Comendo o Cu do Garotinho Chato

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Meu nome é Waldomiro, sou baiano mais estou morando em tocantins a 1 ano e 3 meses. Morava com meu pai na Bahia, mas ele é caminhoneiro, quase não para em casa e para aumentar o seus lucros, vendeu o apartamento que nos morávamos pra comprar seu próprio caminhão, com isso, vim morar com minha mãe em TO.
Achei ate bom, lá eu ficava muito sozinho em casa, aqui tenho minha mãe, minhas irmãs e minha avó. Com o dinheiro do apartamento, meu pai comprou o caminhão novo, e o restante, financiou um apartamento pra mim em tocantins, porem fizemos um acordo: Ele pagaria a metade da parcela, e eu pagaria a outra. Ou seja: Tive que começar a trabalhar! Coisa que não fazia lá na Bahia.
Acabei de fazer 18 anos, e claro, também queria um carro. Então uni o útil ao agradável e fiquei motivado para arrumar um emprego. Depois de andar a cidade inteira, procurar muito, enviar currículo, levar pessoalmente, fazer 4 entrevistas, acabei arrumando um trabalho à cinco quadras da minha casa em uma loja de equipamentos para computador, e uma lanhouse. É uma loja pequena, mas muito tradicional no comercio do bairro. É bem localizada, movimentada… Alem da loja, temos quatro computadores para os clientes usarem a internet.
Ao lado tem uma padaria. O meu patrão é casado, porem come uma funcionária que trabalh nessa padaria. Essa mulher, tem um filho… É dessas crianças criadas com vó, “leite com pera”, filho único, cheio de vontade, a pesar de ser pobre, é cheio de frescura e mimadinho. Ele tem oito anos, seu nome é Guilherme, é branquinho, do cabelo preto, meio gordinho, num chega a ser gordo, mas é “cheiinho”. Ele se parece com o “Menino Maluquinho”, um filme nacional dos anos 90. Ele é a cara daquele ator…
E esse moleque encheu o meu saco quando comecei a trabalhar. Ele sai da escola e vai para a padaria esperar a mãe sair do trabalho. A mãe, sai às 14:00h, então, o moleque fica la na loja na hora do almoço esperando a mãe sair. Antes, eu fechava a loja e ia almoçar em casa. Porem, justo na hora do meu almoço, em um determinado dia, a loja foi arrombada e deu um prejuízo do caralho pro meu patrão. Sendo assim, passei a almoçar lá mesmo. Fecho a porta, que é de blindex, deixo uma plaquinha, escrito: “almoço, se precisar toque a campainha” na porta e fico la dentro. E a porra do moleque fica la me enchendo o saco… Pedindo pra jogar counter strike, pra entrar na internet, pra pegar balinha, comer salgadinho, enfim… Um inferno! Isso dura de 11:30 até a hora que a mãe dele sai da padaria, ou seja: todo o horário do meu almoço! As vezes eu deixava ele jogar e ficava la atrás tirando uma sonequinha, porem percebi que sumia uns chocolates prestigio, então, não podia deixa-lo sozinho, porque ele roubava meu estoque. Depois que percebi que ele estava fazendo isso, disse pra ele que não deixaria mais ele jogar ou entrar na internet. Que nem adiantava ele pedir, e mandei ele parar de encher o saco, se não, num deixaria ele entrar na loja! Ele disse que não pegou nada, que era mentira minha, quase chorou… Eu nem dei importância, o filho não é meu, então, foda-se!
Encarei como uma “travessura de criança”. No entanto, falei com meu chefe o que tinha acontecido, não queria que sobrasse pra mim. Depois ele poderia desconfiar que eu que estava roubando os doces. Mas ele foi condescendente. Disse que sabia que Guilherme fazia isso, mas fingia que não via, que só um ou outro, não faria diferença, que eu poderia deixar ele jogar umas meia hora, que não tinha problema e tal. Mas eu não deixava… Fico sozinho na loja até às 15:00h, depois disso meu patrão chega. Sendo assim, quando estou sozinho, faço minhas regras, e foda-se!
Ha uns quatro meses atras eu me preparava pra almoçar, fechei a loja e fui lá pra dentro, esquentei minha comida, depois, abri uma latinha de coca, sentei no sofá e fiquei comendo assistindo TV. Tenho 2 horas de almoço, das 11:00 ate 13:00h, então da pra dar uma descançada, assistir uma tv, cochilar um pouco, relaxar, e pah… Isso quando o FDP do Guilherme não vai pra la encher o saco.
