A Menina Irresistível

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O que vou relatar aqui começou há 6 meses e ainda acontece, por isso não vou detalhar locais nem revelar nomes verdadeiros. Sou um homem de 44 anos, casado há 16 com uma mulher de 37 anos e temos um filho de 12 anos que se dá muito bem com a garotada da vizinhança. Moramos numa casa grande com piscina e meu filho frequentemente chama seus amiguinhos para virem se refrescar. Minha mulher trabalha aos finais de semana, por isso sou eu quem fica em casa quando meu filho chama seus amigos para tomarem banho de piscina. Os outros pais sabem que há um adulto na casa, por isso permitem que seus filhos venham. Eu fico tomando conta da molecada da janela da sala e de vez em quando paro seja lá o que estiver fazendo para gritar com eles, pedir que parem de brigar, coisas do tipo. São meninos e meninas com idades que variam entre 7 e 13 anos. Uma das meninas me chamou atenção por ficar mais solitária, não é sempre que brinca com as outras crianças. Vou chamá-la de Vívian: tem 8 anos, 1,20 m e deve pesar pouco mais de 20 Kg, mais baixa e magra que a média da idade. Tem bumbum carnudo, rosto bonito, cabelos pretos lisos até a cintura. Retraída, conversa pouco com os meninos, parece dar-se melhor com as meninas. Por ter pele bem clara, Vívian precisa usar protetor solar forte e de vez em quando sai da piscina para ficar um pouco à sombra.

Um dia, Vívian saiu da piscina, entrou na casa e me pediu para usar o banheiro. Eu estava só de short e fiquei prestando atenção ao bumbum dela, que não cabia dentro da tanga. Aquela garotinha quase sem seios e com os pequenos mamilos arrepiados espetando a parte de cima do biquíni amarelo me deixou excitado. Além, é claro, do bumbum que parecia ser muito fofo. Quando voltou do banheiro, perguntei se ela queria beber água ou um suco. Ela aceitou um suco de caju e ficou bebendo na cozinha. Eu fiquei imaginando como seria tocar nela, acariciar aquele corpinho tão jovem. Pensar nisso me deixou de pau muito duro, então fui pensando em como eu poderia fazer para aquela menina deixar que eu a tocasse. Coloquei um filme de animação que todas as crianças gostam e aumentei o volume. Sabia que ao escutar, ela viria para a sala. E foi batata: logo depois Vívian estava sentada ao meu lado. Me disse que já havia visto aquele filme 5 vezes, eu perguntei se ela queria ver mais uma vez, e me respondeu “Claro!”

Fui puxando conversa com ela, ganhando intimidade. Disse que meu filho gosta muito de cosquinhas, faço nele o tempo todo porque ele adora. Ela sorriu e disse que também gosta muito. Eu perguntei se podia fazer nela, ela disse que sim, então comecei de leve nos lados da barriga, depois embaixo dos braços, nos pés, fui descobrindo onde funcionava para ela. Ele é uma criança bem divertida, ri alto e não ficou nem um pouco desconfortável com minhas cócegas. Chegou a deitar no sofá, rolando de tanto rir. Quando parei, deixei que recuperasse o fôlego e falei que entraria na piscina, afinal o calor era grande. Ela também veio e ficamos junto com outras 4 crianças nos refrescando até que chegou a hora de irem embora. Nesse dia Vívian me deu tchauzinho pela primeira vez, o que me indicou que ela gostou da minha companhia e me já considerava um amiguinho, mais um da turma – mesmo eu sendo um adulto.

No final de semana seguinte, as crianças voltaram para o banho de piscina. Eu estava vendo TV e lá fora, aquela gritaria de sempre. De repente, entra Vívian e senta-se ao meu lado.

– Oi tio, tudo bem?
– Oi Vivi, tudo, e você?
– Tô bem. Você quer brincar de cosquinha hoje?
– Quero!

