Descabaçada por papai

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Meus pais sempre moraram em uma pequenina cidade rural no inteirior de São Paulo. Eles sempre foram muito pobres e viviam de favor em um sítio, eles tiveram cinco filhos homens e duas mulheres que mal podiam criar, então quando eu completei um ano de idade, minha mãe me entregou pra uma família com melhores condições de vida, que cuidariam melhor de mim e é claro livraria eles de mais uma boca pra sustentar. A minha família adotiva era formada por um casal muito simpático, eles tiveram um filho que estudava na capital e não tinha o menor interesse em voltar para aquele fim de mundo. Então, morávamos eu, minha mãe Graça e meu pai Heitor, além dos animais do sítio (vacas, cavalos, galinhas…).

Eu nunca fui criada de fato como filha, muito mais como uma empregada negrinha querida, no meio de tantos outros. Quando eu fiz doze anos, a mãe Graça decidiu que não precisava mais de empregada doméstica, afinal, eu era jovem daria conta de tudo. Tinha que alimentar os animais, limpar, varrer, passar, cozinhar…

Eu sempre fui a escola, mas não gostava de estudar, preferia ficar cuidando da casa. Eu já havia acostumado com aquela vida. Quando fiz quinze anos, minha mãe fez uma festinha bem bonita, chamou muitas menininhas da roça e da escola para participar. Me comprou um vestido lindo de morrer. Pai Heitor entrou no quarto na hora que eu tava trocando de roupa. Ai me olhou de um jeito esquisito, da cabeça aos pés. Caminhou em minha direção e apalpou meu bumbum, ele apertou com força e me prensou na parede, abaixou minha calcinha e passou a mão na perseguida. Eu não sabia o que ele tava fazendo. Mas, antes que ele fizesse mais alguma coisa, a mãe chegou, deu um grito e saiu chorando. Eles brigaram, eu não quis ouvir. No dia seguinte, ela precisou ser levada urgente para a capital, percebi que fazia tempo que ela andava péssima de saúde, mas ela odiava ir ao médico, então quando foi estava parecendo um defunto branco, depois desse dia, acho que ela não aguentou. Só hoje entendo o porque. Ela sempre fora magrinha com lindos olhos azuis, mas desta vez, estava puro osso. O pai Heitor foi com ela e voltou duas semanas depois porque segundo ele, tinha que resolver um montão de coisas no sitio. O pai era um homem grande, branco queimado de sol, era fortão e meio barrigudo. Tinha uns 50 e poucos anos, mas parecia bem forte.

Dia desses depois de voltar de uma viagem ele me chamou no quarto dele, disse que queria ver a minha aranha, eu não entendi nadinha. Bom, eu tinha acado de fazer quinze anos, pegava muito sol então tava bem preta, meios peitinhos tinham crescido e já eram fartos, eu tava com um bundão, minha mãe batia muito nele quando eu aprontava, meus cabelos pretos e cacheados estavam crescidos e bonitos apesar da intensa exposição ao sol, sempre fui baixinha e agora o pai queria ver minha aranha. Ele gritou:

– Livia, venha cá agora! Vem me mostrar sua aranha!

Eu fui, né, nunca foi bom desobedecer o pai. Chegando no quarto ele tava com as calças com o zíper aberto e com a cinta na mão. Tava com volume na calça, devia estar armado, eu achava.

– To aqui pai, mas to sem aranha nenhuma – eu falei

– Hahaha, eu vou te mostrar onde ta a aranha, neguinha. A Graça me dava a dela, mas ela não vai voltar tão cedo e eu quero meter em uma buceta, alem do mais a Graça ta velha, agora quero uma bocetinha nova, a boceta da minha neguinha, vem ca, arranca a calcinha que eu vou foder voce filhinha. – ele falou

Eu abaixei a calcinha, sem saber como ele ia comer a tal boceta.

Ele sentou na cama e arrancou um bichão pra fora. Eu ja tinha visto aquilo nos animais, não os de homens. A mãe Graça dizia que eu não podia ver o que tinha em baixo das calças dos moleques. Bom, se pai Heitor mostrou o dele é pq o dele podia né. Era uma coisa vermelha, um pingulinho grosso e grande, cheio de veias e tinha uma cabecinha na ponta. Ele puxou minha mão e colocou no piupiu dele, e começou a balançar minha mão de cima pra baixo. Eu não entendia muito bem o que ele tava fazendo.

– Que cara é essa neguinha? Nunca viu uma rola? – ele disse

– A mãe nunca deixou.

– Então eu vou te ensinar o que a Graça não ensinou você. Vai tomar um banho, tirar esse vestido velho e colocar uma roupa da sua mãe. – ele falou e levantou indo em direção ao guarda-roupas. Ele pegou um vestido branco de renda e me entregou.

