade, pula no meu colo, dança, rebola, joga charme, enfim… Ela veste a roupa para ir à escola circense toda segunda, quarta e sexta; Um uniforme tipo de academia, de laicra, um shortinho preto com roxo, e um top preto que marca os peitinhos. Nos pés, ela usa uma havaianna azul clarinha de uma dessas princesas da Disney. Ve-la assim me deixava louco de tesão. Eu passei a filmar Alicia distraída, deitada no sofá, toda a vontade, espontânea… Filmava discretamente com o celular, ia pro quarto, batia uma punheta bem gostosa, e quando minha mulher chegava, eu descontava o tesão nela à fodendo com bastante força. Em resumo, essa loucura melhorou muito minha vida sexual com minha esposa, todo dia queria foder, estava louco de tesão. Quando minha mulher me ligava eu fazia questão de ir no quarto da Alicia para vê-la, e torcia para que ela estivesse descoberta, se exibindo para eu me punhetar assistindo ela dormir; Quando estava sozinho então, era melhor ainda… Por diversas vezes me masturbei gostoso olhando pra ela dormindo, cheirando e lambuzando suas calcinhas de porra. Me punhetava loucamente sentindo o aroma celestial do shortinho de Laicra cheio de suor da sua xotinha delicada e cheirosa. Pegava a meia que ela ia pra escola e usava como camisinha esporrava la dentro, depois escondia e colocava pra lavar, Alicia acordava pra ir pra escola, e ficava louca atras das meias. Na hora do almoço, quando eu chegava em casa, depois de uns 15 minutos Alicia chega da escola, toma banho, e vai almoçar… Eu disfarçava, pegava a calcinha dela, sentia o aroma gostoso de bocetinha infantil suada, e guardava pra me masturbar olhando ela dormindo mais tarde. Por inúmeras vezes me punhetei admirando as curvas acentuadas da minha filha, e quando gozava melava uma calcinha usada, um par de meias, cheguei a gozar dentro do tenis, nos chinelos, no uniforme escolar, só pra ve-la desfilar com vestigios da minha porra por ai, mas eu nunca tinha encostado as mãos nela.

Um dia cheguei em casa do trabalho e minha mulher estava brigando com Alicia, era uma bronca daquelas. Nem me importei com o que tinha acontecido; Chego em casa cansado, quero relaxar, não quero saber de problema… Nesse mesmo dia, eu ja sabia que não ia ter o showzinho da Alicia na hora de dormir, porque ela iria pra a casa da avó com minha mulher antes dela ir para o trabalho. Mais tarde, quando minha mulher chegou eu estava na sala assistindo TV com meu filho (Alicia estava na avó) o moleque pegou um dinheiro com a mãe, e saiu. Uns 20 minutos se passaram, e minha mulher veio me dizer que estava brigando com Alicia mais cedo porque pegou o celular dela, e ela estava em um grupo de amigos na escola no WPP que tinha um monte de putaria, e que ela tomou o celular da Alicia, que ia dar um celular pra ela que não desse para baixar o aplicativo wpp, que iria na escola alertar a diretora, enfim… Eu vi o conteúdo que minha esposa se referia, não era nada de mais, comparado ao que corre por ai nessas redes sociais, porem, não era nada apropriado para idade dela. Consistia em um vídeo de um cara beijando uma menina e depois botava ela pra chupar, entre outras fotos de pirocas, e bocetas. Eu me mostrei indignado, apoiei minha esposa, dei uma força, porem na minha cabeça eu pensava: “Bem safadinha… já ta começando a se interessar pelo assunto.”