E comecei a futucá-la, que adorou minha disposição para a brincadeira. De vez em quando ela ficava de frente para mim, outras vezes de costas, e eu não parava. Vez ou outra eu tocava no bumbum, na pepeca ou num dos peitinhos, fingindo ter sido sem querer, e nunca duas vezes em sequência. Era sempre bem espalhado, para não parecer intencional. Assim, eu ia tirando casquinha sem que ela achasse que eu estava sendo abusado. Não queria que ela me olhasse de cara feia e dissesse “Tira a mão daí”, que é o que as mães mandam as filhas dizerem quando algum garoto vem com esse tipo de contato. Notei que Vívian não ligava mesmo quando minha mão “acidentalmente” esbarrava nas suas partes íntimas. Me pareceu até que ela incentivava, pois às vezes abria as pernas em minha direção e ficava me olhando com um sorriso no rosto, como se esperasse o meu contato naquele lugar. Mas eu não fazia quando ela ficava assim, era sempre do meu jeito, fingindo serem toques acidentais. Depois eu disse a ela que já estava bom de cosquinhas e que ela deveria voltar para a piscina. Ela se levantou, me deu “Tchau, tio” e saiu. Naquela noite eu toquei uma punheta pensando naquela molequinha. Queria provar aquele corpinho de menina, saborear sua xerequinha lisa, seu bumbum gordinho. Precisava ir ganhando a confiança dela aos poucos, para que tudo fluísse naturalmente.

Só de pensar naquela gostosinha se abrindo para mim e me deixando lambê-la, meu pau ficava duro como pedra. Realmente não sentia necessidade de foder a menina, apenas de fazer um oral bem gostoso. Mas como eu faria para provar daquela coisinha fofa e manter tudo em segredo? Primeiro, eu precisaria descobrir se Vívian estaria disposta a se oferecer para mim. Depois, precisaria fazê-la entender que não poderia jamais contar nada para ninguém. Isso era fundamental: não podia correr o risco de ter arruinado meu casamento, muito menos ir para a cadeia sob acusação de pedofilia. Precisava ser muito cauteloso, conversar usando linguagem infantil. Fui maquinando como faria para obter segredo dela.

Mais um final de semana se passou e novamente a turminha se reuniu para brincar na piscina. Desta vez, Vívian veio a mim antes de colocar o biquíni. Estava com uma blusinha branca bem fina, quase transparente, short rosa e chinelos. As outras crianças já estavam mergulhando e ela conversando comigo na cozinha, puxando papo. Aí do nada ela fez carinha de menina doce e me perguntou com uma voz ainda mais doce: “Tio, vamos brincar de cosquinha hoje?” e foi aí que eu decidi como faria para conseguir meu objetivo. Vívian era uma menina inocente que poderia ser persuadida a brincar do jeito que eu queria. Apenas tinha que rolar uma manipulação.

– Vivi, você sabe que eu gosto de fazer cosquinha em você, não sabe?
– Sei, eu também gosto.
– Pois é, só que não vou mais fazer, não.
– Aaaaah, tio, por quê? Ah, vamos brincar de cosquinha. Por favor, tio.
– Não posso, não vai dar. Eu acho melhor nem te contar por quê.
– Ah, conta, eu quero saber. Por que não?
– Não posso contar pra menina fofoqueira. Depois você vai e fala pra todo mundo, eu heim. Vou é ficar calado.

Ela ficou indignada, disse que não era fofoqueira, continuou insistindo para que fôssemos brincar de cosquinha e querendo saber o motivo da minha recusa. Essa insistência durou vários minutos, até que, após ela ter jurado pela mãe mortinha que não contaria nada para ninguém, concordei em dizer o motivo de não querer mais brincar de cosquinha.

– É o seguinte: eu te acho uma menina muito bonita. E quando eu faço cosquinha em você, fico com vontade de fazer carinho também. Mas eu tenho medo de você não gostar do meu carinho e ficar brava comigo.
– Mas eu não vou ficar brava com você, tio. Eu gosto de você.
– Eu sei que você gosta de mim, mas sei lá, de repente você pode não gostar do carinho. Eu não quero que você brigue comigo. Acho você muito lindinha. Eu tenho vontade de te fazer carinho, mas e se você não gostar?
– Mas eu gosto de carinho, tio!
– Eu sei, Vívian, mas o carinho que eu gosto de fazer é escondido, entendeu? Um carinho que ninguém pode ver.

