Eu sei, eu vi, meu pai comia minha irmã. E eu também, é claro

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Moravámos eu, meu pai, minha irmã e minha mãe. éramos uma família normal. Eu com catorze, minha irmã com dez anos e os meus pais com quarenta respectivamente.
Minha mãe é médica, meu pai professor de inglês e nós os filhos estudantes comuns.
Eu não sei como começou, só relato a partir do dia que vi pela primeira vez meu pai entrando no quarto da taila, esse é o nome da minha mana. Pelo que pude notar, a coisa já devia acontecer há muito tempo, pois ela sequer reagia aos desmandos dele. Ao contrário, ou dormia ou fingia que sim.
Tudo teve início quando meus pais começaram a se desentender e meu pai
passou a dormir no sofá da sala ao invés do quarto do casal.
Certa noite, eu dormia no chão, pois havia ficado assistindo um filme com meu pai até a madrugada. Percebo então, que ele passa por cima de mim e desaparece. Penso, deve ter ido ao banheiro.
Como ele demorava muito fiquei feliz, pois acreditava que ele tinha feito as pazes com minha mãe e é claro, deveria está matando a saudade.
No entanto, não ouvi o barulho característico dos dois fodendo e resolvi me levantar e investigar. Curiosidade de adolescente, pois é claro, varias vezes já os olhei trepando pela fechadura.
De ponta de pé, fui até a porta do quarto do casal e olhei para dentro.
Minha mãe dormia profundamente e nem sinal do meu pai. Fui então ao banheiro e a porta estava aberta e sem ninguém.
Só me restava olhar na cozinha que estava as escuras e no quarto da minha irmã. Foi o que fiz. E me deparei com a cena que nunca mais vou esquecer.
A porta entre aberta, apenas a luz do abajur acesa e minha irmã dormindo de camisola suspensa com a bunda já descoberta provavelmente por meu pai. De pé ao lado da cama, ele estava nu com o pau duríssimo e alisava as nádegas da Taila que me parecia está dormindo.
Então, ele puxou a calcinha dela bem devagar até tirar toda a peça.
Depois, ele a virou de barriga para cima e lhe arreganhou as pernas.
Desceu até sua vagina e começou a chupar-lhe o sexo. Obviamente que não me contive e ali mesmo comecei uma punheta deliciosa.
Depois de dez minutos de chupada aproximadamente, vi meu pai se deitar sobre Taila e meter com cuidado na bucetinha dela uma piroca respeitável. Putz, não era pequena não e a menina não fazia nada e continuava a dormir.
Pensei, puxa, será que ela dorme mesmo?
Ele meteu mais ou menos uns quinze minutos e então gozou tudo dentro da pepeca da minha irmã. Saí de fininho e fui pro meu coxão e fingi dormir profundamente.
Ele retornou ao sofá e após uns vinte minutos começou a roncar como de costume. Então levantei e fui ver minha irmã novamente. Pensei, se ela tiver nua, vou tirar uma casquinha também. Quando entrei no quarto dela, ela dormia totalmente composta.

Pensei, se ela dormiu com meu pai, por que não comigo? Me aproximei e suspendi sua camisola. Primeiro, alisei sua bundinha deliciosa, depois como não houve reação, abaixei sua calcinha bem devagar. Abri suas pernas e vi sua xoxota ainda toda melada do gozo de meu pai. Me deitei sobre ela e coloquei meu pau na direção de sua xereca e fui empurrando devagar. Não houve muita resistência, pois como a lubrificação continuava o meu pau entrou tranquilamente. Aí foi só alegria. Meti, meti com gosto durante muito tempo até gozar dentro dela. Me levantei,
vesti minhas roupas e voltei ao meu quarto dessa vez para desfalecer tranquilamente.
Acordei no outro dia como se nada tivesse acontecido e o clima na casa era totalmente normal entre todos. Não notei nenhuma diferença entre minha irmã e o coroa.
O tratamento carinhoso entre pai e filha era o mesmo Pensei, preciso observar isso mais detidamente. E foi o que fiz. Agora, ficava no meu quarto até altas horas esperando todos dormirem.
E desse jeito, após três dias, vi quando meu pai apagou a tv e se dirigiu furtivamente para o quarto da mana novamente. É claro que fui atrás na espreita. Foi o mesmo ritual. Só com uma diferença. Ao invés de chupar minha irmã somente, após tê-la despido, ele colocou a rola na boca dela enquanto a chupava.
Então pensei, a safada está fingindo que dorme, pois não era possível que ele a fodesse a boca e ela continuasse a dormir.
Após gozar ele saiu do quarto e nem a vestiu como da primeira vez.
Voltei as pressas, pois quase fui pego, porque esperava que ele como da outra vez lhe colocasse a calcinha e a camisola.
Esperei meia hora e fui lá no quarto dela de novo. E pra minha surpresa ela estava completamente vestida. Então concluí: é claro que ela finge dormir, pois se assim não fosse, ela estaria nua, já que ele não a vestiu. Obviamente também cheguei a conclusão que aquilo deveria acontecer há muito tempo, pois para suportar uma rola grande daquela a boceta da minha irmã precisou se acostumar muito. Então decidi, a partir de hoje nada mais de punheta. Fui para cima dela, já sem medo nenhum, a despi e fodi como nunca fodi na vida.
No outro dia, chamei ela no meu quarto e a confrontei.
— Vi você e o pai no quarto a noite.
— Viu o que?
— Tudo é claro. — Você finge que dorme e ele te come.
— Mentiroso!
— Sou! Então espera só eu contar tudo pra mãe hoje quando ela chegar.
— Conte, e ela saberá que você faz o mesmo comigo também. Ou pensa que não percebi que era você e não o pai que estava me comendo de novo?
— sua rola é muito menor do que a dele.
— está bom, ficamos quietos e tudo continua igual, ele te come e eu tiro minha casquinha também. De acordo?
— Mas me tira uma curiosidade, quando ele começou a fazer essas coisas com você?
— Não me lembro exatamente quando. Só sei que eu era bem novinha. Do que me lembro, ele começou chupando e beijando minha pepeca todas as vezes que vinha me da o beijo de boa noite.
E pedia segredo da mamãe. Como era gostoso, não falei nada pra ela.
Depois, foi indo e quando fiz oito anos, ele me comeu de verdade. Do mesmo jeito que agora. Ele me pedia pra fingir que estava dormindo e fazia o que queria comigo.
— E você gosta de fingir que dorme?
— as vezes sim, mas também gosto de ser comida acordada.
— Vem cá, vou te comer todinha acordada agora.
E a fodi a parti daquele dia todas vezes que podia durante o dia e meu
pai a fodia a noite como ele sempre quis.

Isso durou bastante tempo. Hoje ela já se casou e eu também. E ninguém
fala mais nisso. Mais foi muito bom esse período da minha vida.
Ainda sou grato a ela e sempre que posso, a encho de presentes e digo no
ouvidinho dela. Pelos velhos tempos meu amor.