Mas nesse dia em especial, acabei de almoçar e estava assistindo um video no wpp que um amigo me mandou de uma ninfetinha tocando uma siririca bem gostosa… Botei o pau pra fora e comecei a tocar uma punheta, tava bem gostoso quando o Guilherme tocou a maldita campainha. PQP… fiquei muito puto. Me assustei, fiquei mais nervoso ainda. Levantei revoltado e fui abrir a merda da porta. Pra piorar, quando o moleque entrou na sala dos fundos, chutou a minha latinha de coca sujando o chão todo. Vey, eu fiquei muito revoltado. Xinguei ele… Disse: “Porra Guilherme, larga de ser folgado, presta atenção por onde anda, caralho. Anda igual homem, saiba por onde você anda, fica andando igual uma bailarina, ocupando espaço. Você vai limpar isso ai. Pega o pano no banheiro!”
Ele ficou assustado com a bronca, foi ate o banheiro, molhou um pano, pegou o rodo e começou a secar a lambança que tinha feito. Caiu um pouco de coca embaixo do sofá, ai ele se abaixou, ficou de quatro no chão, se empinou todo, esticou a mão em baixo do sofá e começou a limpar. Fazia movimentos circulares com as mãos, mexia a bundinha e levantava os pés. Eu olhei aquilo e fiquei com pau duro, ate me assustei com o efeito colateral que me causou. Mas o fato era: fiquei excitado vendo o cuzinho do guilherme empinado daquele jeito.
O moleque tem uma bundinha empinadinha, chega faz curva nas costas… Tem uma lordose do caralho, parece uma mulherzinha. Naquela hora decidi que ia comer o Guilherme! Ele terminou de limpar e sentou no sofá do meu lado. Folgado como sempre, sentou em cima da própria perna, colocando o pé direito em cima do sofá e o outro quase tocando o chão. Ai, eu já dei uma bronca nele de novo. Disse: “Porra Guih… Num fode. Você acabou de limpar o chão, seu tênis ta com o solado molhado, e você poem em cima do sofá!?? Fica esperto garoto, tira o pé daí!”
Ele meio resmungando, se ajeitou e sentou direito no sofá. Eu continuava com a pistola dura… Vi ali uma oportunidade pra ver o pézinho dele, porque nunca tinha visto, por pura falta de interesse, mas agora queria ver. Tenho tara por pés das meninas desde sempre, e isso se estendeu à ele, já que por sua vez, queria comer aquele cuzinho.
Então disse pra ele: “quer por o pé no sofá, tira o tenis!” Ele me olhou com o rosto triste, e com os próprios pés tirou os tênis ficando só de meias. Ele usava uma meia do Ben10 colorida bem justinha nos pés. Nesse momento dei uma olhada, vi que parecia ser um pézinho bonitinho, harmônico, mas não falei nada. Minha pistola continuava dura! Ele de imediato já cruzou as pernas em cima do sofa. Fez perninha de índio. Eu olhei pra ele dei um sorrizo, e disse: “Po Guilherme, foi mal brigar com você, mas você só vacila. Você sabe que você é meu brother, né?” Ele sorriu e disse: “Eu sei! Ta de boa. Agora estamos de bem!?” Levantando a mão pra fazer “high five”. Eu toquei a mão dele, e disse: “Vem aqui me dá uma abraço”. E o puxei em minha direção… Ele não titubeou, veio e me abraçou, logo na sequencia, girou e sentou no meu colo.
Eu de frente pra a tv, ele no meu colo, sentado de lado, com as costas apoiadas no braço do sofá e na parde da lateral do quarto. Ele ficou bem em cima do meu caralho, que estava duro feito pedra. De uniforme escolar, uma blusa branca com o logotipo da escola bordado em azul, branco e vermelho, uma calça de helanca justinha com uma custura branca na lateral e de meias, ele se acomodou no meu colo esfregando sua bundinha no meu pau. Eu fiquei assustado comigo mesmo, porque estava com tesão do caralho, parecia que estava prestes a foder com uma garota bem gostosa.