Ela parou um pouco para pensar, me olhou nos olhos e passamos a conversar na base do sussurro:

– É no bumbum? Uma vez, o meu primo foi lá em casa e ficou apertando o meu bumbum.
– Hum-hum, eu gosto de fazer carinho no bumbum e no corpo todo. Atrás, na frente e nos peitinhos. Por isso é que eu não quero mais brincar de cosquinha. Eu vou ficar morrendo de vontade de fazer carinho, mas com medo de você brigar comigo.
– Eu não vou brigar com você, tio. Eu deixo você fazer carinho em mim.
– Você deixa? É sério?
– Hum-hum, eu deixo.
– Mas eu quero fazer no corpo todo, tá? Nos peitinhos, no bumbum e na pepeca. Tudo bem?
– Pode fazer, eu deixo.
– Tem que jurar que não vai contar pra ninguém. Nem papai, nem mamãe, nem amigos, nem tia da escola, pra ninguém mesmo.
– Eu juro, já disse que não sou fofoqueira.

Fomos então para o sofá da sala e comecei a sessão de cócegas. Depois de alguns minutos, perguntei se ela era uma menina levada, ela disse que sim, então eu disse que meninas levadas têm que levar palmadas no bumbum. Ela estava deitada de barriga para baixo sobre o meu colo e comecei a dar tapinhas no seu bumbum. Vívian ria, dizia que nem estava doendo então passei a dar palmadas mais fortes, só para fazer barulho, sem machucar. Ela pedia “Bate mais, bate mais” e eu atendia, claro. De vez em quando eu dizia “Coitadinha da menina, tá com o bumbum doendo, vou fazer um carinho pra dor passar.” e alisava o bumbum dela, por cima da roupa. Depois dava mais palmadas, ela ria e soltava uns gemidos. Comecei a apertar o bumbum dela, fazendo elogios, dizendo que era grande para a idade. Falei que ele parecia ser muito fofo, só que eu não tinha certeza se era fofo mesmo porque nunca tinha tocado nele, só por cima da roupa (ressaltei essa parte). Ela levantou a cabeça e falou baixinho “Tio, peraí que eu vou no banheiro.” Quando voltou, deitou-se sobre o meu colo como antes, mas percebi que havia algo diferente. Eu perguntei baixinho:

– Vivi, eu quero apertar o teu bumbum, posso?
– Pode apertar, eu tirei a calcinha.

Ô delícia de menina. Fui enfiando a mão por dentro do short da Vívian e toquei a pele macia de seu bumbum pela primeira vez. Alisei e apertei gentilmente suas carnes, sentindo como ela é fofa. Com meu pau duro sendo pressionado por sua barriga, fiquei vários minutos com uma das mãos passeando dentro de seu short e com a outra alisando seus cabelos. Em dado momento eu disse que pararia de fazer carinho, mas ela me disse para continuar, que estava gostoso. Pedi que deitasse de costas, com a cabeça no meu colo e ela prontamente me atendeu, me olhando e sorrindo. Continuei afagando seus cabelos e com a outra mão, acariciei seus minúsculos seios. Fiz vários carinhos, apertando de leve os mamilos, esfregando a palma da mão sobre eles. Parei de afagar sua cabeça para usar as duas mãos, uma para cada peitinho daquela menininha deliciosa. Depois de brincar bem com seus adoráveis peitinhos, voltei a afagar sua cabeça e deixei minha outra mão repousar sobre sua barriga. Fiquei assim durante algum tempo, para ver qual seria a reação. De repente ela cutucou meu braço e fez sinal com os olhos, em direção à vagina. Eu fingi que não entendi e comecei a alisar sua barriga. Ela repetiu o gesto de me cutucar e olhar para baixo, desta vez abrindo um pouco as pernas. Estava com vergonha de falar o que queria, a coitadinha. Mas eu continuei a acariciar sua barriga e perguntei se ela não estava mais gostando. Ela então pegou minha mão e colocou mais para baixo. Assim que o titio gosta, menina assanhada oferecendo a pepequinha.

