O motorista da van escolar e eu

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Meu nome é Natália, e já estou terminando o ensino médio agora, mas o que eu vou contar aconteceu há bastante tempo atrás, quando eu ainda tava no fundamental.
Eu ia e voltava pro colégio na van da Tia Inês, que era de confiança da minha mãe. Se hoje em dia os serviços de van não tão fiscalizados, imagina como era há algum tempo atrás. Por isso o melhor era contratar baseado na confiança mesmo.
Eu já estava com 9 anos, no terceiro ano primário, e desde os seis ia e voltava na van da tia Inês. Ela era uma senhora de uns 40 anos e tinha três vans na família: uma com ela, outra com o filho de 20 e poucos anos e outra com o marido, o Tio Ivan, que devia ter mais de 50 anos.
Cada um fazia uma rota diferente. A nossa era de crianças menores mas quando ela precisou fazer uma cirurgia, chamou sua irmã pra ocupar seu lugar. Só que a irmã dela não sabia direito nosso caminho porque não era da cidade, e trocou de lugar com o marido, que fazia um trajeto mais conhecido.
O tio Ivan era bonachão, brincalhão, um pouco barrigudo e com o peito peludo. Era grandão e gentil com as crianças. Ele trazia doces pra gente e ajudava a subir e descer da van pulando, então dá pra imaginar que a criançada se divertia.
Quando ele subia e descia as menininhas, ele sempre segurava pela cintura e às vezes, na descida, a gente ficava muito perto do corpo dele, só que não víamos maldade.
às vezes ele apoiava a gente segurando embaixo dos braços e aquelas mãos grandes chegavam perto dos peitinhos, mas parecia sempre muito inocente.
Na volta do colégio, as crianças que saiam primeiro ficavam na van com o tio Ivan, conversando e esperando as outras. Ele sempre sentava alguma no colo e dava pirulitos.
Eu tinha um corpinho cheinho, não era gorda, nem magra. Tinha uma bundinha empinada e não tinha peitos ainda, só os mamilos inchados, porque estava começando ainda a querer sair.
Eu gostava de ficar com o tio na Van e sempre fui muito espontânea e conversadeira. Eu queria chegar antes pra sentar no colo dele e ganhar pirulitos.
Ele brincava, ria, conversava e nisso se mexia bastante comigo no colo.
Quando ninguém estava olhando, ele alisava as minhas perninhas grossinhas nas coxas.
E gostava de brincar de puxar o pirulito da minha boca.
Eu ria, e ficava tentando pegar de volta.
– Abre a boca, Nat!
Eu abria a boca e colocava a linguinha pra fora.
Num desses dias, saí antes dos outros porque minha aula terminou um pouquinho antes, pois minha professora estava grávida já com barrigão e cansava um pouco. Não tinha noção de tempo mas acho que tive uns vinte minutinhos antes dos outros na van, para minha alegria e do tio Ivan.
Quando cheguei, ele estava fora da van e ficou feliz de me ver.
Fui correndo e sorrindo e ele perguntou se eu queria entrar na van. Eu fiz que sim com a cabeça e ele me segurou pela mão com uma mão e, quando fui subir, apoiou meu bumbum com a outra. Senti os dedos em cima da minha pererequinha.
Subi e ele tirou devagar, deslizando os dedos. O olhar que ele me olhou era de safadeza, não sabia mas ainda hoje lembro.
– Quer chupar gostoso, Nat? Chupar um pirulito vermelho?
– Quero, tio! Me dá!
– Vem aqui pro colo do tio chupar, vem.
Subi no colo dele animada e sentei no meio, onde ele sempre encaixava as crianças.
Ele desembalou o pirulito e disse:
– Abre a boquinha, põe a linguinha pra fora.
Fiz o que ele disse e ele esfregava o pirulito na ponta da minha língua e me apertava devagar no colo dele.
– Isso, mostra a língua pro tio. Lambe a cabeça do pirulito, Nat, lambe.
Eu ria e mexia a língua no pirulito.
Sentia, claro, um volume duro embaixo das minhas pernas, mas não sabia o que era.
– Deixa a boquinha bem aberta, Nat. Não fecha.
