Minha Netinha Deliciosa

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Sou um homem vivido, já passei dos 60, aposentado com uma boa renda e vivendo num sítio que comprei para relaxar longe da cidade. Com um casal de filhos já criados, tenho uma boa esposa, mas muito careta para o meu gosto. Sempre fui chegado a uma putaria, porém em todos esses anos de casamento, minha mulher só ficou no papai-e-mamãe comigo. Ela é meio travada por causa de suas crenças religiosas; eu já sabia disso quando a conheci, mas achei que conseguiria tirar o melhor dela com o tempo. Infelizmente não deu e precisei catar putas para satisfazer meus desejos carnais. Eu a amo, mas não consigo me satisfazer plenamente com ela, preciso de algo mais. Sempre desejei uma moça que atendesse aos meus caprichos, que me obedecesse na cama e fosse plenamente submissa. Pensei em trabalhar a cabeça da minha filha desde pequena, porém minha esposa nunca gostou de conversar sobre sexo nem comigo, nem com a filha. A menina cresceu e se tornou bitolada em religião tanto quanto a mãe. Foi uma oportunidade perdida, lamentavelmente.

Sempre trabalhei no ramo de computadores e por este motivo, mesmo na terceira idade, não tenho dificuldades com internet e dispositivos móveis. Desde que descobri o primeiro site de contos eróticos, percebi que eu não era o único a desejar a própria filha. Vários autores de contos expressavam o mesmo desejo em relação a filhos e filhas, sobrinhos e sobrinhas, irmãos. Fico maravilhado lendo os contos, especialmente aqueles bem escritos e ricos em detalhes, com diálogos. Me masturbei inúmeras vezes com esses contos, lia e relia aqueles que mexiam mais com minha imaginação. Eu me colocava no lugar do cara sortudo que faturava uma novinha e saía impune. Com o tempo, fui acalentando a ideia de escrever meu próprio conto, mas me faltava uma inspiração real, algo que eu sentisse que poderia agradar aos leitores mais exigentes como eu. Até que minha filha se casou, tornou-se mãe e pude conhecer minha netinha. Ela tem sido minha inspiração, uma delícia de garota de quem tenho o privilégio de, ao mesmo tempo, ser avô e amante.

Há 13 anos minha filha casou-se com um sujeito. No ano seguinte tiveram uma linda menina a quem chamaram Sarah, uma princesinha morena e rechonchuda com um sorriso que encanta qualquer um. Apaixonei-me pela pequena Sarah logo que a vi, era um bebê tão lindo e risonho, a cara da mãe. Apenas 2 anos depois minha filha divorciou-se do marido, por quem era maltratada. Minha filha sempre gostou de passear e decidiu curtir mais um pouco a vida antes de se prender novamente, mas com uma filha pequena ficava complicado. Por isso, deixava a menina aos nossos cuidados aos finais de semana. Minha mulher às vezes a levava à igreja, mas de vez em quando minha netinha ficava em casa comigo brincando com suas bonecas ou vendo TV sentada no meu colo. Nestas oportunidades eu aproveitava para acariciar seu corpinho macio, brincava com suas orelhas, cobria a menina de beijinhos. Descobri que ela adorava que eu fingisse comer suas orelhas, ela caía na gargalhada. Eu trocava suas fraldas e quando tinha chance de fazer isso sozinho em casa, aproveitava para saborear sua pepequinha gorducha. Era uma sensação deliciosa fazer aquela safadeza escondido com minha netinha. Sempre lambia e chupava seu grelinho com muito carinho, pois eu queria que ela adorasse e quisesse sempre mais carinhos do vovô. Ensinei minha netinha desde pequena a beijar de língua, o que ela aprendeu rapidamente. Dávamos vários beijos escondidos da vovó.

Sarah crescia e se tornava cada vez mais linda e gostosa. Eu não resistia àquela gatinha linda de cabelos encaracolados, perninhas grossas e bumbum empinado. Quando chegava ao sítio, era só alegria ao me ver e chorava quando tinha que ir embora. Fui ensinando a ela que era importante manter segredo sobre as nossas brincadeiras, porque a vovó ficaria zangada com nós dois se descobrisse. Mamãe e papai também brigariam muito se ela contasse sobre os carinhos que o vovozinho fazia. Ela sempre foi muito esperta e soube guardar segredo, a safadinha até me ajudava a prestar atenção para ver se ninguém estava nos observando. Dava qualquer desculpa para se afastar da avó e ficar ao meu lado brincando de bonecas ou videogame. Eu a levava para passear de carro, tomar sorvete, brincar no parquinho, essas coisas de avô e neta. Quando estávamos sentados no chão da sala vendo TV ou brincando com algum de seus joguinhos, eu perguntava a ela se poderia ver sua pepeca. Ela sorria e puxava o short e calcinha para o lado, mostrando sua parte do corpo mais gostosa. Eu sorria de volta e lambia os beiços, fazendo “Hum….” e Sarah compreendia imediatamente o que o avozinho queria. Minha netinha estava pegando rapidamente o jeito de safada, para minha satisfação.