Eu sempre quis vestir os vestidos da mãe, mas ela nunca deixava, me dava apenas as roupas que estavam mais velhas. Eu queria muito agradar o pai. Ele nunca foi de conversa, mas agora estava sendo legal comigo. Eu fui pro banheirinho que ficava do lado de fora da casa. A água era gelada, mas eu estava acostumada. Alem do mais, estavamos só eu e o pai no sitio, fiquei bem a vontade, não sei pq mas eu ficava pensando no pingulinho do pai, alias, rola, como ele falou. Tomando banho eu olhei pro meus peitos, eram grandes e o biquinho era preto, minha perereca era peluda. Eu era magra, mas com bundão, não usava muita calça, mas quando usava a calça ficava apertadinha, os vestidos subiam na parte de tras. Comecei a apertar minha bunda igual o pai fez no dia da festa, foi gostoso sentir a mão dele na minha bundona, pq foi com carinho e não um apertão de tapa.

Enquanto eu pensava no pai e na minha bunda, ele entrou no banheiro peladão e me empurrou na parede. Ele me deu um tapa da cara com força e mordeu meu peito. Eu gritei. Ele me bateu de novo na cara e mordeu meu outro peito. Eu fiquei quieta e tremi. Ele disse:

– Vaquinha, puta do caralho! Você quer dar pro seu pai é? Você tá querendo rola na boceta, sua neguinha! Quer dar a aranha né, vagabunda?

E me bateu de novo na cara. Ele puxou meu cabelo para tras e beijou minha boca. Em seguida, desceu a boca no meu pescoço e começou a beijar, desceu no meu peito e chupou o biquinho.

Ele soltou meu cabelo e desceu a lingua pelo meu corpo, subiu de novo e chupou meu peito enquanto apertava o outro. Eles estavam doloridos por causa da mordida dele. Eles ardiam um pouco, mas sentir a boca quente dele no meu peitinho era gostoso e reconfortante. Eu não mexia, não sabia o que deveria fazer. Ele chupava meus dois peitos, um de cada vez. Ah tava tão gostoso, tão bom. Senti uma sensação de calor na minha perereca, nunca tinha sentido aquilo, mas estava achando muito bom. A água gelada caia na minha piriquita aumentando a baba quente que escorria pelos pelinhos. Eu estava ofegante e gostando daquilo, queria mais, não sabia o que, mas simplesmente queria e queria muito. Ele deve ter percebido e sorriu.

– Quer mais safada? Eu vou foder você, vou arrombar sua perereca com minha rola, vagabundinha.

Eu não sabia se aquilo era bom ou ruim.

Ele desligou o chuveiro e mandou eu me vestir. Fiquei meio tensa, mas eu estava com o corpo relaxado demais para pensar em qualquer coisa. Ele saiu. Me sequei e comecei a por aquele lindo vestido. Penteei meus cabelos e os deixei soltos. Como a mãe era magra e eu tinha mais bunda que ela, o vestido ficou bem apertadinho e na altura dos joelhos. Me senti bem naquela roupa, me senti poderosa e rica como a minha mãe.

Fui até o quarto do pai, parei na porta, tirei a calcinha pq pensei que ele ia gostar, bati na porta e ele disse:

– Entra vaquinha, entra!

Eu entrei, fechei a porta e quando me virei o pai Heitor estava deitado peladão na cama, passando a mão na rola dele. Cheguei perto dele e deitei do lado dele. Ele começou a passar a mão por dentro do meu vestido, acariciou minhas pernas e começou a movimentar os dedos na minha perereca.

– Ai que delicia… Ah, vai set tão bom quebrar esse cabacinho, vaquinha… Ah, essa sua aranhinha vai ficar arrebentada.

– Pai, então minha perereca também é uma aranha?

– Você tem 15 anos mas é uma puta burra, rs! Essa aranha aqui é uma xoxota e eu vou enfiar meu pau dentro dela e deixar arreganhada.

Ele ergueu meu vestido e colocou a boca na xoxota e começou a chupa-la. Eu senti aquela bocona quente e percebi que ia ser muito bom. Ele passava a lingua pelo grelo e sugava ele com força, o seu dedo acariciava. Eu estava com a xota babando. Estava ofegante e suando.

– Vadia ta gostando?

– To pai, ta gostoso, eu to babando pela xoxota.

– Entåo, pode gemer, pode gritar se quiser, porque vai ficar melhor.

Ele continuou me chupando, balançando meu grelho com a lingua, chupava com vontade, eu babava e não resisti e comecei a gemer:

– Ah, aaaah, own… Aaah… Papai, não para… Ahhh…. Aahhh..

Ele me bateu na cara, mas eu gostei e gemi mais alto, e comecei a cariciar cabelo dele, afundava a cabeça dele na minha xoxota.