Eu deixava a boca bem arreganhada e ele ficava enfiando e tirando o pirulito.
– Linda do tio. Lindinha do tio, engole o pirulito gostoso. Chupa bem gostoso.
Ele segurava o cabo do pirulito e eu ficava chupando e fazendo barulho. Minha boca enchia dágua por causa do doce.
Nesse dia ele começou a alisar minhas pernas e senti quando a mão subiu por baixo da minha saia. Mas foi tão devagar que nem me dei conta que era de propósito. Eu era muito inocente.
Senti as pontas dos dedos em cima da minha calcinha bem de leve e não falei nada. Queria chupar meu pirulito.
Como eu não reclamei os dedos se aproximaram mais da minha calcinha e alisaram com mais força minha xaninha.
– Isso, Nat. Bem gostoso. Que delícia, hein? Delícia…
Ele pressionava minha xaninha na rachinha, por cima da calça e empurrava meu corpo no dele, me fazendo apertar contra a pica dura dele.
Senti quando os dedos dele puxaram minha calcinha. Senti um pouco de medo, porque ninguém mexia ali, mas não falei nada. Fiquei um pouco paralisada.
Minha calcinha foi afastada pro lado e senti pela primeira vez uns dedos na minha pererequinha lisa e careca.
– Que bucetinha macia.
Ele sussurrou no meu ouvido, deslisando os dedos na minha grutinha.
_ Que delícia, Nat, essa bucetinha macia e quente. Chupa aqui, Nat, chupa, enquanto o tio faz carinho na buceta. Tá gostoso, tá?
Eu achava que era o pirulito e fazia que sim com a cabeça.
Ele se animava, e mexia com mais força, apertando minha bucetinha e alisando pra cima e pra baixo. Era gostoso, sim, mesmo com medo, era um carinho.
– Nossa, Nat, você é muito safadinha. Gosta de chupar, gosta? Chupa, Nat, chupa gostoso. Que bucetinha gostosa, Nat. Que delícia.
Nisso, a algazarra começou, o pessoal tava vindo e ele, bem rápido me desceu do colo, me entregou o pirulito e disse:
– Vai lá pra trás, amanhã você vem de novo. Vou trazer uma surpresa.
Corri pro assento na traseira da van. Fui pra casa quietinha e no dia seguinte, eu estava ansiosa pela tal da surpresa. No fim da aula, estava esperando ser liberada mais cedo, o que de fato aconteceu.
Corri pra van do Tio Ivan e ele ficou todo feliz quando bati na porta. Ele tava sentado no assento do motorista e eu já fui deixando a mochila.
– Oi, minha linda. Vem ver o que o tio trouxe pra você.
Corri e sentei no colo dele.
– Cadê, tio?
– Tá ali em cima, amorzinho. Pega.
Ele apontou pro painel do carro, onde tinha algo vermelho comprido, parecendo um batom, que eu sabia o que era. Era um pirulito tipo Push Pop, que parece mesmo um batom e encaixa no dedo, pra gente ficar chupando ele preso ao dedo. Me animei toda.
– Eba, tio!!!
– Você quer chupar o pirulito do tio?
– Quero! Me dá?
– Pega ali, amor, pega.
Me inclinei em cima do colo dele, afastando minha bundinha e, quando voltei, senti algo diferente. Uma coisa quente e dura encaixou no meio das minhas pernas, direto em cima da calcinha. Senti a saia presa atrás, meio levantada.
Nem me importei, achei que ele ia ficar alisando minha perereca como o dia anterior. Fui desembrulhando o push pop e ele me interrompeu.
– Calma! Tem que chupar no dedo do tio. Abre a boca que o tio vai meter na sua boca.
Começou do mesmo jeito do dia anterior. Ele metia o push pop na minha boca e me mandava chupar, sugar, mamar, lamber.
– Segura na boca que o tio vai empurrar.
E eu ficava sugando o pirulito enquanto ele socava na minha boca. Como se fosse uma piroca, na época eu não sabia, mas eu chupava e mamava gostoso aquele pirulito e me babava toda.
Ele abriu minhas pernas no colo dele, fiquei um pouco arreganhada, senti os dedos dele subirem até mais rápido que antes sobre minha calcinha.