Algumas semanas se passaram, minha rotina voltou ao normal, Alicia ja estava com seu celular de volta, e em um sábado estávamos terminando de planejar o aniversário da minha mulher: Eu, meu filho, a namoradinha dele (que é outra ninfetinha safada, mas essa é outra história) e Alicia. No meio da tarde fui conferir as coisas no salão de festas, e desci com Alicia; Meu filho, ficou com a namorada no apartamento. Chegando la em baixo fiquei conversando com o porteiro sobre a lista de pessoas que iriam entrar no prédio, e Alicia ficou brincando com umas amiguinhas na área comum no prédio. Porem, depois de uns 10 min de conversa percebi que esqueci a lista impressa com os nomes dos convidados no apartamento. Deixei Alicia la em baixo, e fui buscar a bendita lista, quando voltei as amiguinhas de Alicia estavam gritando “ta namorando, ta namorando” e Alicia saiu de trás de uma pilastra meia desconfiadinha, limpando a boca, enquanto um menino da mesma idade dela corria em direção à quadra de esportes. Quando as meninas me viram, ficaram serias na hora, bem constrangidas, envergonhadas, e Alicia, idem; Ficou sem graça, se fez de sonsa, ela sabia que estava aprontando, e disfarçou me perguntando “o que fui fazer la em cima”. Eu respondi numa boa, fingi que não vi nada, entreguei a lista para o porteiro, e voltei a organizar as coisas no salão, porem, de olho na brincadeirinha de Alicia com as amigas.

Apos meia hora ou menos, eu pendurava uns baloes na janela, e subi em cima de uma cadeira, quando vi o molequinho que estava atras da pilastra com Alicia indo em direção as meninas. De imediato, desci da cadeira e fui andando sorrateiramente para ver o que estava acontecendo, e me deparei com uma cena surpreendente: Alicia encostada na pilastra sendo encochada pelo garotinho que há beijava meio desengonçado, porem, minha filha estava gostando. Alicia descalça, na pontinha dos pés para alcançar o moleque, com uma shotinho florido e uma blusa branca, estava toda derretida recebendo os beijos desajeitados do menino que segurava sua cintura fazendo movimentos leves. Alicia chegou a levantar um dos pézinhos e fez uma carinha de safada, fazendo um charme no final. Depois eu descobri que o menino tinha 12 anos e morava com a vó no nosso prédio.

A partir desse momento eu fiquei louco pra saber como estava a calcinha da Alicia, não conseguia parar de me perguntar se ela ficou excitada, molhadinha beijando o moleque ou era só curiosidade. Queria sentir o cheirinho, a umidade, o gosto do prazer da minha filha, mas fiquei so na vontade. Minha esposa chegou, saímos, e quando voltamos, dormimos. No domingo, foi o aniversário da Marluce, foi muito corrido, e todo mundo estava aqui em casa, então eu estava com um desejo reprimido que não tinha punheta que resolvia. Na segunda feira na hora do almoço, cheguei e minha mulher não estava em casa, tinha ido trocar um presente com minha sogra. João Miguel estava na sala no computador, e Alicia chegou da escola; Como minha mulher não está, ela abusa, não faz o que tem que fazer… Ao invés de ir tomar banho, sentou no braço do sofá e ficou assistindo TV. Ela tirou o tênis, ficou de meia e uniforme e montou no braço do sofá. João Miguel foi pra mesa sem largar o computador, e eu esquentando a comida, e observando Alicia… Ela começou a se movimentar sutilmente, esfregava a bucetinha no braço do sofá bem discretamente, balançava a perna que estava para o lado de fora, movimentava o quadril de um jeito bem indecente, chegou a fechar os olhos e umedecer os lábios com a língua, e eu, só olhando maluco de tesão… Ela ficou assim uns 3 minutos, dividindo a atenção entre o celular e a TV, até que minha mulher chegou, e ela saiu rapidamente da posição que estava, e sentou de maneira adequada. Nossa, eu estava maluco de tesão, tinha certeza que ela estava se roçando excitada, assistindo alguma sacanagem no celular, toda mal intencionada. Aquilo me deixou maluco!