Fui enfiando devagar a mão por dentro do short e tocando sua bocetinha lisa, carnudinha. Vívian suspirava conforme sentia meus dedos passearem por sua região íntima. Aos 8 aninhos, a danada estava com a bocetinha molhada, e não era de xixi. Fiz um carinho bem gostoso no grelinho dela, passeando com meu dedo para cima e para baixo. Eu fiquei o tempo todo falando que a xuxuzinha dela era muito gostosa de apertar e esfregar, que era muito fofa, que eu estava adorando fazer carinho nela. Vivi sorria docemente, às vezes fechava os olhos e jogava a cabeça para trás, outras vezes remexia levemente os quadris para cima e para baixo. Devia ser instinto de fêmea já querendo despertar. Era uma menina inocente e curiosa, se abrindo toda, se oferecendo aos meus carinhos. Com a mão que afagava seus cabelos, passei a tocar seus mamilos por baixo da blusa. Ela ofegava, era evidente que estava sentindo um enorme prazer com tudo aquilo e eu também, é claro: meu pau estava duríssimo e doía. Tirei a mão de dentro de seu short, ela abriu os olhos e me viu cheirar os dedos e provar do seu caldo. Eu disse que adorava provar caldo de pepeca, ela riu. Falei que eu queria provar mais um pouco e enfiei de novo a mão dentro do seu short para lambuzar os dedos naquela babinha. Tirei a mão, chupei meus dedos e ela ficou olhando, maravilhada. Fiz isso várias vezes, apreciando o sabor da bocetinha virgem. Eu dizia “Hum…” a cada chupada de dedos.

Estávamos nessa brincadeira há uns 20 minutos, quando eu disse “Chega, agora vai para a piscina.” E Vivi foi colocar o biquíni para se refrescar. Neste dia, antes de ir embora ela não me deu tchauzinho: chegou perto de mim, me fez abaixar e me deu um beijo na bochecha, que eu devolvi junto com um sussurro: “Você é muito gostosa, Vívian. Só não conta pra ninguém, tá?” Ela acenou que sim e foi embora para casa. Nesta noite, toquei três punhetas deliciosas pensando naquela safadinha de 8 anos. Infelizmente eu tive que viajar e fiquei um mês fora de casa. Quando retornei à rotina doméstica, logo no primeiro final de semana as crianças já vieram para o banho de piscina. E Vívian veio direto a mim, desta vez de saia curtinha e sorriso no rosto.

– Oi, tio. Tudo bem?
– Tudo, Vívian.
– Fiquei com saudade de você.
– Eu também fiquei com saudade de você, gatinha.
– Vamos brincar de novo hoje?
– Hum, eu não sei… Acho melhor não.
– Ah, por quê? Vamos brincar de fazer carinho, tio.
– Eu não quero que ninguém fique sabendo.
– Mas ninguém vai saber. Eu não contei pra ninguém, nem vou contar.
– Você sabe o que acontece se a tua mãe ou teu pai descobrirem?
– Sei. Eu vou apanhar muito.
– Pois é. Eu não quero que você apanhe, nem quero teus pais vindo aqui pra brigar comigo.
– Mas eu já falei que não vou contar nada.
– Tá bom, a gente brinca de novo. Mas agora eu quero fazer outras coisas. Quero ver você pelada, o bumbum e a pepeca.

Vívian ficou um pouco sem graça, deu um risinho de nervoso. Continuei:

– Eu quero lamber a pepeca, com caldinho gostoso. Os peitinhos e o bumbum também.
– Tá bom, eu deixo você me lamber.
– Tem que ser lá no meu quarto. Eu fecho a porta pra ninguém te ver pelada comigo. Você quer mesmo?
– Eu quero, tio.

