Virgem inocente arrombada no curral

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O que vou narrar é verídico e uma amiga virtual que mora no interior e que hoje tem pouco mais de dezoito anos, pediu para contar porque tinha vergonha de escrever e postar o que aconteceu com ela na adolescência.
Nesse conto vou incorporar a personagem e relatar exatamente o que ela viveu no auge da sua inocência, mas muito safadinha para sua idade.
Meu nome é Márcia e para os mais íntimos Márcinha.
Tudo na minha vida foi muito difícil desde que nasci e assim tive que me acostumar viver com as dificuldades sem reclamar.
Com isso aprendi que não adiantava ficar triste pelos cantos da vida e tudo tinha que ser só alegria para esquecer as coisas ruins que acontecem na vida de todo mundo.
No corre, corre das brincadeiras de criança entre meninos e meninas da minha idade lá na fazenda onde morava, tínhamos uma vida livre.
Meus pais eram severos na educação e se saísse fora da linha era castigada por eles sem nenhuma dó, pudor ou piedade.
Eu fui crescendo num regime duro de criação e aquilo me deixava revoltava porque vivia apanhando por qualquer motivo.
Quanto mais me castigavam, mais me tornava rebelde e não queria nem saber o que ia acontecer se aprontasse alguma coisa.
O tempo foi passando e logo entrei na puberdade.
Percebi quando nasceram os primeiros pelos na minha bucetinha.
Sentia os meus belos peitinhos crescendo rapidamente e minha bundinha arrebitada e redondinha ganhando um volume até fora do normal para meu tamanho.
Aquela mudança estava me transformando e apesar de não saber porque tudo acontecia, a sensação de mais liberdade era fenomenal.
Os meninos e as meninas que moravam na fazenda elogiavam a minha beleza e até brincavam com a gostosura do meu corpo.
Foi a partir daí que passei a admirar e explorar meu corpo sem saber que estava explorando uma área perigosa do meu corpo.
Numa tarde quente fui tomar um banho e debaixo do chuveiro lembrei dos elogios dos meninos e sem querer senti um gelinho no pé do umbigo.
Era uma sensação deliciosa e sem querer me peguei alisando os biquinhos dos meus peitinhos que imediatamente ficaram bem durinhos enquanto um calorzinho descia até a portinha da minha bucetinha.
Nada sabia sobre aquela sensação e mesmo assim continuei me tocando até que meu corpo ficou meio bambo e mole.
Acabei o banho e quando estava enxugando a portinha da minha xaninha senti que ela estava meladinha.
Não entendi nada e então vesti a calçinha, um short curtinho e blusa e sai do banheiro como se nada tivesse acontecido.
No outro dia na escola, conversei com a minha melhor amiga sobre o que aconteceu e ela que era um ano mais velha, contou que com ela também tinha sido da mesma forma e que quando tivesse mais velha ia ser melhor e que ia começar a sonhar e sentir desejo de se aproximar de homens.
Ouvi aquilo e nunca mais deixei de tocar meu corpo quando ia tomar banho, isso sem contar que sonhava ver o pauzinho dos meus amigos quando eles iam fazer xixi atrás das moitas de matos quando brincávamos de esconde… esconde no inicio das noites.
O tempo passou e próximo de completar treze anos tomei um susto quando senti uma contração na barriga e uma dorzinha que não passava.
Corri para dentro de casa e falei pra mamãe que entendeu o que estava acontecendo e me chamou para o quarto.
Ela conversou comigo, explicou e me deu um travesseirinho explicando como devia colocar na minha xaninha.
Foi assim que descobri que estava me tornando mulher e o que ia sentir a partir daquele dia era apenas o começo de uma história.
Depois de alguns dias comecei a sentir um calorzinho diferente daquele que sentia quando ia tomar banho e parecia me dominar por completa.
Era o resultado do final da minha primeira menstruação e o calorzinho nada mais era um grande tesão entrando por entre as minhas coxas grossas e indo até o fundo da minha bucetinha.
Pela primeira vez senti vontade de enfiar alguma coisa na minha bucetinha, mas preferi não fazer nada e ficar com a imaginação vendo o pinto do touro socando na buceta da vaca.
O meu corpo sentia falta de alguma coisa e toda vez que começava pensar como um homem e uma mulher fazia, aí minhas pernas bambeavam e minha bucetinha babava de desejo.
Aprendi a bater siririca com minhas amigas e isso era o que mais fazia quando meu cuzinho começava a piscar sem parar de tanta vontade de dar.