Almoçamos e eu voltei para o trabalho. No fim do dia estava quase chegando em casa quando minha mulher me ligou pedindo para eu buscar Alicia na escola circense, porque ela tinha que ir mais cedo para o trabalho. Dei a volta e fui buscar Alicia… Quando cheguei lá ela ainda estava fazendo algumas atividades, eu sentei, e fiquei esperando. Eu olhava em volta e só via uma menina mais linda que a outra, todas com roupas apertadinhas, colãs, maiôs, tops. Com seus corpinhos atléticos em desenvolvimento, fazendo acrobacias, se arreganhando inteiras, com aqueles pézinhos lindos, juvenis e delicados… Eu invejei quem trabalhava naquele ambiente, não tem como não ficar excitado. Alicia é uma das mais safadinhas, sapeca, levada, espevitada, atrevida, charmosa, sacana. Eu tenho certeza que alguns dos professores ou alunos mais velhos, morrem de tesão nela, e nas outras meninas. Provavelmente, devem se aproveitar em uma hora ou outra passando a mão discretamente, esfregando o cacete nelas, fazendo um carinho ou outro. Quando Alicia me viu, ficou empolgada, ai quis aparecer, começou a se esticar mais, a rebolar em um bambolê, escalou uma fita, enfim… Eu ja estava pra gozar na calça, porem, tinha que disfarçar, porque tinha um monte de outros pais em volta (provavelmente excitados também) então eu tinha que me conter.

Uns 15 minutos depois acabou a aula, e Alica veio toda feliz e pulou no meu colo me perguntando o que eu tinha achado da performance dela. Eu elogiei, e depois saímos. Dentro do carro, eu estava louco de tesão, e a menina não parava quieta. Ficava toda hora se empinando pra pegar coisas no banco de trás, começou a dançar dando umas reboladinhas bem imorais enquanto mexia nos pézinhos, jogava o cabelo pra um lado, pra outro, quando a musica acabou, ela esticou as pernas e apoiou os pézinhos no painel do carro e ficou mexendo no celular, dando umas risadinhas sacanas. Eu admirei cada detalhe do corpo de Alicia, dos pés à cabeça: comecei pelos pézinhos, fui subindo, percorri o olhar observando suas panturrilhas torneadas, as coxas definidinhas, o shortinho apertado que salientava sua xotinha deliciosa formando a famosa “patinha de camelo”, o elástico branco com vermelho da sua calcinha aparecia sob o short marcando sua cintura flexível, seu umbigo perfeito só me instigava a continuar olhando e desejando chupar aqueles projetos rosados de peitinhos em desenvolvimento com mamilos protuberantes que faziam questão de se fazer presente deixando marcas no seu top. Terminei minha patrulha profana encarando sua boquinha, com lábios delicados vermelhos, umedecidos pela saliva quente que eu desejava que encharcasse meu pau com um boquete incestuoso. E Alicia não parava quieta, fazia questão de ficar se requebrando no banco do carro, mexendo os pézinhos, mostrando as solinhas, e eu, louco de tesão, disfarçava o máximo que podia, até que tomado pelo instinto erótico sexual descomunal, eu mudei o rumo do trajeto de ir para casa, fui até a clinica, descolei um “calmante” e estava determinado a abusar de Alicia. Eu sabia que era errado, um crime, um completo absurdo, mas eu tinha que encostar, sentir o toque da pele, o cheiro, o gosto da sua xota, queria gozar lambuzando cada centímetro daquele corpinho…