Tudo seguia conforme o plano… Mandei que ela fosse para o meu quarto e me esperasse. Tranquei as portas da casa para que nenhuma criança entrasse e fui para o quarto, lambendo os beiços. Vívian estava deitada sobre a cama, com as mãos atrás da cabeça. Fechei a porta e sentei-me ao seu lado. Elogiei seu rosto, ela sorriu e elogiei seu sorriso. Me aproximei de seu rostinho de criança e dei um beijo numa bochecha, um beijo na outra bochecha e um selinho. Ela soltou uma risadinha de nervoso; foi um bom sinal. Comentei que achava bonita a saia, ela pegou e levantou-a, revelando estar sem calcinha. Arregalei os olhos e olhei sorrindo para Vívian, que deu uma risada de moleca travessa.

– Olha só, que menina safadinha. Você até já tirou a calcinha, né garota?
– Você gostou?
– Claro que gostei! Eu amei! Queria que fizesse isso sempre.
– Você queria lamber, então lambe.
– Deixa eu olhar bem pra essa pepeca primeiro. Ah, ela é tão linda… Tão fofinha… Eu adorei a tua xuxuzinha, Vivi.
– Vai, tio. Lambe logo.

Como estava impaciente, resolvi atendê-la. Abri as pernocas da criança e enfiei a cara bem lá no meio, começando com beijinhos naquele território virgem, até então inexplorado. Fui beijando e arrancando suspiros da menininha, que se remexia. Conforme o prazer que sentia, seus movimentos eram mais fortes ou suaves. Depois de muito beijar suas coxas infantis e a bocetinha livre de pelos, chamei pelo nome dela. Vívian abriu os olhos e me encarou. Falei “Fica me olhando”, pus a língua para fora e fui descendo em direção à sua vagina, olhos nos olhos, e quando a toquei, ela gemeu forte. Comecei a lamber no capricho aquela xerequinha de 8 anos. Com as mãos eu alisava seus peitinhos por cima da blusa. Ela tirou a blusa e ficou só de saia, aí tive liberdade para tocar nos peitinhos. Lambi e chupei muito a xoxotinha daquela criança, que gemia e se contorcia, completamente submissa aos meus carinhos. Tirei as mãos do peito liso dela e coloquei embaixo do bumbum, apertando suas carnes enquanto lambia e chupava sua xerequinha úmida e lisinha. Ela então por conta própria passou a apertar seus projetos de seios, mais ou menos como eu fazia. Pedi que tirasse a saia, ela ficou completamente nua e pude finalmente ver todo o seu sexy corpinho infantil. Aquela criança estava nua e entregue aos meus desejos.

– Tá gostoso, Vivi?
– Tá, tio… Muito gostoso… Eu não sabia que isso era tão bom…
– Agora você dá o bumbum pro tio lamber, amor?

Ela virou-se e ficou deitada de bruços. Mandei que ficasse de quatro, igual cachorrinho, ela me obedeceu. Não questionava nada, fazia tudo o que eu mandava, era perfeito. Iniciei também dando beijinhos naquela carne fofa e branquinha, depois fui lambendo toda a bundinha. Que rabinho gostoso a menina tinha! Mandei que Vívian abrisse o bumbum com as mãos, assim eu poderia lamber lá dentro. Ela apoiou a cabeça no travesseiro e com suas mãozinhas abriu o bumbum, oferecendo seu cuzinho à minha língua molhada e quente. Fui lambendo o cuzinho, massageando com o dedo, mas sem enfiar. Às vezes eu lambia de baixo para cima, começando na rachinha e terminando no buraquinho rosado. Chupei aquele cuzinho lindo com muito prazer, sempre elogiando o corpo dela. Depois voltei a lamber a bocetinha, as coxas, fiquei circulando seu corpinho com minha língua molhada e quente. Ela adorava tudo o que eu fazia, até mesmo quando lambi seu pescoço e orelhas. Já que todos os carinhos eram permitidos, ensinei a criança a beijar de língua, o que ela gostou de aprender e ficamos praticando. Eu disse que adorava menina safadinha, que ela era toda gostosa e que eu queria fazer carinho nela muitas vezes. Voltei a massagear seu rabinho, chupar sua bocetinha e peitinhos. Quando falei que a pepeca dela era mais gostosa do que a da minha mulher, ela abriu um enorme sorriso. Vívian sentia-se desejada como nunca havia sido. Enfiei a mão dentro da bermuda e fiquei alisando meu pau, ela perguntou se o meu pinto estava duro. Eu disse que ele estava duro como pedra, por culpa dela.