– O tio pode alisar essa bucetinha carnuda?
Fiz que sim com a cabeça.
– Ai, delícia, Nat do tio. Gosta do dedo do tio na buceta, gosta?
Fiz que sim de novo. Não tive medo pois não achei que passaria do mesmo que o dia anterior. Só sentia aquela coisa quente e macia encostando nas minhas pernas por dentro. Era o pau dele duro, claro, que ele colocou pra fora quando levantei pra pegar o pirulito. Mas eu não sabia, nunca tinha visto um pau.
Nas esfregadas pra frente e pra trás, vez por outra eu sentia alguma coisa melar um pouco minhas coxinhas, como se fosse um fio de baba.
Os dedos começaram a alisar minha buceta pela lateral da calcinha, e puxaram ela aos poucos pro lado. Então ele se encaixou melhor e senti a rola macia carnuda encostada na minha xaninha aberta.
Ele me abraçou na cintura e me pressionava no pau dele, se mexia pra frente e pra trás.
– Delícia, Nat. Chupa gostoso enquanto o tio sente essa buceta, chupa.
– Tesuda. Que buceta quentinha. Que delícia.
Senti os dedos dele apertarem um pouco minha bucetinha, como se ele quisesse enfiar um dentro e tranquei as perninhas.
– Abre as pernas, amorzinho, abre.
– Dói, tio.
– Dói não. Chupa aqui, chupa.
Ele enfiou o dedo na minha boca. Era o dedo médio. Achei estranho, mas obedeci.
– Isso, chupa como se fosse o pirulito. Mama no dedo do tio como se fosse uma pica, mama.
Eu lá sabia o que era pica…. Chupei e deixei o dedo babado, porque minha boca tava toda melada do pirulito.
Quando ele desceu o dedo de novo pra minha bucetinha, deslizava melhor. Ele começou a mexer num lugarzinho que dava um choque gostoso. Era meu grelinho, mas eu não sabia.
Depois desceu de novo no buraquinho. Quando senti a pressão, não doeu tanto, porque tava melado de baba. Senti entrar um pouco do dedo.
– Ai, delícia de buceta.
Ele sussurrava no meu ouvido. Confesso que agora tava mais gostoso e não doía e eu abri mais as perninhas.
– Tá gostando né, putinha?
Fiz que sim com a cabeça, achava que devia concordar, então senti ele enfiar o dedo mais fundo.
– Aiii, tio, ai, ai. Tá doendo. Tira, tira.
– Calma, delícia, vai parar de doer, calma.
Sentia uma ardência forte e sentia o dedo dele mexer dentro de mim. O dedo tava enfiado quase todo e ele ainda empurrava e a ponta se mexia dentro de mim. Era estranho.
Comecei a choramingar e ele enfiou o pirulito fundo na minha boca, socando.
– Chupa, chupa que passa, chupa.
Comecei a chupar com força, meio desesperada. Esperava que passasse. Por um tempinho ele parou de enfiar e só mexia lá dentro devagar e a sensação foi ficando boa. Tanto que quando ele recomeçou a enfiar, doeu menos.
– Isso, puta do tio. Arreganha as pernas, abre essa buceta, puta safada do tio. Buceta gostosa, tô esfolando no dedo pra depois esfolar na minha pica.
Comecei a ficar enjoada do pirulito, porque ele empurrou fundo na minha garganta e me deu ânsia de vômito. Afastei de minha boca.
– Não quer mais pirulito, amor?
– Não, tio. Enjoei.
– HUm…. Vamos ver se a buceta enjoou.
Ele então abriu minhas pernas e descobriu minha bucetinha que estava encoberta pela saia. Vi minha xaninha vermelha, e ele enfiou o pirulito chupado na minha buceta, seguido pelo dedo. Entrou fácil porque minha bucetinha tava laceada. E ele ficou enfiando. Nossa, tava bem gostoso.
De repente ele fechou minhas pernas no colo dele, com o pirulito enfiado mesmo e senti algo quente melar minhas coxas por baixo. Ele arfou, gemeu, respirou fundo e eu estranhei tudo aquilo, fiquei quietinha.
– Vai pro seu lugar agora, gostosa, vai. Amanhã vem sem calcinha, vem.