Antes de sair da clinica liguei para meu filho para saber se ele estaria em casa, e ele me disse que encontraria a namorada no cursinho, minha mulher estava trabalhando, então, eu estava decidido: Ia cometer um crime para satisfazer meu desejo. No trajeto da clinica até em casa, Alicia continuava sendo inocentemente sexy, me fazendo deseja-la cada vez mais, ate esqueci que era minha filha. Quando chegamos em casa, ela foi direto para o banho, fui até o quarto procurando sua roupa, mas ela tinha tirado no banheiro, tentei espiar um pouco, mas não vi nada porque o banheiro fica todo cheio de vapor d’água e o vidro do box fica embaçado, eu maluco de tesão, tentava pegar a roupa dela no banheiro sem que Alicia percebesse, porem, quando estava perto de alcançar, a merda do telefone tocou, era minha sogra. Ela falou, falou… e enquanto eu conversava com ela, Alicia saiu do banheiro com suas roupa na mão, e foi se trocar no quarto. Minha sogra desligou o telefone uns 40 segundos depois que Alicia tinha saído do banheiro, fui até o quarto para espreita-la, porem, só vi ela levantando o shortinho, ia bater um punheta bem gostosa pra ela ali na porta mesmo, porem, ela veio em minha direção para sair do quarto, eu disfarcei, e com passos rápidos fui pra sala, e sentei na mesa. Alicia foi para o sofá, sentou-se bem a vontade, ligou a TV e ficou penteando os cabelos molhados, eu não conseguia parar de olhar, era como uma maldição ou doença, meus olhos perseguiam e admiravam cada movimento de Alicia, e tudo que ela fazia me exitava cada vez mais. Eu me levantei e pretendia ir para o quarto dela pra pegar a roupa, e me aliviar sentindo o aroma delicioso da calcinha que ela estava usando. Porem, quando me levantei, Alicia achou que eu ia pra cozinha (que é o que eu sempre faço) e pediu um copo do danone de maça com banana que ela adora, e bebe todo dia antes de dormir, eu ensandecido de tesão, não aguentei… Coloquei o danone no copo e uma dose adequada do remédio que eu peguei na clinica, e entreguei pra ela beber. Nossa, na hora, eu fiquei desesperado, quase pedi pra ela para de beber, mas era tarde; O copo é pequeno, ela tomou numa golada só, e ainda pediu mais. Eu totalmente sem saber o que fazer, assustado com minha própria atitude, morrendo de medo de alguém chegar, peguei mais pra ela e disse que iria na padaria que é na frente do prédio pra comprar pão. Desci nervoso, entrei na padaria afoito achando que todo mundo me julgava com o olhar e sabia o que eu estava fazendo, minha consciência pesou, eu suava frio, mas o tesão não sessava; Eu comprei o pão e voltei pra casa. Quando entrei, Alicia estava deitada no sofá, de conchinha como se nada tivesse acontecido, eu fiquei aliviado, fiz um sanduíche pra mim e pra ela, e ficamos assistindo TV e conversando… Em cinco minutos Alicia começou a ficar meia molinha, bocejando, expressando cansaço, com os olhos baixos. Eu fui para o sofá e me sentei ao lado dela, e seus pézinhos encostados na minhas coxas. Eu disse pra ela ir dormir no quarto, ela disse que não iria dormir, porem, o remédio ja estava fazendo efeito. Peguei nos pézinhos dela, e comecei a acaricia-los, e ela sorria sentindo cocegas quase dormindo; Continuei e tirei meu pau pra fora e comecei a roçar naqueles pézinhos lindos estendendo minhas caricias para sua panturrilha. À essa altura, Alicia ja estava bem sonolenta sem domínio corporal, e eu não perdi tempo, comecei a bolinar minha menina: Ja tirei seu shortinho, sua blusa, percorri minhas mãos em cada centímetro do seu corpinho realizando minha tara imoral e profana. Tirei sua calcinha, admirei com bastante tesão sua xotinha linda, rosada, delicada e com uns pequenos pelinhos nascendo; Não aguentei, e cai de boca! Lambi, chupei, siririquei, suguei o grilinho, enfiei minha língua no cuzinho, e na xota até não aguentar mais, senti o gosto de xotinha mijada, o aroma que eu sentia pelas suas calcinhas, agora, eu estava provando direto da fonte.

No começo, na primeira lambida que dei no grilinho de Alicia, acho que ela sentiu mesmo estando dormindo, porque a musculatura da sua xotinha se contraiu… Eu lambi ela inteira, arreganhei minha menina me aproveitando de sua flexibilidade e fiz o serviço completo; Mamei, beijei, lambi seus peitinhos com bastante tesão; Me aproveitei dos pézinhos sacanas e rosados que ela fazia questão de me mostrar, explorei cada possibilidade que o corpo de Alicia tinha para me proporcionar prazer. Chupei os lábios dela com bastante romantismo e carinho enquanto esfregava meu pau na sua xotinha virgem, enfim… Fiz tudo que queria ter feito, e não podia, menos penetra-la, claro. So esfreguei meu pau em cada centímetro possível, e gozei gostoso na sua barriga enquanto chupava seus pézinhos e roçava no cuzinho e na xota quente e perfeita de Alicia.

