Pai E Filha, O Verdadeiro Amor 3

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Então, eu e Gabriela terminamos o nosso café, nos vestimos e fomos pra locadora pegar nossos desenhos.

Para quem não leu as duas primeiras partes, explico que sou pai de uma garotinha linda, a Gabriela, que tem seis anos. Vivemos sozinhos e estamos nos adaptando a tudo.

Ao voltarmos da locadora eu disse:
– agora vamos tomar um banho, depois vou preparar as coisas do almoço e passaremos a tarde toda vendo desenhos.
– oba! – ela gritou com sua alegria infantil e correu pela casa celebrando. Parou no banheiro e esperou que eu fosse.
Coloquei as coisas na cozinha e fui para o banheiro. Tiramos as roupas e claro que ela olhava todos os meus movimentos em busca de ver logo minha rola. Tirei a cueca e deixei a mostra o que ela tanto queria, ou seja, minha pica. Sorrimos.
Entramos no box e como costume ela se molhava primeiro. Depois a minha vez enquanto ela se passava sabonete. Várias vezes meu pau tocava nela, mais que das outras vezes, pois ela forçava esse contato e eu agia normalmente sem importar com isso. Como pela manhã eu senti uma pontada de ereção, imaginava que talvez por qualquer motivo pudesse sentir novamente. Também não quis dá muita importância a isso, se acontecesse explicaria a ela o porquê.

– qual desenho veremos primeiro? – eu perguntei enquanto me molhava.
– rio
– comendo pipoca ou brigadeiro?
– os dois!
– gulosa!
Prestava atenção que em momento algum que conversavamos ela desviou o olhar do meu pau. Seu fascínio era muito grande.
Vi nitidamente o movimento de seu braço, sua mão indo em direção minha pica e então pegar meu saco. Eu parei, não esperava. Sua mãozinha se fechou apertando meu saco.
– isso é o quê? Como é o nome disso? – ela perguntou curiosa e decidida.
Realmente fiquei meio em choque. Não é tão fácil quanto imaginamos. A teoria para educar uma filha é muito fácil mas a prática é completamente diferente.
– saco. – respondi simplesmente sem pensar em algo melhor.
– saco?! – perguntou espantada com a resposta e deu mais uma apertada analisando as bolas. – tem duas bolas dentro.
– tem sim – eu disse.
Ela analisava meu saco, apertava as bolas, sentia a textura, o formato e sorria as vezes. Ela sentia satisfação pelo que fazia. E eu sentia uma ereção começando, sentia que era inevitável e resolvi deixar acontecer.
Meu pau começou inchar sobre sua mão. Começou a crescer e endurecer. Ela segurava as bolas e via atenta meu cacete crescendo e endurecendo a sua frente. A cabeça saltou pra fora completamente inchada e brilhando e por fim a ereção total com pulsações descontroladas. Nem eu mesmo pensei que seria tanto assim. Ela riu e perguntou:
– por que ficou assim? O que foi que aconteceu?
– é normal, filha. As vezes acontece. Fica assim.
– que engraçado! – ela deu risadas descontraídas e isso me deixou mais confortável.
Ela largou meu saco e logo pegou meu pau. Seus dedos apertaram ele, e ela disse:
– ficou bem duro! Não doi?
– não – respondi mantendo a calma e deixando que ela explorasse o quanto quisesse e entendesse que aquilo era algo normal.
– mas por que ficou assim?
– as vezes fica. – respondi.
– mas agora ficou por que?
– porque você pegou no saco. – tinha que agir normalmente e decidi ser sincero e falar abertamente com ela.
– então toda vez que pega no saco fica assim?
– na maioria das vezes.
– e agora, quando vai ficar normal de novo?
– daqui a pouco fica normal.
– tem que fazer o quê pra ficar normal?
– primeiro você tem que soltar ele, aí fica normal de novo.
Ela olhou pra mim e riu e disse:
– e se eu não soltar? Vai ficar assim pra sempre! – ela riu e eu também.
– bobona! – eu disse.
Ela ainda segurava meu pau, apertava, analisava, colocava pros lados, pra cima. Tudo com muita atenção. Tentava fechar a mão em volta mas não conseguia e ria. Puxava a pele cobrindo a cabeça e depois descobria. Meu pau pulsava e ela ria também disso e eu correspondia com um sorriso cheio de carinho e amor.
– ele mexe sozinho ou é você que faz ele mexer?
– as duas coisas – respondi.
– faça pra eu ver – ela pediu.
Coloquei meu pau pra pulsar várias vezes seguidas. Ela soltou e ficou olhando encantada o movimento da minha pica. Ela ria e ria alegremente. Uma baba aflorou na cabeça do pau e escorreu. Ela segurou novamente e disse:
– você mijou um pouquinho!
Eu ri da sua inocência.
– mijão! – ela falou zombeteira. – mijão, mijão, mijão…
Eu sorria muito feliz por este momento com a minha amada filhinha.
– chega de banho! – disse. – tomamos banho demais.
– o mijão não quer mais tomar banho! – ela disse ainda zombeteira.
Eu a segurei e disse:
– quem vai ser mijona agora é você. Vou fazer muita cócegas e você vai mijar muito.
Fiz cócegas nela enquanto ela tentava escapar. Meu pau ainda estava duro e roçava nela ou ficava pressionado entre nós dois.
Deixei ela escapar. Sorriamos muito.
– seu piu piu vai ficar duro pra sempre, seu mijão!
– não vai nada.
– vai sim.
Liguei o chuveiro e puxei ela pra perto pra nos molharmos.
– vamos terminar logo esse banho.
Ela pegou novamente em meu pau enquanto eu nos enxaguavamos.
– eu vou ficar segurando seu piu piu pra ele ficar duro pra sempre. – ela disse.
– tá certo. – sorri.
Terminamos nosso banho. Saimos do box para nos secarmos e só então ela soltou minha rola depois que eu pedi para poder vestir a cueca. Ainda estava de pau duro e a cueca empinava pra cima. Por último, depois de analisar minha situação ela disse:
– nunca mais vai ficar mole.
– bobona!
Sorri feliz mais uma vez olhando apaixonado para minha linda filha.
Eu fui cuidar da casa e do almoço enquanto ela brincava feliz com suas bonecas.