Fui sentar no meu lugar e estranhei muito aquela meladeira nas minhas pernas. Mas foi secando na viagem e quando cheguei em casa fui tomar meu banho, e tudo aquilo saiu.
No dia seguinte, estava ansiosa, muito ansiosa por repetir tudo aquilo. Era estranho, dolorido e eu sabia que era proibido, mas gostei.
Antes do fim da aula, que iria acabar meia hora mais cedo de novo, pedi pra ir ao banheiro. Tirei a calcinha e prendi dentro da blusa do fardamento.
Voltei pra sala e falei pra professora:
– Tia, tô com dor de cabeça. Posso ir pra van da tia Inês? Tá lá fora.
A professora me liberou e a fiscal me levou até a porta do colégio. Agradeci e corri pra van, estacionada numa sombra embaixo das árvores, como sempre ficava. Ela ficou observando e entrou quando me viu entrar na van.
– Eita, gatinha do tio, tava com saudade?
– Sim, tio! Trouxe push pop pra eu chupar?
– Sim, trouxe dois, amor!
Fiquei radiante com os dois.
– Fica aqui na frente do tio.
Ele me fez ficar em pé no espaço que estava mais largo entre ele e o painel. O banco estava afastado.
– Abre a boquinha, linda.
Abri a boca e pus a língua pra fora. Comecei a sentir ele esfregar o push pop na minha boca, nos meus lábios, no meu rosto.
Ele então abriu o zíper da calça e pela primeira vez viu um pau. Era branco, como ele, a cabeça vermelha brilhava melada e ele fazia uns movimentos sozinhos no ar.
Estranhei, me assustei um pouco.
– Calma, amor. Me dá a mãozinha. Ele segurou minha mão e pôs no pau dele. Passou pelo corpo e pela cabeça, que melou minha mão.
Senti aquela carne quente, macia e dura e fiquei apalpando.
– Isso, safadinha do tio. Agora bate uma punheta gostosa na piroca do tio, bate.
Então ele agarrou minha mão e ficou subindo pra cima e pra baixo.
– Chupa essa piroquinha, chupa. Mama…
Eu mamei no pirulito e os olhos duros no pau dele, que eu mexia mesmo sem ele mandar.
– Dá uma chupadinha aqui, dá?
Ele mesmo puxou minha cabeça pro pau dele e, mesmo eu não querendo, fui obrigada a sentir aquilo na minha boca aberta. Abri o máximo que deu, mas era grande e incômodo. Ele gemeu, se tremeu inteiro…Sorte que não durou.
– Calma, que o tio não vai gozar agora.
Em pé de frente pra ele, ele começou a passar a mão no meu corpinho. Passou embaixo da minha blusa, nos meus botões de peitinho que ele beliscou e eu disse aiiii, então ele alisou e desceu na minha bucetinha.
Já foi enfiando a mão na minha calcinha e abaixando. Tentei segurar, mas ele disse:
– Deixa, amor, deixa o tio ver essa buceta.
Logo eu tava de calcinha nos pés, a saia levantada e ele olhando tarado pra minha buceta. Ele alisava, abria com os dedos e foi enfiando que nem o dia anterior….
Fechei as perninhas.
– Dói, tio.
– Dói, não, amor. Ontem você gostou. Mas o tio trouxe uma coisa. Segura o pirulito, segura.
Então ele me deu o pirulito na minha mão.
Ele mexeu no porta luvas e tirou um vidrinho que soltou algo na mão dele. Era oleoso e transparente e ele melecou o dedo todo naquilo.
– Abre as perninhas, abre a buceta, abre.
Afastei as pernas e ele foi metendo o dedo melado em mim.
Com as duas mãos livres, agora ele foi com uma no meu cuzinho e outra na buceta. As duas estavam deslisando por causa do negócio oleoso e melado. Senti ele alisar o olhinho do meu cu e já enfiava o dedo melado na minha buceta. Ele puxou uma das minhas pernas e pôs em cima da perna dele, e fiquei em pé sobre a outra. Na minha buceta agora aberta, ele enfiou o dedo inteiro, que entrou fácil e delizando.