Ele sentiu que meu caralho estava duro, não sei se ele já tinha visto antes ou se não sabia de nada e achou que era normal, mas minha pistola pulsava nele com vontade, e ele, de boa, agindo normalmente, como se nada estivesse acontecendo… Assistia a televisão, enquanto me pedia pra jogar. Eu cheio de tesão ficava passando a mão na perninha dele, mas precisamente na coxa. Fazia uma cosquina nele na barriga e ele se remexia inteiro no me colo. Eu dizia que estava pensando se ia deixa-lo jogar ou não, e continuava… Comecei a passar a mão na batata da perna e descia para o pézinho ainda de meias. Eu ajeitava ele em cima do meu cacete o pegando no colo bem suavemente e o direcionava para onde eu queria. Voltei a fazer cosquinhas e ele, gargalhava e se mexia no meu caralho, em um dado momento tirei as meias dele. Coloquei meu dedo indicador e o médio dentro da meia e fui deslisando bem devagar para tira-la. Quando tirei fiquei indignado… Que pézinho lindo. Delicado, gordinho, proporcional, macio, harmônico, parecia o pézinho de uma menininha rica. Suas solinhas são rosadinhas, lisinhas, acho que ele nunca andou descalço na vida, porque não tem logica.
Quando me deparei com esse pézinho, fiquei maluco de tesão. Comecei a fazer cosquinha nele de novo, dessa vez ia ate a barriga dele com a boca e ficava soprando, fazendo um barulho… Ele morria de rir e se contorcia. Na euforia, comecei a passar a mão na sua virilha e no seu pintinho. Ainda por cima da calça, ficava bolinando “meio sem querer” ate sentir que seu pintinho ficou duro.
Quando percebi que ele tinha ficado excitado, mudei o tipo de cocegas. Comecei a beijar e lamber sua barriga… Ele começou a sorrir ofegante e dava uns pequenos suspiros. Voltava com as cosquinhas e ele levantava as pernas, se encolhendo com o reflexo, ficando de conchinha em cima do meu colo. Nesse momento, eu aproveitava e mordia a solinha dos seus pés. Ele dava uns gritinhos estérico igual de uma menininha e mexia os dedinhos. Eu voltei a ajeita-lo no meu colo para seu cuzinho continuar rebolando no meu cacete, tirei a blusa dela e continuava bolinando seu pintinho por cima da calça… Agora, comecei a fazer cocegas no seu sovaco, ele se remexia inteiro… Eu alternava no sovaco, catucava sua cintura, lambendo sua barriginha e bolinava seu pintinho que já estava duro.
Nesse momento coloquei minha mão por dentro da calça dele, violei sua cuequinha e encostei no seu pintinho. Ele exausto por causa das cocegas, quando encostei na piroquinha dele, Gilherme ficou respirando fundo, ofegante e me olhava no olhos meio assustado. Eu comecei a punheta-lo ainda dentro da calaça, seu pintinho dava umas pulsadinhas de leve… Se eu apertasse com força, eu esmagava aquele caralinho. Punhetava e perguntava se ele estava gostado da cosquinha. Ele sorria e acenava com a cabeça positivamente. Eu o masturbava, lambia o biquinho do seus peitos e fazia um cafunézinho na cabeça dela. Seus pézinhos se movimentavam na frequência do prazer que ele estava aprendendo a sentir. Seus dedinhos abriam e fechavam, esfregava suas solinhas no acento do sofá, em alguns momentos cruzava as perninhas e se arrepiava todo com os olhos fechados. Em um dado momento disse pra ele abaixar sua calça, e ele de imediato atendeu ao meu pedido. Com suas próprias mãos abaixou ate onde conseguia e eu pude ver aquele caralinho rosinha bem pequenininho, parecia um chaveirinho. Continuei punhatando ele e fazendo carinhos… Na sequencia, eu disse para ele que ia colocar o meu cacete pra fora também, ele sorriu ofegante se afastou um pouco e eu coloquei pra fora. Nem precisei falar nada, ele já foi pondo a mão. Deu umas duas punhetadas e voltou para a posição de origem. Eu ajeitei-o fazendo com que meu cacete ficasse no meio das pernas dela enquanto eu o punhetava, dessa forma, eu ia me esfregando nele e a sacanagem proibida continuava. Terminei de tirar sua calça, porque tampava seus pézinhos, e eu queria vê-los.
Continuei masturbando ele ate e esfregando meu cacete no saquinho e no cuzinho dele. Em um determinado momento não aguentava mais e tinha que gozar, então forcei meu pau no cuzinho dele com minha mão, dei uma lambuzada com saliva e fiquei esfregando e punhetando nauqele rabinho, até que gozei… Babei ele inteiro de porra, no cu, na barriga, no pintinho, na coxa… Foi uma esporrada genuína, digna da putaria que fizemos.