Depois limpei a minha bagunça com lenços umedecidos, vesti Alicia de novo, e me restabelecei no sofá. Uns vinte minutos depois, eu a levei para o quarto, porque tinha que colocar o pijama em Alicia. E assim eu fiz… Aproveitei, brinquei mais um pouquinho, me punhetei esfregando meu pau na boquinha dela, passei meu pau no contorno de seus peitinhos salientes sentindo o toque suave de seus mamilos rosados com meu cacete, depois chupei mais um pouco sua xota e cuzinho deixando tudo bem melado e babado e rocei meu pau no cabacinho quente de Alicia com força que pedia pra ser fodido e violado; quando eu estava explorando a bucetinha meiga da Alice com meu pau, ela mexeu a perna esquerda encostando a solinha do pé na minha panturrilha como se seu corpo, mesmo desacordado, pedisse pra eu me aproveitar de cada centímetro com o máximo de erotismo e sacanagem possível. Eu me assustei, achei que estava acordando, mas não, foi apenas um susto, então continue: peguei seu pé esquerdo e o pressionei contra meu pau e a xotinha dela, e meti meu pau entre seu pézinho e sua xota ate gozar, lambuzando toda a extensão daquela xotinha linda e do seu pézinho delicado no conforto de sua cama infantil. Depois, limpei tudo com bastante cuidado e pericia, coloquei o pijama nela, liguei o repelente elétrico e saí do quarto. Durante a madrugada Alicia acordou (era umas 4:30 da manha) foi ate nosso quarto e me chamou, eu quase morri de susto, pensei: “pronto, agora fodeu!” Ela me chamou baixinho uma vez, eu fingi que não ouvi. Depois, chamou de novo e, mais uma vez, fingi que não ouvi. Na terceira vez, ela entrou no quarto, e chamou mais alto. Dessa vez, Marluce acordou, e eu “acordei” na sequencia. Minha esposa perguntou o que era, ela disse que não sabia, mas estava “esquisita”. Eu morrendo de medo, questionei “esquisita como?” Ela só falou que estava com muito sono. Minha mulher associou ao esforço excessivo do treino na escola circense, eu fui na onda… Conclui dizendo que poderia ser isso mesmo, porque quando ela me viu, quis aparecer e fez mais do que devia. Depois de uns 5min de conversa dormimos com Alicia na nossa cama. Na terça feira na hora do almoço eu estava mais tranquilo, porem quando chegou da escola, Alicia falou pra mãe que estava com alergia ao sabão em pó novo que a diarista passou a usar para lavar as roupas, porque ela estava um pouco assada na “virilha”. Eu não sabia disso, só fiquei sabendo, quando cheguei em casa, e Marluce me contou no final do dia, antes dela ir trabalhar. Eu fiquei apreensivo, morrendo de medo de dar merda; Dei uma blefada, disse que tinha que leva-la ao médico, disse que eu poderia marca na clinica onde trabalho, só pra ver o que minha mulher ia dizer. Mas não aconteceu nada, Marluce disse que trocaria de sabão, que ela também tinha o mesmo problema, que tinha visto e não era nada de mais.

Depois disso, tomei um susto tão grande que fiquei um tempo sem me arriscar, so me contentando com as espreitadas durante a noite, as punhetas dedicadas as curvas salientes, as calcinhas, roupas, meias, enfim… E olha que é difícil me controlar, porque depois do ocorrido, percebi que Alicia ta bem mais atiradinha em relação a determinadas coisas. Ja percebi que ela se esfrega com muito mais frequência no braço do sofá, principalmente quando a mãe não esta. Ja ouvi ela falando insinuações maldosas sexuais para a namorada do meu filho. No histórico do computador dela, eu vi que ela assistiu um vídeo no youtube sobre masturbação feminina, enfim… Alicia esta cada vez mais ousada, sexy, provocativa e indecente, e eu tenho controlado meus instintos e me policiando para me divertir só nas horas adequadas… Atualmente sou mais cauteloso e só brinco quando estou sozinho, parei de me arriscar tanto. Porem, aconteceram mais duas interações físicas até hoje, e uma delas, com bônus. Assim que eu tiver um tempo relato os outros dois.