Descoberta

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Quatorze anos, filho único, último ano do ensino médio, bom aluno mas meio tímido e reservado, acho que bonito, pelo menos diziam, ia de van na escola, estudava no período da manhã, e, o melhor é que eu era o último a ser apanhado mesma, me dava um tempo a mais de sono e podia escolher o banco sem companhia do lado, geralmente estava sonolento e sem vontade de papear.
As aulas haviam iniciadas a duas semanas e tudo ocorria como nos últimos anos, até que no início da terceira semana, dois quarteirões após a van me apanhar o motorista para entra o passageiro que completaria a lotação, senta se ao meu lado e me cumprimenta com um bom dia, estranhei já que esse tipo de saudação não é muito comum entre o pessoal de nossa idade, continuou agora se apresentando;
Muito prazer, meu nome é Renan.
Respondi: Prazer, Juninho.
Muito comunicativo seguiu puxando assunto, dizendo que seu pai é gerente de banco e havia sido transferido para uma agência da cidade, que perdeu as duas semanas de aula pois seu pai teve dificuldade para achar uma casa e coisa e tal.
Estava no mesmo ano que eu da escola, só que não na mesma classe, na volta da escola me revelou a preocupação de ter perdido as primeiras aulas e, não sei porque me ofereci para atualizar as matérias perdidas, assim foi feito, a distância entre nossas casas era pequena e combinamos que eu levaria os cadernos ele copiaria os atrasados e eu explicaria o que tinha aprendido, em praticamente uma semana tudo foi colocado em dia.
Foi criada uma amizade legal, inclusive com seus pais, ele também era filho único e sua mãe me tratava muito bem, era lanchinho, suco e biscoitos nos intervalos do estudo, ela estava esperando uma transferência para trabalhar no fórum da cidade, tinha um cargo legal que não tive a curiosidade de saber.
Nos tornamos muito amigos, e ficávamos juntos quase que todos os dias, inclusive finais de semana, tínhamos aula de educação física duas vezes por semana no período da tarde e embora não fosse da mesma turma, as aula eram uma na sequência da outra, íamos juntos e um esperava a aula do outro, ele fazia natação também duas vezes por semana e não demorou muito pra me convencer a fazer também.
E assim o tempo ia passando, uma forte amizade, uma vontade muito grande de estarmos juntos, torcíamos pro mesmo time e gostávamos praticamente da mesma coisa, assim não nos faltava assunto, sua mãe, assim como a minha trabalhava e, invariavelmente estávamos juntos, falávamos de muito assunto e o que menos falávamos era de sexo e de meninas, de sexo foram umas vezes, da frequência da masturbação e de como era bom, de meninas era quase sempre pra reclamar de como algumas se insinuava pra gente.
Não que estava ocorrendo agora, eu é que não estava atento, mas tinha umas coisas que achava estranho comigo, exemplo: O sorriso dele, sempre lindo com aqueles dentes alinhados e branquinhos, seu cheiro gostoso, sempre estava perfumado, seu corpo, me incomodava achar a sua bundinha bonita, o volume na sua sunga quando das aulas de natação, corpo atlético numa pele morena, cabelos pretos e sempre bem aparados, essas observações e a vontade de estar sempre com ele estava me deixando confuso.
Apesar disso tudo seguiu a normalidade até o final do ano.
Iniciou as férias e seus pais resolveram tirar quinze dias de licença para visitar parentes de sua antiga cidade, o que achei que seria normal por ser um curto período, meu Deus, nunca os dias e semanas foram tão longos, um tédio que me desconcertava .
Enfim terminou e o aguardado retorno aconteceu, e nem bem ele chegou foi até minha casa, entrou e me cumprimentou com um demorado abraço.
Eu disse:
Nossa! tudo isso é saudade?
Meio sem graça, retrucou:
Porque, você não estava?
Respondi : estava sim, senti sua falta.
Depois desse dia percebi que mudamos nossa maneira de nos tratarmos, ficamos mais próximos, tínhamos mais contato físico, quando estávamos a sós cumprimentávamos com um abraço etc.
Fiquei mais tranquilo já que aquele embaraço que sentia quanto ao que sentia em relação a ele podia não se só meu, mas não passava disso, acho que nenhum de nós tinha coragem de aprofundar sobre o que acontecia.