Ele socava agora, enfiava no fundo, mexia lá dentro, tirava e botava várias vezes e até me puxava pra frente e pra trás. Senti o dedo fazer pressão no meu cuzinho também, e ele aos poucos foi entrando.
– Ai, delícia. Ai, amor. Tesuda, gostosa. Putinha da buceta gostosa… O tio vai traçar essa buceta.
Senti dois dedos dentro de mim. Eu chupava meu pirulito e sentia os dois de olhos fechados. Era bem gostoso aqueles dedos me invadindo.
– Deixa o tio comer você, deixa?
Não sabia o que era, e como eu concordava com tudo, fiz que sim com a cabeça.
– Nossa, Natalinha, você vai ser a puta do tio Ivan. vai ali pro banco de trás e fica de joelho, vai.
Fui pro último banco e subi de joelhos. Senti quando ele levantou minha saia e meteu um dedo na minha bucetinha inocente. Depois encharcou daquela gosma transparente que ele trouxe e senti ficar geladinho e bem melado.
Ele forçava ela pros lados. Senti algo encaixar na portinha e fazer pressão. Achei que não ia doer, mas começou a me rasgar.
– Tio, isso dói muito, tio.
– Calma, putinha. Você vai aguentar. Aguenta a rola do tio, aguenta. Abre a buceta pra engolir.
Tentava me abrir ao máximo, mas não parava de doer. Me arreganhava e puxava as minhas nádegas me abrindo.
– Isso, tarada, putaaaaaaa, putaaaaaaaaa do tio Ivan. Arreganha esse rabo gostoso, safada. Bucetuda, abree essa buceta pra eu arrombar.
Eu queria era que parasse de doer, mas ele não deixava de enfiar.
Não aguentei e comecei a falar alto e ele tapou minha boca e empurrou fundo.
HUMMMMMMMMMMMMMMMM falei, de olhos arregalados, sentindo uma dor imensa como se tivesse me rasgando tudo embaixo.
– Gostosaaaaaaaaa, puta, rapariga arrombada, tesão, que bucetaaa rasgadaaaaa apertada, arrombaaaada.
Ele falava baixo no meu ouvido, sussurando e apertando minha boca, e atolando aquele negócio enorme em mim. Enfiava fundo e quando puxava pra fora, me queimava.
Comecei a chorar e ele não parou. Socava agora com mais força. Tentei me debater pra sair, mas não saía. Acabei com o rosto esfregando no banco, bem de quatro e ele me comendo empurrando com força aquele cacetão na minha buceta e me rasgando. Sentia algo bater no meu corpinho. Era o saco dele, mas eu não via, só sentia e chorava. Chorava tanto que soluçava, com a boca tapada.
Me rendi, amoleci o corpo só sentindo dor e ele foi socando, socando…
Parou mais de arder de tanto vai e vem. Estava mais calma, quase me sentindo anestesiada e aguentando o soc-soc na minha buceta rasgada e ele falar muita safadeza no meu ouvido. Gostosa, arrombada, puta, tá gostando, né, puta? Sabia que você ia dar uma chupeteira e uma rapariga de primeira. Já levando rolada gostoso, ia pedir mais. Ia dar o cu. Ele falava sem parar e arfava.
De repente senti aquilo inchar e soltar os jatos dentro de mim. Ardeu de novo, mas ele parou de falar e só respirava fundo, bem fundo. Quando foi tirando o pau já mole, me senti aliviada. Aquilo foi saindo e o leite melado que saía dele foi saindo junto, me deixando com as pernas meladas de novo.
Ele voltou pro lugar dele e eu me ajeitei no banco. Me encolhi sentindo as pernas meladas, me agarrei com minha mochila com a cara vermelha de choro e fiquei olhando pra janela pra nenhum colega notar.
Fui assim até em casa e desci correndo, sem olhar pra trás.
Nunca esqueci como me tornei mulher e até hoje, que já estou bem mais velha, gosto de homens grisalhos, um pouco gordos como ele. Só consigo gozar e sentir prazer dando de quatro ou amarrada, quando me puxam os cabelos, levando tapas, como se estivesse sendo estuprada. Gozo lembrando da minha primeira vez, embora eu tenha sentido muito medo naquela época.