Eu nem precisava mais pedir a ela que baixasse short e calcinha: por conta própria, minha netinha se despia para mim, esperando por minha língua quente e molhada passeando pelo seu corpinho infantil. Ela gemia como uma gatinha a cada chupada mais forte em seu grelinho. Depois de me fartar de chupá-la, eu a deixava se vestindo enquanto corria para me masturbar no banheiro. Gozava no mínimo duas vezes pensando no que tinha acabado de fazer com minha netinha. Sarah sabia que o vovô tinha um pinto, porque sentava no meu colo e sentia ele endurecer. Eu lhe dizia que meu pinto crescia e ficava duro por causa do bumbum fofinho dela e minha neta sorria. De vez em quando eu mostrava meu pau duro para ela, que olhava curiosa e tocava nele. Eu deixei que sua curiosidade natural a guiasse; algumas vezes ela o segurava e balançava, outras vezes fazia carinhos no meu pau duríssimo. Um dia eu permiti que ela visse minha masturbação até o orgasmo. Gozei com força e me lambuzei todo, com porra caindo na minha barriga e em volta do meu pau, até o saco. Admirada com o que tinha acabado de ver, Sarah me fez várias perguntas. Eu lhe respondi que aquele era o leite cremoso do meu pinto, que é diferente do leite do peito da mamãe e do leite da vaquinha. Expliquei que as bebezinhas mamam no peito da mamãe e quando ficam mocinhas iguais a ela, largam o peito da mamãe e começam a mamar no pinto do papai.

Sarah fez carinha triste dizendo que não via mais o papai dela, então eu lhe disse que se ela quisesse, poderia mamar no pinto do vovô. Para estimular minha neta, peguei um pouco do meu gozo e provei, fazendo cara de satisfação e dizendo “Hum, que delícia”. Isso atiçou sua curiosidade: ela passou o dedinho na minha porra e cheirou, não fez careta e provou. Eu dei risada, ela também. Provamos mais um pouco, desta vez juntos. Ela colocava porra na minha boca e dizia “Come, vovô” e eu fazia o mesmo com ela, dizendo “Come o leite quente do vovô, Sarah” e ela comia. Saboreamos todo o meu gozo com brincadeiras deliciosas. Passei um pouco de porra no narizinho dela, depois chupei o nariz da minha netinha, todo lambuzado de gala. Depois desse dia, passei a dar de mamar a Sarah e a gozar em sua boquinha gulosa. A danada não desperdiçava nem uma gota, rapidamente pegou gosto pela mamadeira do avozinho e seu leite quente. Aos 5 anos comecei a dedar o cuzinho dela enquanto a chupava. No princípio introduzia somente a pontinha do dedo para ver qual seria sua reação e conforme fui vendo que ela gostava, fui enfiando mais. Com o tempo, comecei a foder a bundinha dela com o dedo, enfiando e tirando devagar enquanto a chupava. Sarah ficava doidinha com meus carinhos safados e só vivia agarrada comigo.

Um dia fomos ao cinema ver um filme de animação. Ao chegarmos dentro da sala de projeção, ela quis ficar sentada no meu colo. Eu lhe disse que tudo bem, mas já que ela estava de vestido, sem calcinha seria melhor. Sarah tirou sua minúscula calcinha e sentou-se sobre meu colo, o que fez meu cacete ficar duro como pedra. Durante boa parte do filme eu acariciei sua pepeca e bumbum. Minha neta putinha se remexia com o prazer que eu lhe proporcionava. Eu mordiscava suas orelhas, o que lhe causava arrepios. A princesa do vovô dava risadinhas com as brincadeiras gostosas do vovô. Resolvi ousar mais e pedi que ela saísse do meu colo um instante para ajeitar meu pau. Abri o zíper e pus o caralho para fora, depois pedi que ela sentasse em cima dele. Sarah rapidamente montou em cima de mim outra vez e ficou rebolando levemente, sentindo a grossura da minha pica pressionando suas carnes macias enquanto eu estimulava seu clitóris. Não aguentei e acabei gozando, lambuzando todo o bumbum dela. Sarah percebeu algo molhado no bumbum e perguntou se meu pinto tinha dado leite. Expliquei a ela que meu pinto havia ficado tão feliz de encostar no bumbum macio dela, que acabou dando leite sim. Sarah saiu do meu colo, agachou-se na minha frente e no escurinho do cinema, pôs-se a lamber meu pau para comer o gozo. Deixou meu cacete limpinho, depois ficou passando a mãozinha no bumbum e lambendo o restinho de porra que ficou grudado nele. Ao terminar, sentou-se de novo no meu colo e ficou rebolando bem devagar, do jeito que eu gosto, enquanto me dava vários beijos de língua. Como não se apaixonar por uma menina tão dengosa, dócil, disposta a me agradar pelo puro prazer de fazê-lo?