– Chupa pai, chupa… Aaahhh, aahhh, ahhhh, aaaai, aaaaah, vaai, ta gostoso, ta muito gostoso, ai pai, ai pai, aaaai.

Ele me sugva mais. Eu gritava.

Então ele parou, sua rola estava maior que antes, imensa, vermelha e muito grossa, cheia de veias, tava bem dura. Eu tive um impulso e botei a boca nela, passei a mão e chupei, ele puxou meu cabelo e empurrou minha cabeça pra baixo, eu engasguei. Ele puxou de volta meu cabelo e bateu na minha cara e colocou a mão no meu pescoço e apertou, estava me enforcando. Me jogou na cama e me beijou na boca, foi um beijo quente e gostoso, exceto pelo fato de estar me apertando. Ele soltou meu pescoço. Ele tava com um olhar de possuido. Fiquei com medo, mas queria ele pra mim, estava tudo tão bom!

– Livia, abra as pernas, eu vou socar na sua xota, vou tirar seu cabaço e você vai ser minha puta. Anda logo, abra as pernas, porra!

Antes que eu as abrisse ele mesmo fez. Ficou com parte do corpo entre elas, sorriu e sem pensar penetrou. Penetrou com tudo, a cabeça entrou rasgando com o resto da rola. Ele penetrou como se eu não fosse virgem, sem dó, com tamanha força. Eu gritei, berrei, urrei. Fui rasgada, senti muita dor, não esperava aquilo, estava bom e de repente ele fez aquilo comigo. Doeu imensamente, eu comecei a chorar e gritar. Ardia.

– Esta doendo pai, ta doendo pai, para, para por favor!

– Grita vadia, grita!

Ele não parou um instante, batia na minha cara, me dizendo para gritar ainda mais.

Eu chorava. Então ele me beijou no rosto e disse:

– Não chora neguinha, vc vai ver que pode ser muito gostoso. É só relaxar. Humm… Eu disse que ia arrombar você, agora geme igual voce tava fazendo antes, minha putinha negra. Geme vadia!

E me bateu na cara. Eu respirei fundo, queria gostar daquilo, queria deixar ele feliz comigo. Fechei os olhos, contei até três e relaxei. Não demorou muito e a foda começou a ficar boa, fiquei quente e babando, logo gemendo de prazer. O pai Heitor era cinquentão e barrigudo, mas era forte e estava me deixando louca. Ele socava a rola dele todinha na minha xoxota e tirava ela inteira, tornando a socar a cabeçona la dentro. Eu apertava seus cabelos e gemia muito, estava gostoso. Ele me apertava com aquelas mãos grandes e penetrava forte e suava e ofegava.

– Puta, mesmo! Que xoxota apertadinha, ai que delicia! Vou te deixar aberta, vagabunda tesuda! Vadia maldita! Vou arrombar você, cadelinha!

– Isso, vem. Quero babar mais na sua rola… Aaahh, ahhh

E ele bombava na minha xoxota, eu queria mais e mais. Uma sensação única e saborosa. Eu queria mais e mais. Pai Heitor começou a ir muito mais rapido, com muito mais força e me levando ao delírio. Jorrou porra dentro de mim, quente e gostosa gala na xota. Quando ele socou bem forte e desabou em cima de mim com o pau guardado na minha perereca. Ele suava muito e ofegava cansado em meu ouvido.

– Gostou minha neguinha?

Eu fiz que sim com a cabeça e cochochei cansada:

– Muito, gostei muito. Até esqueci que tinha doido no começo.

– Agora vou te comer todo dia, vaquinha. Vai ficar arreganhada.

– Eu vou querer, pai.

Ele se levantou e disse:

– Eu não sou seu pai, eu não tenho filha puta e nem treparia com uma se tivesse. Você é minha vadia negra. Minha novinha fodedora. Me chama de Heitor quando estiver dando pra mim.

– Mas, o senhor me adotou junto com a mãe Graça. E eu já acostumei te chamar de pai.

– Tudo bem vaca, me chama de papaizinho enquanto eu arrombo você. Vai ser divertido.

Ele me beijou, me acariciou e depois de outra deliciosa chupada na xota ele meteu em mim de novo. Todo dia a gente metia. Era gostoso foder com o papaizinho Heitor. Ele me dava presentes, bofetadas e prazer, muito prazer. Me fodia de dia, de tarde e de noite. Sempre usávamos preservativo, exceto no primeiro dia. Eu andava sem calcinha pela casa, adorava o vento gelado na minha xaninha e mais ainda a lingua do Heitor quente me chupando. A mãe Graça não tinha alta ainda, então quanto mais ela demorasse, mais eu ia dar a boceta pro marido dela e mais ele ia me comer, me arrombar e gozar…