Um dia quase consegui, perguntei a ele:
Renan, você acha certo?
Ele respondeu: certo o que?
Falei meio que tentando não deixar tão evidente: a nossa amizade, parece ser diferente das demais, nunca brigamos, sempre estamos juntos.
Ele disse: tá bom, então vamos começar a brigar para sermos como os demais.
Rimos e mudamos de assunto.
Um sábado combinamos de andarmos de bicicleta, gostávamos de andar numa área rural, a natureza e a falta de contato com outras pessoas acho que era o motivo de gostarmos desse passeio, fui até sua casa e antes que saíssemos começou uma chuva que não parava mais, subimos até seu quarto e nada da chuva parar, no começo trocamos algumas palavras, depois permanecemos calados, um longo tempo calados, parece que queríamos falar alguma coisa que não tínhamos coragem, eu não estava frustrado pelo passeio não realizado, afinal qualquer lugar junto dele me bastava.
A chuva não parava, fui até a janela afastei a cortina e fiquei alguns minutos a contemplando, me assustei quando ele veio e me abraçou por traz, ficou ali um tempinho com o rosto colado em mim, respiração ofegante, sentia sua ereção no contato com minha bunda, permaneci imóvel, nenhuma palavra foi dita por nós, depois de algum tempo ele retornou para sua cama deitando de barriga para cima com os olhos fechados o que me animou a me deitar a seu lado, resolvi tomar uma iniciativa, queria saber o que ele pensava, será que ele seria só ativo, só passivo ou os dois, peguei sua mão e a coloquei sobre meu pênis que já estava duro desde a sua encoxada na janela, no começo nenhuma reação mas também não tirou, depois começou a fazer leve pressão e de súbito deitou-se sobre mim me beijando vorazmente, eu correspondia pegando seu cacete por cima do short e admirei o calibre do mesmo, acho que estávamos achando o que fazíamos algo muito errado que ainda não tínhamos aberto os olhos, nem trocado uma palavra, a seguir me virando de costas na beirada da cama abaixou meu short junto com a cueca, abriu minha bunda e após uma cusparada começou massagear meu cuzinho, deitou-se sobre mim ainda de roupa e começou a sarrar, eu estava em êxtase, embora com muito medo pois tinha sentido a dimensão do que me aguardava em minhas mãos, sabia que não seria fácil, mas também que não tinha mais volta, tirou o calção e pude sentir o contato do babão no meu rego, e depois de abrir minha bunda o posicionou na minha entrada e começou a forçar, cada investida um pouco mais forte doía e mesmo sem eu querer soltava um gemidinho, ele vendo que se não agisse com maior força não ia conseguir a penetração, sem falar nada pegou minhas mãos e colocando uma em cada banda de minha bunda, percebi que ele queria que eu a abrisse para facilitar a penetração assim o fiz deixando meu buraquinho exposto pra ele, sem demora e segurando seu cacete próximo a glande para melhor pressão socou a cabeçorra pra dentro, gemi alto, olhos arregalados me sentia sem ar, queria pedir para parar, a dor era tão lancinante que me tirou até a voz, comecei a chorar baixinho e ele sem tirar um milímetro começou a falar no meu ouvido:
Amorzinho, cuzinho gostoso, bundinha linda, tesão, quanta punheta toquei pensando nesse dia.
Sabia que tinha passado só a cabeça mas depois de ouvir da sua boca a palavra amorzinho, podia doer o quanto fosse, naquela hora morreria por ele, e com estocadas entre uma pausa para eu me acostumar colocou tudo, começou a bombar e nessa idade não precisou de muito tempo para despejar toda gala no meu rabinho, ficou quietinho algum tempo em cima de mim me beijando o pescoço num silencio só as vezes interrompido por um soluço.
Saiu de cima e foi até o banheiro banhar-se, fiquei ali na mesma posição até ele voltar, estava dolorido, pernas bambas, ele se deitou no meu lado e foi minha vez de ir ao banheiro, a ardência do contato da agua e o contato de minha mão me fez saber o estrago que foi feito.
Sai do banho ainda com os olhos vermelhos e com muita vergonha de olhar pra ele, vi que a chuva tinha diminuído, disse um breve: tô indo e fui saindo, ele correu até mim me virou em sua direção e me beijou ternamente.
Fui até a garagem peguei minha bike e fui (logicamente a empurrando)