Sarah foi ficando mais e mais ousada conforme o tempo passava. Eu lhe mostrava vídeos de casais fazendo sexo para atiçar sua imaginação e desejo. Com 6 anos ela me fez o primeiro boquete enquanto eu dirigia minha pick-up com vidros escuros pela cidade. Sua boquinha era gostosa demais. Eu tentava segurar o orgasmo, mas Sarah ficava me pedindo “Dá logo leite pra mim, vovô. Eu tô com fome.” Sarah me chupava com amor, ela realmente gostava do meu pau. Dentro de casa ela andava com vestido e sem calcinha só para me provocar. Quando a avó saía de perto ela levantava o vestido e mostrava a pepeca e o bumbum. Ela sabia que isso me deixava de pau duro e queria que eu a pegasse para brincar de safadeza. Pouco antes do seu aniversário de 7 anos, estávamos sozinhos vendo TV na sala quando ela virou o bumbum para mim e me pediu brincasse com ele. Meu tesão estava muito alto quando decidi que tentaria meter pelo menos a cabeça do pau naquele buraquinho. Botei a cobra pra fora da calça e disse a Sarah que eu queria esconder meu pinto dentro do bumbum dela. Ela disse “Tudo bem, vovô. Mas se doer você para, tá bom?” Eu respondi “Claro que sim, amor” e fui ao meu quarto buscar lubrificante. Voltei com o pau já lambuzado e pedi para a gatinha do vovô ficar de lado no sofá.

Me ajeitei e fui empurrando a cabeça do pau naquele buraquinho apertado; Sarah gemia, mas não protestava. Eu fui forçando mais um pouco, dizendo que estava gostoso e perguntando a ela se queria que eu parasse. Corajosa, Sarah me disse para continuar e eu fui empurrando com mais força até a cabeça entrar. Ela deu um gritinho e eu parei, deixei-a respirar por uns momentos. Fiz carinho nos cabelos dela, dizendo que ela era “a princesa linda que o vovô ama muito”. Eu disse que há muito tempo sonhava em enfiar o pinto dentro do bumbum dela, desde que ela era menorzinha. Falei que sentia muito orgulho dela, porque estava conseguindo aguentar meu pinto sem chorar. Então aos poucos fui fazendo um movimento leve de vaivém, sem meter mais do que a cabeça do caralho no cuzinho dela. Em pouco tempo esporrei dentro daquele cuzinho, gemendo muito forte. Sarah me disse que sentiu meu leite dentro do bumbum dela. Tirei o pau de dentro, fui ao banheiro e trouxe um espelho. Disse a ela “Olha que lindo, o leite do vovô escorrendo lá de dentro do teu bumbum, amorzinho.” Sarah sorriu, feliz por sua realização. Ela ganhou muitos beijos e chupadas na primeira vez que deu o cuzinho. Depois deste dia, não teve um final de semana em que o cuzinho da Sarah escapasse da minha tora. Algumas vezes ela se oferecia para ser enrabada, outras vezes era eu quem me aproximava cheio de desejo, o que a fazia sentir-se uma femeazinha desejada. Sarah estava sempre disponível para mim, ela adorava a atenção e os carinhos prazerosos que eu lhe proporcionava, especialmente língua na xotinha.