– Vivi, você tá pelada, ganhou um monte de carinho gostoso e eu não ganhei nada. Será que eu não mereço carinho também?
– Hum… Tá, eu faço um pouco de carinho em você.
– Mas só um pouco? Eu fiz em você à beça, várias vezes.
– Tá bom, tio. Eu vou fazer muito carinho.
– Posso tirar a roupa toda, ou quer que eu fique de cueca?
– Hum… É melhor ficar de cueca.

Cumpri o combinado, ficando apenas de cueca. Meu pau duro revelava sua enormidade pressionando o tecido. Deitei na cama ao lado da pequena princesa nua, que começou alisando meu peito peludo. Disse que fazia cócegas nas palmas das mãos. Foi descendo em direção à minha barriga, onde suas mãozinhas de menina passearam durante alguns segundos. Eu estava de olhos fechados, ansioso pelo que viria, mas ela me disse “Tio, fica olhando pra mim” e eu atendi. De vez em quando ela me olhava para conferir se eu estava mesmo de olhos abertos. Pôs uma das mãos sobre meu pau e fez uma leve pressão. Eu suspirei, ela percebeu que eu estava gostando e continuou apertando, depois com as duas mãos. Ficou alisando meu pau por cima da cueca, para cima e para baixo, depois foi para minhas coxas e voltou ao meu cacete duro. Eu não queria ficar sem fazer nada, então fiquei acariciando sua irresistível bundinha branca. Eu lhe disse que meu pinto estava adorando o carinho dela, e que ele queria conhecê-la. Vívian sorriu e tentou baixar minha cueca, mas estava difícil. Só baixou um pouco, revelando a cabeça do meu caralho. Ela ficou admirando durante um tempinho, depois arriscou tocá-lo. Perguntei se eu poderia tirar a cueca, ela respondeu que sim, então fiquei nu. Agora estávamos pelados sobre a cama: um homem de 44 anos e uma garotinha de 8 anos, nos entregando às delícias do sexo. Sua curiosidade era o que mais me excitava, além é claro do seu corpinho de menina. Eu depilo meus pelos pubianos até o saco e estava lisinho, como ela.

Vívian acariciava meu pau bem de leve, a ponto de me fazer cócegas. Eu peguei nas suas mãozinhas e pedi que segurasse nele com força, para sentir bem a grossura do meu cacete. Falei que podia apertar, ela ficou com medo de me machucar mas eu a tranquilizei. Apertava meu pau de várias maneiras, conhecendo seu novo amigo. Ensinei o movimento para cima e para baixo, ela desajeitadamente tentou fazer, bem interessada. Estava mesmo querendo aprender a me dar prazer, era esforçada. Vívian foi aos poucos pegando o jeito de me punhetar, fazendo cada vez mais rápido até que foi ficando gostoso de verdade. Enquanto era deliciosamente masturbado por uma criança, eu apertava sua bundinha e elogiava sua beleza.

– Vivi, eu tô adorando esse carinho. Você acha meu pinto feio ou bonito?
– Acho ele… Bonito.
– Você vai provar também? Eu mereço lambida nele, não mereço?
– Merece… Mas eu tô com um pouco de nojo.
– Mas você é medrosa ou corajosa?
– Sou corajosa.
– Também acho. Faz assim: fecha os olhos e dá só um beijinho. Se não gostar, você para e eu não peço mais. Tá bom?