Seis meses depois dos meus treze anos, estava brincando com os meninos e num determinado momento, vi minha amiguinha entrando debaixo de um pé de café enorme que ficava perto da cerca do curral.
Curiosa e já imaginando o que foram fazer, fiquei ali olhando por baixo o que estava acontecendo.
Minha amiguinha entrou na frente e ele entrou em seguida debaixo das folhagens ficando a vista apenas as coxas dos dois.
Parecia que eles estavam grudados e num instante vi quando ela ergueu o vestido e se pós de quatro encostada no pau dele.
Naquele momento também vi que meu amiguinho baixou a bermuda e sem demorar ela deu um gritinho pedindo pra ele por devagar porque estava doendo.
Ele atendeu e em seguida começou um vai e vem até que ela falou… Goza… Gozaaa nesse cuzinho… Vai. Mete. Mete fundo… Aí que gostoso…. aiiiiii… to gozanddddddddddoo.
No vai e vem do corpo dos dois e nos gemidos, eu também comecei a sentir uma sensação gostosa e quando ele deve ter gozado no cuzinho dela, o meu cuzinho começou piscar e logo senti minha bucetinha virgem despejar um liquido entre as minhas coxas.
Estava tão concentrada vendo os dois meter, que sequer percebi a aproximação do Seu João.
Ele se aproximou e disse.
Bonito!!!
Está vendo o meu filho arrombar o cuzinho da Maria de quatro aí atrás da moita ?
Gelei.
Fiquei parada ali sem saber o que dizer e fazer.
O Seu Joáo tinha ido alimentar os animais como fazia todos os dias no final de tarde e passava horas dentro do curral recolhendo os bezerros.
Ele virou e falou que ia contar para meus pais o que estava fazendo.
Naquela hora morri de medo, porque meus pais iam me matar de tanto bater.
Implorei pra ele não falar nada, mas ele insistia que não podia deixar de contar porque queria me ver sendo castigada por estar espiando o filho dele metendo no cuzinho da Maria e se contasse pra alguém o patrão ia mandar sua família embora e eles não tinham lugar para morar.
Jurei que não ia contar para ninguém e se não acreditasse podia fazer o que quisesse comigo. “Querendo descobrir o que Maria sentiu quando o seu filho enfiou no cuzinho dela e meio safadinha, mesmo nunca ter dado meu cuzinho ou minha bucetinha, pensei em fazer uma proposta para o Seu João e disse”…
Seu João, para provar que não vou contar para ninguém o senhor tem que me prometer uma coisa.
O que Marcinha ?
O que quer que te prometa?
O senhor me acha bonita ?
Acha meu corpo gostoso ?
Claro ???
Você é pequena mas é linda e muito gostosa e se pudesse provar, te comia inteirinha.
Nossa seu João !!!
Desse jeito o senhor vai me dar medo.
Que nada !!!
Mulher é mulher e mesmo com treze anos você já deve agüentar um pau bem grande.
O que é isso seu João !!!
Eu nunca vi nenhum pau e nem sei como fazer nada.
Vai cumprir sua promessa Marcinha ???
Vou sim seu João !!!
Então também vai prometer não contar para ninguém o que vai ver aqui ?
O que vou ver seu João !!!
Quer ver meu pau ?
Não sei seu João !!!
Tenho vergonha.
Não precisa ter vergonha.
Não que matar sua curiosidade ?
Sim !!! Muito.
Então venha cá menina.
Vamos atrás do curral que lá não vai ninguém.
Você vai matar sua curiosidade.
Fui com ele.
Fiquei de pé atrás de uma parede e quando menos esperei o seu João abriu o zíper da calça e arrancou aquele pau enorme de dentro dela.
Tremi e minhas pernas bambearam novamente, mas dessa vez era de vontade de pegar e sentir aquela rola na minha mão e quem sabe dentro do meu cuzinho.
O medo travou minhas pernas e nisso senti um calorzinho entrando na minha bucetinha.
Ele perguntou.
O que achou ???
Estranho.
Eu não saiba que era assim tão grande.
Quer sentir ?
Quer pegar nele ?
Tenho medo do senhor me agarrar a força !
Não tenha.
Vem !
Toca nele.
Fui meio com vergonha e toquei.
Nossa ele tava quente e pulsando.
Peguei nele sem jeito e quando achava que não ia largar, mais seguro o deixei em minha mão.
Ele pediu para fazer movimento de baixo para cima e em seguida já estava punhetando aquele pau enorme.
Aos poucos fui gostando da brincadeira até que senti um líquido saindo da cabeçona daquele pau gostoso.