Peguei uma toalha e o sabonete liquido no banheiro, limpei o putinho do Guilherme, que estava meio assustado com minha explosão de prazer, fiz um carinho nele, seu pintinho continuava duro,e eu com meu pau molenga voltei para a mesma posição, com ele no meu colo. Mas dessa vez, ele estava peladinho, todo entregue a mim…
Continuei punhetando, dessa vez, podia pensar mais nele do que em mim, já que por sua vez, já tinha gozado. Mudei ele de posição o colocando de costas pra mim contra o meu peito… Ele todo arreganhadinho e com a piroquinha dura, peguei um sabonete liquido e fiquei punhetando e laceando seu cuzinho bem de leve. Com a mão mais habilidosa eu punhetava, e com a outra, estimulava seu cuzinho com o dedo indicador/médio. Ia enfiando bem lentamente, bem devagarinho com o dedo lambusado de sabonete liquido… Sempre que mostrava alguma resistência, eu enfiava o meu dedo no sabonete liquido, lambuzava seu cuzinho, e enfiava de novo… Fiz isso até enfiar mais da metade do dedo indicado. Depois eu girava meu dedo dentro do cuzinho dele bem lentamente. Guilherme se tremia todo no meu colo, rebolava no me dedo, punha a mão na minha cabeça, me olhava nos olhos e dava sorrisinhos sacanas, passava os pézinhos na minha perna, abria os dedinhos, gemia e murmurava baixinho: “Hmmm… mmm… mmm…” Em determinado momento ele ficou estérico enquanto batia uma punhetinha pra ele mesmo e eu enterrava meu dedo indicador no seu cuzinho. Se tremeu todo, os dedinhos dos seus pés se contraíram, senti seu cuzinho apertar o meu dedo e ele soltou um gemidinho: “Ainnn… mmmm… nossaa” e se arrepiou todo. E eu dizia me punhetando: “calma putinho, calma… Shhhhh… você gozou” e ri. Guilherme gozou seco, saiu uma babinha de leve do seu pintinho que pulsava freneticamente. Nesse momento eu disse: “é gostoso, néh? Já tinha feito isso ante?” Ele ofegante disse:” é bom… fiz não” E se debruçou no meu obro dando suspiros, respirando fundo.
Eu já estava a ponto de bala de novo, comecei a esfregar no cuzinho dele enquanto ele se restabelecia. Passou uns dois minutos vi que ele já tinha voltado a si, tirei ele do meu colo, levantei, fiquei na frente dele e mandei ele me chupar. Ele ficou meio sem jeito, não queria fazer, ai eu disse que se ele fizesse deixaria ele jogar. Ele sentadinho sobre seus joelhos no sofá e ainda peladinho, começou a me punhetar e dar pequenas lambidinha no meu pau. Nossa, que delicia! Língua quentinha, pequena, molhadinha… Ele lambia a cabeça do meu cacete e eu fazia um carinho nele e ia incentivando para ele chupar de verdade. Aos poucos ele foi criando intimidade com os movimentos. Primeiro usou a língua, depois encostou os lábios… Eu estimulava, pedia pra ele abrir a boquinha e colocava meu cacete la dentro, fudendo a boquinha dele, e dizia: “mama meu pau, vai Guih”. Ele ia obedecendo, eu ia elogiando, dizendo que estava bom, que ele era bom nisso, dizia que ele estava de parabéns, e ele chupando… Agora com mais confiança e habilidade. Sentei no sofá, e ele de bruços com os pézinhos pra cima, a famosa “pose de anjo”, já fazia um mix de chupar, lamber e passar os lábios, deixei ele fazer por uns 15 minutos, foi o maior tempo que alguém já chupou meu cacete em toda a minha vida…
Quando eu já estava todo babado, e vi que o pintinnho dele estava meio durinho, eu o virei, sentei-me no chão e comecei a chupa-lo… Nossa, ele ficou doido! Ficava sorrindo com uma cara safada, abria a boquinha como se fosse me dizer alguma coisa, mas só murmurava: “mmm… nossa… hmmm”, e eu não parava. Peguei o sabonete mais uma vez, passei no dedo e metia o dedo no seu cuzinho. Ele sentia, se contraia, encolhia o cuzinho, apertando meu dedo, e eu chupando…
Seu pintinho duro pulsava na minha boca, eu não sentia gosto de nada, só chupava. Guilherme todo excitadinho, arreganhava suas pernas às colocando acima da minha cabeça segurando seus pézinhos, eu aproveitei e chupei as suas solinhas enquanto fodia o cuzinho dele com meu dedo, depois desci, e voltei a chupa-lo. Quando ele estava bem tarado, babei meu caralho, apontei no cuzinho dele e fui penetrando bem lentamente. Com o primeiro esforço, entrou a metade da cabeça. No segundo, a cabeça sumiu no cuzinho dele. No terceiro, enfiei ate a metade… Decidi parar por ali, não quis machucar meu garoto. Tirei o cacete de dentro, ele levantou a cabeça pra ver e levou a mãozinha no cuzinho. Eu passei mais sabonete, e voltei a meter.