Vívian concordou, fechou os olhos e respirou fundo. Demorou uns segundos para tomar coragem, mas enfim deu uma beijoca no meu cacete. Abriu os olhos e me viu sorrindo para ela. Perguntei se ela achou ruim, me respondeu “Até que não”. Então sugeri que repetisse, mas desta vez com os olhos abertos. E a garotinha de apenas 8 anos deu um, dois, três, vários beijinhos no meu caralho grosso, até que começou a fazer isso sorrindo, feliz com sua própria coragem. Eu a estimulava, falando coisas engraçadas para diminuir sua tensão. Fui pedindo “Beija aqui, agora aqui, e agora ali…” por toda a extensão do meu pau e no saco. Ela era obediente e fazia até mais do que eu pedia, querendo me agradar. Eu estava louco de vontade de sentir sua língua molhada e quentinha passeando pelo meu pauzão, e disse isso a ela, que achou graça de “pauzão”. E começou a me lamber; de vez em quando me olhava, procurando por minha aprovação e estímulo para prosseguir. Vívian lambeu todo o meu pau e o saco também, estava pegando gosto pela coisa. Pedi que chupasse meus ovos, ela me atendeu: colocou uma parte do saco na boca e chupou suavemente. Eu disse a ela que o meu pau era uma mamadeira; ela riu e perguntou por quê. Eu respondi que ele dava leite, ela me chamou de mentiroso. Expliquei que não era leite de verdade, era um creme branquinho e muito gostoso que as garotas gostam de provar. Curiosa, pediu: “Mostra esse creme pra mim, tio”. Então eu disse que para esse creme sair, ela precisava mamar na mamadeira do titio. Se ela chupasse bem gostoso, aí sim ela poderia provar o leite cremoso do meu pinto. Foi uma cena bem engraçada, me deu um tesão enorme ouvir sua gargalhada infantil.

Vívian, querendo ver como era o tal “leite cremoso” colocou a cabeça do meu pau na boca e começou a chupá-lo, bem devagar. Falei que precisava fazer aquele movimento que eu havia ensinado com as duas mãos, para cima e para baixo, o que ela fez direitinho. Aquela criança me masturbava com as duas mãozinhas e com a boquinha chupava a ponta do meu caralho. Eu estava tentando prolongar ao máximo aquele momento maravilhoso, mas estava difícil. O tesão era enorme, sabia que gozaria a qualquer momento. Depois de uns minutos chupando e punhetando, a molequinha tirou meu pau da boca e perguntou “Tio, cadê esse creme? Ainda vai demorar muito?” Ouvir aquilo foi incrível, então falei para ela pedir pelo meu leitinho, que assim ele chegaria mais rápido. Sugeri que ela dissesse que a minha mamadeira era grande e gostosa, que ela estava com fome e queria tomar leite quente. Falei que se ela inventasse elogios legais para o meu pau, ele soltaria o creme rapidinho. Ela entendeu a ideia e voltou a me chupar e punhetar, dizendo “Tio, seu pinto é lindo”, “Essa mamadeira é gostosa, tem leite nela?”, “Eu quero o creme do seu pinto na minha boca” e coisas assim.

Ela deixou sua criatividade rolar e eu respondia às suas frases, o que a estimulava a ser cada vez mais ousada. Vívian só tirava a mamadeira da boca para me falar sacanagens: “Tio, neném tá com fome, dá mamadeira? Agora eu vou mamar nela até o creme sair” e voltava a me chupar. Quando ela disse com voz doce “Eu sou criança, preciso tomar muito leite”, não aguentei mais: gozei forte, despejando meu leite cremoso em sua boquinha gulosa. Surpresa, ela se afastou e alguns jatos atingiram seu rosto e peito. Ainda com meu esperma na boca, disse que não tinha gosto de leite, mas não era ruim. Peguei um pouco de porra e fiz graça: “Abre a boquinha, neném… Come o leite cremoso do meu pinto” e ela chupava meus dedos, como eu fiz quando provei o caldo de sua bocetinha. Falei que ela ficava ainda mais linda com o rostinho lambuzado de creme, e ela sorriu feliz com meu elogio. Embora fosse criança, ela sabia que aquilo tudo era safadeza proibida. Abracei seu corpinho e nos beijamos enquanto eu acariciava seu bumbum. Eu quis saber: “O que você achou do leite cremoso do meu pau, Vivi?”, ela me respondeu: “Eu amei, tio.” Ficou viciada no meu caralho. Sorte a minha.

F I M