Quando Sarah teve sua primeira menstruação, eu fui a primeira pessoa a saber, porque ela fez questão de me telefonar e contar. Eu lhe dei os parabéns, disse que estava muito orgulhoso da minha princesa. Sarah foi crescendo e se tornando uma bela adolescente. Eu morria de vontade de comer sua xerequinha e ela também queria me dar, mas sabíamos da importância de manter seu hímen intacto até pelo menos a primeira visita ao ginecologista. Sarah me contava as safadezas que fazia com os meninos, vizinhos de sua casa. Falava que chupava os garotos, que deixava eles dedarem sua bocetinha e os maiores comerem seu cuzinho, porque tinham paus mais grossos. Sarah dizia que nem doía, pois seu cuzinho já estava acostumado com minha pica grossa. Diante desses relatos da minha neta, eu não tinha outra saída a não ser “castigá-la”, fazendo com que mamasse no meu pau e depois eu metia no seu cuzinho. Sarah adorava meus “castigos”: de vez em quando se aproximava de mim cheia de tesão e com carinha de safada, dizendo que era uma menina má e que merecia ser punida. Todas as vezes era pau no cuzinho e a cada vez entrava mais. Com 10 anos e ainda sem seios, ela já aguentava metade do meu cacete no cu. Eu podia fodê-la com vontade sem me preocupar com nada: segurava em seus quadris e metia forte. Sarah já estava mais do que acostumada com minha tora arrombando seu buraquinho. A partir dessa idade eu deixei de tratá-la como princesa e mudei o vocabulário: Sarah passou oficialmente de princesa para putinha do vovô. Eu perguntava o que ela era e a quem obedecia, Sarah me respondia “Sou sua putinha, vovô. Obedeço ao meu macho gostoso.” E ganhava chupadas na xereca lisinha.

Aos 11 anos seus lindos seios começaram a despontar e eu queria mamar neles o tempo todo. Minha netinha sentava no meu colo de frente para mim com o caralho atochado no cuzinho enquanto eu chupava seus peitinhos. Eu a abraçava e beijava com paixão, ela era o amor da minha vida. “Te amo mais do que a vovó, Sarah. Você é a putinha que eu sempre quis.” Ela abria um sorriso lindo e dizia que também me amava. Fodemos não apenas dentro da minha casa no sítio, mas também em cachoeiras, dentro do mato, até na casa dela quando fui visitar minha filha e ela precisou sair, deixando Sarah comigo. Minha neta foi ficando cada vez mais safada: me pedia para chamá-la de cachorra, bater com o pau em seu rosto e gozar sobre ele. Tornou-se uma putinha perfeita, para meu grande orgulho. Já com 12 anos, ela arrumou um namorado firme de 17 anos e me contou tudo sobre ele. O rapaz tinha uma bela pica e sempre fodia a bunda dela, mas ele queria comer sua bocetinha e Sarah também queria muito dar para ele. Só que minha neta queria que eu tirasse sua virgindade, para terminar o que havia começado quando ela era ainda pequena. Foi no Carnaval deste ano, quando minha esposa foi para o retiro da igreja e fiquei sozinho no sítio. Minha neta não quis passear com a mãe, preferindo ficar no sítio comigo. No dia em que ela chegou, criamos todo um clima de romance, com flores em volta da mesa e jantar à luz de velas. Abri uma garrafa do meu melhor vinho, deixei minha netinha um pouco bêbada e a levei no colo para a cama. Ela repetia, um pouco tonta “Me come, vovozinho… Mete essa pica gostosa na tua netinha… Arregaça minha xotinha, vovô… Por favor, me fode toda… Vou ser eternamente a putinha obediente do vovô…”

Despi minha netinha com calma enquanto beijava cada parte do seu corpo. Depois livrei-me das minhas próprias roupas e chupei seus lindos e pequenos seios, enquanto apertava aquele bumbum gordinho. Abri suas pernas e beijei as coxas grossas, ela gemia como gata no cio e me pedia para chupar seu grelo. Eu caí de boca naquela xereca com cheiro de fêmea no cio, chupei com vontade enquanto dedava seu cuzinho. Meu pau estava duro como pedra e eu precisava ser chupado. Puxei Sarah pelos cabelos e a fiz chupar meu pau, soquei meu cacete dentro de sua boca, ordenei que me chupasse com vontade. Larguei seus cabelos e fiquei admirando o empenho dela em mamar meu caralho. Depois de uns minutos, empurrei-a sobre a cama e me deitei sobre ela, apontando o pau para sua bocetinha virgem. Fui empurrando, ela gemeu de dor mas não me importei: fui atochando a pica com força até que finalmente entrou, rompendo seu selinho. Meti com muita vontade e esporrei dentro dela, foi maravilhoso. Fiz a menina gozar muitas e muitas vezes, fodi a boceta e o cu da minha neta durante todo o Carnaval. Quando ela voltou para casa, deu a xotinha para o namorado pela primeira vez e depois veio me contar como foi a experiência. Sarah adora seu namorado, mas o amor de sua vida é o vovô. Treinamento concluído com sucesso.

F I M

Se você é mulher e gostaria de me contatar, veja meu número nos comentários abaixo. Somente mulheres, pois são mais discretas e sensíveis. Homens em sua maioria só aparecem para se gabar, contar mentiras e mendigar vídeos.