Meti ate um pouquinho mais da metade do meu caralho, já estava gostoso de mais… Ele fazia uma carinha de dor, ficava olhando meu cacete penetrar seu cuzinho, colocava a mão na sua barriga como e procurasse alguma coisa, e eu metendo gostoso naquele cuzinho quente. Enquanto metia, fazia carinho nele, chupava seus pézinhos que ele apoiava no meu peito e perguntava se estava doendo. Ele respondia: “Ain, nossa… doí um pouquinho.” Eu maluco de tesão, respondia:”Éh, mas ta gostoso, néh, Guih!? Você gosta!” Ele só gesticulava com a cabeça e sorria! Depois de alguns minutos, eu gozei de novo. Gozei dentro bem gostoso, encharquei aquele cuzinho pra pingar porra o resto do dia daquela bundinha. Tirei meu cacete de dentro, depois lambuzei o pintinho dele que estava meio mole. Dei um suspiro de cansaço e sentei ao lado dele com os pézinhos dele no meu colo. Fiquei ali, passando meu cacete naqueles pézinhos enquanto meu pau amolecia de vez. Depois nos limpamos, ele colocou a roupa e foi jogar. Eu abri a loja, e os clientes começaram a chegar, até que a mãe do Guih foi busca-lo. Quando ele foi em bora me deu um abraço e me disse: “Até amanha”.
Isso aconteceu na quarta feira. Na quinta, eu fui trabalhar com medo dele ter falado alguma coisa pra alguém, mas foi tudo bem. Ele foi até a loja no mesmo horário de sempre, chegou, fizemos um “high five”, conversamos um pouco. Disse pra ele que ele não poderia contar nada pra ninguém, e voltamos pra putaria… Não meti, mas nos chupamos bem gostoso. Tinha dois nootbooks e um computador pra formatar, enquanto formatava, nos chupamos. Uma cliente tocou a campainha, tive que atender, ai tivemos que parar. Antes dele ir em bora disse que na sexta feira traria uma coisa pra ele… No outro dia, ante de ir trabalhar, peguei uma calcinha da minha irma mais nova e levei. Quando ele chegou pedi pra ele ir no banheiro e colocar. Que delicia… Fodi o putinho do Guilherme usando uma calcinha bem gostosa. Afastei a calcinha para o lado, e comi aquele cuzinho gostoso como se fosse de uma mulher. Coloquei ele de quatro, fiz ele cavalgar bem devagarinho, mandei ele enfiar a calcinha no cu e dançar só de meia e calcinha pra mim, fiz ele me chupar enquanto me punhetava com os pés, alem de repetirmos todas as putarias insanas da quarta feira, fiz do Guih minha putinha perfeita. E isso tem se repetido ate hoje… Agora temos menos tempo, porque antes ele vinha de van escolar e chegava cedo, agora ele esta vindo de ônibus com um outro garoto mais velho que mora no prédio em cima da padaria. Se bobeiar, daqui a pouco, ele ta dando pro moleque também. Na semana, passada ele só foi na loja terça e sexta feira. Nos outros dias da semana ficou na casa desse menino. Ele deve ter uns 13 ou 14 anos.
E é isso, acreditem ou não, mas isso tem acontecido comigo à uns quatro meses. Nesse meio tempo, comi mulheres também, mas nenhuma foi tão boa quanto o cuzinho iniciante do Guih. Não tenho tesão em homens, mais os moleques novinhos, dependendo do biotipo, me excita. Se rolar algo mais, eu conto aqui!