O seu João ordenou que colocasse a boca nele.
Relutei dizendo que não ia e aí ele disse…
Sua vaquinha.
Põe a boca e chupa senão vai apanhar e vou contar tudo para seu pai.
Com medo que ele contasse e com nojo do seu pau, fui obrigada a enfiá-lo na boca.
Pensava que não ia gostar no primeiro instante, mas já com a metade dentro da boca estava achando maravilhoso e naquele momento queria tudo dentro dela.
Fui chupando meio sem jeito e logo comecei arrancar palavrões tipo !!!
Chupa sua putinha da fazenda, chupa gostoso esse caralho… chupa as minhas bolas.
Aqueles palavrões provocou um vulcão dentro de mim e meu cuzinho começou a piscar de novo, sem contar que a minha bucetinha tinha se transformada numa mina de porra molhando toda minha calçinha.
Naquele momento o seu João disse.
Pare de chupar sua putinha.
Vem cá que vou te mostrar uma coisa.
Você vai sentir o que a Maria sentiu quando meu filho empurrou seu pauzinho no cuzinho dela.
Me arrepiei toda e fui perdendo a força.
Ele me puxou com muita força e me fez virar de costa para o peito dele.
Eu não sabia como era gozar e acho que naquele momento tinha gozado duas vezes seguidas porque senti muito liquido escorrendo pelas minhas pernas.
O filho da puta do seu João ergueu meu vertido, rasgou minha calçinha e sem que eu esperasse, ele colocou a cabeçona daquele pau enorme na portinha do meu cuzinho, molhou com a saliva da minha boca que estava nele e com o óleo que escorria do orifício e logo começou a esfregar no coitadinho.
Pedi, implorei, mas não adiantou.
Ele falou alto.
Encosta na parede sua putinha e arrebita essa bundinha sua bezerra.
Arrebita mais.
Pelo amor de Deus seu João.
Deus não tem nada haver com isso.
Arrebita e deixa eu ver esse cuzinho que já já vai ser arrombado por esse pauzão.
Também quero ver sua bucetinha.
Eu sou virgem seu João
E daí
Você não procurou ?
Agora vai ter que dar querendo ou não.
Ele abaixou, tocou com um dedo na portinha da minha bucetinha.
O meu grelinho endureceu com o toque e nisso não pensei mais no que ia acontecer.
Depois do dedo ele enfiou a cara entre as minhas coxas e em seguida começou a fazer vai e vem com a língua na minha bucetinha que me levou a loucura.
Comecei a gemer e a rebolar na cara dele até que gritei…
Vai… enfia essa língua nela… enfia seu João… enfia mais no fundo… vai… vou gozar na sua caraahhhhhhhhhh gozei…
É sua putinha !!! Gozou gostoso.
Agora vai gozar de outro jeito.
Vamos.
Vai um pouco mais para lá e entra entre essas tábuas do curral e arrebita essa budinha e mostra esse cuzinho rosado e maravilhoso para o seu João.
Vai mostra.
Atendi e como enfeitiçada pela gozada que tinha dado, não pensei duas vezes.
Enfiei a cabeça entre as tabuas, arrebitei a bunda o máximo que podia e pedi.
Vai seu João.
Põe logo esse pauzão no meu cuzinho e arromba ele do jeito que quiser.
Vou atender seu pedido sua putinha.
Ele colocou aquela cabeçona na portinha do meu cuzinho e disse.
Está pronta
Sim… vai…
Não era isso que o senhor queria ?
O senhor não queria comer o cuzinho de uma garotinha linda e tão nova com a sua filha ?
Vai logo.
Sem falar nada o filho da puta encostou a cabeçona nele e de uma só vez empurrou com toda força que tinha.
O meu grito de dor ecoou alto pelo curral;
Não contive o choro e as lagrimas escorriam dos meus olhos.
Ele não estava nem aí e nem esperou passar a dor e disse…
Agora sim puta, vaca, leva essa rola nesse cú.
Era assim que queira seu comida ?.
Tira… tira filho da puta.
Tira vai.
Tiro sim… Olha só como ele vai trazer sua tripa para fora.
Está sentindo ?
Não!!!
Não se preocupe vou enfiar de novo…
Toma… toma tudo nesse cú e depois vou acabar o serviço.
Você vai sair daqui toda arrombada e nunca mais vai ficar olhando ninguém meter por aqui.
Toma… to gozandooooo uuuiiiii que gostoso.
O filho da puta me arrombou de uma forma que ao por a mão atrás senti o rombo que ele fez no meu cuzinho.
Refeito e me segurando pela cintura e braço para não fugir, ele disse !!!
Agora vou arrombar sua bucetinha pequena e você vai ter que agüentar minha rola dentro dela, sem chorar ou gritar senão vai levar porrada.
O meu cuzinho ardia, queimava e sangrava e nem gozei quando ele era fodido pelo seu João.
Fiquei ainda com mais medo de apanhar e do que estava para acontecer.
Mesmo com medo imaginei como minha bucetinha ia ficar depois que ele enfiasse aquela tora dentro dela sem dó ou piedade.
Sentindo suas mãos na minha cintura e o que ia acontecer, entrei em transe e comecei a me preparar para receber aquela tora na portinha da minha bucetinha.
Com os minutos passando rápido e o anoitecer chegando, vi a lua cheia despontando e surgindo no horizonte anunciando que nos minutos seguintes a minha bucetinha iria estar totalmente arrombada por aquela tora que tinha acabado de arrombar o meu cuzinho.
Então o seu João se apressou e começou a chupar meios peitinhos até que seu pau ficou duro como mármore.
Mandou que chupasse mais uma vez o seu pau.
Atendi mesmo sentindo cheiro de sangue e de coco que ele tinha tirado do coitadinho do meu buraquinho e pouco depois ele disse… pare putinha.
Venha aqui…
Levanta essa perna e coloca ela aí nessa tábua.
A minha bucetinha estava melada e já parecia estar entre aberta esperando por aquele monstro de pau.
Ele ajeitou bem na portinha dela, esfregou no meu grelinho duro e deu uma forçada que arrancou da minha boca um gemido de dor e prazer ao mesmo tempo.
Seu paú era enorme e minha bucetinha ia estufar de vez se ele entrasse tudo como ele queria.
Ele tirou de lado e começou a pincelar minha bucetinha até me fazer subir pela cerca de tábua de vontade de ser comida.
Eu já não estava mais agüentando e gozeiii gostoso sem que ele colocasse somente a cabeça para dentro da minha bucetina.
Enlouquecida e querendo ser descabaçada perguntei.
Vai demorar para colocar essa tora na minha buceta filho da puta ?
Não disse que ia me arrombar ?
Vem desgraçado.
Vem completar o serviço seu viado.
Viado o caralho sua puta sem vergonha.
Vai ver o que é chamar um homem de viado.
Ele me puxou e disse.
Vai ser de quatro sua puta.
Vai sentir meu pau entrando até o saco nessa bucetinha virgem e cheirosa.
Ele me colocou de quatro e gritou…
Arrebita essa buceta pra cima e já;
Quando arrebitei senti a cabeçona daquele pau na portinha.
Ele gemeu ao forçar a entrada e num gesto de ignorância socou de uma só vez pra dentro da minha bucetinha.
Vi faísca de fogo saindo pelos olhos, gritei e chorei de dor.
A dor era ainda maior do que no cuzinho, mas dessa vez estava gostoso e o prazer começou a fazer parte do meu corpo.
Com poucas estocadas senti ele gemendo e eu junto pedindo…
Vai mexe… enfia mais … enfia que quero gozar…
Ele foi bombando rápido e de tão rápido sentia suas bolas bater na minha bunda.
Ali percebi que já estava arrombada e comecei a gemer alto…
Vai gostoso… meu homem. Me come… me fode gostoso… arromba essa bucetinha… ela vai ser só sua se você quiser me comer todo dia aqui no curral ou no meio do mato… vai que estou estourando de gozo… vai que delícia de gozozzzzoooooooooo
Nesse instante senti ele explodindo dentro da minha bucetinha e sua porra começou a escorrer de dentro da dela indo de encontro das minhas coxas com aquele pau maravilhoso ainda dentro.
Uma delicia.
Depois da minha primeira vez, guardamos segredos e enquanto crescia e me tornando adulta, ia todos os dias dar minha bucetinha e meu cuzinho para o seu João.
Só deixei de dar para ele quando tivemos que vir morar na cidade por causa dos estudos, mas ainda de vez em quando volto lá para matar minha saudade com o pau do seu João.

Hoje a Márcia faz faculdade, mas não esquece a experiente que teve naquela fazenda e também não deixou de ser a puta que sempre foi.
Ela dá para caralho na faculdade e faz questão que comam seu delicioso cuzinho e sua bucetinha como na primeira vez que o seu João comeu.
Comentem esse conto da minha amiga virtual e desculpem por erros ortográficos.